Trechos Românticos
"Voce se acha"
Gente boa, bonito, divertido, engraçado, romântico, safado, trabalhador, cheiroso, ta solteiro e faz gostoso. Brotaa
Você deve estar se perguntando agora se esse texto vai ser romântico ou vai lhe ensinar algo, mas esse texto é apenas tudo o que você precisa saber e o que não deveria esquecer.
Foi como hoje, um dia de tarde, normal, ela falou com ele. Estavam em um Restaurante famoso, e como visto apenas pessoas de classe alta frequentavam o Lugar. Ela estava lá, e ele também. Estava sentada em uma das mesas redondas, coberta com um pano vermelho, combinava com seu batom e seus olhos _ Verdes, Azuis, ou apenas claros _ Nos quais ele sempre se confundia, brilhavam intensamente. Ele é um garçom, servindo a mesa onde se encontram o amigo de trabalho mais sua namorada e o namorado dela. Ele não se sentia constrangido, porque ainda não a olhou nos olhos, e ela sabia que ele trabalhava ali. Após servi-los, ele pediu licença e foi direto para a porta dos fundos, tomar um ar e/ou apenas parar para observar o céu, já estava alaranjado, como se a noite estivesse chegando. De repente ela aparece ao lado dele, sem palavras, somente olhou para ela, e ela tomou iniciativa:
- Oi. Disse Ela com uma expressão nervosa.
- Olá, tudo bom?
- Sim, eu vi que tinha saído, então vim falar com você.
- Seu namorado pode sentir sua falta, não quero que ele pense algo de errado sobre mim e você.
- Eu sei, mas olha, eu não ligo.
Ele ficou com Mil duvidas após ela ter dito isso. E então se virou em sua direção e perguntou:
- Do que tem medo agora?
- Medo?
- Sim.
- Como assim?
- Você tem medo de gostar de mim novamente?
- Não é medo, eu só acho que não temos mais nada haver.
- E o que te levou a vir falar comigo?
- Eu queria saber como você estava!
- Se preocupa comigo?
- Sim, mas é isso, somente, não quero tentar de novo.
- Como está tão certa disso, você nem tentou, nem se quer ainda se encontrou comigo de novo.
- E nem quero tentar.
Ele franziu as sobrancelhas e disse:
- Deixa eu te mostrar, que eu posso fazer você sentir tudo aquilo outra vez.
- Mas já faz quatro anos, não tem mais nada haver nós dois!
- É eu sei, quatro anos, mas olha, eu namorei com duas mulheres ao longo desses anos e não tirei você da minha cabeça.
- Duas? Exclamou ela. Em sua face, uma expressão indignada.
- Foram mais que duas! Você tirou sim.
- Não, se eu tivesse tirado, eu não te procuraria sempre.
- Você só me procurava quando estava carente, de vez em quando e pra ser exata, de 3 em 3 meses.
- Sempre quando eu te procurava você me pedia para eu desistir, Sempre! Mas eu nunca desisti de nós dois!
- Não? Ela derramou uma lagrima de seus olhos verde-mel e ele inclinou a cabeça para baixo, como um condenado, e com uma voz trêmula ela Falou:
- Você não está comigo agora, você não estava comigo em minha casa, você não está na mesa comigo agora, você está sempre longe de mim!
- Eu sei. Disse ele silenciosamente.
E com o mesmo ar de arrependimento ele disse:
- Não vou desistir e você sabe disso.
- Não vai rolar.
- Eu espero!
- Nunca deu na verdade.
- Agora pode dar!
- Eu não sou mais uma garota, que acreditava em príncipe e conto de fadas.
Neste momento, ele olhou em seus olhos e disse balançando a cabeça:
- Eu posso não ser mais um príncipe no cavalo branco... Mas não há ninguém melhor para cuidar de você e te fazer feliz.
Eles ficaram se olhando por um bom tempo. Ele percebeu que já estava de noite quando olhou novamente para o céu e então ele disse:
- Vai! Você precisa ir.
- Eu sei... Eu vou.
E então ela estendeu a mão para ele, ele pegou em sua mão e a puxou para abraça-la, um acontecimento que ambos não iriam esquecer nunca, e sabiam disso; Ainda abraçados ele sussurrou no ouvido dela, "Me perdoa por ter te deixado.", ela o largou segurou em suas duas mãos e afirmou:
- Eu Já perdoei, mas não vou esquecer.
E de uma forma conformada ele disse:
- Eu sei disso.
Ela voltou para a mesa onde estava seu atual namorado e os amigos, e Ele continuou do lado de fora olhando para o céu e então o namorado dela pediu a conta, pagou tudo e foram para o carro do lado de fora. No momento em que ela ia embora, o avistou da janela do carro. Ele estava chorando, não tinha ideia de quando ia vê-la de novo, mas ele se lembrou do olhar dela, quando a viu embora pela primeira vez, eram apenas adolescentes e não podiam fazer nada para poderem se ver novamente, pois moravam longe, muito longe um do outro e isso não era uma barreira para o que eles sentiam. Um amor verdadeiro, que ao passar dos anos, insistiu em seus corações, porém, não teriam como ficar juntos e cada um seguiu sua vida. Mas ele sabe que ela o escolheu. Ele sabe que ela é o amor de sua vida e ela nunca deixou de pensar nele, porque nunca sentiu nada igual com outro homem e vice-versa. Um feito para o outro. Vivendo e apanhando do orgulho. Será que valia a pena? Será que por ela estar feliz ele se sentia conformado? Há mais respostas em atitudes que palavras. Eles podiam não mais se ver, mas não iam esquecer e não pensariam em outra coisa além de estarem juntos, porém, ele queria vê-la feliz, e pedia a Deus, todas as noites olhando para o céu, que ele fosse o motivo de sua felicidade.
Ele tinha um ego maior que ele. Ela tinha uma teimosia maior que o próprio ego. Ele sabia ser romântico quando tinha que ser, embora nem todos fossem capazes de enxergar essa qualidade. Ela dominava a grosseria, mas quando ouvia uma palavra romântica, se tornava a mais doce das criaturas. Ele era prestativo, fazia questão de ajudar de todas as maneiras quem necessitasse de ajuda. Ela era preguiçosa, preferia ficar observando e babando tanto cuidado e zelo ali de perto. Ele tinha muitos amigos. Ela tinha poucos, mas tinha o suficiente para se satisfazer e se sentir privilegiada. Ele tinha mania de mexer no cabelo. Ela não podia encontrar um espelho. Ele tinha o costume de aumentar o tom da voz. Ela tinha o hábito de chorar em voz baixa. Ele sabia dançar. Ela era uma negação em qualquer movimento. Ele adorava vodka. Ela preferia a cerveja. Ele dava um banho na cozinha. Ela mal sabia fazer um miojo. Ele era de exatas. Ela de humanas. Ele gostava de ler. Ela amava escrever. Ele preferia campo. Ela curtia praia. Ele era viciado em esporte. Ela em chocolate. Ele tinha um abraço que valia mais que mil palavras. Ela tinha o dom de usar as palavras no momento certo. Ele errava. Ela amenizava o tamanho dos erros. Ele acertava. Ela ressaltava cada pequeno acerto. Ele se importava. Ela sabia melhor do que ninguém. Ele amava. Ela também.
Evidências
Hoje me peguei cantarolando uma melodia romântica.
Sem querer me vi no espelho,
e por querer, cantei pra mim.
Senti as palavras daquela canção, chorei me amando
e me olhando nos olhos, jurei que nunca mais me abandonaria.
Chega de mentiras!
Com a palavra,
Alice Coragem.
A era do romantismo acabou. Surge uma nova geração de corações frios e petrificados pela falta de amor.
O sentimento
Havia nele
uma vontade de versar
romanticamente
revelar-se...
intimamente
estar canção
suspiro
amor, emoção.
E os versos tatuagens
no coração.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03/07/2025, 07:43 – Araguari, MG
Hoje você ama o pecado, mas e amanhã? No inferno não tem romantismo, só gritos e ranger de dentes. Pense nisso!
Vcs precisam parar de romantizar o namoro, essa pessoa não te salvou e nem deu outro sentido a sua vida, daqui a quatro meses vocês podem largar e daqui a sete meses nem ter mais notícias dela, são laços prematuros que não merecem idolatria sentimental.
Você pode pensar que eu sou um romântico solitário;
Mas quem diria, eu não sou o único;
São cinco vezes sete;
Cinco dias de alegria e sete dias de solidão;
Não têm nada além de um espaço em nossos pés;
Será que nós vamos viver para o certo?
APELO
Permita-me, ó Pai, a sempre ser
mais sentimental e mais especial
suspirar o romantismo, possa ter
cada vez mais um querer racional
Permita-me existir no bem valer
saber reputar o cuidado essencial
e que nunca me falte aquele suster
de um afeto e abraço fundamental
Porém, que eu tenha sobriedade
no mundo da inconteste vaidade
me tutelando do que nos fascina
Zele sempre em prol da grandeza
que possa do amor a alma divina
comungar... essa maior riqueza!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
05 janeiro, 2022, 16’20” – Araguri, MG
Saudades, palavra única nos idiomas românticos de origem do latim.
É a dor de uma ausência que temos prazer em sentir.
Uma angustiante esperança (...)
(...) consome a alma e purifica o espírito e enobrece o homem.
Todo cônjuge demasiadamente romântico torna-se idólatra. E todo cônjuge que se mantém ao extremo oposto disto, torna-se apóstata.
Sonhos e desesperanças:
Desacreditada de poemas românticos, forçada a viver a doçe ilusão de um quase algo que quase me matou.
Sonhando alto pelo impossível que de possível só tinha a dor.
destinada a sofrer por amar, abandonada pela própria esperança e fadada a morte sem a mansa sensação do amor.
A dúvida que corrói os ossos e abala a mente, nos trás brevemente a sensação de esperança, que morre logo após a quebra de confiança.
“Adeus tormento”
Relembrando ocasiões do
romantismo.
Inocência perdida.
Buscando por memórias longínquas.
Suspirando por outrora, avancei
a procurar
Com o olhar afogando, em lágrimas
Me vi, lacrimejando por dias esperdiçados, sofridos
Relembrando coações
-- Gestos malevolos
-- Palavras de insulto.
Olhares de abismos!
-- Perversidade.
-- Crueldade.
Choramingando por uma agonia que já foi superada.
Sofrendo por aquilo que já foi tão sofrido!
Vão-se os infortúnios, finaliza o tormento!
Rosely Meirelles
🌹
"Na verdade, há uma atmosfera de mistério no ar e ao mesmo tempo, é um passeio bem romântico. Vimos uma flor linda que não conseguimos identificar boiando na água. Pedro pegou a flor, balançou-a um pouco para secar e enganchou-a atrás da minha orelha. Ficamos assim, um tempo, abraçados, esquecidos de tudo, eu com a cabeça em seu peito enquanto admirávamos a paisagem. Como se nada mais importasse no mundo. E não importava mesmo. Ali, as praias são mais livres que as de Cancun e Playa. Toda aquela natureza, o azul do mar, as ruínas, o novo e o velho se misturando tem um quê de revigorante e mágico. Quase consigo ver numa sombra no chão, uma silhueta maia e imagino como eram suas vidas, as danças, os rituais, as comidas, os casamentos... " trecho de Nossa Riviera Maya: Uma Lua de Mel Caribenha (NRM).
