Tudo Oque eu Sentia Acabou
Sua boca era minha confusão. Em seus lábios me sentia em uma intensa rebelião, de sentidos, de sorrisos e de verdades. Tudo o que eu tinha como concreto, perto de ti se desfazia, e se transmutava em perguntas. E as poucas respostas que possuía, você as consumia, com apenas o roçar de sua língua em minhas vontades.
La moral es sentimental para los que entienden el sentimiento sentía hacia él y porque su visa tan comunes y no comunes lógica heroica locura y atestiguado por el beso de conocimiento reflejado en remediar el hambre
Moral sentimental são para aqueles que entende o sentimento por sentidos sentido por ele e em razão dele visto de maneira comum e heroicamente incomum a logica e atestado louco pelo beijo do saber espelhado na fome remediada
Morals are sentimental for those who understand the sentiment felt towards him and because his visa so common and uncommon heroically crazy logic and attested by the kiss of knowledge mirrored in hunger remedied
Mas me sentia tão vazia e solitária. Triste e solitária e todas as outras emoções que se enquadram no gênero “Perda”, subespécie “Rejeição”.
Hoje sei como se sentia Albert Einstein, sei como se sentia Galileu, sei como se sentia Leonardo da Vinci, sei como se sentia Sócrates, sei como se sentiam todos os grandes pensadores, tão tolos para a época, mas tão inteligentes hoje para nós, tão eternos. Hoje sabemos que estavam a frente de seu tempo. Eu me sinto assim, exatamente como eles. Podem me chamar de louco, pode me chamar de burro de tudo aquilo que quiserem. A Diferença do ignorante é que ele fica preso em seu tempo, a nossa diferença é a liberdade. Podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo, no passado e no futuro, podemos brincar com o tempo, alterar a história, somos autônomos, somos livres, viajantes do tempo. Nós temos o poder de modificar a matéria, temos o poder de modificar o espaço-tempo. E se você não acredita eu só consigo ter mais certeza disso.
Sabia da necessidade de mudar, sentia seu comportamento alterado, sua aparência feia, seus tremores e seu julgamento rolando.
[...] Aquele momento em que sentia-se livre, andando com a tristeza vaga. Iluminada pelos raios de sol, guiava-se pelo caminho dos pobres apaixonados. Fazia uma reciprocidade de tudo que a levava para os mais sutis sentimentos. Apenas autônoma. Seguindo seu próprio caminho, construindo suas veredas. Atraiu-se novamente pelo mais belo sorriso evidente nos lábios de um caro senhor sentado no banco da praça, esperando um distraído aceno, um leve piscar de olhos, ou quem sabe um toque nos lábios, um afago nos cabelos. [...] E pediu-lhe então, companhia até sua casa na segunda esquina à direita, e ele a levou com as mãos delicadamente entrelaçadas. Perdendo-se no barulho do silêncio, pensando em como não se sentir vazio ao guardar aqueles segredos. Segredos que desde sempre a ela pertenceu.
Tempo
Sabe, vim andando a passos largos.
Nem bem sabia por que tanta pressa,
Apenas sentia o vento em meu rosto,
As árvores ao meu lado que rapidamente ficavam para trás.
Via no chão a minha sombra ora aumentar, ora diminuir.
Sabe, agora andava a passos normais.
Mas sabe, nunca soube andar normalmente.
Sou torto de nascença.
Agora podia sentir meus pés tocando o chão.
O suor rolando em minha face.
O piar dos passáros, o sopro do vento.
Sabe, passou o tempo, agora ando em passos curtos.
Vejo todos passarem por mim rapidamente,
Sinto o vento a querer levar-me para trás.
O suor já não escorre, eu já não corro.
Ando de um jeito desengonçado.
A sombra hoje demora a aumentar e diminuir.
Sabe já não lembro de muitas coisas, pois já se passaram tantas.
Sabe, já não estou mais aqui.
Sou como um filho do céu, sopro no vento.
Sorriso no chão, lágrima ardendo.
Em toda aquela neve, ela não sabia se sentia mais alguma coisa, porque, você já tinha cortado o coração dela em pedaços.
"Queria que amor fosse em contrato com prazo determinado, assinado embaixo e simples. Sentia tudo o que havia para sentir, e perto do fim fazia uma história com desfecho bem bonito, e depois não se sentia dor nem solidão, simples assim. Mas amor queimava, dilacerava, ardia o coração, se derramava pelo travesseiro e borrava maquiagem."
INFÂNCIA
Felicidade não sentia se vivia, nas noites sem lua cachorro late o que seria? Frio na barriga era só um sintoma, medo era dengo, naquele sítio sem eletricidade, mas se tinha companhia era de verdade. Não havia motivo algum para se ter um suspeito. Suspeito? Ah! Não conhecíamos este vocabulário nem seus adjetivos. Era tudo tão puro, não pensava no perigo sequer no futuro, vivíamos cada dia. As dores das necessidades submetidas as alegrias nada se perdia. Como um sedento no deserto bebe um copo d'água seu quinhão a última gota.
Em cada outono do meu ser, teve desfolhos envolto em lágrimas, no íntimo sentia que era adubação e aguamento ás sementes caídas, dias antes da primavera já despontava botões em arma de espinhos desencadeando um lençol multicor á florir.
A ARTE DO ACASO
Outrora, avesso ódio sentia,
Só podes Odiar o que amastes um dia,
Expressarei amargo em um papel,
Que amassarei e remessarei ao léu,
Do que vale lágrimas incompreendidas?
Borrando a imagem do que sonhei um dia.
Outrora, avesso amor sentia,
Não podes amar o que não se conhecia,
Expressa e amarga poesia,
Que foi lida sem nenhuma alegria,
Do que vale pessoas incompreendidas?
Borrando o desenho de nossas vidas.
ARTILHEIRA
Demétrio Sena - Magé
Sobre a tua desculpa sempre pus a minha;
me sentia culpado se não desculpasse;
dei o passe perfeito a cada jogo teu,
para dares o chute que arbitrasses dar...
Foram tantos e tantos os gols que fizeste;
fui um débil goleiro que nem se mexia,
porque via em teus olhos uma perda eterna,
se num salto perfeito eu detivesse a bola...
De repente um descuido me fez espalmar
o teu chute perfeito como sempre foi;
meu olhar foi ligeiro e providencial...
Eu queria não ter acertado em teu dolo;
te manter artilheira sem nenhuma pausa;
preservar este colo de ninar teus truques...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Percebi o tamanho da minha fé quando parei de sentir o a tua força, quando não mais sentia o teu amor.
Quando me fechei para a luz da tua graça, mas isso não foi ruim, pois o senhor sempre sabe o que faz.
Aprendi através da ausência que a fé não é emoção impulsionada por sentimentos simplesmente, trata-se de uma mistura de certeza com vontade.
Certeza que Deus esta presente em todos os momentos principalmente naquele onde não o sentimos e a vontade de busca-lo a todo momentos principalmente os mais revoltosos.
Obrigado senhor por se tornar sempre presente em minha vida e por me fazer perceber o quanto é grande o teu amor por nós...
Percebi o tamanho da minha fé quando parei de sentir o a tua força, quando não mais sentia o teu amor. Quando me fechei para a luz da tua graça, o senhor sempre sabe o que faz e permites em nossas vidas.
Pois foi nesse momento que mais aprendi através da ausência de sentimentos, que a fé não é uma simples emoção que te impulsiona, trata-se de uma mistura de certeza com vontade, certeza que Deus está presente em todos os momentos principalmente naquele onde não o sentimos.
É a necessidade de busca-lo a todo momentos principalmente os mais tempestuosos, é a vontade de ser feliz em meio a tristezas e desilusões.
O homem avestruz
O homem que fortemente criticou o que lhe era desconhecido
Sentia-se o maior dos protegidos
E sem nenhum escrúpulo, julgou o ser amado,
E acabou se acabrunhando no silêncio.
Num momento sequer esperado
Viu-se totalmente desamparado
Teve medo da recusa e de ficar ilhado.
Sua autoconsciência saiu da inércia, da paralisia,
Tudo agora se podia.
O desconhecido que por ora criticado
Torna-se o recanto mais privilegiado, a zona de conforto, a sua nova ilha.
Como o novo encontrado é o diferente
Tenta a amnésia afetiva para adiar decisões,
Coloca-se em territórios movediços
Criando armadilhas para sua própria dignidade.
O que o move agora é o inconsciente
Com esperança no que lhe é variado,
O que lhe trava a nostalgia.
Para não incorrer no perigo de fazer a história irreconciliável
E por medo da verdade que na ponta de seu nariz se encontra
Cobre a cabeça como a avestruz, sentindo-se protegido.
Criando um inimigo eloquente demais, que para um poeta,
Não existe comentário.
O seu amado, agora o seu inimigo imaginário,
Avança meticulosamente
E quando da sua passagem da opulência e da felicidade à pobreza e desgraça
Será o único que estará a seguir os seus passos
Para te elevar do seu estado de aflição, do seu infortúnio e desventura,
Da calamidade em que se encafuou.
FIXADA EM MIM
Onde foi para o amor
Que tu sentia por mim
As noites são tão frias
Sem você aqui
Pra mim abraçar
Pra me beijar
Preciso tanto de você outra vez
Me beijando me abraçando
Me chamando de amor
Eu No meu canto só
Imagino nós dois
Seria melhor
Com você asois
Você sabe que eu não te esqueço
O namoro acabou
Mais você ficou
Fixada em mim.
Onde foi para o amor
Que tu sentia por mim
As noites são tão frias
Sem você aqui
Pra mim abraçar
Pra me beijar
Preciso tanto de você outra vez
Me beijando me abraçando
Me chamando de amor,
Oooo oooooo
Me chamando de amor
Oooooo Oooooo
Me chamando de amor
Poeta Antônio Luis
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases de saudade para dizer tudo o que o coração sente
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Frases de feliz Ano Novo para começar 2026 com tudo
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
