Textos sobre Inveja

Cerca de 842 textos sobre Inveja

⁠Para hoje...

Se blinda e vai.
Se blinda contra a inveja, contra a maldade, contra o ódio e tudo que atrasa seu passo e sua felicidade, de tudo que não suporta seu riso e suas vitórias. Se blinda também contra todos os sentimentos inferiores que tentam fazer morada em seu peito. Foca só no que te edifica. Lute por suas metas. O resto, o que não é essencial em sua vida, apenas passa. Acredita que no final tudo se resolve. Coloca Deus à frente. E vai!

Josy Maria

Inserida por JosyMaria

⁠A maldade tem muitas faces.
E se alimenta da inveja. E comete injustiças. A maldade só esquece que o cálice sujo que ela oferece aos outros goteja em suas próprias vestes. Nada passa em branco na lei do retorno. Independente do que queremos, é a lei da vida.
Por isso, você que constantemente é vítima da maldade alheia, não se iguale, segue teu caminho em paz, confia na proteção divina. Não deseja o mal a essas pessoas.
Como dizem, o plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Tudo que enviamos às pessoas nesta vida, volta na mesma proporção, de bom ou de ruim, em algum momento. Então, segue fazendo o bem, sendo justa, ética, caridosa, benevolente. Lembra que cada um oferece o que tem. Que a luz existe pra todos, mas cada um escolhe o que seguir. Faz a tua parte. Entrega cada maldade e injustiça pra Deus. E descansa.

Josy Maria

Inserida por JosyMaria

'INVEJA'

Da infantilização
Da abstinência de dívidas
Dos sem coração

Daqueles que implicitamente
Mandam na vida demente
Dos que choram sem razão

Do âmbito antissocial
Da imunidade absurdo
Do alcoólatra imoral
Dos que são salamurdo

Dos amortecidos
Do fanatismo aparente
Daqueles onipresentes
Dos que são sempre esquecidos

Inserida por risomarsilva

⁠A inveja: Origens e Efeitos…

A inveja, esse sentimento intrincado e corrosivo, manifesta-se inicialmente de maneiras sutis, quase imperceptíveis. Não raro, ela brota de um desconforto íntimo, uma comparação silenciosa que se estabelece no recôndito da alma. A alegria do outro, que deveria ser motivo de celebração, transforma-se em um fardo insuportável, um lembrete cruel daquilo que o invejoso julga não possuir. Essa faísca inicial, muitas vezes, acende-se com um olhar enviesado, uma observação mordaz disfarçada de brincadeira, ou um elogio que carrega consigo uma pontada de rancor. É a tristeza profunda que emerge da constatação de que o outro ousa viver e experimentar a plenitude que a covardia impede o invejoso de alcançar.

Na essência, a inveja é a dor que se sente diante da felicidade alheia. É a incapacidade de celebrar o sucesso do próximo, de reconhecer o valor do outro sem que isso provoque um abalo na própria autoestima. Essa dor, quando não é reconhecida e trabalhada, transmuta-se em um desejo latente de aniquilação. Não se trata apenas de não querer que o outro possua, mas de desejar ativamente que ele perca aquilo que tem, que sua luz se apague. É uma doença silenciosa, que não se revela em exames clínicos, mas que corrói o indivíduo de dentro para fora, transformando a admiração em ressentimento e a inspiração em desejo de destruição.

O comportamento do invejoso é multifacetado e ardiloso. Ele pode manifestar-se por meio de críticas disfarçadas, sabotagem velada, ou até mesmo um silêncio carregado de má vontade diante das conquistas alheias. O invejoso raramente confronta abertamente; prefere agir nas sombras, disseminando dúvidas, desvalorizando esforços e minimizando êxitos. A felicidade, a leveza, a paz e o brilho do outro tornam-se, para ele, afrontas pessoais. Em vez de olhar para dentro e buscar a própria evolução, o invejoso concentra sua energia em apagar o que não compreende, em destruir aquilo que brilha e o lembra de suas próprias limitações e inseguranças.

O auge dessa dor não gerenciada pode levar a desfechos trágicos e impensáveis. Quando a dor se torna ódio, e o ódio se transforma em arma, a vida do outro, que antes era apenas um espelho incômodo, passa a ser um alvo a ser aniquilado. Vivemos, de fato, em tempos que parecem sombrios, onde a simples expressão da felicidade pode ser um gatilho para a malevolência. No entanto, é fundamental resistir à tentação de diminuir a própria luz para caber na escuridão alheia. Brilhar, amar a vida e ser autêntico são atos de coragem em um mundo onde a inveja tenta impor seu véu opaco. O brilho de cada um é um espelho que reflete a dor de quem nunca teve a bravura de ser quem realmente é. Que, apesar dos pesares, a luz jamais se apague.

Inserida por mauriciojr

RESISTÊNCIA CULTURAL OU INVEJA?

Demétrio Sena, Magé – RJ.

A resistência cultural nas periferias, por meio de movimentos e reações em forma de arte e literatura é algo de se admirar. Fala-se muito dessa resistência e do empoderamento do negro, do pobre, de forma especial do negro pobre, mas há uma enorme incoerência que se repete entre os menos favorecidos, os excluídos e as esquerdas: enquanto as chamadas elites e as direitas ocupam plenamente os seus espaços - e nunca os deixam - e ainda se permitem ocupar os espaços periféricos e de esquerda, em forma de compra ou patrocínio pervertido dos movimentos culturais dessas classes, os pobres de todas as etnias e as esquerdas políticas e sociais, quando alcançam realidades econômicas e culturais mais avantajadas logo debandam para o outro lado.
Explico: os moradores pobres das periferias, ao se formarem nos cursos superiores, sobretudo fazerem mestrados, doutorados, e alcançarem condições socioeconômicas avantajadas, têm como primeira providência se mudarem para bairros nobres das zonas mais ambicionadas de seus estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, quase todos querem morar na zona sul, com todos os riscos que isso hoje representa. Desse modo, as cabeças mais pensantes, as pessoas mais indicadas para fortalecer os movimentos culturais de suas raízes enfraquecem as áreas carentes de seu conhecimento, suas novas condições sociais e o novo poder de contribuir efetivamente para o crescimento cultural e socioeconômico de sua gente. Vão engordar as elites; fazer parte do outro lado da sociedade; viver ao lado das classes dominantes. Tornar-se classe dominante. É como se as periferias já não merecessem essas pessoas. Como se elas, depois de progredirem socialmente, já não coubessem nos meios em que nasceram e foram criadas. Aqueles bairros pobres e de pessoas sem formação superior se tornaram pequenos para seus horizontes. Não querem criar seus eventuais filhos nos bairros pobres, ainda que não violentos, nem nas áreas próximas, porque os mesmos merecem ser elite. Ser iguais às pessoas das classes criticadas e combatidas quando eram inalcançáveis para suas realidades.
Tempos depois, essas pessoas voltam como visitantes, participam como convidadas ilustres de alguns eventos culturais das periferias e dizem que já foram moradoras de periferias; foram pobres; não tinham acesso a curso superior. Muitos faltam pouco dizer que já foram negros, mas... “graças a Deus”, agora são bem sucedidos e moram em lugar de gente bem sucedida. Em lugar de gente rica e culta. Dizer que venceu na vida não combina com dizer que continua morando em seu berço. Com isso, ao invés de contribuir para uma mudança de realidade socioeconômica da sua antes querida periferia, o ex-pobre, ex-morador de comunidade, quiçá ex-negro, prefere fazer o que é mais fácil: morar; levar eventuais esposa e filhos para lugares já resolvidos, onde nunca participarão da realidade que ele conhece de perto e será muito trabalhoso ajudar a mudar.
Ocorre o mesmo com as esquerdas politicopartidárias, que em princípio defendem as classes menos favorecidas; os moradores de periferias; pobres; negros; negros pobres. São esquerdas, com todas as dificuldades de ser esquerda, enquanto a direita não acena com possibilidades irresistíveis de compor e abocanhar as vantagens de ser da direita. As direitas, com todas as práticas claramente perniciosas, têm o corporativismo consistente que se desmantela com facilidade na esquerda, ao primeiro sinal de patrocínio relevante; de composição vantajosa. O PMDB jamais chegaria ao poder máximo do país levando o PT na sua cola. Já o PT, para conseguir chegar lá, não titubeou em levar o PMDB, que por sua vez, não demorou a desferir seu golpe, assumindo a presidência da república. Com isso, a esquerda se dissolveu; praticamente deixou de existir; a direita está mais unida e forte do que sempre, e disposta a nunca mais deixar que tomem sua vaga.
É preciso que os moradores das periferias, ao concluírem seus cursos superiores, alcançarem ascensão e acesso a uma vida melhor, ao invés de abandonarem suas raízes e seu povo, permaneçam nas periferias e ajudem o seu povo a crescer também. A se livrar dos aguilhões. A vencer a opressão local, imposta pelos exploradores locais e os que vêm de lá, das zonas nobres, com os seus patrocínios que compram os movimentos culturais e os amoldam ao seu jeito. Zonas nobres que, infelizmente, são fortalecidas pelos que saem de nosso meio e vão compô-las, cansados e, finalmente, livres da luta cotidiana contra as diferenças sociais. Felizes porque, seus descendentes já não pertencerão à classe dominada; serão também dominadores.
Lutemos para sermos quem somos de formas dignas; confortáveis; relevantes... não para mudarmos de lado. Que a nossa indignação seja eivada do desejo de vencer coletivamente. Um desejo e uma resistência de todos, para que a nossa classe, o nosso povo, nossa região sejam fortes. Enquanto fugirmos, tão logo tenhamos condição econômica, tudo o que faremos será uma apologia ao que é criticado e combatido por nós. Deixarmos os nossos, as nossas raízes ao progredirmos neste contexto, é assumirmos que a nossa indignação não era solidária; era só uma questão de inveja do outro lado.

Inserida por demetriosena

MINITRATADO SOBRE A INVEJA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Os seres humanos têm inveja.Todos têm. Nisso não há exceção. Não é somente o outro. Você e eu também temos, por mais que ninguém ouse admitir algo tão aviltante, mal visto, pequeno e constrangedor.
Mas o bem lidar com a inveja que às vezes pulsa em nós, está em não fazermos dela uma arma de autodestruição, que tem origem na tentativa exposta ou sonsa de possível destruição do nosso alvo.
Não há inveja boa... mas a boa destinação do sentimento incômodo. Isso ocorre quando não a usamos contra, mas em favor de quem invejamos por um momento, para não invejarmos pela vida inteira; o que seria uma tragédia íntima.
Cresceremos de fato como pessoas de bem, quando reagirmos a cada “invejada” nossa. Quando reconhecermos que também invejamos e que não somos tão invejados quanto pretendemos parecer.
Cresçamos com as nossas invejas, admirando aberta e sinceramente o admirável. Agregando valores e reconhecimento a quem desperta essa vilania em nós... também aceitando ser modestos coadjuvantes na história do outro, quando for o caso.
Se eu sinto inveja, é porque o meu alvo tem conteúdo e merece o meu melhor. Tê-la não é ser invejoso. Ser invejoso é alimentar a própria inveja e me dedicar à vingança do sucesso ou do destaque alheio.
Vale a pena repetir que também devemos ter cuidado com o quanto julgamos que nos invejam. Pode ser que o nosso convencimento ou megalomania seja uma inveja enrustida de pessoas que gostaríamos de ser.

Inserida por demetriosena


MINI-TRATADO SOBRE A INVEJA

Demétrio Sena - Magé

Pode não ser inveja, e sim, uma sóbria e silenciosa admiração sem interesse; por isso mesmo, sem excesso de aproximação e procura. Ou pode não ser inveja nem admiração, mas um tanto faz: a pessoa não dá bola para o que você tem ou quem você é... por isso não estende um tapete vermelho aos seus pés. Você precisa conviver com a ideia de que alguém (ou ninguém) tem inveja de você. A inveja de quem consegue não ter inveja pode corroer suas vísceras. Isso tem cura. Procure ajuda profissional.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

⁠INVEJA HUMANA

Demétrio Sena - Magé

A vida inteira
da borboleta,
é quase o tempo
de alguém ganhar
uma gorjeta.
Entre a lagarta
com, sem asa,
são poucos meses...
porque mal nasce
já sai de casa,
pra seus reveses.
É tanta saga,
mas mesmo assim
ela não surta,
por viver tanto
em uma vida
tão frágil; curta.
Parado aqui,
já sem fazer
tantos planos:
pergunto ao tempo
por que já vivo
há tantos anos.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

"Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto.
Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho.
Invejo o vento, que lhe esvoaça os cabelos e a água que lhe banha o corpo.
Invejo sua esperteza, por fazer do mais sábio, um tolo.
Invejo aquele que tem seus beijos, o mais valioso tesouro.
Tenho inveja daquele, que não te tem por metade, e sim, por um todo.
Invejo tudo que lhe aquece a tez, quisera eu, ser fogo.
Invejo aquele, que apostando em seu amor, sai vencendo no seu jogo.
Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Eu hoje, invejo todo homem são, pois seu amor me tornou um homem louco..."

Inserida por wikney

Temperos para a infelicidade: orgulho, egoísmo, ira, inveja, avareza e angústia. Misture tudo e beba com um pouquinho de arrogância e indiferença.

Tempero para a felicidade: humildade, altruísmo, serenidade, aceitação, partilha e paz. Misture tudo e beba com um pouco de respeito e gratidão.

Inserida por givasdemore

⁠“Me apraz saber que não se morre de rir, se vive mais é claro ! Contudo se morre por Inveja, por Ódio e Orgulho, mas as pessoas não se dão conta desse fato. E sem perceber que seus sentimentos , valores e conceitos estão se tornando fluidos, morrem ingenuamente como o sapo na água que nunca vai parar de esquentar”.
Ney Batista
Jan/09/2021

Inserida por batistaney

❝...Sei que existe pessoas mas, frias, violentas
e desonestas, sei que a inveja e a frieza esta
acima do amor para muitas pessoas. Falando
claramente, queria que você mudasse, fosse mais
humana, que parasse de lutar por vingança, mas
não é tão simples assim. A minha parte eu fiz. Já
te perdoei, agora é você que tem que se da o perdão... ❞


-----------------------------Eliana Angel Wolf

Inserida por ElianaAngelWolf

Não agrida meus princípios e não tenha ódio ou inveja, me tenha admiração do meu jeito de gostar.
Pois lhe tenho amor e carinho com intensas pulsações provocante, que vira um filme em cenas quentes.
Se dê ao máximo para mim em uma manhã de domingo que lhe retribuirei com o meu coração.

Inserida por JULIOAUKAY

Ainda que eu amasse em linguas sem amores mesmo assim nada seria, desfazendo toda a inveja;
Com a imensa dor que não se sente ficariamos descontente mesmo sem querer, sendo ou não por vontade;
Querer servir um coração no acordar de um doce amanhecer na face do amor;
Conhecendo o coração dos homens guardo-me no medo da solidão;

Inserida por JULIOAUKAY

A foto mais bonita que eu te dei nunca agradou aquém me teve inveja e nunca quis me proteger;
Meu caso é meio que bagunçado, parece que o chá de cadeira que tanto tive naquele pouco tempo de dizer que bem nunca me fez, mas mal também não faz;
Não fujo e não corro do que não me causa medo pelos sentimentos que sempre me atraiu;

Inserida por JULIOAUKAY

Sou rodeado por perigos inoportunos e insensatos que se mostram por descrenças cuja inveja domina para ensinar a destruir o que indica a tristeza;
Mas eu nunca abandonarei meus sentimentos mesmo quando alguém que tanto tenho apreço não mais esteja ao meu lado;
Não me negues e não se arrependa procurando explicações que justifique as suas atitudes no qual me faça entender;

Inserida por JULIOAUKAY

É do meu pensar que inventam a guerra que gera o ódio alimentando a inveja dos seres que se intitulam inimigos;
Basta dizer a verdade de forma necessária que os sentimentos ruins propositadamente se movem em sua direção;
Portanto crio minhas palavras de acalentos buscando a paz para esquecer os meus próprios problemas;

Inserida por JULIOAUKAY

Vejo tudo! Quando tudo é inveja e até mesmo traição... Defendo o meu próprio castelo por honra e amor, mas não tente se alimentar do que não lhe pertence... Não magoe o meu coração;
Cative seu lugar me fazendo delirar entre a malícia que de tão certo fez oceano entre deserto para obter infinitos desejos;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Trecho do livro "O poeta, o amor e a inveja" - Julio Aukay

"...Com isso o poeta salientava.... Se expressando para o amor no compor de suas
palavras e a dona inveja se irritava, tentava de qualquer forma rebater as doces
palavras rimadas.
A dona inveja não aprendia, quanto mais atrapalhava, mais os sentimentos cresciam e
o poeta não se importava, porque as suas palavras eram blindadas.
Não havia o retroceder, com todo sacrifício o poeta só pensava em escrever....
Escrever as suas verdades para que o amor pudesse acreditar o quanto ele tinha
caráter
E via que as suas atitudes se comprometiam em construir uma história, na qual
pudesse ser vivida! E o poeta imaginava.... Se o amor habitasse em todas as casas?
Não, mais haveria a desunião, somente o carinho de mãos dadas com a compaixão e a
felicidade estaria mais presente, pois o amor amansaria o coração de toda a gente.
Mas por algum motivo não está, por isso a dona inveja se prontificou a gargalhar
debochando das palavras do poeta.... Dizia: a felicidade não pode viver um amor de
indiretas, porque a felicidade sem dinheiro nunca será duradoura e o amor fica sem
respeito será sempre um amor meia-boca. Duvidando do poeta e insinuando que o
amor é igual a dona inveja..."

Inserida por JULIOAUKAY

Era só mais uma acusação sem provas pelo preconceito que estabelecia a inveja não aceitada por um caminho desatinado;
Faltou luz, mas o brilho que ressaltava não era da criação do homem, mas sim da natureza que falava algo importante;
O dia era escuro como um eclipse que assustava sem medo do desabar do céu;
O medo não se dava pelo escuro e sim pelo navio negreiro que escolhia a quem coubesse, sem status, crença ou cor;

Inserida por JULIOAUKAY