Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Um monte de gente querendo aparecer, mas sem ter algo interessante para mostrar... que pena!

Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo, 23 fev. 1992.

Nota: Trecho da crônica Vista cansada.

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A vida é um presente embrulhado em mistério, e a gente passa a vida tentando adivinhar o conteúdo.

Vislumbro um tanto de gente com promessas, mas sem compromissos.
O tempo passa e o engodo se ratifica na omissão das atitudes.
A mesmice dos gestos é a consistência da imaturidade espiritual, embora a senilidade se revela em suas faces.

O mundo tá um moedor de gente
Uma barulheira do car***o que não deixa a gente respirar
Vontade de largar tudo e sumir no mundo
Pegar a estrada e não olhar pra trás
Deixar esse cansaço pra quem quiser carregar
​Mas aí eu olho pra você
E a vontade de ir embora vira vontade de ficar
Você é meu santuário 100%
O único lugar onde o barulho finalmente morre
Onde eu não preciso ser nada além disso aqui
Esse cara meio torto e cheio de falha
​Obrigado por ser meu canto sagrado
No meio dessa zona toda
Sem pose
Sem legenda
Só a gente

DeBrunoParaCarla

O mapa rasgou no meio do caminho, e agora as pegadas na areia pertencem a um destino que a gente nunca visitou.
​O silêncio virou o único idioma que o meu coração fala quando tenta te buscar na curva mais distante do mundo.


DeBrunoParaCarla

A serra se abria como um livro que a gente lia devagar e cada curva da estrada tirando fotos, era um verso que o meu coração decorava só de ver o teu perfil no vidro. Em Arcádia o mundo parava para ver a gente dividir aquele pastel de camarão como se fosse o banquete mais luxuoso da terra porque o tempero de verdade era o teu riso solto no ar fresco da montanha. Carla você é o meu cais e a minha subida o lugar onde o meu cansaço descansa e a minha pressa vira mansidão de fim de tarde. Naquela mesa simples a gente inventava um reino onde o único império era o nosso afeto e o perigo de lá fora morria de medo de atravessar a nossa alegria. O meu amor por você tem o gosto doce daquela paz e o brilho firme das estrelas que a gente caçava no céu de Itaipuaçu. Sou um eterno viajante que encontrou em você a única parada que realmente importa e o destino que eu escolheria mil vezes em cada vida que eu vivesse.


​Na verdade ninguém parou nem olhou nada, era só a gente com cara de fome numa messa de estrada dividindo um pastel de camarão enquanto o mundo seguia ignorando a nossa existência.


DeBrunoParaCarla

⁠Gente de alma bonita, e um coração bondoso.
E que sempre deixa amor por onde passa.
Essas quero ter sempre perto.

Sabes, o que aprendi, com a tua ausência? Que ninguém morre, por sofrer, por amor. Pelo menos, não, no sentido literal, da palavra.

Li, algures, que “as pessoas preferem apegar-se às memórias porque, por muito que as pessoas mudem, as memórias não mudam”. Acredito, que seja verdade. As memórias, são algo a que nos apegamos. Simplesmente, porque, quando, são boas e importantes para nós, não nos queremos desapegar delas. É normal. Contamos com elas, porque, sabemos bem como são.

Mas, é necessário, muito tempo, para limpar feridas. Para elas sararem, e apenas, serem cicatrizes que passam despercebidas.

Desapegar, mostra que conseguimos ser bem mais fortes, do que antes. E conseguimos, efetivamente. Ninguém morre por se desapegar. Ninguém sofre uma vida inteira por desapego. Sofre-se, por se querer continuar, no meio dos medos. É, por isso, que se sofre. Pela incerteza do que acontece depois. Pelo medo do vazio. Porque o desapego, é simplesmente, uma mudança em nós.

Inserida por PatriciaRebelo

Há sempre uma música. Aquela, que define um casal. Aquela, com que cada casal, se identifica. Aquela, que cada casal, tem orgulho de dizer que é a sua música.

Inserida por PatriciaRebelo

Nós nunca tivemos a dita música… não porque, não quiséssemos ou que não encontrássemos… Simplesmente, não tivemos, porque eu nunca me consegui decidir nem encontrar apenas a dita música para nós.
Sempre considerei que éramos, e que somos ainda (mesmo que afastados), um conjunto de várias músicas, de diferentes estilos, diferentes cantores, ou seja, uma miscelânea.

Inserida por PatriciaRebelo

Nem todos os casais têm A TAL música… Nós, temos uma banda sonora inteira, só nossa…
Era, impossível, conseguir escolher, apenas, uma.

Inserida por PatriciaRebelo

Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.

Inserida por PatriciaRebelo

É amor. É amor, que magoa, por não ser correspondido. É amor e não vai a lugar nenhum.

Inserida por PatriciaRebelo

Sim... é possível amar de novo, conhecer alguém, deixá-lo entrar, deixá-lo pertencer e deixar-me pertencer.

Inserida por PatriciaRebelo

Um dia gostava de ir falar com a tua ausência. Bater à porta, e dizer, minha amiga, temos muito que conversar.

Inserida por PatriciaRebelo

Podias, ter partido, de uma forma mais simples, sabias? Partido, sem nunca, ter entrado na minha vida.

Inserida por PatriciaRebelo