Textos sobre Felicidade
Notas para uma Regra de Vida 1. Cada um de nós não tem de seu nem de real senão a sua própria individualidade.
2. Aumentar é aumentar-se.
3. Invadir a individualidade alheia é, além de contrário ao princípio fundamental, contrário (por isso mesmo também) a nós mesmos, pois invadir é sair de si, e ficamos sempre onde ganhamos (Por isso o criminoso é um débil, e o chefe um escravo.) (O verdadeiro forte é um despertador, nos outros, de energias deles. O verdadeiro mestre é um mestre de o não acompanharem.)
4. Atrair os outros a si é, ainda assim, o sinal da individualidade.
O homem que passa a vida a agir
e a pensar sempre da mesma forma,
ou incrivelmente esteve sempre certo,
ou fatalmente esteve algo errado.
O tempo passa, as coisas mudam, as pessoas evoluem.
O que eu disse ontem pode já não servir para minha pessoa hoje, mas talvez sirva para outrem,
porque cada um vive o seu momento. (...)
Não, não devia pedir mais vida. Por enquanto era perigoso. Ajoelhou-se trêmula junto da cama pois era assim que se rezava e disse baixo, severo, triste, gaguejando sua prece com um pouco de pudor: alivia a minha alma, faze com que eu sinta que Tua mão está dada à minha, faze com que eu sinta que a morte não existe porque na verdade já estamos na eternidade, faze com que eu sinta que amar é não morrer, que a entrega de si mesmo não significa a morte, faze com que eu sinta uma alegria modesta e diária, faze com que eu não Te indague demais, porque a resposta seria tão misteriosa quanto a pergunta, faze com que me lembre de que também não há explicação porque um filho quer o beijo de sua mãe e no entanto ele quer e no entanto o beijo é perfeito, faze com que eu receba o mundo sem receio, pois para esse mundo incompreensível eu fui criada e eu mesma também incompreensível, então é que há uma conexão entre esse mistério do mundo e o nosso, mas essa conexão não é clara para nós enquanto quisermos entendê-la, abençoa-me para que eu viva com alegria o pão que eu como, o sono que durmo, faze com que eu tenha caridade por mim mesma pois senão não poderei sentir que Deus me amou, faze com que eu perca o pudor de desejar que na hora de minha morte haja uma mão humana amada para apertar a minha, amém.
Não era à toa que ela entendia os que buscavam caminho. Como buscava arduamente o seu! E como hoje buscava com sofreguidão e aspereza o seu melhor modo de ser, o seu atalho, já que não ousava mais falar em caminho. Agarrava-se ferozmente à procura de um modo de andar, de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde ela fosse finalmente ela, isso só em certo momento indeterminado da prece ela sentira. Mas também sabia de uma coisa: quando estivesse mais pronta, passaria de si para os outros, o seu caminho era os outros. Quando pudesse sentir plenamente o outro estaria salvo e pensaria: eis o meu porto de chegada.
Mas antes precisava tocar em si própria, antes precisava tocar no mundo.
...Há de haver algum lugar
Um confuso casarão
Onde os sonhos serão reais
E a vida não
Por ali reinaria meu bem
Com seus risos, seus ais, sua tez
E uma cama onde à noite
Sonhasse comigo
Talvez
Um lugar deve existir
Uma espécie de bazar
Onde os sonhos extraviados
Vão parar
Entre escadas que fogem dos pés
E relógios que rodam pra trás
Se eu pudesse encontrar meu amor
Não voltava
Jamais
A vida é um grande mistério...
Qualquer olhar sobre a vida que não seja com o entendimento
do mistério que ela é,
e sem o desejo de compreender este mistério,
é um olhar raso, superficial, e nada enriquecedor,
semelheante ao daquele que merece viver
nas sombras impenetráveis do desconhecido...
“Doeu perder você. Passados quatro anos, ainda me lembro. É uma dor tão recorrente na vida de tantas mulheres e tantos homens, é assunto tão reprisado em revistas, é um sofrimento tão clássico e tão narrado em livros, filmes e canções, que
mesmo que eu não lembrasse, lembrariam por mim. É uma dor que se externa. Uma dor que se chora, que se berra, que se reclama. Uma dor que tentamos compreender
em voz alta, uma dor que levamos para os consultórios dos analistas, uma dor que carregamos para mesas de bar, para o escuro do quarto, onde permitimos que ela transborde sem domínio e sem verbo. A dor massacrante do abandono, da falta de telefonemas, da falta de beijos, da falta de confidências.”
Depois de uma grande perda! Refleti hoje sobre a fragilidade da vida!
hoje estou vivo. você está vivo (a). Mas e amanhã?
muitos de nós não gostamos ou temos medo de falar sobre a morte! mas é um assunto que nos deparamos em nosso quotidiano/cotidiano. E é por isso que devemos pensar e refletir diante de todas as situações.
medir cada atitude.
sorrir a cada alegria...
...
chorar à cada tristeza e depois superá-las. afinal ela faz parte da vida.
sentir À cada toque, a cada sopro do vento, à cada dor sentida. tudo faz parte da vida.
vivemos para aprender. à ser forte. à ser feliz!
à amar e ser amado! a superar cada obstáculo.
mas viva!
viva mesmo!
pra isso está aqui. por isso estamos aqui. para viver e não simplesmente existir.
A vida é curta, breve, frágil e, são exatamente esses os elementos que a torna assim tão preciosa. Convém não desperdiçamos o tempo. É mister que não percamos nenhum instante, sequer, da nossa passagem por ela.
Que nos dediquemos mais ao que nos dá prazer, ao que soma, cura, acrescenta, ao que nos melhora espiritualmente, psicologicamente e como seres humanos.
Sejamos semeadores de flores, luz, bons sentimentos, palavras que bendizem.
Transformemos-nos no amor, na paz, na luz que tanto queremos ter e receber do mundo.
Tornemos-nos um doador voluntário de sorrisos. São eles que como brisa em dia quente amenizam a seca de afeto que assola a humanidade. O mundo pede, a vida agradece e retribui.
É importante nos lembrarmos que é doando o melhor de nós à vida que recebemos dela o seu melhor. Ao contrário do que pensam, isso não é sorte, é merecimento.
Enquanto...
"Enquanto sorrisos disfarçam mágoas
Enquanto risadas sufocam gemidos
Enquanto prazeres escondem o medo de amar
Enquanto palavras oprimem gritos
Enquanto estilos disfarçam medos
Enquanto perdemos tempo nos maquiando para vida
A vida passa, ligeirinho, sem frescura...
Nos deixando apenas um rastro do que poderíamos ter vivido."
A incrível arte de viver
A vida é sacrifício, doe o melhor de ti.
A vida é amor, enriqueças.
A vida é uma música, dances.
A vida é uma planta, regas.
A vida é uma escola, observe tudo.
A vida é um circo, sorria que contagia.
A vida é sonhos, busque novos horizontes.
A vida é passageira, aproveite enquanto suspira.
A vida é parceria, honre cada companhia.
A vida é um livro, continue a escrever.
Pois viver é deixar saudades no coração de alguém.
A vida é o sol de cada dia, então girassol ilumines.
Lute, grite, chore...
Mas recomece, cada vez que a vida lhe pedir.
Pois a vida é uma peça, peça compaixão.
Seja grato até por abrir os olhos pela manhã, é Deus te chamando. Ei? É preciso acordar, a cor dar, para viver!
Quando o palco fechar as cortinas, não haverá tempo para refletir.
Então, suspire...
"A vida é sacrifício, doe o melhor de ti."
Enquanto o bem for nossa herança, haverá esperança de que outro com o bem, continuará a nossa história.
Texto de autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 02/11/2020 às 17:40 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Esta semana, eu acordei, abri as cortinas, ventilei a minha casa. Logo após, olhei para a minha fiel escudeira, que me acompanha há 3 anos, minha palmeira bambu. Outrora sempre muito resistente, vivida, com suas folhas glaucas brilhantes, sempre trazendo aconchego ao meu lar. Eis que, acordo e lá está ela, ressecada, querendo me passar uma mensagem, que nem sempre somos ou estaremos fortes, que em tempos remotos como estes, ela me mostrava que havia perdido o seu brilho, clamando por atenção, onde, sempre esteve ali em todos os momentos para alegrar o meu canto da sala.
Escorei alguns troncos em volta, e deixei a iluminação sob ela
E aquela simples mensagem me trouxe muita reflexão.
Estamos diariamente, precisando de uma “escora”, não no sentido de dependência, de auto piedade, não! Mas, de escoras emocionais, de cuidados, de um apoio, de um sorriso, de um abraço.
E nós muitas vezes, nos escoramos.
Nos escoramos como náufragos em uma tábua de apoio, em um longo e feroz rio correnteza abaixo.
Nos escoramos para fugir da frieza, nos escoramos para fugir do desamor, da falta de empatia ao próximo.
Nos escoramos, para tentar manter a paz em nosso coração, que aos poucos se gasta e desgasta e se perde de si mesmo.
Nos escoramos para manter um sorriso, quando tudo lá fora parece não haver mais sentido, quando todos os nossos valores estão deturpados, quando nossos olhos marejam em meio ao caos, onde nosso olhar fala por si próprio, a pele responde, o arrepio sobressalta, perde – se o brilho, o toque, a fala, o tato.
Nos escoramos para tentar manter a paz de espírito, a nossa conexão com um Deus maior e supremo.
Nos escoramos para “continuar a trilhar”, para marcar nossos passos neste plano terrestre, para nos resgatar de tempos tão incertos.
Nos escoramos para não ralar na aspereza, para não ferir a pele, para não adoecer a alma.
E assim, as horas, os dias e a semana passaram. Resolvi olhar novamente com todo o respeito e cuidado para a minha “fiel escudeira de jornada”. Acordei, desatei os nós, os escoramentos que a cercava, que a mantinha de pé, e por uma grata surpresa, após muito cuidado, muito zelo, cá está ela novamente, no canto da sala, de pé, brilhante, com suas folhas glaucas a tentarem brilhar novamente, não precisando mais de escoras, estando firme novamente, firme por si própria, mantendo – se de pé, sozinha, sem criar a sombra de um “escoramento” ao teu lado para manter – se de pé.
Às vezes, depositamos muita expectativa, esperanças, sonhos, sentimentos, em escoramentos. E cá estamos, mantenhamos nossas bases firmes, sólidas, tenhamos respeito por nossa essência, pois o escoramento em algum trajeto de fragilidade, de nosso percurso, pode até se fazer ou parecer necessário, podemos até achar que precisamos dele, mas, antes de tudo, devemos olhar para a nossa base, para a nossa solidez e saber, que precisamos caminhar e continuar firmes e fortes, sem escoras e sem nós.
GENTE SEM DEIXAR DE SER!
Tem gente que a gente ama!
Tem gente que ama a gente!
Tem gente que a gente escolhe,
Mas que não escolhe a gente!
Tem gente que se demora
E espera a chuva passar.
Tem gente com tanta pressa,
Que nem vê a chuva chegar.
Tem gente que é alegria,
Que traz paz, contentamento.
Tem gente que faz história
E não coloca a gente dentro.
Tem gente que é da hora,
De tão bacana e legal.
Tem gente que sequer chora
Com o nosso triste final.
E assim se passa a vida
Que vai conduzindo a gente:
Um sai curando feridas
Outro escondendo o que sente.
E nessa gangorra insana
Chamada de "bem viver"
O melhor a fazer, é verdade,
É ser gente sem deixar de SER!
Nara Minervino
Viver
O que é a vida do ser humano....
Um vapor que passa entre os dedos,
É um período tão curto, é algo que não se tem controle,
E o que fazer nesse período?
Ser feliz?
fazer o que se gosta?
Aproveitar o máximo, de que forma?
Se as escolhas da vida nem sempre são as certas,
se as consequências das atitudes nos barram,
queremos o melhor mas nem sempre o conseguimos
talvez porque não o merecemos...
O que fazer
então?
Viver apenas por viver?
Estamos presos, amarrados por laços desagradáveis que nos prendem, nos deixando imobilizados.
Quando o que se quer é simplesmente viver a vida intensamente,
Ser feliz, ser completo, fazer o que se quer o que se gosta,
ter a opção de ir ou de ficar de sorrir ou de chorar...
Simplesmente viver!
As seis coisas mais interessantes sobre a vida.
1 - Ninguém no mundo, sabe de fato o que ela é.
2 - Como ninguém sabe o que é, a VIDA PODE SER QUALQUER COISA que você quiser.
3 - Estamos todos inseguros quanto a forma de se viver.
4 - As pessoas que parecem terem descoberto o segredo da vida, apenas souberem usar o item 2 a seu favor.
5 - A vida é a segunda ilusão mais prazerosa que existe.
6 - A primeira ilusão mais prazerosa é o sonho, pelo simples fato dele nos permitir voar.
(Anotações para quando eu estiver sóbria/ Fernandha Franklin)
Tem dias que dá preguiça mesmo de viver. A gente olha pra própria vidinha mais ou menos e se pergunta: o que, diabos, eu estou fazendo aqui? A resposta, a gente não consegue dar. Mas tem dias que simplesmente não dá. Não dá pra acreditar no futuro, no presente e desconfiamos até mesmo do passado. Tem horas que a gente parece estar no meio de um pesadelo (ou no meio de um sonho bom que nunca vai se realizar). Tem dias que não dá pra acreditar que a Xuxa usa hidratante Monange, que a Gisele Bündchen usa Pantene e que a Carolina Dieckmann tem dentes sensíveis. Chega uma hora que a realidade te espreme num canto, te dá um tapa na cara e te pergunta: o que é que você está fazendo aqui?
As pessoas não se apaixonam muito hoje em dia. Elas preferem estudar, ganhar dinheiro e viver outras experiências. Faça uma enquete rápida e concluirá que quase ninguém crê no amor. Quando mais você sabe da vida, menos você se apaixona. A paixão nasce da ignorância: quanto menos sei sobre você, e mais eu quero saber, mais vulnerável eu fico. Só que atualmente ninguém mais quer saber de ninguém, além de si mesmo. Todos uns cínicos.
Oportunidades perdidas, possibilidades goradas, sentimentos que nunca mais voltaremos a viver. Faz parte da vida. Mas dentro da nossa cabeça, pelo menos é aí que eu imagino que tudo aconteça, existe um quartinho onde armezanamos todas as recordações. E a fim de compreendermos os mecanismos do nosso próprio coração temos que ir sempre dando entrada a novas fichas, como aqui [na Biblioteca] fazemos. Volta e meia precisamos de limpar o pó às coisas, deixar entrar ar, mudar a águia das plantas. Por outras palavras, cada um vive para sempre fechado dentro da sua própria biblioteca.
Afinal, viver num mundo líquido-moderno conhecido por admitir apenas uma certeza – a de que amanhã não pode ser, não deve ser, não será como hoje – significa um ensaio diário de desaparecimento, sumiço,extinção e morte. E assim, indiretamente, um ensaio da não-finalidade da morte,de ressurreições recorrentes e reencarnações perpétuas
Quero viver num mundo em que os seres sejam simplesmente humanos, sem mais títulos além desse, sem trazerem na cabeça uma regra, uma palavra rígida. Quero que a grande maioria, a única maioria, todos, possam falar, ler, ouvir, florescer. Nunca compreendi a luta senão como um meio de acabar com ela. Quero um caminho, porque creio que esse caminho nos leva a todos, a essa amabilidade duradoura. Quero uma bondade ubíqua, extensa, inexaurível. Resta-me no entanto uma fé absoluta no destino humano, uma convicção cada vez mais consciente de que nos aproximamos de uma grande ternura. Neste sobressalto de agonia, sabemos que entrará a luz definitiva pelos olhos entreabertos. Entender-nos-emos todos. Progrediremos juntos. E esta esperança é irrevogável...
A gente não aprende a viver sentado numa carteira de colégio. Não é a fórmula de Pitágoras ou a definição de pronome oblíquo que vai fazer com que eu seja mais ou menos inteligente. Saber organizar informações burocráticas em série e ser programado roboticamente não faz de ninguém um ser humano repleto. Isso tudo só rende uma possível colocação relevante numa prova de vestibular, um êxtase momentâneo. A vida se aprende nas perdas.
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Poesia Felicidade de Fernando Pessoa
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
