Textos sobre Medo
Que medo é esse que te impedi de arriscar...de se enrolar...?
Tudo muito certo, cedo ou tarde, se descobre que é falso... o sorrisinho manso...jeitinho tímido...cansa...Já o enrolado...dá vontade de ver o que tem por trás, te impulsiona, estimula...atiça a vida, e nesse jogo, ou você desenrola...ou enrola junto...
Talvez tenha medo.
Medo do "muito explicável" e não do que é inexplicável.
Medo do que se pode constatar ou crer, e não do que se pode imaginar e sonhar.
Medo da certeza absolutista e não da dúvida.
Medo do que está amostra demais e não do que está oculto.
Medo da fé cega, do que não ver o que está na minha frente.
Medo da verdade, e não da mentira.
Da mentira eu sinto pena, e talvez tudo que sabemos pode ser a maior mentira do mundo.
Eu tinha muito medo dos relâmpagos, na hora das tempestades. Até que um dia eu pensei: de que adianta o meu medo? Se o raio for mesmo cair em cima de mim, eu sofrerei duas vezes: antes de ser atingida e no momento em que for atingida. Se ele não for cair, eu sofrerei por algo inexistente... algo que nunca aconteceu! Desde então, não fico mais apavorada.
Uma coisa é ter precaução, se cuidar.
Outra, muito diferente, é ter medo.
Se isso vale para outras situações da vida, além das tempestades e relâmpagos?
Com toda certeza!
Por muito tempo o medo esteve olhando nos meus olhos, me fazendo tremer diante da vida, cara a cara , feito inimigo que se veste de amigo para me engolir aos pouquinhos.
Por muito tempo eu acreditei nas mentiras que o medo me contou. Por muito tempo acreditei que eu era menor, quando hoje eu sei ser gigante. Acreditei que a vida era uma passagem ligeira, breve e que tudo não passava de um instante. Eu até acreditei que ser feliz era para poucos, e que eu não estava entre os escolhidos .
Por muito tempo fui ferida pelas memórias que estavam lá escondidas no mais profundo de mim, mas agora, escrevo essas linhas, consciente de que tudo não passava de uma grande mentira contada para me impedir de ir, feito máscara que escondia quem sou, meu medo me bloqueou, mas agora, eu vou.
Nildinha Freitas
Não tive medo da vida
Pois quando aprendi
O sentido da palavra medo
Eu estava muito ocupado
Vencendo todas as dificuldades
Que, por si só
Teriam destruído a vida de muitos
Não tive tempo de sentir medo
Pois o tempo não parou pra isso
Nem busquei uma causa, razão
e nem motivo e nem sentido
A vida passou tão depressa
Que só nesta fase da vida
É que me ocorre o pensamento
Do quanto teria sido inútil
Ter tido o medo que quase senti
Pois a vida não parou pra ser perfeita
Por isso foi sendo refeita todo dia
Qual fosse um castelo de areia
Quando a gente tenta e tenta
E não tem por onde
Pois quando não venta forte
Vem sempre uma onda
De modo que no fim da tarde
A gente percebe
Que nem tudo está perdido
Há uma palavra escondida no vento
O tempo, sem pressa ensina
Que a beleza das coisas
São como promessas, escritas na areia
Mas quando a gente tanto insiste
Em tentar fazê-las
Aprende a fazer desenhos
Nas estrelas que o Céu ponteiam
Por isso não tenho medo
e também não me sinto triste
Existem mais delas no firmamento
do que todas as areias sem firmeza
Que o vento, sem dó
Carrega por entre os dedos
Talvez, por não ter sentido medo
É que descobri
O sentido da palavra vida.
Edson Ricardo Paiva.
Por muito tempo
aprisionada vivi.
O medo dominava.
Insegura estava,
não me sentia capaz.
Mas eis que livre
estou das amarras
que me impediam
de acreditar
em mim.
Amor - próprio
é o meu nome.
Fiz as pazes comigo.
A vida não espera.
Abri a janela.
Coração acelerado, sorri.
Voei feliz...
Eu já sonhei em ter um filho mais o medo que eu tenho e grande de mais não por causa de dinheiro mais sim,por causa de não saber como o amar o tratar o chamar por que o medo que eu carrego de infacia eu não quero passar pra a quela criança a mesma história não pode se repetir não quero ver a criança chorar por saber que poucas será as vezes que seu pai lhe abraçara, por que com medo de infância que tinha medos e rancores traumas e tristeza, mais a gora eu concerteza eu sei que vou meu filho vou amar ate minhas forças acabar.
Não tenho que ter medo das críticas, elas podem me derrubar, apenas se eu permitir, se eu der força a elas! Se eu tivesse medo das críticas das bocas alheias, jamais teria conquistado nada, jamais teria amigos, jamais confiaria em alguém e jamais sorriria para a vida. Faça o mesmo! Não gaste energia e tempo com o vento que sobra contrário. Guarde forças para vencer a cada dia, tenha motivos para sorrir e fique tranquilo, afinal hoje se é a pedra na vidraça do vizinho, amanhã, se é a vidraça.
Me vejo em um barco, no meio de um oceano, e uma tempestade que parece não ter fim. Não tenho medo das ondas fortes, não tenho medo da morte, medo de perder o meu barco. Tenho medo da minha tripulação (amigos e familiares) ficar à deriva e ninguém saber o que é nadar. Sei que não vou conseguir salvar a todos, então me acalmo, paro de pensar no “e se”. “Talvez” não vá acontecer nada, mas temo as incertezas, incertezas essas que amedrontaram-nos em viagens longas e curtas. Seja você um simples comandante de seu barco, esqueça as incertezas, inspire confiança às pessoas que estão ao seu redor, esqueça o “e se” ou o “talvez”, pense sempre positivo. Se você for um bom capitão, sua tripulação com certeza saberá nadar.
Sinceramente tenho medo de planos. É arriscado demais sonhar, sem ter base o suficiente para concretizar. Se nossos sonhos forem alicerçados em areia, terá grandes possibilidades de desabar. Por isso não basta apenas idealizar, sonhar, fazer planos, é necessário lutar para que eles aconteçam, e deixar com que a vida dê o toque especial que somente ela sabe dar.
Tenho medo de não ser adequada, de não me encaixar, de não ter lugar pra mim. Eu sei que você me ama, sei que pra você eu sou quase perfeita. Mas e se sua mãe não gostar de mim? Seus tios, primos…e se sua família não me aceitar? Eu tenho tanto medo de te decepcionar, decepcionar seus familiares, tenho medo de não conseguir atender as expectativas e ser rejeitada. É que eu tenho medo de pra eles ser só uma menina boba do ensino médio. Medo de desapontá-los e magoa-los. Medo de partir seu coração. Eu não suportaria.
O sucesso gera em todos nós ansiedade, incertezas e medo. Sim, temos medo do sucesso e muitas vezes nos autossabotamos por não estarmos prontos para os desafios, mudanças e incertezas que poderão advir do sucesso iminente. Mas, ao lidarmos com o medo, também somos tentados ao impulso, e isso pode também ser um obstáculo. Tornar o medo eficaz pode ser a solução. Aceite o medo, sinta a adrenalina gerada e obtenha o sucesso com todas as suas aderências. É assim que o sucesso deve ser consumido: com casca e tudo!
O que existe entre a ansiedade e a depressão? Eu não sei.
Me ensine o que é ter medo, pois eu não tenho.
Qual o problema em arriscar, se vejo os perigos como uma coisinha simples?
O que há entre o oito e oitenta? Meio termo?
Me mostre como é estar em cima do muro, quero aprender a viver entre os polos, não exatamente em um ou outro, pulando de um para o outro.
Roda gigante
Me leva pra roda gingante
Quero ter medo de cair do céu
E rir da brisa que bate lá fora...
Quero brincar até não poder mais
Acreditar em nós? Quem sabe?
Eu vou fingir que não conheço o medo
De me ferir por outro sentimento
De novo...
Vou me perdendo por uma esperança...
Do lado sóbrio que me dita o amor
Já não procuro ouvir a verdade
Quero sonhar com um vento bom
Que assassine a minha saudade
De um dia louco a continuar...
Ter você é caminhar pela vida confiante, sem medo de errar, mesmo errando. Sem medo de me entregar, já entregue.
É Andar pelo caminho de flores mesmo com os espinhos.
É sorrir mesmo querendo chorar, sabendo que ao final de cada lágrima, em seus braços será minha paz.
Ter você é ser melhor, dar o melhor de mim, é ver a vida de uma forma diferente, acreditando no melhor para o amanhã.
Ter você é ter força para lutar, crer, vencer e poder olhar em seus olhos a cada chegada, ficar com saudade a cada partida.
Ter você é olhar em meu coração e ver que nele pulsa minha vida, que minha vida é você ... !
Meu maior erro foi em ter o medo de errar
E ser considerado errado,
Nunca demonstrar sentimentos por nada e nem ninguém,
E ser orgulhoso disto
Em quanto por fora era visto por muitos como um castelo imponente
Por dentro na verdade sempre estive destruido pela incompreensão de todos
Eis que uma pessoa que me compreendia aparece em minha vida para totor-la melhor, mais intensa
Mas o resultado foi que quase destruo a vida de minha amada,
Pelo meu orgulho, medo de viver com intensidade, sendo o ser misantropico, pensando que ela só iria atrapalhar meus objetivos
Tenho a grande idéia de usar a uma mentira, de que eu teria a traído
Que grande idéia traição a pior arma contra uma mulher
Mas foi o empurrão necessário para tirá-la deste meu mundo sombrio.
Até o dia que eu me recuperar desta misantropia diabólica
A única coisa que me vem a cabeça é o dia que eu a encontra-la para pedir perdão do pior erro de minha vida e dizer
Não foi tempo perdido.
Eu não queria sentir a saudade que sinto. Nem ter medo da frequência em que ela me visita antes de deitar. Será que é tão difícil tornar o beijo contínuo e a saudade passageira?Será que entre o hiato do amor e da saudade, não há como existir somente a alegria do vivido?
Mesmo andando de mãos dadas com a euforia de viver, algumas vezes, diante de certos sentimentos, me faltam palavras. Me faltam, pois tenho medo dos grandes sentimentos. Medo de senti-los, me acostumar com eles e, como quando o sol se cansa de iluminar a todos, ele se pôr. A verdade é que meu coração está preparado para amar, mas não para sentir saudade. Para beijar, mas não para deixar de ser beijado. Para ver as nuvens, mas não deixa-las me tirar a visão das estrelas.
Não há como negar que pensando nela corro contra o tempo. Busco sensações do passado, as encaixo na minha realidade atual e, como se fosse possível e saudável, crio cenários de viver isso novamente. É, definitivamente, eu não sei sentir saudade.
Sendo há um bom tempo turista dos amores alheios, faço caridade, guardo os meus sentimentos no olhar e aceno com os lábios, como quem diz que onde quer que a gente vá, que levemos o nosso coração. E eu sempre levo, pois, a gente só abre o coração dos outros quando abrimos os nossos. Sim, os nossos.
Então, mesmo com a saudade que insiste ser vizinha, se eu pudesse, continuaria tendo dois corações. Um para amar, e outro também.
O MEDO
Nunca havia entendido como se pode ter medo do que não se conhece.
Nem mesmo do que já se conhece...
Sejam praias com coqueiros lilases,
Sejam sombras que seus membros fazem no chão.
Era como estar nos braços de um anjo.
Escorregando de um arco-íris em que no fim não fazia diferença o senso de loucura.
Mas hoje vejo que o medo estava escondido.
Ele ficava escondido sob a superfície de tudo o que se ama.
Esperava a tela da confiança cair para surgir e atormentar a coragem, reavivando o senso de loucura antes não percebido no fim do arco-íris.
Agora conheço o medo.
Sei onde ele está.
Sei que me espera e que me chama.
Hoje o vejo transpassando a tênue fronteira
Entre certo e errado...
Entre a frágil linha que separa pavor e coragem...
Entre o continuum do Espaço-Tempo.
Entre a certeza de ter mesmo em parte e a dúvida de perder pelo menos a metade.
Sou de falar sem pensar, arrepender sem ter medo de dizer.
Sofrer horrores sem saber como consertar minhas burrices.
Mas tenho um coração gigante que não cabe dentro de mim.
Não consigo viver sozinha, seco por dentro e por fora.
Choro noite e dia compulsivamente.
Não acredito no impossível quando se ama.
Brigo comigo, enlouqueço.
Todos somos loucos.
Loucos de amor.
SUA AUSÊNCIA, MINHA SAUDADE.
Quantas oportunidades perdemos pelo simples fato de ter medo de tentar? Inúmeras. Ao longo da minha vida, não posso negar, perdi muitas. Porém, recentemente, foi a pior. Perdi alguém de quem eu gostava muito. Eu tinha medo. Medo de amar, medo de ser amada, medo do novo. Mas afinal, quem não tem? O desconhecido nos causa um certo temor. Tudo o que queremos é segurança e, cabe a nós encararmos o medo de frente e sermos felizes com as novas possibilidades. Eu não encarei. E olhe só como estou agora. Desejando ter uma máquina que seja capaz de voltar no tempo para que eu possa fazer tudo certo dessa vez. É como se diz: "se arrependimento matasse...".
Não o vejo desde aquele aniversário, a felicidade que eu sentia, quase saia da boca pelo simples fato de ele estar ali. Agora, estou sentada na cama assistindo " De repente é amor" e comendo pão de queijo, ele ama pão de queijo. Que ironia.
Existe uma frase que diz assim: " O único lado bom da queda livre é dar, a quem nos ama, a chance de nos pegar no colo", gosto de pensar que eu tinha esse alguém. Porém, nunca me lancei ao vento.
Sabe o que faltou? Faltou coragem para assumir tudo aquilo que eu sentia por você e os efeitos que você tem sobre mim. Talvez eu tenha ido longe demais com meus medos. Não queria te magoar. Você me explicou o porquê de estar partindo mas aquilo não fez o menor sentido. Éramos tão bons. Mas agora não somos nada.
Ouço o barulho da chuva. As gotas caem no mesmo ritmo das minhas lágrimas e a dor se torna hospede em mim. Mas tenho certeza que, se você se aproximar, toda essa dor tem fim.
