Textos sobre Mulher e Homem

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A Saudade e O Legado — A Vida Que Se Foi
e O Amor Que Permanece.

Homem respeitado, benquisto, abençoado e amado; esposo, pai, amigo e avô entre outras faces de alguém honrado certamente inesquecível de acordo com amigos, familiares e todos aqueles que tiveram a oportunidade de estar, pelo menos um pouco, ao seu lado. Mesmo com a idade avançada, era cheio de jovialidade; a sua família foi o maior legado que deixou e agora ela será a sua continuidade; assim, o amor dele permanece e deixa saudades. A sua vida foi uma bênção do Senhor, a razão de muitas felicidades.

Hoje sou um homem adulto, mas ainda sinto medo da chuva. Quando menino, brincava descalço nas poças, e meu irmão e os vizinhos corriam atrás da bola, rindo, escorregando, encharcados. Eu ria junto, mas por dentro algo apertava o peito. O cheiro da terra molhada, os trovões distantes, a água batendo no rosto, tudo isso ficou gravado em mim, mas transformado em receio. Hoje, ao ouvir as primeiras gotas, me devolve o menino que brincava, mas também o medo que nunca soube nomear. Falar a verdade...
Tenho medo da chuva...
Medo é coisa de Gente, né?

Poucas coisas são tão poderosas no universo
quanto a energia realizadora de um homem apaixonado.
E poucas coisas são tão nulas quanto o coração deste mesmo homem desiludido.


Um homem apaixonado move mundos e fundos por sua amada.


Um homem desiludido não sai do lugar, não respira, não faz nada.


É o amor que move os corações dos homens.

A árvore e o homem.


No grande Reino da Utopia, havia uma árvore que nascera no meio de um deserto e que, apesar de todas as adversidades, crescera até se tornar, magicamente, falante e sábia. A árvore atraía a admiração de muitas pessoas, e várias delas iam ouvi-la em busca de conselhos.
A árvore tornou-se um fenômeno: era cultuada, protegida, consultada e admirada. Amada por todos os cidadãos do Reino da Utopia, exceto por um. Havia um homem que não suportava mais ouvir falar dela e que, em seus pensamentos mais sombrios, desejava vê-la destruída. Afinal, considerava-se superior à árvore; para ele, era inadmissível que um vegetal compreendesse as questões humanas. Contudo, como ela era extremamente protegida, entendeu que a única forma de acabar com a sua fama seria destruindo as suas ideias. Como não adiantaria jogar palavras ao vento, pois ninguém lhe daria ouvidos, resolveu marcar uma audiência com a árvore para, enfim, debater com ela.
O homem preparou-se para o debate. Leu, pesquisou e instruiu-se de todas as formas. Em seu íntimo, já se julgava possuidor de todo o conhecimento necessário para superar a árvore. Então, o encontro aconteceu.
Diante dela, o homem pôde finalmente contemplá-la ao vivo. Era frondosa, com raízes firmes e folhagens de uma coloração tão viva que se destacavam naquela paisagem árida. Pássaros faziam ninhos em seus galhos, e animais, por vezes, descansavam à sua sombra.
Embora tivesse ficado admirado, o homem não permitiu que a contemplação lhe tirasse o foco: destruir as ideias daquela árvore.
De modo educado, com uma voz que parecia um assovio passando por entre as folhas, a árvore cumprimentou o homem.
- Bom dia!
- Não tão bom, mas espero que melhore até o entardecer! — respondeu o homem.
- Mas o dia já está bom — replicou a árvore.
Fez-se um breve silêncio. Então, o homem encheu o peito de coragem e perguntou:
Como você pode afirmar que o dia já está bom, se, em todas as partes do reino, há pessoas sofrendo as piores dores e existem mazelas por toda parte? Essa afirmação de que o dia já está bom não seria desumana para com aqueles que sofrem?
A árvore ouviu o comentário do homem e, após alguns segundos, respondeu:
Homem! O dia sempre está, e sempre estará, bom. Todos os dias, este universo produz, dentro de sua maravilhosa engenharia, o dia e a noite, presenteando-nos com ambos. Esse é o bem maior. As mazelas e os sofrimentos pelos quais afirmas que os homens passam são apenas condições humanas que, surgidas no presente ou no passado, refletem-se e, quiçá, ecoarão no futuro. Independentemente de as mazelas serem causa ou consequência, evitáveis ou inevitáveis, contraídas ou desenvolvidas, aos olhos do universo o dia e a noite permanecerão impassíveis. O homem pode, apesar das suas dores, sorrir e agradecer, assim como pode sofrer e maldizer; mas o dia continuará sendo dia, e a noite continuará sendo noite. Diante da grandiosidade com que o universo se apresenta aos nossos olhos, as demais situações, sejam de fortuna ou de infortúnio, tornam-se pequenas. É por isso, e por tudo que está além disso, que devemos ser gratos.
O homem pensou e respondeu:
Você misturou a engenharia universal à engenharia humana e usou a grandiosidade da criação para fazer o homem se prostrar. Colocou-nos como seres que devem ser gratos pelas ingratidões recebidas, e não como parte desse universo. Apresentou-nos como meros “abrigados” que precisam agradecer pelo teto sobre a cabeça, e não como seres criados pelo próprio universo, capazes de desfrutar de toda a criação. Mas você é apenas uma árvore. Como pode conhecer os sentimentos humanos? Como pode, ao mesmo tempo, equiparar e diminuir a criação universal?
Homem! As respostas às tuas indagações estão nas tuas próprias afirmações. Pensa. Dizes que somos criados pelo mesmo universo e que fazemos parte da mesma criação, e não estás errado. Mas, ao dizer que somos parte de um todo, reconheces que uma parcela desse universo está em nós; não podes, porém, afirmar que o possuímos por completo. O universo nos contém e, em parte, também está contido em nós. Somos parte dessa matéria universal que dá forma e vida a tudo. Assim, embora nossas formações sejam classificadas de maneiras diferentes — afinal, tu pertences ao reino animal, e eu, ao vegetal —, ao final, nossa matéria será absorvida por este planeta, que também está contido no universo.
Quanto aos sentimentos que colocas em discussão, seria pequeno dizer que, assim como não posso compreender plenamente os sentimentos humanos, tu também não serias capaz de compreender o sentimento de uma árvore. Para que minha resposta não seja pequena nem vulgar, afirmo-te que os sentimentos pertencem aos animais e, de modo semelhante, a todas as coisas vivas. São formas diferentes de sentir, mas ainda assim existentes. Se o humano precisa sentir-se vivo para perceber e desenvolver sentimentos, entenda que todas as coisas vivas passam por algum processo semelhante. As formas, os resultados e as expressões são diferentes, mas o processo permanece. Posso não compreender nem decifrar a complexidade dos sentimentos humanos, mas garanto que também não consegues decifrar a simplicidade dos meus.
O homem refletiu e disse:
Então afirmas que os seres humanos são superiores em sentimentos e, consequentemente, mais complexos do que um vegetal? Se assim afirmas, hás de concordar que somos superiores. E, se somos superiores, não precisamos nos curvar diante de qualquer ser menos evoluído. Se discordares da minha visão, irás contra tua própria afirmação, pois disseste que, embora sejamos parte deste universo, nós, os seres animais, somos mais desenvolvidos e complexos.
Homem! Há verdade no que dizes, dentro da tua própria verdade. Os homens possuem verdades que ultrapassam a própria razão. Suas vontades e crenças, seus desejos e paixões, sacrificam qualquer lógica que possa ser adotada em favor das próprias convicções. A verdade nem sempre importa ao homem; o que importa é estar certo. E essa é uma das correntes que aprisionam um homem ao outro. Afinal, o homem é senhor do homem.
Sentindo-se ofendido, o homem elevou a voz:
Árvore! Afirmas que o homem é escravo do homem? Dizes que não temos liberdade nem livre-arbítrio? E tu, enraizada, não podes contemplar a beleza deste mundo; presa ao solo, viverás nessa condição até o fim. Quando chegares ao teu fim, quem sabe serás transformada em um móvel ou até em lenha para a fogueira! Quem és tu, limitada como és, para nos julgar?
A árvore permaneceu em silêncio, e o silêncio incomodou o homem. Passados alguns minutos, ela respondeu em tom quase melancólico:
Tu disseste mal aquilo que interpretaste bem. Sim, em minha condição de árvore, estou presa a este solo, mas essa é minha condição natural, e eu a aceito. Desenvolvi raízes profundas e firmei-me nesta terra, de onde retiro os nutrientes necessários à sobrevivência. Essa é minha condição como vegetal; outra condição não seria natural. Contudo, condição e imposição não se confundem. É minha condição ser árvore, mas pode ser-me imposto tornar-me móvel ou lenha para a fogueira, como disseste. Ainda assim, não deixarei de ser a árvore que sou; será algo imposto a mim. Serei, quem sabe, um belo móvel que um dia foi árvore, mas nunca o contrário.
No entanto, observo que tu, homem, como indivíduo, crês ser livre, mas vives em uma sociedade de rótulos e regras, na qual predomina um superficialismo barato, sustentando uma estrutura frágil como um castelo de cartas. Vives sob regras impostas desde o nascimento e ainda dizes ser livre. Foste doutrinado e ensinado sobre o que comer, beber, vestir, falar e acreditar, enquanto afirmas aos quatro ventos que és dono de ti mesmo.
És livre para fazer tuas escolhas, mas escravo das próprias escolhas que te fazem livre. Tuas raízes são diferentes das minhas e talvez sejam ainda mais profundas. Se o homem é livre dentro de uma liberdade determinada por outro homem, então escravo és. És escravo da própria vida. Em minha condição de árvore, só posso ver até onde meus olhos alcançam; o homem, embora consiga enxergar além das estrelas, muitas vezes não consegue ver sequer os próprios semelhantes. Humanos classificando humanos, humanos rotulando humanos. Pergunto: isso é humanidade? Se me disseres que não, onde se encontram os homens que não agem assim? Eu estou presa ao solo, e o homem, preso aos próprios conceitos. O solo é o meu carcereiro. E qual é o carcereiro do homem?
Naquele momento, o homem silenciou.


Pensa. Reflete!
Paz e bem!
Graça, graça, graça!


Massako

Quanto mais a prepotência e a arrogância
se tornam marcas registradas do caráter
de um homem,
mais intensas são a covardia e a mediocridade que habitam o seu âmago.


Quanto maior a prepotência que ele ostenta
e quanto mais alta ecoa a arrogância
que veste como couraça,
mais fundo apodrece, dentro dele,
a covardia que o paralisa
e a mediocridade que lhe corrói o espírito.


É no excesso da pose
que se revela o vazio.


Quanto mais a prepotência se ergue nele
como falso brilho
e a arrogância o envolve num manto ilusório
de grandeza, mais se percebe, em silêncio,
a covardia entranhada em suas sombras
e a mediocridade escondida no fundo
do seu ser.


Há sempre um abismo
por trás de quem
se exibe alto demais...
✍©️@MiriamDaCosta

O estudo é muito importante, o saber é uma benção, mas não é um diploma que faz um homem.

E sim o VALOR que ele dá ao seu trabalho.

O estudo prepara, mas o trabalho DURO e HONESTO é quem dignifica.

E ninguém aqui deve se sentir menor porque um dia não pode estudar.

Todos vcs devem dar muito VALOR ao que fazem.

E seja qual for a tarefa, ela deve ser feita com HONESTIDADE, com INTEGRIDADE, com ALEGRIA e com ORGULHO.

Pois um trabalho bem feito e honesto, faz o MUNDO ANDAR.

E a gente percebe que a vida dá certo!

Assim como caráter, e não os títulos, muito menos a aparência, que faz a nossa caminhada no mundo valer a pena.

E nos torna uma pessoa de verdade!

Sejam honestos acima de tudo, façam um bom trabalho e principalmente amém seu próximo.

Discurso de Griselda

MANIFESTO SOBRE A RESILIÊNCIA HUMANA


Por: Abel Manuel Fernando


“A vida do homem sempre foi feita para ser dificultada.”
Esta premissa não é um lamento, mas sim uma constatação profunda sobre a natureza da nossa
existência. Desde os primórdios, a jornada humana nunca foi desenhada para ser um caminho linear
ou isento de barreiras. Pelo contrário, são os obstáculos que surgem ao longo do percurso que
validam o nosso crescimento, testam as nossas convicções e transformam o potencial latente em
força real.
Evitar as dificuldades é ignorar a própria ferramenta de lapidação do carácter. Cada contrariedade,
cada barreira aparentemente intransponível, funciona como um espelho que reflete quem realmente
somos quando despidos das facilidades do quotidiano. O homem que não enfrenta a resistência
permanece frágil, incapaz de sustentar o peso das suas próprias ambições.
Assumir a autoria desta visão é aceitar o desafio de viver com protagonismo. Compreender que a
vida é intrinsecamente difícil permite-nos abandonar a postura de vítimas das circunstâncias e
adotar a postura de arquitetos do destino. Não escolhemos a ausência de problemas, mas
escolhemos, soberanamente, a magnitude da nossa resposta perante eles.

Se queres cumprir
o teu papel de homem,
é claro que eu deixo fazer,
desde que me permitas
cumprir o meu de mulher.


Saiba que se for assim,
terás tudo quanto quiser,
desde que saiba que é
com carinho que se molda
o amoroso convívio comigo.


Que amo ser mulher
em cada curva que reluzirá
sob o teu sol e transformará
em volúpia áurea, e nos braços
com serenidade te embalará.


Sou garça-branca-pequena
diante do rio espelhado
que tu me ofertaste,
sob o céu de Santa Catarina,
alguém que o teu eu tocou.


A conexão inevitável
que está a caminho não
provoca nenhum temor,
tens sido o pensamento
favorito e o sorriso
que por razão a ninguém
compartilho: és o meu amor.

No futuro, o tempo deixará de ser o carrasco do homem. Você não precisará assistir aos seus entes queridos envelhecerem e morrerem, nem viver sob o peso constante das doenças ou da escassez. A tecnologia deixará de ser uma ferramenta e se tornará uma extensão do próprio receptáculo humano. As distâncias desaparecerão, e transações financeiras ocorrerão na velocidade de um pensamento.


Mas toda conquista cobra um preço. Quando o homem vencer o tempo, restará apenas uma pergunta: o que dará sentido à eternidade ?


— Relato de um Viajante do Tempo
12/04/2565

Homem que teu pai não te ensinou a ser


O roteiro que herdas não te cobra o centro do palco,
nem que a tua sombra devore o fôlego da tua casa.
A tua força repousa no exato instante em que recuas.


Quando o teu ciúme não forja o ferro da fechadura,
e o teu passo, cruzando a soleira,
deixa de ser o prenúncio da tempestade.


Despede-se da armadura do falso herói.
A guerra real é o brinde mudo na roda dos teus,
o sorriso de canto que afia a lâmina,
o pacto covarde servido no copo.


Entenda:


Todo golpe na carne germina antes.
Brota na senha exigida na penumbra,
no tecido medido pelos teus olhos,
no cerco invisível que o teu orgulho ergue.


Ela não busca o teu escudo;
exige apenas que recolhas a espada.
O respeito é a fronteira sagrada
que o "não" desenha no chão.
Cospe a desculpa que fantasia de afeto a tua obsessão.


A carne maior que ostentas não é direito de posse,
é o altar da tua própria covardia quando usada para subjugar.


E aceita, de uma vez por todas:
A vida de uma mulher não é vidro
para o peso dos teus escombros quebrar.




Autoria e Proteção Intelectual:


Autor: James Richard Ferreira Pantoja


Pseudônimo: KANGAL


© Todos os direitos reservados. A reprodução, adaptação ou difusão deste texto sem a menção explícita da autoria constitui infração legal.

Se até Jesus chorou, tu acha que vai escapar?
Os fortes conhecem o peso da dor.
Nenhum homem é feito de aço, nem de gesso.
Pois até quem enfrentou o mundo sangrou em silêncio,
E cedo ou tarde, cada um encara sua própria verdade.




_Autor: James Richard Ferreira Pantoja


Pseudônimo: KANGAL

Tanjuro Kamado: O Guardião da Hinokami Kagura


Na neve fria onde o vento canta,
Um homem frágil de alma forte e pura, mantém a dança do sol que o perigo espanta, buscando a paz na noite escura, enquanto o tempo silencioso sempre avança.




Não há pressa em seus passos, nem temor,pois o fôlego da vida ele tem domínio e compreende;A dança do fogo, sagrada e do amor,na ponta da espada e no peito acende, obrilho eterno de um protetor.


Do pai para o filho a chama vai passar,com brincos de Hanafuda balançando ao vento,um fardo pesado que aprendeu a carregar
Com um sorriso calmo em cada momento,pronto para o destino enfrentar.


Mesmo fraco e cansado pela dor,
Sua mente alcança o mundo transparente, Um exemplo vivo de força interior, seu espírito firme reluzente,Guia os passos daquela gente Com a luz serena do verdadeiro amor.




Autor: James Richard Ferreira Pantoja (KANGAL)
© Todos os direitos reservados

O Homem que Carregava o Frio


Eu carregava sacos de gelo durante o dia,
mas era a minha própria alma que congelava aos poucos.
Minhas mãos tocavam o frio da pedra,
enquanto meu corpo aprendia uma nova forma de dor.


Ao chegar em casa, a noite não trazia descanso;
trazia o julgamento do próprio corpo.
Cada músculo queimava como brasa escondida,
cada respiração era uma lembrança
de que eu ainda precisava continuar.


Deitado no escuro, entre o silêncio e a agonia,
eu não pedia riqueza, nem uma vida perfeita.
Minha única oração era simples:
“Que eu acorde amanhã.”


Porque havia um peso maior que a dor dos braços,
maior que o cansaço dos ossos:
era saber que o mesmo sofrimento me esperava no dia seguinte.


E mesmo assim eu levantava.
Vestia minha coragem como quem veste uma roupa velha,
pegava o caminho de sempre
e enfrentava mais um dia.


Ninguém via as lágrimas que eu engolia,
ninguém ouvia as batalhas travadas dentro de mim.
Mas ali estava eu —
um homem ferido pelo tempo,
mas ainda de pé.


Não porque era fácil suportar,
mas porque havia algo em mim
que a dor nunca conseguiu destruir.

Cinco espantalhos calvinistas contra o arminianismo:
1. O homem salva-se por si mesmo. Resposta: A salvação procede inteiramente da graça de Deus, sendo o ser humano incapaz de qualquer bem salvífico sem a ação preveniente do Espírito Santo.
2. O livre-arbítrio está acima de Deus. Resposta: A liberdade humana é um dom concedido soberanamente pelo Criador, não rivalizando com Sua autoridade, mas manifestando-a.
3. O arminianismo nega a eleição. Resposta: Cremos na eleição bíblica e ortodoxa, a qual é condicional à fé manifesta pelo homem e pré-conhecida por Deus desde a eternidade.
4. Deus não é soberano no sistema arminiano. Resposta: Deus exerce Sua soberania ao conferir responsabilidade real às Suas criaturas, não se confundindo o governo divino com o fatalismo determinista.
5. O arminianismo é uma doutrina antropocêntrica. Resposta: Trata-se de um sistema teocêntrico, profundamente fundamentado no amor, na justiça e na graça soberana de Deus.

Fé infinita

O tamanho do universo é análogo ao amor de Deus: infinito.
A fé do homem deve ser na mesma proporção, também recheada de agradecimento e regada com perdão.
Cada amanhecer é um presságio do poder do Pai Celestial e um novo momento concedido pelo nosso Criador a todos nós.
A alvorada nos renova, e os primeiros raios de sol são bênçãos divinas.
Obrigado, Senhor, por mais um dia de vida!

Um homem honrado por Deus.
É isso que vejo em você todos os dias.
Vejo o cuidado do Senhor revelado na sua vida, nos pequenos gestos, na sua humildade que me surpreende e me ensina. Na sua dedicação... no zelo, no amor e na fidelidade com tudo aquilo que pertence a Deus.


Sua dependência do Senhor, esse derramar sincero, essa entrega verdadeira… tudo isso fala mais alto do que palavras. Você não vive de aparência, você vive de presença. E é por isso que Deus tem nos sustentado, nos guardado e nos escondido Nele.


Amor, o seu jeito de adorar não vem da superfície, vem da alma. É uma verdade que transborda de dentro, que rompe barreiras, que arranca lágrimas do coração e cura lugares profundos. Quando você adora, o céu se move, e quem está perto sente.


Você é alguém.
Você tem chamado.
Você é instrumento nas mãos de Deus para curar, restaurar e levantar vidas.


Sou grata por caminhar ao seu lado, por ver Deus agindo em você e através de você. Nosso lar é prova viva de que o Senhor honra aqueles que O honram. Miriam Leal

⁠PAIXÃO SECRETA

Sei que apesar de ser um homem experiente de 38 anos, tornou-se refém de algo conflituoso: desejo, respeito e receio de quebrar algum tipo código de honra e magoar de alguma forma meu coração de menina mulher.
Posso ser apenas uma garota de 22 anos, mas estou verdadeiramente enamorada, encantada por ter feito de mim a musa de seus poemas, de ser a dona dos seus pensamentos e desejos de uma paixão secreta.
Saiba que também te quero, que fui tomada por uma explosão de sentimentos contraditórios, tenho medo desse querer... e ao mesmo tempo te desejo loucamente, anseio seus beijos e carícias.
Me tome em seus braços e me conduza, me mostre o caminho sem culpa e me faça mulher.
Quero suas mãos frias e trêmulas percorrendo todas extensão do meu corpo. Permita-se viajar na sutileza delicada dessas curvas. Não diga nada, apenas me beije como se fosse eternizar esse momento, feche seus olhos, esqueça a menina, apenas sinta essa magia entre duas pessoas que se querem mais que tudo nesse momento, e que apenas as rosas estampadas nos lençóis sejam testemunhas de um poema consumado.

O Despertar do Homem


Se refletirmos sobre isso, percebemos que o código penal, o código civil e as leis trabalhistas, diante das inúmeras mudanças tecnológicas e sociais, requerem atualizações ou novas interpretações que estejam mais alinhadas com a nossa realidade; a Bíblia também deveria passar por esse processo (a fé se atualiza em sua grandeza ou pequenez).


Marcelo HB

Reflexão


A maior conquista de um homem de bem é ter a capacidade de olhar para o futuro sem se sentir endividado por favores ou pressionado por pequenas quantias recebidas, exceto por aquelas que ele merece devido ao esforço do trabalho que honrou.


Quando a noite chega, ao término de mais um dia, sem ostentação ou perturbações do mundo, é uma recompensa para esse homem poder simplesmente se deitar, fechar os olhos e relaxar, ciente de que fez o seu melhor.


A existência não é sobre perfeição; não se trata de luzes que não sejam as estrelas, nem de grandezas que superem as do céu ou dos mares, mas sim das criações Divinas que são suficientes para aquele que almeja viver plenamente a vida, distantes das distrações oferecidas pelo mundo - isso realmente representaa simplicidade.


Marcelo HB

O Tempo e a Virtude


"À semelhança de um grande vinho,
o homem virtuoso exige o tempo certo,
não se entrega à pressa do caminho,
mas revela-se em um olhar desperto.


É preciso apreciá-lo pausadamente,
deixar que o aroma sutil se eleve no ar,
misturando à alma, delicadamente,
um paladar sereno que faz o tempo parar.


Suas nuances são frutos de vivências,
um gosto firme, porém muito marcante,
que extrai da vida as melhores essências
e transforma o efêmero em constante.


Desfrutar de suas virtudes é um aprendizado,
um exercício paciente de pura imersão,
onde o intelecto profundo é desvelado
junto à firmeza que traz no coração.


Assim se conhece a riqueza guardada,
na taça da vida, com graça e altivez:
uma alma madura, forte e lapidada,
descoberta em camadas,
uma de cada vez."


Mário Sérgio