Textos sobre Mar

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Letícia, Literatura e o Mar


Chegamos ao Rio numa tarde que parecia prometer eternidade.
A cidade tinha essa qualidade enganosa — como se tudo ali fosse durar mais do que realmente dura.
Era a semana mais aguardada da turnê. Três eventos. Três palcos. Três oportunidades de repetir o mesmo ritual: tocar, seduzir, partir.
A carreta estacionou perto da Urca, com o mar logo ali, como se observasse.
Foi no segundo evento que a vi.
Letícia.
Nada nela chamava atenção de imediato — e talvez fosse isso. Enquanto o resto gritava presença, ela permanecia. Morena clara, cabelos soltos, um livro aberto nas mãos como se fosse uma extensão do corpo.
Clarice Lispector.
Aproximei-me sem estratégia. Apenas curiosidade.
— Você lê no meio disso tudo?
Ela levantou os olhos, demorou um segundo antes de responder.
— É o único jeito de não desaparecer.
Sorri.
— E funciona?
— Às vezes. E você? Toca para aparecer ou para sumir?
Não respondi. Pela primeira vez em dias, não havia resposta pronta.


Naquela noite, o show aconteceu como sempre.
Luzes. Som. Gente. Movimento.
Mas algo havia mudado.
Eu tocava — e sabia exatamente onde ela estava.
Na lateral do palco.
Olhando sem pressa.
Não como quem admira.
Mas como quem analisa.


Depois, ela me esperava.
Sempre com um livro diferente.
Bukowski.
Pessoa.
Florbela.
Não me oferecia o corpo primeiro.
Oferecia linguagem.
— Leia isso — dizia, abrindo uma página ao acaso.
Eu lia.
Às vezes entendia. Às vezes não.
Mas entendia ela.


Caminhávamos pela orla como se não houvesse destino.
Falávamos de coisas que não cabem em conversas rápidas:
amor que não se sustenta
verdades que chegam tarde
gente que finge sentir
Ela já tinha amado um poeta.
— Ele escrevia bem — disse —, mas mentia melhor.
— E você sabe a diferença?
Ela me olhou como quem já decidiu.
— Sei quando alguém usa palavras para esconder. E quando usa para sobreviver.


O beijo não veio por impulso.
Veio por acúmulo.
Lento. Contido. Preciso.
Como se ambos soubéssemos que aquilo não era começo —
era intervalo.


Na segunda noite, me levou ao apartamento.
Ladeira do Leme.
Um quarto simples, mas habitado. Livros espalhados. Discos antigos. Um silêncio confortável.
Fizemos amor.
Sem pressa.
Sem espetáculo.
Havia desejo, claro. Mas havia outra coisa — uma tentativa de tradução.
Ela dizia coisas durante o ato.
Frases soltas, quase literárias.
Como se estivesse escrevendo enquanto sentia.
E eu respondia do único jeito que sabia: ficando.


No dia seguinte, escrevi algo no livro dela.
“A Hora da Estrela”.
Não foi um gesto pensado.
Foi necessidade.
“Você carrega o mundo como quem não percebe que ele já é seu.”
Ela leu.
Não reagiu.
Apenas guardou.
Como quem entende mais do que diz.


Na última noite, toquei diferente.
Menos intensidade.
Mais precisão.
Quando comecei “Tocando em Frente”, nossos olhos se encontraram.
E ali ficou claro.
Não havia continuidade possível.
E, pela primeira vez, isso não doeu.


Na despedida, ela não chorou.
Me abraçou com calma.
— Você é como os livros que não terminam bem — disse.
— Eu gosto desses.
Assenti.
Porque também gostava.
---
Voltei para o caminhão em silêncio.
Boca me olhou, sem perguntar.
— Foi diferente?
— Foi mais.
Ele riu, como quem já sabia.


Seguimos estrada.
Mas o que ficou não foi o corpo dela.
Nem a voz.
Foi outra coisa.
A sensação rara de ter sido lido
antes mesmo de tentar me explicar.

Pobre poeta e pescador,
Que no mar da vida
Pescou amor e sentimentos,
Mas também dor e sofrimento.

Com seu barco cheio de vaidades,
Esqueceu-se das veleidades
Escondidas no porão,
Carcomidas de solidão.

Mas triste é saber a verdade.
E entre vários raios e trovão,
Veio vindo a tempestade,
Jogando águas na embarcação.

E aqui se vão as saudades
Dando lugar ao terror
E às necessidades
Para não se morrer de amor.

Primeiro, tudo de ruim
Ao mar fora jogado:
As brigas, ciúmes, infelicidades;
Tudo tirado de mim.

Depois se vão
Os versos rimados:
Declamação, declaração.
E se vão também
Os sonhos da realidade:
Desilusão, destruição.
Destituição e desdém
Além da eternidade.

Para não morrer
Nas mágoas que criei,
Vou atirando às águas
Do mar a se revolver
Todo o meu pesar,
Tentando assim me salvar
Do fim que bem eu sei...

Atiro todas minhas idades,
Todo o afeto e carinho
Recebido e dado.
E sem mais agrado,
E sem identidade,
Eu fico sozinho...

... São e salvo, com frio,
Num silêncio profundo;
Navegando pelo mundo
Com o meu barco vazio.

elegia à lua

Amei-te como a lua ama o mar,
de longe, mas inteira em seu encanto
sem nunca precisar de o alcançar,
fazendo da distância o próprio canto.

Teus olhos tinham luz de madrugada,
um brilho que nenhuma estrela imita
e havia neles qualquer coisa sagrada,
dessas que a alma reconhece e acredita.

Eu te guardei nas margens do pensamento,
como quem guarda o verão depois da chuva
e mesmo quando veio o esquecimento,
teu nome permaneceu onde a saudade atua.

Talvez amar seja isso, afinal
ser mar quando o outro é lua distante
saber que o impossível pode ser real
quando um olhar transforma tudo num instante.

E se algum dia o oceano se calar,
e a lua perder seu brilho sobre a areia,
ainda haverá em mim um lugar
onde a tua luz, silenciosa, incendeia.

Porque há amores que o tempo não desfaz,
nem a distância consegue levar
eles apenas aprendem a viver em paz
no espaço entre a lua, o céu e o mar.

E se me perguntarem onde te encontrei,
direi: num lugar que não sei explicar
entre tudo aquilo que um dia sonhei
e tudo aquilo que ainda quero amar.

Juro que não vou mais chorar,
Embora a dor ainda seja um mar.
Guardo o que foi no peito apertado,
Um amor lindo, hoje, passado.
​Teu nome é um espinho a ferir,
No silêncio que escolhi para seguir.
Mas cada lágrima que agora seco,
É um adeus que à saudade ofereço.
​O palco da vida precisa de sol,
Não desta peça fria, sem farol.
Juro, de novo, que não vou mais ceder,
Vou aprender a ser, sem você.

Banho de mar, sal na pele, alma lavada, energia renovada. Não sei quantas vezes já me emocionei ao falar do mar e nem quantas vezes já escrevi versos para ele ao longo da minha jornada. Eu olho para ele em toda a sua imensidão, me pergunto como pode ocorrer tantas mudanças, um processo contínuo de ciclos intermináveis naquele mesmo local, e ainda assim, continuar tão belo.
Sempre tivemos uma conexão profunda desde criança, era olhar para ele e correr para um abraço. Hoje adulta morro de saudade, me emociono em nossos reencontros e despedidas, me conecto com ele sabendo a hora certa de entrar, de apreciar, mas sempre me despeço ao sair e refaço a promessa de que nós não viveremos longe um do outro para sempre!

Sinto uma vontade desesperadora de nadar até o fundo do mar. Há algo assustadoramente confortável nesse sentimento, e talvez seja isso o que mais dói em meu peito. Carrego um sentimento sem nome, sem direção, sem origem aparente. Não sei para onde apontar, por onde começar ou o que dizer. Só sei que estou cansada de lutar contra algo que nem consigo explicar.
É uma agonia enorme que sorri e me impede de continuar, mas eu sigo em frente, vivendo dessa forma monótona e consciente de que, muitas vezes, o arrependimento de não explorar esse mar é menor do que deixar-me afogar.

⁠A tua beleza é abundante como o mar, onde a vida é constante com seus segredos e encantos, nem todos conseguem apreciar por completo,
há muito pra ser desfrutado nas profundezas dos teus sentimentos, intensos e sinceros, és uma mulher admirável da superfície do teu corpo,
passando pela sensatez de alguns atos
até a essência que tens por dentro,
portanto, o teu valor é inestimável
e só aumenta com o passar do tempo.

⁠Nunca iremos esquecer desta noite,
finalmente, estamos juntos
neste momento tão esperado,
estás maravilhosa,
adoro este teu perfume,
a maciez da tua boca,
tua pele suave,
a intensidade dos teus olhos,
este teu lindo rosto macio e delicado
e agora que estás nos meus braços,
consigo sentir as batidas do teu coração
num ritmo acelerado
e a tua profunda respiração,
claro, também estou emocionado,
és uma mulher incrível
de um jeito intenso e gracioso,
um corpo tão belo e divino,
um fogo insaciável muito adequado
pra meu desejo audacioso e irresistível,
então, já que o tempo pra nós,está favorável,
desfrutemos deste sentimento recíproco.

A Pintura Que Se Move E As Curvas De Um Mar Intenso

Parece uma pintura atraente que ganhou vida e saiu inesperadamente da sua tela, caminhando graciosamente, mostrando a sua fascinante desenvoltura — as suas ondas em movimento; a beleza das suas curvas.

Um mar naturalmente intenso com a sua singularidade abundante e profunda, além do brilho da sua superfície, como as texturas e os tons sublimes de uma estrutura artística muito emocionante com seu detalhamento bastante realista.

Charmosa e segura, ela é certamente uma arte do Artista Divino. O seu espírito ama a liberdade; a sua pele é delicada; a sua essencialidade está tão viva quanto a essência da poeticidade. Uma obra genuína em um justo destaque.

A Liberdade do Seu Mar

A sua alma é profunda e a sua superfície é bela, desfruta de uma certa espontaneidade; a sua liberdade é muito notória, faz parte de todo o seu ser; busca proteger a sua valiosa integridade, cuja essencialidade é bastante intensa — certamente, atributos peculiares de uma natureza grandiosa, singular, que a cada raiar do sol se renova.

A maneira com a qual a sua personalidade vai se expressar muitas vezes é imprevisível, chamativa, aprazível; tem seus admiradores e nem sempre agrada, mas não se importa, depende do momento, do clima, do tempo, pode estar tranquila ou agitada, solitária ou receptiva — uma expressão verdadeira que, de qualquer forma, se destaca.

Sendo assim, liberta, cheia de intensidade e imponência, ela se conecta facilmente com o mar e a sua farta expressividade, que vai muito além da linda aparência das suas ondas — o vaivém de águas e belas curvas —, levando em conta também a profundidade da sua transparência; não que tudo dela esteja revelado, pois isso é apenas uma limitada interpretação poética.

Ludicidade Praiana entre a Lua e o Mar

Luar brilhando fortemente com elegância, lá no alto, entre algumas nuvens acinzentadas, refletindo o seu brilho admirável sobre as águas do mar,

O qual exibia as suas ondas baixas, movimentadas pela brisa como se estivesse acariciando gentilmente a areia da praia, marcada por pegadas de idas e vindas.

O resultado foi um cenário apaixonante, cheio de vida, que provou a magia da ludicidade, atraiu a percepção poética e expôs a leveza da simplicidade.

Parte bela da noite, de uma linda memória construída a partir de uma observação sincera da lua — o grande destaque de um lugar praiano, uma paisagem que liberta.

Admirável combinação da visão de um mar vasto e tranquilo e a felicidade de um sorriso cheio de gratidão, uma essência voltada para a profundidade, um momento de muita leveza sem nenhuma preocupação, Graças ao Senhor, um indício forte de resiliência, de um amor sensato, acompanhado da razão a respeito da própria existência

Percebendo o primor da natureza e o valor dos seus benefícios, o feito transformador de quando se tira um tempo para se observar, sentir o movimento dos ventos tocando a pele, percebendo que até o mar que fica muito agitado também consegue se acalmar e seguir vívido, assim, às vezes só é preciso respirar fundo e continuar seguindo

O mundo chega a ficar cinza, talvez pouco expressivo com o clima fechado por fatos que desmotivam, mas pode ser colorido caso alguém consiga não se deixar ser controlado pelo cansaço da rotina e assim, conseguir aproveitar a partir das brevidades que avivam pela grandeza de suas simplicidades, como admirar as águas do mar nos seus instantes de tranquilidade.

Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos

O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela música “La vie en rose” chegou até as alturas e foi colorindo as suas nuvens incontáveis com bastante capricho em cada parte

E assim, passaram a ter um rosa suave, apaixonante, nas suas formas e camadas, uma viagem emocionante graças a uma riqueza de detalhes, resultante de uma inspiração encantadora, de muita ludicidade.

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

reinava no mar solitário
um destemido tubarão,
tinha tudo, seu relicário,
mas nadava sem paixão

voava tímida e distraída,
sorridente, fazendo careta,
mas meio descrente da vida,
uma pequena borboleta

até que uma forte corrente de mar
e um vento de temporal,
fizeram os dois se encontrar
no meio de um coral

na magia do momento,
se surpreenderam apaixonados,
marcaram o casamento,
com que foram abençoados

juntos aprenderam tanto...
ele lhe apurou os sentidos
e ela, para seu espanto,
o ensinou a criar campos floridos

foi assim que ouvir dizer,
vou contar até morrer,
o tubarão e a borboleta,
que dupla perfeita

Eu e o Mar... uma simbiose ancestral.


Antes mesmo do meu olhar
ter visualizado o Mar
pela primeira vez...
a visão Dele
já havia me capturado.


Eu até posso distanciar-me
de suas ondas 🌊🌊🌊
mas... antes mesmo de eu nascer...
a minh'alma
fora batizada por sua maresia.


✍©️@MiriamDaCosta

Oh, Itaipu!
reconheço as raízes profundas
dos meus pés
entre o vosso mar, vossa lagoa,
vossas dunas, ilhas e igarapés.


Os meus passos eu sei de cor
nesse sereno andejar a compor
o meu singrar o tempo,
o vento e o sol
mansamente a se pôr...


Oh, Itaipu!
Em vós reconheço
que o movimento dos meus pés
não são passos,
são raízes que caminham.


Entre o vosso mar salgado
de eternidades,
a lagoa que espelha silêncios,
as dunas que guardam
segredos do vento,
as ilhas que flutuam
como pensamentos antigos
e os igarapés que sussurram histórias
que só a poesia da terra entende...
eu me reconheço.


Os meus passos, eu sei de cor,
não porque os decorei,
mas porque fui escrita por eles.


Nesse sereno andejar
que me atravessa,
vou compondo o que sou
com o que me antecede.


E singro,
não apenas o tempo,
mas o sopro invisível das horas,
o vento que me desarruma e arruma
inteira por dentro,
e esse sol que, ao se pôr,
não morre,
me dissolve em serena luz.


Oh, Itaipu!
Há raízes nos meus pés
que só em ti reconhecem
o seu lugar.


Entre o mar, a lagoa,
as dunas que respiram
e os caminhos de água
que murmuram,
eu caminho lentamente,
como quem se escuta.


Sei de cor os meus passos
(versos tatuados de brisa e areia),
porque eles já me conheciam
antes mesmo de eu existir.


E nesse manso caminhar,
vou singrando o tempo,
o vento
e o sol que se despede,
como quem aprende,
em silêncio, a pertencer
mais do que já pertence.


Óh! Itaipu!
Posso até distanciar-me de vós,
mas nunca serás distante de mim.
✍©️ @MiriamDaCosta

Você se foi desse mundo...
do nosso mar...
do nosso amar...
para longe ...
muito longe...
para além do meu olhar
mergulhado no teu...


Deve existir um ângulo
nas páginas do mistério
entre a vida e a morte
onde os meus versos escritos
possam alcançar a tua leitura ...


✍©️#MiriamDaCosta

Iludida


Aqui... aí... em todo e qualquer lugar,
pela terra, pelo céu, pelo mar...
cabelos ao vento sigo eu
decidida realidade tornar os sonhos meus.


Todo mundo no mundo todo
como eu a caminhar - não, você não pode isso negar...
buscando, lutando pra seus sonhos com as mãos poder tocar...
segue assim a vida - a minha, a sua... do mundo todo, neste mundo todo...
acreditando que é o pincel nas suas mãos a própria vida vai pintar...


Iludida, iludido, iludido... iludidos!!
Nenhum de nós sabe da própria vida qual o sentido
que o amanhã irá tomar ;)

La na terra dos meus antepassados, sentei-me numa mesa num café a beira do mar, pedi um café. Acendi um cigarro,
e disse, a partir de hoje nunca mais fracassarei, nunca mais vou fracassar. Olhei para o céu e disse Deus hoje entrego tudo nas suas mãos, tudo sim , e prometo jamais blasfemar.
Voltei e o tempo passou e nada mudou porque eu nao mudei. Não entreguei nada a Deus, agia por instinto. E falava pra todo mundo meus planos e nada dava certo.
Pedi um Café enquanto observa as ondas as gaivotas, e lá distante ao fundo do mar os navios, em meio a névoa que quase os envolviam
Nada dava certo. Mudei de casa, mudei os planos, e tudo errado. Mudei de casa de novo, fui direto ao resgate do passado. E comecei a questionar, estou fazendo tudo errado falando demais como sempre...pensei, ponderei. Entregue tudo nas mãos de Deus, entregue tudo nas,mãos de Deus. Gritei pra mim e nao falar a niguem sobre seus planos, e os planos fracassaram, porque, quais foram os motivos, ansiedade. Não era falta de confiança. Confia erga as mãos para o alto e confia. Você se sentirá como uma águia. Então voe.!




Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha


Pietisa do cerrado