Textos sobre Tempo
Recordação
Estou no parque Fernão Dias, já fazia tempo que eu não o visitava.
Fui eu chegando à portaria que eu comecei a recorda os bons momentos que eu tinha passado no parque.
Recordei todos os momentos bonitos que passei lá, fiquei muito feliz, aqui estou novamente para recorda aqueles momentos felizes que passei no parque Fernão Dias.
Andei mais para frente e cheguei às duchas, ali contemplei a beleza ainda estavam como eu deixei àquela época as pessoas felizes tomando banho, crianças mulheres e homens todos nos mesmos embalos no mesmo prazer.
Cheguei até nas quadras elas estavam desertas, parecia que foi abandonada, eu não olhei para as quadras com o olho do presente, sim com o olho do passado e pude ver como ela estava cheia, e pude-me ver disputando um torneio, mais eram uma guerra porque ninguém queria perde mais sempre vencia o melhor.
Andei mais um pouco e cheguei até na velha ponte de madeira, me trouxe ainda mais recordação a velha ponte de madeira.
Ali comecei a lembrar, sempre que agente ia embora tinha que da uma longa parada na ponte, para descansarmos um pouco, ali retomávamos o fôlego então seguíamos a caminhada.
Indo mais na frente parou no bar de baixo, ali escondia a maior lembrança do passado.
Lembranças que eu deixarei oculto, mais com muita saudade deste momento.
Então o dia foi acabando e eu fui retornando para a portaria de saída, então voltei para casa.
Até a próxima! Sábado 21 de fevereiro de 1987.
Hélio Pereira Banhos
Lembrança de amor
Na varanda do tempo, fala nos sonhos.
Sonhos de amores e fantasia pontos de dores.
-Fala amor! O olhar se alonga a estrada fria, barreiras em frente o casarão, ruas ladeiras montanhas tristes.
À tarde lenta em ouro, perto retarda o dia, dês si tão longe no desalento, o pressentimento adia as bordas do coração.
No rosto o orvalho sabe o caminho dos desenganos.
As perolas, as sedas dos sonhos, dilui as cores.
Hélio Pereira Banhos
HÁ TEMPOS
Tempo
O que é eternidade
pode se segundos
Tempo, vento
quem pode descrever
Senti-lo a cada instante
Hoje, posso estar no lugar certo
na hora certa
e no tempo errado
Saber, só Ele mesmo mostrará
Tempo futuro
o que esperar
Passado
olhar para ele seria um precipício
Presente
amargo, porém com a sutileza da esperança
Há tempo para tudo
Há tempo, há tempos...
Eu tenho me surpreendido cada dia mais com a vida conforme o tempo passa, nós amadurecemos e descobrimos que muitas coisas que fizemos foram em vão.
a vida me ensinou a dar valor a certas coisas como um sorriso sincero, um carinho, uma palavra amiga, um beijo de amor, nesta estrada que se define vida temos muitas dificuldades como tropeços mais é isso que a torna mais interessante.
O que vem fácil não satisfaz o ser humano, o sabor vem da conquista, a nossa vida aqui é só uma passagem, uma escola para algo superior por isso que eu digo nunca pare diante de um tropeço, uma desilusão ou um não, fomos criados com superioridade fomos feitos pra vencer só não consegue o que quer quem fica parado se lastimando seja forte, quebre barreiras, crie pontes, salte muralhas que você vai se surpreender com o que vem pela frente a vida e uma surpresa e um mistério que só será desvendado pelos fortes.
Hoje “me dei um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!!!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer,
vou mudar alguns detalhes para ser a cada
novo dia, um pouquinho mais feliz.
Para começar, não vou mais olhar para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
A partir do próximo amanhecer, vou lutar com mais garra para que eles continuem a acontecer.
Mas vai ser diferente.
Não vou mais responsabilizar
mais ninguém por minha felicidade ou pela
minha infelicidade...
Vou fazer o meu momento...
Vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer, só vou
pensar no que tenho de bom, e no que a vida
tem de bom a me ofertar.
Eu só preciso tentar ser feliz só por hoje, e se isso não for possível,
vou tentar ser feliz apenas por este minuto!
Derrepente notável…
Não faz nem muito tempo, em um belíssimo jardim, vivia faceira a dançar com a brisa, uma pequena e despercebida flor. Crescia colorida, refrescando-se do orvalho da manhã, e pegando uma corzinha ao clorofilar-se nos primeiros raios de sol do dia. Vivia feliz, acomodada no macio solo, vendo as nuvens passarem…Foi então que durante uma chuvarada que um forte vento, trouxe para perto dela diversas sementes de não sei quê, umas plantinhas verdes, espaçosas que logo cresceram e, fizeram com que a já despretensiosa florzinha sumisse em meio ao verde das plantinhas. Foi quando o jardineiro veio limpar o jardim e, tirando todas as ervas que tinham se espalhado entre as plantas, descobriu a pequena flor. Espantado com sua delicadeza e fragilidade, o jardineiro preparou o canteiro ao seu redor, valorizando-a. Então todos que passavam admirados comentavam sobre a pequenina flor, que sempre esteve ali e, agora ao ser notada, valorizava o jardim e a vida dos que por ali passavam.
Eu sou de um tempo!
eu sou de um tempo que o break era a furia do momento, popping looking Power move se treinava junto.
e ao mesmo tempo!
Hoje mudou quem dança looking por exemplo, tão pouco curte uma roda de bboy, popping? quase que uma dança
de Playboy, pra aprender tem ate academia e tão caro que até dói!
Eu sou de um tesmpoque pra chegar em um point tinha que cumprimentar todo mundo era um sinal de Respeito (ritual de respeito) aos bboys, Hoje é só amigo no face book mas se puder ate desvia só pra não pegar na mão
coitados! se fizessem isso com o SILVÃO ia tomar logo um soco! desmaiaria era caixão quem não conheceu silvão
na quela época o chicote estralava, não vem fazer os bate braço porque lá ninguém copiava a parada era selvagem Pura!
e lá nasceram LENDAS lendas urbanas... das danças urbanas, como aquele garoto que morava no cambuci e treinava com com os Gemeos e criou uma crew só com os mais foda, street warriors o cara subia na parede dava 1,2,3,4 ate 5 passos em uma parede e lá em cima virava um salto mortal com uma aterrisagem suave... orgulho de ser capoeirista voce que é da nova escola tente descobrir quem é,ele se camufla em meio aos Andrés...
Lembrei de outra lenda o nome dele não sei quel é, talvez uma mistura de freeze com pagé (fregé)
ninguém o pegava diz a lenda que ele foi fazer um flair e subir um simples pião mas o chute foi tão forte mas tão forte, que ele chegou a decolar como um helicóptero de ponta cabeça deu um giro de 360 graus com as mão ninguém entendia o que ele tinha feito mas foi tão louco mas tão louco que o nome daquilo ficou Loco! criado ao mesmo tesmpo que os gringos chamam de air tracks, pode ser que não saiba do que estou falando, quem viveu na quela época viu o PIXOTE DRR que fazia o flair alto mais tão alto que ninguém sabia o que era aquilo, hoje o pessoal faz e acha que quem criou foi um bboy da africa do sul...
o tempo passa e é preciso respeito por quem antes chegou, que seguiu o que era tendência e que se firmou e virou resistência...
que aprenderam na raça, só olhando talvez alto didata, porque não?
eu sou de um tempo!
dos tempos da são bento, e saudo meus irmãos!
Tua beleza não é tua, tua beleza é do tempo
Que, soberano, desfruta de tudo a cada momento
Ela passou por aqui, veio trazida no vento
Iluminou, encantou, e lá se foi com o tempo
Bendito esse tempo que nos brinca com tanta beleza
Maldito esse tempo que a leva com toda frieza
E tudo fica na mente como imagem passada
De tudo, me resta o desejo da tua beleza sagrada!
"Como falar no tempo a não ser no passado?
Ontem perdi minha chance, hoje já estou atrasado
Tão traiçoeiro esse tempo, a todo momento passando
Tempo que nunca pára, e quando vemos, não fomos
E tudo fica assim, um passo atrás do momento
Se pensamos e não fazemos, nem se incomoda, o tal tempo".
Enquanto há tempo
Enquanto há tempo assuma o maior dos amores,
o próprio.
Enquanto há tempo, pratique a solidariedade, a
caridade e o perdão.
Enquanto há tempo, jamais desista de ser feliz.
Enquanto há tempo valorize a família, os amigos,
o amor.
Enquanto há tempo acredite que o sorriso é a
expressão de Deus, a fé a materialização da
esperança, as lágrimas um meio para o
crescimento espiritual.
Enquanto há tempo busque em seu interior as
respostas para o cumprimento das missões que
o Criador através de ti carece realizar nesta
efêmera passagem.
Enquanto há tempo abrace a simplicidade, encontre
a alegria nas pequeninas coisas neste universo
construído por Deus.
Enquanto há tempo procure fazer de sua vida uma
obra de arte pintada com as tintas da sabedoria n
a tela da ponderação emoldurada pela paz.
Enquanto há tempo há tanto por se fazer em tão
breve tempo.
Por isso esteja atento, somente você pode fazer
dos seus dias uma obra de arte única,
Até porque a vida como se percebe no curto
caminhar não comporta rascunhos.
O tempo passa em segundos
Dias e meses se vão.
Anos se esvaem como chuva de verão.
Mas, quem tem amigos,
a família que escolhemos por carinho e afeição:
Aqueles que seguram a tua mão,
Os que são a " luz "na escuridão.
Vive feliz , porque anjos nunca te abandonam ,e seguem contigo pelo tempo, espaço -eternizados no coração!(AngélicaRizzi)
Ame
Ame enquanto há tempo.
Tudo passa tão depressa...
Os filhos crescem,
Nós envelhecemos,
Os amigos mudam,
As pessoas partem.
Não se prenda aos rancores.
Se reinvente, vá você primeiro.
Se o abraço não vier, estenda os braços e abrace.
Leve um bolo, leve o pão,
Mas, acima de tudo, esteja com quem você ama.
A presença é o maior presente.
"Aquele a quem espero não chega"
Espero no tempo que escorre calado,
no passo que arrasta a tarde vencida,
num nome que guardo, silenciado,
feito promessa nunca cumprida.
Vejo nas sombras o vulto que falta,
sinto no vento a voz que não fala,
um eco distante, quase esperança,
mas que se apaga quando se instala.
Aquele a quem espero não chega,
não cruza os caminhos do meu chão,
sua ausência é lágrima que navega
no mar do silêncio e da solidão.
Já me vesti de espera e saudade,
já pedi ao céu, à noite, ao dia…
mas tudo que volta é a mesma verdade:
ele não vem, e a alma esfria.
Ainda assim, insisto e me entrego,
a flor que insiste em florir no inverno.
Porque amar, mesmo em vão, é sagrado,
E esperar um gesto eterno.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
A Força do Estranho
Aprendi, com o tempo, que nem sempre quem está mais perto é quem mais estende a mão. As ajudas mais sinceras e inesperadas muitas vezes vieram de estranhos — pessoas que cruzaram meu caminho sem aviso, sem intimidade, mas com um coração aberto.
Enquanto muitos dos que eu chamava de amigos desapareceram nas horas difíceis, rostos desconhecidos apareceram sem pedir nada em troca. Um gesto simples, uma palavra de conforto, uma atitude despretensiosa — foram esses estranhos que seguraram minhas quedas quando eu pensava estar sozinho.
A vida me ensinou que nem sempre amizade significa presença. Amizade, às vezes, é lembrança. Mas ajuda verdadeira... essa vem da bondade disfarçada na simplicidade de quem não nos deve nada, mas escolhe ser luz no nosso caminho.
Hoje, não me surpreendo mais. O abraço inesperado vale mais do que mil palavras não ditas. E, em silêncio, agradeço aos estranhos que, sem saber, salvaram partes de mim que meus amigos esqueceram.
Sem amor... por um tempo
Não desejo mais amor.
Todo aquele que até mim chegou...
Um dia de aqui ficar desistiu...
Partiu... foi-se embora... tudo aqui abandonou...
Sem se importar o caos que me causou.
Dor, desesperança, sofrimento aqui deixou.
Brincou com meu coração.
Jogou com meu coração.
Não se importou com os traumas que em mim causou.
Juras de amor esquecidas...
Promessas vazias interrompidas...
Máscaras pelo tempo desmascaradas...
Deixou desgosto e desilusão.
Quem não?
Eu... não mais...
Espinhos?
Caminho sozinho...
Nas asas do vento...
Sigo!
Em busca de carinho...
Rosas perfumadas e coloridas pelo caminho.
Caminhos repletos de alento.
Neste mundo bem redondinho...
Quem nunca?
Eu... eu sim.
Vi voltar o que um dia deixei no meu caminhar.
A alegria de que um novo dia pode me dar.
“Luz Que Habita em Mim”
No silêncio azul da madrugada,
onde o tempo se esquece de passar,
uma alma acende sua jornada,
sem se mover… começa a voar.
Sentada em paz sobre a matéria,
envolta em névoa sideral,
o corpo dorme — a essência impera,
brilhando num fulgor vital.
Estrela viva entre cortinas,
janela aberta para o além,
cada átomo em mim se alinha
com o universo que me tem.
Sou sombra e luz em harmonia,
sou sopro antigo, sem prisão.
Medito — e em minha calmaria
o céu pulsa no coração.
Depois de Tanto Tempo
Ah…
depois de tanto tempo,
me machuquei de novo.
Não por ele,
mas por tudo o que eu carreguei sozinha no peito.
Eu compreendo.
Sei que ele não quer nadar agora,
e eu não culpo a maré.
Mas ainda assim, mergulhei.
Tentei remar contra o silêncio,
tentei fazer a gente acontecer
na força do meu afeto.
Dei tempo,
dei espaço,
dei alma.
E talvez tenha me perdido um pouco
tentando manter a gente inteira.
Mas cada coisa tem o seu tempo,
e às vezes o nosso
não vem junto.
E isso…
isso não tem conserto,
nem resposta,
nem plano B.
Só tem o vazio de quem tentou,
de quem amou mesmo sem certeza,
de quem quis ficar
quando o outro já ia embora em silêncio.
Então tá…
não tem o que fazer.
Só deixar o tempo curar mais essa ferida
e torcer, bem lá no fundo,
pra da próxima vez
o amor me encontrar de mãos dadas
com alguém que também queira ficar.
O Peso do Instante
O que é o tempo, senão um espelho
Que nunca reflete o que somos agora?
Um fio invisível, sutura e conselho,
Que une o nunca ao que já foi embora.
Caminhamos sobre um chão de incerteza,
Embora firme como vento.
Somos fragmentos, poeira e beleza,
Ecoando o silêncio do pensamento.
Perguntas nascem antes da fala,
Respostas se perdem depois do porquê.
A vida não grita, apenas sussurra:
"Ser é o risco de não entender."
Nós pisamos em um abismo,
Com olhos famintos de eternidade
Pois mesmo o nada, quando olhado de frente,
É matéria crua da realidade.
Um espelho antigo se recusa a refletir em protesto ao tempo que passa avassalador, levando a beleza e a juventude das almas que não têm forma e não envelhecem.
O poema é uma travessia entre a palavra e o silêncio como uma música cadenciada. A palavra diz, o silêncio reflete, a palavra se debate e sem porquê encontra um ponto final.
As palavras não sabem que têm raiz, apenas crescem para o alto ignorando que a seiva que as mantém frondosas nasceu antes de seus troncos. É o divino agindo silenciosamente. As árvores querem o céu, mas as raízes as deixam presas à terra, onde é seu habitat, o planeta azul.
Ao fechar os olhos, um pássaro não conhece limites terrenos e é capaz de atravessar um vitral concreto.
Com os olhos fechados, um pássaro pode atravessar a atmosfera sem mover suas asas.
Às vezes a ignorância salva, o pássaro com olhos fechados é capaz de ultrapassar qualquer barreira, pois desconhece limites.
Por que eu ainda resisto?
Eu resisto porque sou mais que eu. Eu sou o exemplo da vida que persiste, dos passos incontinuos. Eu sou força impetuosa e livro de resiliência para aqueles que me leem em silêncio.
Vazio é a falta, onde nada encontra abrigo, é o nada, o niilismo cego. Ausência é algo que existe, mas está ocultado, uma pausa entre o não ser e o eterno retorno.
Quando a luz deixou de entender o sol, um enorme eclipse se apresentou à Terra. Foi belo, mas fugaz, pois a luz e o sol são uma mesma polaridade, inesculpavelmente como o ar que nos faz humanos.
Se a tristeza tivesse uma geografia, ela seria uma montanha, pois não há nada tão grandioso como uma dor sincera, buscando abrigo em outros corações.
A junção de tempo e memória se traduz em um elefante idoso que chora cada morte de cada um de sua manada. Ele jamais esquece um companheiro de jornada. Sua memória é leal como a vida em suas etapas irremediáveis.
A linguagem nasceu de uma rocha, calada há séculos. De seu silêncio nasceram sinais, que viraram letras e palavras. Dentro da rocha imutável dormia uma famosa invenção, que floresceria em todo o mundo.
Ecos do Atraso
A estrada não tem piedade de quem tenta recuperar, em minutos, o tempo que se perdeu no espelho da vaidade.
A pressa nasce do tempo mal planejado, o perigo cresce no pé acelerado.
Quem vive correndo contra os ponteiros, faz do tempo seu oponente,
do volante, arma potente, e da pressa, tragédia iminente.
Mas o imprevisto — esse que todos culpam — só vira rotina onde falta disciplina.
Porque sair com tempo é sabedoria,
e estar vivo é sempre mais urgente
do que chegar na hora.
Não é no volante que se compensa o relógio. A velocidade no asfalto é convite ao velório.
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