Todo Amor Precisa ser Alimentado
"Todo aquele que é, uma hora deixará de ser. Mas aquele que permanece crescendo não irá se arrepender!"
É impossível alguém "ser do bem" o tempo todo.
Por vezes, as prioridades, conveniências, consequências e contigências da vida determinaram os limites da nossa boa vontade.
A graciosidade que emanas é notória, resplandece em todo o teu ser, principalmente, no teu lindo sorriso,
na expressividade dos teus olhos
e na rica delicadeza dos teus traços, então, és uma mulher naturalmente encantadora
com uma intensidade bastante notável.
É evidente que assim como todo ser humano, ela também possui os seus defeitos, mas entre estes não está a falsidade, considerando que o seu agir é bastante verdadeiro, nem cogita sacrificar a sua liberdade de expressar o que sente, de dizer o que pensa, de fazer o que tem vontade
apenas para afagar egos ou satisfazer as expectativas precipitadas, sem fundamentos.
Com este comportamento, é muito autêntica, transborda de intensidade,
sua indiferença é pra muitos, seu sorriso é pra poucos, prevalecendo sua sinceridade, então, consegue ser carinhosa, amável, uma pessoa agradável de verdade para se ter
por perto, algo que precisa ser conquistado, já que não costuma desperdiçar o seu tempo.
Graças a Deus, isso não quer dizer
que é fria, que sua postura seja desenfreada,
pois sabe muito bem o que é certo
e o que é errado, só não quer ficar aprisionada ao que pensam e falam ao seu respeito, está ciente de que a vida é coisa rara e precisa ser vivida direito.
Eu pensava não ter muitas vitórias, mas ai percebi que todo dia sou vitorioso. Sou vitorioso quando abro meus olhos pela manhã e posso viver a vida, sou vitorioso quando posso usufruir de um dia magnifico e sou vitorioso quando posso me deitar no final da noite com vida sabendo que vivi mais um dia.
Cada um ser chama Deus
De um nome diferente.
Pra Ele somos iguais,
Nem um nem outro é mais
Todos têm mesma patente.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
20 Março 2025
Todo mundo é livre para fazer o que bem quer mas assumindo integralmente as pessoais conseqüências.
Em uma sociedade instantânea, solvente e doente, que prega a todo momento sem pudor que só se vive uma vez, todos os meios justificam o enriquecimento e todos os erros, o sucesso.
Na verdade, eu não sou mais que ninguém, nem muito menos também. Sou do tamanho exato de todo bem que pude fazer e fiz, e busco com meu espirito livre, transmutar as desigualdades, colorir a vida e ser feliz.
Somos um todo, com um pouquinho de cada ser. Somos o nada, se unidos não soubermos viver.
Somos, somar, só amar e feliz ser.
Todo ser humano que deixa de ler as Escrituras Sagradas é ignorante, raquítico e está sendo destruído, porque lhe falta conhecimento para procurar sabedoria, saúde e proteção de Deus.
bang bang
amor, agridoce razão
vai além
da sensação
é ser: - meu bem!
ou não...
também,
mocinho ou vilão
mas ninguém vive sem
ou tampouco entende
está sempre a catar quem
e sempre nos surpreende
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
" Abstinência nem sempre é solução e pode ser apenas uma medida disciplinar sem que, necessariamente, signifique um ato educativo. Por educar devemos entender, sobretudo, a desenvoltura de qualidades íntimas capazes de nos habilitar ao trato moral seguro e proveitoso com a vida."
CONHECER-SE VALE A PENA...
É necessário se conhecer melhor para ser feliz.
“Conheça-te a ti mesmo”. Sócrates aconselhava seus discípulos a se autoconhecerem, pois somente assim as pessoas sairiam das trevas de seus espíritos para alcançarem a luz, a verdade e a felicidade.
Quando nos conhecemos dificilmente agimos por impulso, somos dominados por nossas paixões, nos tornamos mais resolvidos e determinados a alcançar nossos objetivos, sonhos. Enfim... a felicidade tão almejada.
Devemos nos ocupar menos com as coisas materiais como riqueza, fama e poder, e nos preocuparmos mais com o cultivo de si, cultivando o conhecimento e elevação do nosso espírito para contemplar o bem, o belo e a verdade.
CONHECER-SE VALE A PENA ... e é necessário!
Pe Fábio de Melo, acertadamente, afirmou:
"Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo.
Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque sou projetado pior.
Não quero nenhum dos dois.
Eu sei quem eu sou.
... Os outros, apenas, me imaginam."
Pe. Fábio De Melo.
Pois então...
“Tudo o que sabemos sobre nós mesmos vem da opinião dos outros. Eles dizem “você é bom”, e achamos que somos bons. Eles dizem “você é bonito” e nós achamos que somos bonitos. Eles dizem “você é mau”, ignorante ou feio… e tudo o que as pessoas dizem a nosso respeito nós continuamos colecionando.”
Isso se torna a nossa própria identidade – ninguém pode saber quem você é a não ser você mesmo. Ninguém pode entrar no seu âmago. Ali, você é completamente só… e somente ali será possível saber quem você é. Ali você é o reflexo das atitudes e da sua história.
Muitas vezes precisamos nos recolher em solidão para nos conhecermos, reconhecermos, reencontrarmos e renascermos a cada dia.
Conheça-te a ti mesmo!
Conquiste a si mesmo!
Enxergava-se um fim, do nada, apagaram-se as luzes que iluminavam alma, ser e palco. Acabaram todos os ensaios, as quedas bruscas e recomeços doídos. Era o fim, não que eu possa dizer muito, eu estava meio embriagada de solidão, mas não negava outra dose de tortura por ser deixada para trás, virava de vez, como se fosse água, e foi aí, que as luzes findaram. As pessoas se foram, e eu sobrei, sentada ali comigo mesma, pensando o que havia feito pra tamanha confusão, bem, não sei, mas era inegável que todo o espetáculo havia perdido cor e sentido. E toda aquela roupa vermelha que gritava paixão e vibrava o sangue, tornou-se cinza como um dia nublado em pleno verão. E eu? Ah, bom, eu não soube reagir aquilo tudo, fui surpreendida pelo adeus, justo quando precisava que todos ficassem, e me olhassem, sentissem, observassem, me lessem, e ah! Chega! Eu o aceito, mas não estou preparada pra o fim do show, essa é a hora, que pego a solidão pelo braço e digo como se não estivesse me machucando, "topa essa música?" E danço rodopiando pra lá e pra cá, aos poucos vou ficando tonta, tudo vai girando, e eu vou caindo delicadamente até o show acabar. Eu danço com a minha dor e aceito a culpa em minhas costas, pois a plateia não paga pelos sentimentos, paga pelo espetáculo. Já era tempo, mas eu sempre odiei os fins.
