Trovas
Trovas De Ciúme
"Dosado", o ciúme é tempero
que à afeição da mais sabor...
Mas, levado ao exagero,
é o pior veneno do amor...
Cão de guarda, ameaçador,
a rosnar, furioso e cego
eis afinal, meu amor,
este ciúme que carrego...
Do amor e da desconfiança
infeliz casal sem lar,
nasceu o ciúme, - essa criança
tão difícil de educar...
Perigoso, onipotente,
verdadeiro ditador...
o ciúme é um cego, doente,
ou um doente, cego de amor?
Eis como o ciúme defino:
mal que faz mal sem alarde
corte de alma, muito fino,
que não se vê... mas como arde!
O ciúme, desajustado,
por louco amor concebido,
era uma amante, (coitado)
a padecer... de marido!"
No fado eu invento
Tento sonhos em rima
As trovas meu alento
O leitor minha estima
É desafio é energia
Motivação esgrima
Espelhado na poesia
Luciano Spagnol
Trovas de Amor
Esta menina querida
é meu pé, é minha mão
minha alegria na vida
meu arroz e meu feijão
ela é meu rio, meu lago
meu riacho, meu açude
ela é meu beijo e afago
não quero que ela mude
ela é meu dedo e anel
minha camisa de linho
minha garrafa de mel
meu consolo, meu carinho
se a carne mata a fome
o beijo mata a saudade
a tristeza me consome
eu quero é felicidade
me abraça bem abraçado
quero todo o teu carinho
sem teu abraço apertado
vou me perder no caminho
és água que mata a sede
és chuva no meu roçado
és punho na minha rede
és rima neste recado
essa menina adorada
essa menina querida
que alegria danada
ter ela na minha vida
Carlos do Carmo
Adeus cantor de trovas de Lisboa, da liberdade de Abril!
Cantavas lindo! Sim foste o do jardim de Lisboa lírio!
Como Camões cantou Portugal, no azul e imenso mar,
Tu por menos, não ficaste no teu valoroso cantar!
Teus "putos" continuam a saltar e a brincar em Lisboa!
A "gaivota" no céu no bairro, da cidade ainda voa!
Só tu não estás mais entre nós! Com tua canção!
Para sempre estás em nosso recordar e nosso coração!
Vais à terra de além, deixando tua saudade, por cá!
Já se ouve no país, o teu cantar e Portugal a chorar!
Por ti choram os que no canto, tu mesmo os lançaste!
Teus filhos, teus netos recordam o amor com que os amaste!
Tua esposa sempre amiga, chora porque já a vieste deixar!
Adeus Carlos do Carmo, que já foste para outro lado! O de Lá!
Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.
Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,
Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!
Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!
Primavera, estação que me encanta!
Ela traz-me beleza, perfume e cor.
Inspira poetas com trovas e canto,
Adornando os dias com seu esplendor!
Concurso de trovas & poesias em geral
(vencedora em Taubaté - 2004)
Poesias & Trovas
*
Muitas vezes fico mudo,
sentindo dentro esta mágoa
que a água é que lava tudo,
e todos sujam a água.
Cipotânea é a lembrança
de meus tempos de menino,
um passado de esperança
no presente me sorrindo.
Não temo erros, nem enganos,
e, se os houver, Deus perdoa!
Nos meus avançados anos
eu só penso cousas boas.
Dom Antonio Afonso de Miranda
filho de José Afonso dos Reis e de Maria das Dores Miranda nasceu em Cipotânea/MG. Bispo Emérito, domiciliado em Taubaté/SP, com participações em concursos de trovas e de poesias em geral.
É difícil fazer umas boas trovas,
dessas que a toda gente seduz,
tem que contar sílabas, que prova!
só se pedir ajuda ao senhor Jesus
Mas Ele não pode a isso atender,
seria até pecado aproveitar,
já tem tanto enguiço para resolver
e vai dizer que preciso estudar
Ai, querido senhor "Jesus Cristinho",
desculpa essa minha intromissão,
mas escrever assim bem certinho
é para mestres e já não sou isso não...
Aqui começa uma arte.
Onde termina ?
Eu não sei.
Tenho uma vida de Poeta.
Entre as Rimas,Trovas e Versos.
Aqui vai um abraço meu.
Não busco talento.
Vivo os meus momentos.
Digo com profundo sentimento.
Viajo com as poesias.
Durmo com os poemas.
Eternizo dentro de mim.
Os dias que vivo
Envernizo meus versos.
Sigo só mais um pouquinho.
Dando um pequeno polimento.
Nessa atitude de Poeta que sou.
Falo com todo Respeito.
Nesse tipo de literatura.
Cada um com sua Bravura.
E no fechar dessa inspiração.
Desejo apenas um mundo melhor.
Vou vivendo de paz com vida.
Com esse meu segmento.
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
VOO
Idas e vindas , voltas e revoltas . trovas e trevas ...Sinta e minta , me ame ou me esqueça . Eu desço mas depois subo , o mesmo trajeto da queda é aquele que me reergo ...Não fecho minha mão , tenho você nela. Se fecho posso te machucar e você é livre . Um leve aperto lhe fere , um pássaro ferido não voa , assim sendo perde-se a essência . Sinto e minto , minto que não sinto , um dia me convenço que já não minto , simplesmente já não sinto .
Eu já falei de amor com poesia, atitude, palavras, provas, trovas, lagrimas, risos e gestos. Hoje discuto com meu pensamento por que sei o que amar é bom.
Esta na alma esta magia
Pela manhã ao acordar
Surge um novo dia
A poesia a desabrochar
Trovas deste meu viver
Frases de amor ou não
Sou tão feliz a escrever
Que vivo nesta emoção
Faço poemas sem pensar
Mesmo sem me aperceber
Sou rosa a desabrochar
Sou fruto do meu saber...
TROVAS - SAUDADE
Na ausência que me consome,
vivo sem a liberdade,
com um poema sem nome,
eu trovo minha saudade.
No balanço da saudade
a lembrança vai e vem
Embalo a oportunidade
para eu poetar também.
As minhas trovas em versos soam como uma melodia continua que envolve o teu coração em proporções universal...
E minha voz desperta os teus desejos em um grau salientemente em sensações não compreendidas por corações não entendido...
TROVAS
Por estradas que nem sei
Caminhei sem ter noção.
Se errei mais do que acertei
Só me serviu de lição.
Vivo em dilema completo
E preciso sair disso:
Ou eu ganho o teu afeto
Ou vou parar um hospício.
Apenas a morte silencia a voz de um poeta, deixando no ar toda sua obra eternizada em trovas e versos nos acorde de sua canção.
Primeiras Trovas...
Trova nº 1
Nossas vidas entregamos...
Um ao outro apaixonados
Sei nunca imaginamos...
Estariamos selados!
Trova nº 2
Certamente te conheço...
Empolguei-me com seu ser!
Ainda hoje enlouqueço
De tanto, tanto te querer
Trova nº 3
Solidão abranda a alma
Quietude te fascina
Ergueria sua palma?
Tocaria minha sina?
Trova nº 4
Se queres amor eterno
semeie, adube, cuide
Não esqueça no inverno
Um cuidado amiúde!
FUGA
Sentimentos livres
Dentro dos livros
Em cima de trovas
Embrulhados em poemas
Sem escolha de temas.
Palavras nos espaços
Torturas torturam
Lembranças lambem beiços
Corpo conspira
Hora da fuga
Alma de asas
Coração decola
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