Triste Silêncio
Sobrevivendo no Silêncio
Dentro do meu quarto eu choro
Sozinho triste e abandonado
Para você eu imploro
Ajude esse coração apaixonado
Queria ter você ao meu lado
Acordar todos os dias e te ver
Mais vivo sozinho largado
Sem um Amor que sempre quis ter
Cada dia que passa sofro mais
É uma angústia, uma dor
Não sei mais o que fazer
Preciso do seu Amor
Você me pede tempo
Tento viver esperando
Quero chorar todos os dias
Sinto o sofrimento aumentando
Volte para mim eu te imploro
Sem você já não sei viver
Por você eu faço tudo que eu posso
Faço tudo para te ter
AO QUE FOI EMBORA
A minha dor é um grito rouco
E no silêncio lamenta essa triste vida,
Tudo se troca por tão pouco
A lida, os dias belos e os dias loucos.
E por aí, na imensidão da noite
eu te procuro, por caminhos escuros...
no frio da madrugada, onde a lua se esconde
oh, triste fim! Oh, triste açoite!
E enfim, outro dia amanhece
Em que da esperança me descanso
Outra noite há de chegar, mas o tempo,
nenhuma alegria tece no manto um alento,
como lençol estendido a enxugar meu pranto .
E aos testemidos que buscam na distância
a alma daquele que foi embora:
Não, não voltará nunca mais em nenhuma aurora.
JOANA DE OVIEDO – DIREITOS RESERVADOS
O belo rende
O triste abafa
O silêncio, um amuleto farsante
Que poupa fortalezas
Da fragilidade velada em sorrisos
Aprecio muito meu silêncio e, quando silencio não quer dizer que eu esteja triste, às vezes só gosto de me reservar ao direito de me curtir do jeito que sou. Faço companhia para minha paz e deixo minha alma transbordar o que de melhor eu tenho. Tem dias que preciso me desfazer dos temporais e observar a calmaria da chuva enquanto meus olhos escorrem os oceanos que em minha alma habitam.
( Vitor Ávila ) #VitorÁvila
Deixei de ouvir-te. E sei que sou
mais triste com o teu silêncio.
Preferia pensar que só adormeceste; mas
se encostar ao teu pulso o meu ouvido
não escutarei senão a minha dor.
Deus precisou de ti, bem sei. E
não vejo como censurá-lo
ou perdoar-lhe.
ESTA MANHÃ ENCONTREI O TEU NOME
Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
de verão e a tua boca deixou um rasto de canções.
No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
camisola; e eu despi-a para ti, a dar-te um coração
que era o resto da vida - como um peixe respira
na rede mais exausta. Nem mesmo à despedida
foram os gestos contundentes: tudo o que vem de ti
é um poema. Contudo, ao acordar, a solidão sulcara
um vale nos cobertores e o meu corpo era de novo
um trilho abandonado na paisagem. Sentei-me na cama
e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
mas as sílabas caíam no fim das palavras, a dor esgota
as forças, são frios os batentes nas portas da manhã.
DORME, MEU AMOR
Dorme, meu amor, que o mundo já viu morrer mais este dia e eu estou aqui, de guarda aos pesadelos.
Fecha os olhos agora e sossega — o pior já passou há muito tempo; e o vento amaciou; e a minha mão desvia os passos do medo. Dorme, meu amor — a morte está deitada sob o lençol da terra onde nasceste e pode levantar-se como um pássaro assim que adormeceres. Mas nada temas: as suas asas de sombra não hão-de derrubar-me — eu já morri muitas vezes e é ainda da vida que tenho mais medo. Fecha os olhos agora e sossega — a porta está trancada; e os fantasmas
da casa que o jardim devorou andam perdidos nas brumas que lancei ao caminho. Por isso, dorme, meu amor, larga a tristeza à porta do meu corpo e nada temas: eu já ouvi o silêncio, já vi a escuridão, já olhei a morte debruçada nos espelhos e estou aqui, de guarda aos pesadelos — a noite é um poema que conheço de cor e vou cantar-to até adormeceres.
Seu silêncio foi a conversa mais triste que já tive. Por não querer conversar ou burrice por não saber conversar.
Cidade em silêncio, como um luto intenso, me ponho a pensar e vejo no céu vazio a imagem triste de um olhar.
Foi fazer a viagem, nem comprou passagem e foi de repente deixando saudade que está guardada no coração.
Lembro em lamentos, daquele momentos, dos primeiros acordes do meu violão .
A canção do silêncio
O silêncio traz
Uma triste canção
A bela harmonia solitária
Que em noites vazias soa alta
Capaz de me fazer recordar
Os lábios distantes
Que beijei sem tocar
Feita lua se desfaz
... Triste o silêncio que me espreita detrás do portão,
ele se camufla no jardim - saudosa dor ao confim,
vens em minha mente, jogas juras de amor,
pois bem - que sejas, prostra-se a flor na mesa...
- Aquela que arranquei tem, mais conversa,
sobre os amores - límpida relva,
jugo é aquela minha palidez, do Sol que morreis,
na minha insistência ao medo - amor pranteou,
tua menina... postes naquele florzinha,
jazia sua pele branca feita uma neblina,
pois nesse lugarejo não nos falte memória,
por paixão que coração levas faltas sanguínea...
... Jaz aqui padecem, amantes do interpretar,
onde nada se calava, na bruma - doce amar,
os fogos que de arte se fizeram noite,
duras visitas do anjo no enluarar, vides profetizar...
No silêncio triste das minhas horas vazias, tento lembrar quando comecei a ser assim tão triste que nem mais lágrimas consigo derramar.
Quando eu era criança fui tão livre e feliz, tudo me trazia encanto sonhos e risos de alegria, hoje já não sei mais sorrir e te tanto chorar,esta capacidade também perdi, era um pouco mais confortante,quando a dor da tristeza as lágrimas me aliviavam a excruciante dor de nada entender,
A tristeza é assim um não compreender a existência, o porquê de estar aqui, e querer fugir, deixar de ser...
Somos escravos do estar aqui, com um desejo enorme de partir...
João bobo corpo triste, Homem errante. Contando as estrelas no silêncio das noites. A procura de quem a muito partiu. Coitado Perdeu o tempo já e muito tarde quem sabe amanhã na porta de um bar ou em uma esquina a vagar. João bobo coitado suas noites tão longa Entre um copo e outro, embriagado pela noite, a vagar sem rumo sem reta um só pensamento; aquela dama encontrar, Boa noite.
A noite existe, para que o poeta sonhe e no silêncio vago do coração triste. A saudade, o canto e a dor existem para que eu não durma para que nasçam versos, para que tudo possa. Talvez o anoitecer não seja para se ficar sozinho, seja destinado para se ganhar carinho, muito beijos e abraços mas antes um prazer atrasado do que uma amarga descoberta da mentira.
SILÊNCIO DENSO
o silêncio é denso
quando não existe argumento
tão triste quanto tenso
ainda resiste um sentimento
Senhor
Hoje quero falar contigo.
No meu silêncio, no meu interior...
O meu olhar está triste.
O meu sorriso está calado, a alma fria.
Apesar de não saber o que tenho
Tenho esperança e fé...
Confio na tua guarida, no teu amor
Para alegrar o meu coração, a minha alma.!!
A noite é sempre triste e escura e deserta, os ventos são mais forte e frio, o silencio nos apavora e a solidão ela nos devora por dentro ):
a noite é sempre tão triste, ah pouca luz,os ventos São fortes e frio, o silêncio nos corroi por dentro e a solidão nos toma, mas quando converso contigo é diferente, a lua brilha intensamente, o silêncio conversa comigo a solidão me consola e os ventos forte me aquece com vc é tudo difetente
Poema Triste -
Há uma musica triste, distante,
um quase silêncio
que me toca no rosto
que me acaricia a Alma,
uma angústia fria e vaga
uma sombra profunda
um grito cansado
um destino por viver
um sonho por sonhar.
Há uma voz doce, presente,
uma quase alegria
que me envolve o coração
um triturar de gestos quentes
um quase vento de asas
um leve entendimento
uma breve lonjura
um poema que acaba de nascer!
quem
quem nunca teve um dia triste
quem nunca sentiu frio
quem nunca mergulhou no silencio
e sem querer já está pensando em tudo
tudo aquilo que não queria pensar
tudo que não quer acreditar
tudo que tem que passar
quem nunca duvidou da vida
das razões de viver
das razões de sofrer
das razões de perder
perder o que ?
como saber se um dia foi meu ?
os sonhos nos leva pra onde quisermos
onde tudo tem mais cor
onde tudo tem mais valor
onde tudo é amor
eu sou quem controla meu pensamento
e é ele quem me controla
as vezes ele é um pouco débil
briga sem razão
omite o perdão
e chora de emoção
