Todos temos um Segredo Inconfessavel
Passava-se pouco depois das 1 da manhã. Ele liga pra ela e depois de um tempo de conversa ele diz:
- Diz que me ama.
- Pra quê?
- Diz, só isso.
- Não vou dizer sem saber pra quê. Depois você vai ficar se achando.
- Diz aí, custa nada.
- Você me acordou pra isso?
- Só diz que me ama…
- Não. Eu vou dormir, boa noite. Beijo
Ela respira fundo se preparando pra dizer o que ele pediu mas perde a coragem e diz:
- Tchau
- O que você disse?
- “Tchau”
- Ah tá… Você não vai dizer mesmo?
- Não.
- Então boa noite. Beijo. Até amanhã
- Até..
Ele desliga. Ela respira fundo e diz baixinho olhando pro telefone:
- Eu te amo.
Logo após ela adormece novamente.
Todo cuidado é pouco no trato com o poder:
"Quando um poderoso o convidar, recuse com alguma desculpa, e ele o convidará com maior insistência. Não se entusiasme muito para depois não ser rejeitado, nem se mantenha muito distante, para não ser esquecido. Não se dirija a ele de igual para igual, nem acredite em suas muitas palavras: com seu palavreado, ele põe você à prova e, mesmo sorrindo, ele o está examinando. Ele não guardará os segredos que você lhe confiar, e não o poupará de maus tratos e correntes. Tenha cuidado e preste atenção, porque você está caminhando na beira do precipício".
(Eclesiástico 13, 9-14)
"Diz que não aguenta mais tanta fofoca, mas diz que “sua vida é um livro aberto”. Cuidado, muitos lerão esse livro e comentarão o que querem sobre o mesmo. Aprenda se não quer ser alvo de fofoca não deixe que as pessoas saibam o que você faz ou o que você deixa de fazer, ninguém precisa saber."
O que é a vida?
Na minha visão é uma ilusão humana, onde cada ser vive por um ideal, um objetivo e até por uma busca de ser feliz ou algo que integralize seu ser. Vida é o ciclo onde ser humano faz algo pra ser lembrado, ou até, vive sem ser notado, mas cada ser tem seu respectivo diferencial egocêntrico, então cada um tem sua visão sobre sua vida. Alguns passam a vida morrendo, outros a passam vivendo, ademais, a resposta para a vida não é teórica.
PVHD
A primeira vez que nos encontramos, não foi um encontro entre eu e você, mas você já se fazia presente naquele momento, você plantou sua semente em mim. O tempo passou, mais a semente jamais foi esquecida, por um momento em minha mente vi que seu veneno já estava em mim, correndo em minhas veias, passando pelo meu coração levemente, e por um longo período me fez feliz, mas seu veneno ainda estava completo, e eu sempre quis me saciar por inteiro, mais como as coisas mudam, quando parecia estar no fim seu efeito, você reaparece mais forte, mais brutal, me deixando em um estado de êxtase total, com sua magia virtual. Mas a realidade sempre vem trazer a tona, algo muito melhor, porem me levaria a fazer uma coisa que eu nunca imaginei, uma coisa proibida, imoral e desconhecida, talvez até imperdoável. Porem espetacularmente maravilhosa, minha alma agora já depende disso para poder seguir, quando não a ''tomo'' meu dia não tem graça, é triste e frio como o chão do mar. Que posso eu fazer a não ser me entregar ao que irá me matar, e já está matando, pois sempre soube que isto seria meu veneno, desde sempre meu sangue fervia e dependia de você, mais e mais, para toda a eternidade.
Minha algoz, venenosa e traiçoeira, que me livra de todos os males, para poder me matar sozinho.
Então venha mais uma vez na escuridão, naquele banco, com o vento exalando o perfume de rosas e folhas secas.
Mostre-me mais uma vez sua ira minha vampira.
RIO DE JANEIRO, 9 de dezembro de 1977 – dez e meia da manhã. Quando – em decorrência de um câncer e apenas um dia antes de completar o seu quinquagésimo sétimo aniversário – a prodigiosa escritora Clarice Lispector partia do transitório universo dos humanos, para perpetuar sua existência através das preciosas letras que transbordavam da sua complexa alma feminina, os inúmeros apreciadores daquela intrépida força de natureza sensível e pulsante ficavam órfãos das suas epifânicas palavras, enquanto o mundo literário, embora enriquecido pelos imorredouros legados que permaneceriam em seus contos, crônicas e romances, ficaria incompleto por não mais partilhar – nem mesmo através das obras póstumas – das histórias inéditas que desvaneciam junto com ela. Entretanto, tempos depois da sua morte, inúmeras polêmicas concernentes a sua vida privada vieram ao conhecimento público. Sobretudo, após ter sido inaugurado, em Setembro de 1987, o Arquivo Clarice Lispector do Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB/CL) – constituído por uma série de documentos pessoais da escritora – doados pelo seu filho, Paulo Gurgel Valente. E diante de cartões-postais, correspondências trocadas com amigos e parentes, trechos rabiscados de produções literárias, e outras tantas declarações escritas sobre fatos e acontecimentos, a confirmação de que entre agosto de 1959 a fevereiro de 1961, era ela quem assinava uma coluna no jornal Correio da Manhã sob o pseudônimo de Helen Palmer. Decerto, aquilo não seria um dos seus maiores segredos. Aliás, nem era algo tão ignoto assim. Muitos – principalmente os mais próximos – sabiam até mesmo que, no período de maio a outubro de 1952, a convite do cronista Rubem Braga ela havia usado a identidade falsa de Tereza Quadros para assinar uma coluna no tabloide Comício. Assim como já se conscientizavam também, que a partir de abril de 1960, a coluna intitulada Só para Mulheres, do Diário da Noite, era escrita por ela como Ghost Writer da modelo e atriz Ilka Soares. Mas, indubitavelmente, Clarice guardava algo bem mais adiante do que o seu lirismo introspectivo. Algo que fugiria da interpretação dos seus textos herméticos, e da revelação de seus Pseudos. Um mistério que a própria lógica desconheceria. Um enigma que persistiria afora daqueles seus oblíquos olhos melancólicos. Dizem, inclusive, que em Agosto de 1975, ela só teria aceitado participar do Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria – em Bogotá, Colômbia – porque já estava completamente convencida de que aquela cíclica capacidade de renovação que lhe acompanhava, viria de algum poder supremo ao seu domínio, e bem mais intricado que os seus conflitos religiosos. Talvez seja mesmo verdade. Talvez não. Quem sabe descobriríamos mais a respeito, se nessa mesma ocasião – sob o pretexto de um súbito mal-estar – ela não tivesse, inexplicavelmente, desistido de ler o texto sobre magia que havia preparado para o instante da sua apresentação, e improvisado um Discurso Diferente. Queria ser enterrada no Cemitério São João Batista, mas – em deferência aos costumes judaicos relativos ao Shabat – só pode ser sepultada no dia 11, Domingo. Sabe-se hoje que o seu corpo repousa no túmulo 123 da fila G do Cemitério Comunal Israelita no bairro do Caju, Zona Norte do Rio de Janeiro. Coincidentemente, próximo ao local onde a sua personagem Macabéa gastava as horas vagas. No entanto, como todos os grandes extraordinários que fazem da vida um passeio de aprendizado, deduz-se que Clarice tenha mesmo levado consigo uma fração de ensinamentos irreveláveis. Possivelmente, os casos mais obscuros, tais como os episódios mais sigilosos, partiram pegados ao seu acervo incriado, e sem dúvida alguma, muita coisa envolta às suas sombras jamais seriam desvendados. Como por exemplo, o verdadeiro motivo que lhe incitou a adotar um daqueles pseudônimos. Sua existência foi insondável, e seus interesses tão antagônicos quanto vorazes: com ela, fé e ceticismo caminhavam ao lado do medo, e da angústia de viver. Sentia-se feliz por não chorar diante da tristeza, alegando que o choro a consolava. Era indiferente, mas humanista. Tediosa e intrigante; reservada e intimista; nativa e estrangeira; judia e cristã; lésbica e dona de casa; homem e mãe de família; bruxa e santa. Ucraniana, brasileira, nordestina e carioca. Autoridades asseguravam que ela era de direita, outras afirmavam que ela era comunista. Falava sete idiomas, porém sua nacionalidade era sempre questionada. Ao nascer, foi registrada com o nome de Chaya Pinkhasovna, e morreu como Clarice Lispector. Mas afinal de contas, por que a autora brasileira mais estudada em todo o mundo era conhecida pelo epíteto de A Grande Bruxa da Literatura Brasileira? Que espécie de vínculo Clarice teria estabelecido com o universo mágico da feitiçaria? Por que seu próprio amigo, o jornalista e escritor Otto Lara Resende advertia sempre alguns leitores: "Você deve tomar cuidado com Clarice. Não se trata apenas de literatura, mas de bruxaria”.
Certamente, ainda hoje, muitos desconheçam completamente, o estreito envolvimento que a escritora mantinha com práticas ligadas ao ocultismo, assim como o seu profundo interesse na magia cabalística. Para outros, inclusive, aquela sua participação em uma Convenção de Bruxas, seria apenas mais uma – entre as tantas invenções – que permeavam o imaginário fantasioso do seu nome. Inobstante, Clarice cultivava diferentes hábitos místicos. Principalmente, atrelados a crendices no poder de determinados números. Para ela, os números 5, 7 e 13, representavam um simbolismo mágico, uma espécie de identidade cármica. Durante o seu processo criativo, cafés, cigarros e a máquina de escrever sobre o colo, marcando sempre 7(sete) espaços entre cada parágrafo inicial. E, por diversas vezes, não hesitava em solicitar a amiga Olga Borelli para concluir os últimos parágrafos dos seus textos que, inevitavelmente, inteirassem as páginas de número 13. Ela própria escreveu: “O sete é o número do homem. A ferida mais profunda se cura em sete dias se o destruidor não estiver por perto [...] O número sete era meu número secreto e cabalístico”. Há sete notas com as quais podem ser compostas “todas as músicas que existem e que existirão”; e há uma recorrência de “adições teosóficas”, números que podem ser somados para revelar uma quantia mágica. O ano de 1978, por exemplo, tem um resultado final igual a sete: 1 + 9 + 7 + 8 = 25, e 2 + 5 = 7. “Eu vos afianço que 1978 será o verdadeiro ano cabalístico. Portanto, mandei lustrar os instantes do tempo, rebrilhar as estrelas, lavar a lua com leite, e o sol com ouro líquido. Cada ano que se inicia, começo eu a viver outra vida.” E, muito embora ela tenha morrido apenas algumas semanas antes de começar o então ano cabalístico, sem dúvida alguma, todos esses hábitos ritualísticos, esclareceram a verdadeira razão pela qual – aceitou com presteza e entusiasmo – o inusitado convite do então escritor e ocultista colombiano, Bruxo Simón, para participar – como palestrante/convidada – do Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria organizado por ele. (Prefácio do livro: O Segredo de Clarice Lispector).
O nome que dei a uma estrela será o nome que darei a um filho meu O nome que dei ao meu beijo será segredo teu
"Para os dias de tempestade você pode se precaver comprando o que você quiser, de um guarda-chuva a um seguro. Só o que você não compra é a fé, e ela deve ser inabalável. A fé é o segredo indispensável para uma vida segura"
Aquele momento em que a mente está um turbilhão de idéias. Você fica feliz por ter tantas opções na mente e ao mesmo tempo ansiosa por estruturar e colocar em prática. É fácil fazer acontecer? Não, mas é possível. O segredo é ser perseverante!
DESAJUSTADO SOCIAL
Eu rabisquei seu nome dentro de um coração
Num beco sujo da cidade
Mas me assustei e ocultei essa paixão
Num segredo com sete chaves
E de bem longe eu te vejo e explodo de emoção
Furtando meu mundo perfeito, assim como ladrão
Eu fico louco de desejo ,estranha sensação
De ver você,em meio a sombras geométricas
E eu me atirei sem rumo (e sem direção)
Numa fria chuva de Abril
E eu bem sei,até certo ponto"cê" tinha razão
Eu não me ajusto a sociedade
Um zé ninguém que sem trabalho vive num porão
Aos trinta e cinco de idade
Mas me conheço e me respeito com a mesma proporção
Do amor que eu sinto em meu peito e escrevo essa canção
E fecho os olhos quando canto em meio a multidão
Vejo você...naquela noite ela não estava não .
E eu me atirei sem rumo (e sem direção)
Numa fria chuva de Abril
Não existe algo que me pertença, nada que se ostenta
Só um punhado de poemas e meu violão
Também não sou do tipo de homem que pensa
Que possa valer a pena, uma mulher que se compra...
Até sonhei com a gente de mão dada no centrão
Vem da minha vida fazer parte
Mas acordei com a saliva fria num balcão
Foi tudo um simples disparate
O advento da poesia traz transformação
Com três acordes e a essência ensaio o meu refrão
E as luzes do palco da vida afastam a escuridão
Vejo você, num dia claro e lindo de verão
E não mais andei sem rumo (e sem direção)
Numa fria chuva de Abril.
Nada quero, nada me conte, meu epitáfio um dia ditará tal fonte: deixei tudo por aí, amores, dinheiro, bens e medos, meu orgulho e até os teus segredos. Portanto, não atravesse a ponte.
Dentro de você há um afeto latente, que brota na carne.
Uma apaixonante flor azul com espinhos citrinos.
Quando floresce, é como um rebento, afoito e sangrento.
As vezes você sente a dor que ela te causa, mas ainda assim a cultiva.
Preserva viva.
A alma é um universo secreto onde o silêncio canta, a dor floresce em luz e cada cicatriz escreve poesia nas entrelinhas do ser.
(LilloDahlan)
Um dos segredos para ser feliz com outra pessoa é não precisar dela, não correr atrás dela é deixar que ela venha até você.
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