Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
A história de um rapaz
Como qualquer outro
Que procurava amor e paz
Num coração de morto
Tentava amar
Mas nunca conseguia
Acabava sempre amado
E não retribuía
A melhor pessoa
Que poderiam conhecer
Um coração frio
A precisar de se aquecer
Por vezes parecia estranho
E também distante
E mesmo tão longe
Tinha uma luz radiante
Bondade é a virtude
Medo é o defeito
Partir sem conseguir
Fazer o que queria ter feito
Objetivos são muitos
Um é principal
Ajudar a humanidade
A cultivar o bem e não o mal
O futuro é incerto
Já nada me surpreende
De uma coisa tenho a certeza
Serei sempre correto para com toda a gente
Apresento-vos aqui
Parte do que sou
Tenho orgulho em mim
E no caminho onde vou
No dia em que partir
Irei certamente feliz
Pois Deus estará a sorrir
Por tudo o que fiz
A ele lhe agradecerei
Todo o meu passado
Se cheguei onde cheguei
Porelefuiguiado
A preocupação com nossa imagem pode ser vista como um comportamento narcísico, onde nos concentramos na percepção que os outros têm de nós e como isso influencia nossa autopercepção.
Estamos constantemente questionando como seremos percebidos e como essa percepção molda nossa visão de nós mesmos. Esse ciclo nos conecta não apenas à nossa autoimagem, mas também à nossa posição na sociedade.
Dessa forma, a preocupação narcísica vai além da vaidade superficial; envolve uma reflexão profunda sobre nossa identidade e nosso relacionamento com o mundo ao nosso redor.
A dicotomia entre o espaço privado das mulheres e o espaço público dos homens é um tema recorrente na análise das dinâmicas de poder e gênero ao longo da história.
No contexto das antigas sociedades monárquicas, as mulheres eram frequentemente relegadas ao espaço privado, limitadas aos domínios do lar e da família, enquanto os homens ocupavam o espaço público, engajando-se em atividades políticas, econômicas e sociais.
Um exemplo emblemático desse paradigma é observado nos objetivos das princesas dos contos de fadas, cujo principal objetivo era ser escolhidas por um príncipe.
Esta narrativa simbolicamente reforça a noção de que a realização feminina estava atrelada à aprovação masculina, representada pela metáfora do sapatinho de cristal.
Após o príncipe passar por um teste de aptidão, que envolvia a prova do sapato, todas as mulheres eram submetidas a esse mesmo critério de escolha, e apenas uma seria privilegiada.
Esse estado de submissão e falta de autonomia é simbolizado pelo sapatinho de cristal, que além de representar a castidade, também reforça a ideia de que a validação social e a consideração como indivíduo dependem da escolha por um parceiro masculino.
O ideal de amor romântico, difundido ao longo dos séculos, consolidou esse modelo, colocando as mulheres em uma posição de subordinação e limitando sua autonomia.
Qualquer tentativa de separação ou independência era muitas vezes vista como um desvio do ideal socialmente aceito, um pecado contra a ordem estabelecida.
Assim, a análise crítica desses temas revela não apenas a construção histórica e cultural das relações de gênero, mas também os impactos duradouros do ideal de amor romântico na configuração das identidades femininas e masculinas, perpetuando padrões de submissão e limitação da autonomia feminina que ainda ressoam nos dias de hoje.
Os hormônios da paixão são responsáveis pela união inicial e por um período determinado, enquanto o amor garante uma conexão duradoura e profunda.
Superação
Tem dias que acordamos,
e desejamos permanecer um pouco mais
em nossa cama.
Sei que tem andado triste,
algumas vezes, buscando paz.
Saiba filho, estou contigo nessa caminha. Acredite na minha capacidade de resolver problemas.
Mesmo antes de você nascer,
já tinha planos em sua vida.
Não dou batalhas pra quem não pode vencer. Portanto, permanecemos humilde, porque agora é a hora.
Poema sonoro
(DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI)
Um sentimento de “DÓ”
Quando o amor da “RÉ”
Na alma “MI” faz vibrar
São notas que “FÁ”zem
O poema ficar “SOL”itário
Na vida em sinfonia...
Se a paixão se perde “LÁ”.
“SI”lencia...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28 junho, 2015, 16’41” – cerrado goiano
Tu és tão linda, queres te casar comigo? Não hoje, talvez daqui a um mês ou um ano sei lá, é que me perco no teu olhar! Tu és da terra mesmo ou vieste de outro planeta? És perfeita, devias sorrir mais. Me dá o contacto dos teus pais? É que eu preciso cumprimenta-los pela obra de arte que eles fizeram, és esplêndida..:OP
Rifa-se um coração.
Um pouco usado,sofrido, meio calejado, que teima em limitar os sonhos e cultivar as ilusões, que abre sorrisos tão largos, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um velho coração que convence seu usuário a publicar segredos e a ter a petulância de se aventurar como poeta.
Pra hoje: uma dose dupla de fé e outra de café, uma esperança bonita no olhar e um desses sorrisos bobos escancarado no rosto para espantar a tristeza.
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