Trilhos
Percebi que a inspiração não é passiva, ela te ataca, te sufoca, te tira dos trilhos e faz barulho na sua cabeça até que você a coloque para fora. Até que pinte uma parede, escreva até os dedos doerem, jogue tinta sobre uma tela...Ela não se importa com a maneira que vai usar para lhe deixar falar, ela só quer gritar.
Na locomotiva da vida, Deus é o condutor que nos leva pelos trilhos da humildade, por muitas vezes paramos na estação sucesso. Porém, nem sempre encontramos a paz que buscamos. E seguimos nosso trajeto até chegarmos à estação simplicidade, é nela que achamos as mais belas e essenciais coisas da vida para a nossa tão sonhada felicidade.
Nem tente cobrar....
Não me cobre a lucidez...
Tenho os meus dias de sair dos trilhos!
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©Aline Hikelme
©Textos de autoria de Aline Hikelme
Direitos reservados conforme artigo (Lei 9610/98)
AlinneH / Ano 2022
A trilha
Em frente eu sei que devo seguir,
Assim eu tentarei atravessar os trilhos que me esperam,
O sangue segue seu fluxo,
Não sei o amanhã,
Apenas sei que preciso caminhar,
Imagino o inesperado,
O que eu não posso é pensar em nada,
Só Apenas olhar , aceitar e buscar
Os inúmeros quilômetros que ainda tenho pela vida,
Inadimplentes eles estão ainda comigo,
Eles me devem,
E preciso ir em busca de receber essa dívida,
Se vou receber ou não,
Eis a questão,
Mas não posso deixar de tentar,
Simplesmente,
A vida é essa para cada um,
E calados temos que aceitar....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Em certos momentos o nosso trem da vida precisa sair dos trilhos para entendermos que mudanças são extremamente necessárias para um bem maior...
E claro... mudanças nem sempre são fáceis, mas são extremamente importantes, pois elas nos obrigam a ampliar os nossos horizontes, assim como encontrar e percorrer novos caminhos...
Quando essas mudanças ocorrerem na sua vida... Se jogueeeeee de cabeça! Nunca se limite somente aos trilhos que você já está acostumado (a)...
Grandes alegrias podem surgir em caminhos que já mais imaginou percorrer..
Lembro me sim
Sim dos dias que me senti como um trem
Trem acima dos trilhos e de mais nada além
Além de você eu não via mais ninguém
Ninguém entendia porque eu contava até cem
Cem vezes eu contava e chorava
Chorava e via todas as minhas lágrimas
Lágrimas como a chuva escorrem
Escorrem tanto e é inevitável impedir que não caem
Caem toda vez que você vem
Vem e faz assim como as estrelas
Estrelas brilham a noite e no dia já não mais
Mais espero que você esteja bem
Bem longe de mim
- Trem
Há o vagão da tristeza e o da alegria, separados apenas pelos trilhos do tempo e ambos, ora um, ora outro, farão parada obrigatória na Estação da Vida.
Quando tudo parecer sair dos trilhos, aparentemente mostrando que o mal está vencendo o bem, é agora que a Providência Divina mais precisa de seu trabalho voltado ao bem. Aguarde e confie! Nada, absolutamente nada foge aos desígnios de Deus.
A vida é mesmo imprevisível, rasteira e terrível.
Quando menos se espera tudo sai dos trilhos.
Não existe controle de nada isso é indiscutível.
Planos acabam, porque não existem atalhos.
A vida bate, maltrata, mas no fim ensina.
Não é fácil compreender essa dura jornada.
Quando estamos em uma situação inesperada.
É assim mesmo, pois a vida age na surdina.
Talvez seja melhor viver esse breve momento.
Sem esperar nada de ninguém a não de você.
Porque no final se evita ainda mais sofrimento.
E nessa inconstância que se vive a vida.
Vou levando sem achar nenhuma saída.
Sem saber qual será o fim desse destino.
Entre trilhos e artérias,
neste terço da nação,
o Alentejo está de férias
desde o Tejo ao rio Vascão.
Marabá, cidade de sonhos
Que nasceu da beira do rio
Que cresceu com os trilhos e os bonzos
Que vive com o povo e o desafio
Marabá, cidade de lutas
Que enfrentou a guerra e a dor
Que venceu a fome e as disputas
Que busca a paz e o valor
Marabá, cidade de poesia
Que inspira o verso e a prosa
Que expressa a alma e a alegria
Que aspira a liberdade e a rosa
Revi a teia do grande mistério; não pela metade mas, por inteiro. Dona Aranha não anda nos trilhos, não anda em bandos, existe seu simbolismo paciente para além dos limites. Em cada fio um outro passo na jornada, sem esconderijos, apenas a narrativa da própria existência nessa viagem.
De tantos caminhos que a vida oferece,
Eu sigo buscando o meu, sem saber,
Por entre os trilhos que o destino tece,
Sinto a insegurança a me envolver.
A cada passo, uma dúvida a surgir,
Será que o rumo certo está ali?
O medo de errar me impede de seguir,
E o coração se perde, sem o porvir.
De tantas escolhas, a vida me expõe,
Por que hesitar? Por que não tentar?
Será que o medo é o que nos compõe,
Ou é o coração a se privar de sonhar?
Será que estamos presos num círculo apertado,
Onde a tristeza nos faz duvidar?
Ou será que é o medo, tímido e calado,
Que nos impede de realmente tentar?
Este mistério da vida, tão profundo,
Nos desafia a sair do lugar,
Mas no fundo, é só nos perder no mundo,
Para finalmente, um dia, nos encontrar.
A estação abandonada
(Verso 1)
Na penumbra de uma estação, onde os trilhos esquecidos
Ecoam os murmúrios do tempo, segredos não divididos
O vento sussurra histórias, entre os vagões de solidão
Uma estação abandonada, palco da próxima canção
(Refrão)
E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade
Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade
Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça
Este é o caminho que transcende,
(Verso 2)
As portas rangem abertas, convidando almas perdidas
Fantasmas do passado, embarcam em suas vidas
Cada banco carrega histórias, como folhas ao vento
Enquanto o trem serpenteia, seu destino é um segredo
(Pré-Refrão)
O chiar dos freios ressoa, como um lamento no ar
Entre estações abandonadas, o mistério a se revelar
A lua observa silenciosa, enquanto a viagem se inicia
O trem fantasma parte, numa jornada que não se acaba
(Refrão)
E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade
Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade
Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça
Este é o caminho que transcende,
(Ponte)
Pelos campos de lembranças, o trem desliza como um sonho
Passageiros observam paisagens, onde o tempo é um enigma a ser desvendado
Uma sinfonia de suspiros, ecoando através dos vagões
Enquanto o trem atravessa horizontes, tocando corações
(Verso 3)
A melodia da viagem, é uma canção sem fim
Cada nota ressoa, em corações que buscam o além
Rostos pálidos refletidos nas janelas embaçadas
O trem fantasma avança, por trilhos onde a história é contada
(Pré-Refrão)
O tempo dança lentamente, entre os destroços do passado
Na estação abandonada, um eco de vida é ressuscitado
Os fantasmas do trem, em cada estação que passam
Deixam marcas na alma, como vestígios que jamais se desfaçam
(Refrão)
E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade
Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade
Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça
Este é o caminho que transcende
(Final)
Na última estação, o trem desaparece na neblina
Deixando para trás o eco de uma jornada divina
A estação abandonada volta ao silêncio, à espera do amanhã
Enquanto os passageiros descem, tocados por essa viagem sem fim.
A estação
(Verso 1)
Numa estação deserta, onde trilhos ecoam silêncio,
Entre sombras e destroços, há um mistério em evidência.
Passageiros estranhos, fantasmas do passado,
Em um trem fantasma, a jornada é entrelaçada.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Verso 2)
As portas rangem abrindo, um convite para o desconhecido,
A estação abandonada, palco de um espetáculo perdido.
Nas sombras dos vagões, rostos pálidos refletem saudade,
Cada banco conta histórias, como páginas de uma velha cidade.
(Pré-Refrão)
O vento sussurra segredos, enquanto o trem avança,
Pelos trilhos da nostalgia, onde a realidade dança.
O passado e presente se entrelaçam, num abraço etéreo,
No trem fantasma, onde o tempo é um jogo sério.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Ponte)
Pelos corredores vazios, a melodia do passado ressoa,
Cada nota é um eco, num túnel de sombras à toa.
Acredite na ilusão, onde tudo que reluz é ouro,
No trem fantasma, a jornada é um labirinto sonoro.
(Solo Instrumental)
(Verso 3)
A mulher que guia, entre as almas que vagueiam,
Acredita que o trem é um portal, onde destinos se entrelaçam.
Memórias se desdobram como pétalas ao vento,
No coração da estação, um segredo em cada momento.
(Pré-Refrão)
Os passageiros são espectros, dançando no crepúsculo,
Na trilha do desconhecido, onde cada passo é um sussurro.
O trem fantasma avança, como um vulto na escuridão,
Levando almas perdidas, numa eterna canção.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Final)
No horizonte distante, o trem se perde na neblina,
A estação silenciosa aguarda o retorno da sina.
Na penumbra, a música persiste, como um eco na eternidade,
Na estação de sombras, onde o trem fantasma encontra sua verdade.
Nunca é tarde para reconstruir, levantar do abismo, juntar os cacos e colocar novamente nos trilhos aquilo que a gente gosta
Nos trilhos da vida, encontrei você,
Um brilho no olhar que me fez renascer.
Teus sorrisos dançam como a luz do sol,
E em cada abraço, sinto meu mundo em rol.
Teus lábios são versos que quero cantar,
Uma melodia doce que não cessa de encantar.
No silêncio das noites, teu nome é oração,
Em cada batida, ecoa meu coração.
As estrelas no céu são testemunhas fiéis,
Do amor que construímos, dos sonhos tão belos.
Juntos navegamos por mares de paixão,
Dançando ao ritmo da nossa canção.
Se o tempo parar, quero estar ao teu lado,
Desfrutar cada instante, cada momento amado.
Pois você é a razão do meu viver,
Meu sol, minha lua, meu doce querer.
E assim seguimos, de mãos dadas na vida,
Escrevendo nossa história, uma linda corrida.
No livro do amor, somos autores sem fim,
Com páginas cheias de nós e do que há em mim.
Eu quero que o Reino de Deus se estabeleça em mim. O trem fora dos trilhos, não vai a lugar nenhum.
