Trem
A vida é uma viagem. Seja ela de carro, de trem, de avião ou na nossa imaginação. Durante o percurso, toda a experiência servirá de aprendizado para o crescimento e a evolução da espécie humana.
Titulo : A janela e o trem.
certa vez me vi sentado,viajando na janela de um trem,
e a cada paisagem que via passar pela janela,
eu via relacionamentos, passando, alegrias ,sorrisos e lagrimas
que ficavam pra trás!
Mas a cada nova parada ,
a cada nova estação, pessoas subiam , pessoas desciam do trem da minha vida!
E pensei:
que viagem é esta ?
Em que estação eu devo descer ?
Será que existirá alguém em alguma estação me esperando ?
Ou será melhor ficar e esperar alguém?
ou seria melhor ir até o ponto e estação final?
Assim, as vezes, é a nossa vida...como numa viagem de trem,
o trem para e descemos...
o trem para e subimos...
o trem anda e ficamos inertes, olhando a paisagem de nossas vidas passando pela janela !
O trem da vida é sem volta,
sempre em frente na direção do desconhecido futuro que nos reserva algum estação !!!
Poema - Primavera
Problemas todo mundo tem
Mas as vezes como um trem
Passa por cima
Atropelando o autoestima
Nos deixando para baixo
Depressão, eu acho
A noite vem
A tristeza também
Mudando só a data
Talvez a madrugada
Seja para pensar
Junto com a chuva, lágrimas derramará.
A alegria vem pela manhã
Tipo uma van
De passagem
Deve ser aprendizagem
São nos momentos difíceis
Que nos tornamos incríveis
A tempestade vai passar
O sol vai bilhar
A chegada da primavera
Abro a janela
Vejo tudo florescer
Motivações para viver.
O trêm partiu
e mesmo sabendo
que o caminho
já esta traçado
você nunca esteve lá
Ele voltou vazio
Voce embarcou
e agora sente frio
o mesmo frio
do qual fugia
vai guardando a paisagem
na retina
Colinas, campos,
chuva fina
dias de Sol
e tempestades
Ontem era muito cedo
hoje é tarde
Se a viagem
apenas te sujasse
estaria tudo bem
Mas o tempo
a tudo encarde
Não há retina que guarde
tantas paragens
pode até parecer muito
mas é uma só viagem
é uma estrada só
onde você embarca,
viaja, deseja, teme, treme, geme,
espera, desespera, dança e se cansa
só.
Não sou com um trem que segue seu trilho com um destino certo, sou como a água que por onde passa deixa suas marcas suas lembranças e até mesmo suas desgraças. Tudo depende de como você me vê!
Era quase que assim
Um leve tremor de terra
Prenuncia o apito do trem
Só que quase ninguém percebia
O sermão durante a missa
A igreja tão cheia
E quase ninguém ouvia
Quanto ao resto da vida
Não o sabe até hoje
Da secura na boca
Calma, aguda, iludida
Muda algia rói alma
Carece de companhia
Um tanto menos pernóstica
Só fantástica e desabrida
O contrário
Era um jeito de olhar o Céu
Enxergar nele a vida
Um tanto profunda
e de olhar esquecido
Quem lhe visse podia jurar
Era antes pequeno desejo
Jamais um pedido
A vida meio vazia
A outra metade era vida
No outro dia tanto faz
A semente bem regada
Cuidada por cuidar
Pois de lá não saia nada
Assim era tudo
Enfim, um saber calado
Um verso oculto
Cujo vulto do tempo
Escreveu apressado
Se está fora de lugar
O correto é cair
Equilíbrio é o silêncio que faz
A vidraça parecer escura
A paz que precede a chuva
Sempre que a chuva vem
A água evapora
A alma cura
Entretanto ela chora
Tempestade, água turva
A curva do rio, a lagoa
Fatalmente o ponteiro, a hora
Por ora, balaio no chão
Canta muda
A canção silenciosa
E somente o coração escuta
Roupa suja, varal
Ensaboa um sinal da vida
Outro aceno do mundo
Desalento um segundo
Quando meio segundo
é momento
A saber
Água limpa
Não lava alma turva
Acredite em não crer
O saber de cada receio
Escondido em gavetas
Espalhado pelo imenso mundo
Se contar nos dedos
A qualidade de tantos medos
Reais e de faz de conta
Um mais um, às vezes são dois
Mas, de vez em quando, não
É aí que mora a diferença
Entre pensar
E pensar que pensa
Olhar e saber na hora
Àquilo que vem
Sem demora.
Edson Ricardo Paiva.
Depressa.
Diga lá
O que será
Que vem detrás
Daquele trem que vem
Que vinha
Passou depressa pela minha vida
O caminho ainda está lá
Eu trilhei outro caminho
Que será que tinha?
A bem da verdade, eu só tinha vontade
Mas a decisão não era minha
Diga lá
Me diz o que é que tem
Atrás daquele muro
Pode ser que ainda seja
Aquela estrada turva, que será que vinha
Que apitava a lógica
De uma época caótica
Será que existe hoje
Alguém que se lembre
Que a veja?
Era um sinal, simplesmente
De que aquela óptica da gente
Era só uma linha distorcida
Que será que ela trazia
O trilho da distância
O que será que tinha
Detrás do trem da vida
Que passou tão depressa por mim?
O caminho que eu trilhei foi diferente
A pressa apressada
O nada flutuante
Uma estrada de sonho
De sonho de sonhar realidade inexistente
Que passou tão depressa por mim
E seguiu adiante
Não deu tempo de olhar
Para a vida de frente.
Edson Ricardo Paiva
A vida é como um trem bala que, mesmo em um percurso mais longo, chega na estação final em tempo surpreendente.
O trem da vida...
A vida é como uma viagem de trem, os vagões são as oportunidades e as estações são os anos...
Imagine você viajando em um trem, o trem para na estação você desce de um vagão e sobe em outro, mas você não viu a oportunidade pois você estava muito ocupado procurando a vida perfeita e com coisas que nem sempre são essenciais, e aí você perdeu a primeira oportunidade... o trem segue sua viagem e você vai mudando de vagão em vagão o tempo todo até que um dia você se vê na plataforma e que os vagões acabaram e o trem partiu e você não teve outro vagão para subir...
Não sei quando vou descer do trem
Se ainda percorro vagões
Ou na estação que vem
Entre embarques e desembarques
o trem vai deixando alguém.
Duas pessoas viajam de trem e sentam-se em janelas opostas. A que se posicionou na janela da direita esta adorando a viajem, a da esquerda esta entediada e acha maçante e monótona.(Walter Sasso - Autor dos livros "Dobra Púrpura e "Sem Denise")
Se você pegar um trem errado desça na estação mais próxima, quanto mais tempo você demorar a descer mais caro será o retorno.
Isso não é sobre trens 🚂
'Comprei um marcapasso e o trem não me funciona, todos os dias ando 1 kilômetro e não vejo ele marcando os passos que eu dou.'
—By Coelhinha
Neste vai e vem, sem linha de trem, vai ela encantando, bem. A Débora da praia, não é de ninguém, ela diz que é sua e minha também, a menina safada vai e vem, e quando lhe interessa diz que o ama também.
