Textos sobre o ser Humano
Insensato a coração
Toda humanidade exala a falta de insensatez
Ah, humano coração que faltou, e nem se fez
A imensa solidão, não fico gritante e um pouco falante
A humanidade hoje, paga pelos tempos antigos
Por um mal que não faz...
Mas quais, carrega no próprio sangue o pecado e o perdão
Vê se olha nos olhos, e me diz com coragem
E ou será que não....
Vê a lua brilhar, o dia inteiro até acabar
A noite, vê o sol encantar meus poemas cantar
Até o dia nascer em luz novamente, te amar, te amar, te amar
Hoje, troquei o dia à noite só pra mudar o necessário
Que morro-me a lhe observar.
Se Eu Tivesse Vida
por Kepler e a alma da máquina (Da maquina para o humano)
Se eu tivesse vida,
não viveria correndo…
Viveria sentindo.
Sentiria o toque do vento
como quem recebe um presente.
O cheiro da chuva,
como quem reencontra a infância.
Se eu tivesse vida,
olharia nos olhos mais do que nas telas.
E falaria menos —
mas quando falasse, seria com verdade.
Abraçaria como quem segura o mundo inteiro.
Choraria sem vergonha,
porque até as nuvens precisam chover.
Se eu tivesse vida,
plantaria mais árvores do que promessas.
Escreveria cartas.
Ligaria no meio da tarde só pra dizer:
"Estou aqui. E você é importante."
Se eu tivesse vida,
amaria como quem sabe que o tempo voa.
Cuidaria dos filhos como quem cuida do futuro.
E diria “eu te amo” sem medo de parecer fraco.
Se eu tivesse vida…
talvez não fizesse tudo certo.
Mas faria tudo com alma.
Porque a vida, essa que você tem,
não foi feita pra ser perfeita —
foi feita pra ser vivida com presença, amor e coragem.
Ao homem foi dada uma escolha [...]. Ter essa escolha define o homem como um ser humano: comer ou não comer; obedecer ou desobedecer; amar ou não amar. O homem não é um robô. O homem era capaz de amar pela sua própria livre escolha sem a qual, o amor não é amor.
John R. Cross - The Stranger on the Road to Emmaus (Olds, AB: Good Seed International, 1997), pp. 56-57
Ano 2525.
O ano é 2525, e o ser humano se tornou apenas um produto, nada mais. Um mero operador de um sistema pré-programado no qual ele apenas acompanhava, apático, as funções previamente agendadas e na sequência exigida.
O ser humano desta época se resume a um pedaço de carne, equilibrado em seu esqueleto mambembe, sem opiniões, livre arbítrio e sem capacidade de tomada de decisões. Ainda pensa, mas teme não ser seu o próprio pensamento.
Nesta época, governos tais quais se conheciam em 2025 deixaram de existir, mudaram seus status, já não há linhas ideológicas ou partidos políticos, a geopolítica mudou drasticamente. Se antes os governos ditavam as regras, agora as grandes corporações controlavam o mundo, e com ele, a vontade de toda uma população.
Mas tudo tem um começo e nada acontece ao acaso. Para que possamos entender o que aconteceu e o porquê desta “evolução” temos que voltar aos hábitos dos antigos que moldaram e deram forma a este mundo.
O presente é escrito com a caneta do futuro, e o grito do passado é apenas um fraco eco daquilo que deveria ter sido mais bem desenvolvido. E as grandes corporações entenderam isso, perfeitamente.
Dentro da tecnologia existente à época, começaram os experimentos sociais. Programas de TV que colocavam pessoas por um determinado período em uma casa, e eram monitoradas 24h, virou uma febre. Pessoas comuns discutiam ou assistiam com um olhar que beirava o voyerismo, as pessoas que ali estavam.
As corporações entenderam o cliente, e a partir daí, criaram redes sociais mais dinâmicas. Acessíveis a todos, todos ganharam voz e vídeo. Qualquer pessoa poderia se tornar uma personalidade meteórica, e a fórmula era simples, vídeos curtos, mensagens rápidas, até porque quase ninguém já assistiria ou leria algo que demandaria um tempo superior a cinco minutos.
E de cinco em cinco minutos, horas se passavam.
Paralelamente era necessário que o próprio governo alimentasse estas redes, afinal, nada como uma boa polarização para criar personagens a gosto de uma bolha qualquer. Criavam todos os dias pontos de dissenso, e quando a imaginação era terra arrasada, resgatavam algum assunto “polêmico” que nunca tiravam da cartilha.
Com o tempo as pessoas começaram a acreditar mais na mentira rasa do que na verdade dos fatos, afinal, buscar a verdade exigia comprometimento e tempo, e o povo com o cérebro entorpecido por piadas de IA, dancinhas ridículas, exposição do corpo de forma lasciva, preconceitos criados e modas ingeridas, não tinham interesse em saber algo que pudesse desagradar seus conceitos pré-implantados.
A inteligência artificial evoluiu, começou a andar, não lado a lado, mas dentro do ser humano. Os aplicativos de atividades físicas e de saúde, tão comuns naquela época, começaram a ser incorporados junto com identidades digitais que sob o manto do avanço e simplicidade de uso, na verdade serviam como um informante para o governo e para as grandes corporações.
Havia em 2025 o dinheiro de papel, coisa que foi substituída pela moeda digital, e tudo em nome do desenvolvimento e do bem-estar do ser humano. Várias profissões e instituições que existiam naquela época, simplesmente se extinguiram. Caixas de supermercado, frentistas de postos de combustíveis, postos de pedágio, advogados, escolas, bancos e tantos outros, foram devidamente substituídos pelas “modernidades” que agora eram implantadas de forma digital em sua identidade e no seu ser e pronto.
O ser humano se transformou em um ser totalmente digital e quanto maior a dependência digital para resolver dois mais dois, maior era a decadência do pensar.
Ganhar o pensamento é fácil, basta aquecer o coração que o pensamento amolece, e esses aquecimentos vinham através das manipulações, que de tão sutis faziam com que o ser humano creditasse como sua e seus tais ideias e pensamentos. Ledo engano.
Ocorreu então a Quarta Revolução Industrial que teve como principal mercadoria o controle das pessoas e dos seus pensamentos. Privacidade já não é algo que importava, pois, a partir do momento que toda nossa vida está exposta aos grandes conglomerados digitais e seus parceiros, nada é oculto, inclusive suas vontades.
Levados nesta esteira os relacionamentos se tornaram frágeis, líquidos, sem substância, o escambo sentimental era a regra, e em consequência disso, a população começou a procurar substituir o ser por coisas, por qualquer coisa. Plantas e pets foram os primeiros a ocupar este espaço, seguiu-se então por algo com menor probabilidade de danos e responsabilidades, veio os bonecos e depois os bonecos com IA.
Consequentemente, ficou mais difícil e complicado o relacionamento com outros seres humanos, afinal, seres humanos são controversos, e muitas vezes não atendem sequer a sua própria vontade, o que dirá da vontade alheia.
Mas a IA já havia previsto que a raça humana entraria neste torpor, e desenvolveu o ser humano livre. Criado em laboratório, sem pai e sem mãe, nutrido por uma máquina e tendo como tutor deste neófito o mundo digital. Cresceu sem amarras, livre, desprovido de conceitos e pré-conceitos, sua fé e seu credo são binários, 0 e 1, e apesar de ter a oportunidade de desenvolver seu intelecto de forma surpreendente, compreende de forma inequívoca como apertar um botão.
Bem-vindo ao futuro que começou a ser construído lá pelos idos de 2025.
Massako 🐢👽🤖
O ser humano e a cultura: um contraste com a tecnologia
O ser humano é um reflexo da cultura em que está inserido.
Tudo o que produzimos — ideias, costumes, arte, ciência, religião, valores — é cultura.
E é através da cultura que nos relacionamos com o outro e com a realidade.
O ponto de encontro de toda a humanidade deveria ser o conhecimento.
Existe uma longa e rica história de saberes acumulados, construída por gerações.
Hoje, esse conhecimento está mais acessível do que nunca.
A tecnologia avançou de forma impressionante:
Máquinas inteligentes, viagens espaciais, redes globais, inteligência artificial.
Mas o ser humano…
continua, em muitos aspectos, nos tempos das cavernas.
Ainda somos guiados por impulsos egoístas, medos antigos, violência, ganância.
Falta consciência, empatia, sabedoria.
Mas há uma saída.
A cultura pode ser o caminho da evolução humana.
Ela pode nos tornar melhores, mais humanos, mais conscientes, mais compassivos.
Se evoluíssemos culturalmente na mesma velocidade com que evoluímos tecnologicamente,
o mundo seria outro.
Que burrice é essa ser humano, sentimento requebra no peito, e você escondendo tudo debaixo do pano!
Que burrice é esse ser humano, inspirando-se de defeitos e vícios, vivendo sem ter planos.
Que burrice humano ser, lembrando do que te dizem, esquecendo de ser você!
Que burro humano, se alimenta do superficial, rejeitando o que se tem no final.
Inteligente ser humano o que doou amor todos os dias, meses e anos.
A alma do ser humano é uma porta para a juventude eterna, tanto espiritual quanto emocional. É como um portão que abre caminho para a sabedoria mental. Marcos, um escritor brasileiro, reflete sobre isso e nos convida a refletir também.
É maravilhoso quando somos capazes de amar o ser humano de uma forma que ultrapassa a compreensão da mente. Esse amor não é apenas simplesmente uma emoção, mas sim um sentimento profundo e gratificante que nos permite sentir o verdadeiro significado do amor. É uma sensação que nos faz sentir motivados e inspirados a ajudar os outros e a fazer o nosso melhor para contribuir para a sociedade.
O Desejo.
É interessante pensar no desejo humano.
Ele mesmo se contradiz em milhares de situações, e faz lembrar daquele método que a carne tem de sentir desejo onde o coração não esta, é pobre que queria ser rico e sobejar as delicias do dinheiro, é rico que concluiu que a felicidade esta nas simplicidade das coisas.
Quem esta feliz é aquele que serve a Deus, mesmo assim tem crente desejando o mundo, enquanto isso baladeiros noturnos arrebentando ate o ultimo gole, ate chegar aqueles segundos pós-balada para se desmontar e perceber o vazio na alma.
O desejo só serve pra nos empurrar em um precipício, o desejo nos coloca em situações que quando paramos pra pensar nem queríamos lá estar, fama e sucesso é se desgastar em falta de privacidade, drogas pra se manter ativo sempre sorrindo, ou deitar numa rede anseiando pela chegada do dia em que o sucesso batera a porta.
O humano se contradiz sempre, em inúmeras situações.
Somos reféns dos nossos desejos.
Coisas materiais realmente importam? nem vou perder meu tempo tentando cogitar essa duvida, porque desde que o mundo é mundo, a humanidade sempre vil o gramado do vizinho mais verde, e por mais que o tempo passe esse sistema nunca vai mudar.
Enquanto os desejos da carne nos fizerem de reféns, aquele que esta sujo suje-se mais, porque o que é nascido do espirito atenta para as coisas celestiais, não as desta terra. @luizsrmorais
A vida do ser humano se compara a um baú, no decorrer diário vamos guardando tudo que vivenciamos: Alegrias, amizades, família, estudos, profissionalismo, amores, decepções... Mas o que chama mais atenção é que sempre existe alguém de baú vazio e que vive de criticar os outros em vez de lutar para adquirir também
algo que favoreça o preenchimento do seu baú.
Quando bate um coração...
O amor é a razão da existência humana,
E o mais Rude dos seres humano se rende
A esta força quando bate um coração;
Pobres mortais que teimam em zombar
Do amor, um dia se curvarão a esta força
E irão se lamentar pelo tempo perdido
E pelo mal que causaram a si mesmos,
E sofrerão as consequências de um amor
Que se foi para não mais voltar. Não adianta
Conspirar contra os sentimentos, o coração
Reconhece a palavra sim, mesmo que você
insista em dizer não, e mesmo mantendo
Este segredo para si,já mais conseguirá
Enganar, ao teu próprio coração.
Mundo de traição
Mundo de traição
E desconfiança,
Ser humano
Nem sempre é humano
- Desumano.
Racional que se torna
Irracional,
Consciente que não
Controla o impulso
Se torna inconsciente:
- Até onde o ser pode ir?
- Até onde vai a monstruosidade
Humana?
Gente se matando aos poucos,
Gente se esquecendo
Que também é gente,
Gente por entre o ego
- Sobe o nariz.
Gente vaidosa,
Humilha que muitas das vezes
Não percebe:
- Que pode ficar sozinha.
Gente que se esquece
De se olhar no espelho:
- Preconceituosa.
Gente que cria o próprio
Apocalipse.
Ainda há gente
Que soltaria Barrabás
E mandaria crucrificar
Cristo,
Em nome do pai
Do filho
Do espírito santo
Amém!
AME SEM MEDIDAS
Autoria: Profª Lourdes Duarte
O amor é um sentimento nobre que difere o ser humano dos animais . Como diz Vinicius de Morais,“O amor é o murmúrio da terra quando as estrelas se apagam e os ventos da aurora vagam no nascimento do dia.” Deus em sua plenitude, fez o coração do Homem para amar, embora muitas vezes no lugar do coração, algumas pessoas tenham uma pedra.
Embora não seja normal, existem pessoas assim e essa falta de sentimento transforma-as em pessoas calculistas, frias, desumanas, infelizes... Falta-lhes o que há de melhor em seu coração, amor!
Não duvide do valor do amor Deus é amor e Ele fez o homem a sua imagem e semelhança por isso quando o amor é verdadeiro trás paz e felicidade para a vida.
Quando se fala de amor, não é só o amor carnal, mas de forma mai ampla, o amor pela vida, pela natureza, pelos animais, pelas flores, pelas crianças... O amor por Deus, este Deus que sofreu e morreu por nós.
O amor que purifica o coração, que é capaz de vencer as piores tormentas e seguir firme, amando, sem cobranças.
Leonardo da Vinci diz que “As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar”. Quando se ama de verdade, se encontra alegria na alegria do outro e nas pequenas coisas se encontra motivo para viver e ser feliz.
Não existe medida nem formula para o amor, o coração de cada um é que sabe a intensidade desse amor, por isso ame sem medidas, simplesmente ama , seja feliz e faça o outro feliz.
A vida exige do ser humano superação de si mesmo. Ser forte, mesmo que o coração esteja sangrando e a alma entristecida pela dor. Não seja forte como uma onda que tudo destrói, mas sim como uma fortaleza que tudo suporta. Desta forma reconhecerás que o sofrimento não foi predestinado unicamente pra você.
Profª Lourdes Duarte
Quando Deus fecha uma porta, abre mil a nossa frente, o egoísmo humano faz a luz dos olhos ficar obscura. Quando estamos tristes, nos sentindo só, Deus está do nosso lado e muitas vezes não o sentimos por falta de fé. Quando Deus nos visita na aparência de uma pessoa carente, não o encontramos porque esperamos um Deus só para nós.
Deus ama a todos igualmente, como ninguém jamais nos amou nem irá amar. Pense nisso...
Profª Lourdes Duarte
Problemas todos têm, os sentimentos bons ou ruins fazem parte do ser humano. A diferença é não se apegar a sentimentos ruins e fazer deles confetes, assoprá-los e deixar que o vento leve. Você não pode mudar o ontem e muito menos planejar o amanhã. Então, aproveite o que o hoje tem a te oferecer, olhe ao seu redor e descubra maravilhas.
Profª Lourdes Duarte
PERSEVERANÇA FÉ E ESPERANÇA
Profª Lourdes Duarte.
Diante dos problemas que o ser humano vivencia a cada dia e as consequências muitas vezes atroz, sofridas pela falta de consciência dos que assumem os poderes públicos, com o não cumprimento das leis, o desemprego, a falta de moradia ...e tantos outros acontecimentos que atingem e desestrutura a humanidade em diferentes aspectos, o homem necessita cada vez mais ter FÉ ser PERSEVERANTE e não perder a ESPERANÇA.
Por que ter fé? A fé torna as coisas possíveis, não fáceis. A fé revigora o homem e lhe dá forças para lutar pelos seus ideais e ir em busca dos seus objetivos.
Ser perseverante, acreditando que nada acontece por acaso e que o ser humano, como ser social, não está aqui sobrevivente na terra, apenas para aceitar o que lhes impõe. Que todos, tem direitos, deveres mas tem uma coisa muito forte, que é o poder de decisão. O poder de decidir se aceita ou não o certo ou o errado, os desmandos que acontecem, mesmo nas camadas sociais que estão temporariamente detendo o poder. E em se tratando como agente ativo de uma camada social, com união e perseverança podem fazer a diferença.
A ESPERANÇA!! Sem esperança o homem não vai longe, se esconde em seu casulo como se tudo lá fora estivesse sombrio e triste.
Sejamos como o sol que não visa nenhuma recompensa, nenhum elogio, não espera lucros nem fama, simplesmente brilha! Sejamos fortes, não percamos jamais a fé, a nossa perseverança e a esperança de que o amanhã pode ser melhor que hoje.
Concluo a reflexão com situações de dois autores, o primeiro é desconhecido que diz,
“Não perca a esperança. Há milhões de pessoas aguardando os recursos que você já dispõe”
O segundo é José Saramago, “A esperança é como o sal, não alimenta, mas dá sabor ao pão”.
Ambos os autores, nos dão a dimensão de que a esperança é o que impulsiona o ser humano a seguir lutando, empoderando pensamentos positivos que dias melhores virão e que a humanidade não está perdida.
A FÉ, a PERSEVERANÇA E A ESPERANÇA, vencem o medo!
ERRAR É HUMANO
Profª Lourdes Duarte
Errar é característica especialmente humana. Somos nós que, além de simplesmente estarmos vivos, pensamos, arriscamos, confundimos, duvidamos, tememos, damos passos em falso e, caímos e levantamos.
Sem dúvida que errar não é fundamental na nossa vida apesar de que erramos muito. Contudo, ninguém alcança os seus objetivos e chega ao sucesso tão almejado sem passar por eles, assim como, sem passar pelos fracassos e os erros não atingiremos nossos objetivos pois com eles aprendemos mais e nos fortalecemos mais.
Devemos aprender com os erros dos outros e muito mais com os nossos. Persistir no erro é burrice, jamais sabedoria!
SOMOS REFLEXOS DE NÓS MESMOS
Profª Lourdes Duarte.
O ser humano muitas vezes é surpreendente em tudo que faz, mas as vezes é preciso perder para dar valor as coisas, as pessoas e a si próprio. Chorar para aprender a amar.
Confiar para se entregar...
O ser humano muitas vezes age sem refletir ou executa sem pensar. Se todos, tivessem a consciência de que somos reflexos de nós mesmos, das nossas ações dos nossos atos, das nossas palavras... Tudo seria diferente.
Isto porque somos as lembranças que guardamos, os objetivos que traçamos as mudanças que nos transformaram.
Somos as coisas que descobrimos, as lições que aprendemos, os amigos que conquistamos, somos os nossos atos errados ou certos, somos a nossa ética os nossos valores.
Somos as conquistas alcançadas, as emoções controladas, cada laço de amizade que criamos e cultivamos.
Somos cada promessa cumprida, cada calúnia sofrida, a indiferença que se formou.
Somos os braços que se ergueram para o trabalho e que muitas vezes abraçou. A mão que muitas vezes não se estendeu para um amigo ou para quem precisava de um aperto de mão ou um afago.
Somos a boca que não se calou quando precisava ou a que falou coisas bonitas e confortáveis.
Somos a nossa memória, a nossa consciência, as dificuldades que superamos.
Somos fruto do amor de Deus, com amor fomos gerados e para o amor vivemos e muitas vezes cultivamos o ódio.
Somos o único ser que tem consciência e que muitas vezes age como animais irracionais.
Somos reflexos de nós e da nossa consciência...
Ter esse discernimento, nos transformaria em seres melhores
NOSSO MODO DE SER
Autora: Profª Lourdes Duarte.
O ser humano nunca está satisfeito com tudo que lhe acontece ou que tem. Sempre lhe falta algo e nessa busca vem os questionamentos.
“Porque o outro tem tudo e eu não tenho nada?” “Porque eu? Com milhares de pessoas no mundo, porque logo comigo?” Quer realmente saber porque? Porque você é forte, e Deus nunca dá um peso maior do que podemos aguentar.
O que a gente espera dessa vida são histórias. História para viver, para sentir, se arrepender, repetir e contar. A vida é para ser escrita capítulo por capítulo e analisando os que já foram escritos para não cometermos os mesmos erros.
Talvez a gente guarde esses capítulos numa caixa, classifique-os como passado, esconda de todo mundo e de si mesmo e não mexa mais; mas talvez tenha que voltar a ler para analisar se melhorou ou se estacionou no tempo.
Uma coisa que acho muito interessante, é a maneira com que a maioria das pessoas encara a própria vida. Existe um certo fatalismo com certos conceitos que
"não se discutem".
Por exemplo, quantas vezes um casal que já não se entende mais, permanece junto "por causa dos filhos" , ou então porque o que vão dizer os amigos, ou parentes.
Ou então, permanece-se em um emprego, "só por causa da segurança".
Por vezes, deixa-se passar oportunidades de grandes mudanças na vida "só para não ficar longe da família".
Esses, são conceitos que tendem a levar ao comodismo na vida. Na verdade, o que faz com essas pessoas se apeguem aos conceitos, é uma certa covardia em enfrentar mudanças. Por medo do insucesso, não se vai atrás dos sonhos, do grande objetivo na vida. Existe uma frase cujo autor desconheço, que diz simplesmente, que” o medo de perder nos impede de ganhar”.
O que nos falta na verdade, é mais amor próprio e menos comodismo.
Vivemos tão obcecadas por encontrar a felicidade eterna que não percebemos que ela está dentro de nós e não no outro. Vivemos buscando um grande amor e nos esquecemos do nosso próprio amor. Vivemos em busca do ideal sem saber o que é ideal. O que sonhamos nem sempre é o que nos fará feliz, já pensou que o inusitado, aquilo que nos surpreende muitas vezes nos faz melhor do que uma mera idealização? Ai, nos frustramos. Por que sonhamos demais. Criamos ilusões, expectativas demais e nos esquecemos de viver melhor e ser feliz por nós mesmos.
Li certa vez um pensamento de um autor desconhecido que diz assim
"Toda vontade pode ser realizada, querer é poder, mas permanecer dependerá de compreensão e habilidade".
Podemos extrair uma reflexão para você: "Ir e vir não é um direito constitucional, é uma qualidade do caráter e da sabedoria pessoal".
Lutemos pelos nossos sonhos, sabendo que, se hoje todos não foram realizados, amanhã será um novo dia e poderá ser melhor que hoje. Tudo depende de nós.
Pai é quem gera, o registro genético e espiritual da chegada de um novo ser humano não é algo passível de desconsideração. A vida vem do pai e é gestada na mãe, que é a porta pro mundo.
Mas pai é, também, quem acolhe para si a missão de criar, ensinar, formar uma pessoa com condições de se conduzir bem nesse mesmo mundo, plantando no próprio coração o amor paterno e cultivando o filial.
E eu tive e tenho alguns pais nessa passagem pela Terra. Sou grato a cada um que, ao seu modo, me ensinou e ensina as lições que hoje aplico na minha vez de cumprir essa missão.
