Textos sobre Felicidade

Cerca de 76659 textos sobre Felicidade

Somos frutos das dores e dos amores.
Das alegrias e temores.
Da convivência e da rotina.

Somos os filmes que assistimos.
As músicas que ouvimos.
Os momentos que curtimos.

Somos companhia.
Somos solidão.

Somos a casa vazia da infância, naquele momento do tempo que já não volta.
Somos a esperança plantada no peito.

Somos quem somos e quem queremos ser.

Somos o plantio e a colheita.
Somos o resultado da receita que não seguimos e achamos ter desandado.

Mas num certo dia acordamos e percebemos que as experiências vividas criaram um novo sabor e a gratidão sempre foi o melhor tempero.

Inserida por CAMILAELIZIA

⁠Quando nascemos, temos a certeza de que vamos ter um fim algum dia. Mas essa caminhada é repleta de desafios, conflitos, bons momentos, memorias, e mesmo que algumas sejam difíceis, são importantes para sermos quem somos hoje e vamos nos tornar um dia.

Ao longo da vida, vivemos momentos de alegria e tristeza, e no meu ponto de vista e vivência, os momentos de tristeza são mais memoráveis, talvez por serem momentos de solidão. Só eu sinto a tristeza em mim quando algo me machuca, e quando não percebemos a tristeza dos outros e acabamos invalidando, mas não quer dizer que outras pessoas também sintam-se assim.

Acho que um dos maiores desafios que temos na vida é isso, entender que mesmo com nossas dores, outras pessoas ao nosso redor também se sentem assim, não é só a gente, com momentos de tristeza e solidão, nem todo mundo está em um dia bom, às vezes somos egoístas em pensar só em nossas dores e desvalorizar a dor de quem está ao nosso lado.

Às vezes, a solidão surge da sensação de perda ou abandono, mas é importante lembrar que o tempo muda as coisas e que novas oportunidades e conexões podem vir. A vida é um ciclo de mudanças, e é importante buscar conforto na esperança de que dias melhores virão, mesmo tendo medo, porque isso que é necessário, ter medo e mesmo assim fazer, isso é coragem.

Uma vez vi uma frase "O que você quer ser quando crescer?. Gentil, disse o menino" do livro "O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo". E desde então fico pensando, e se eu não me tornar a pessoa que eu visualizo hoje? Se eu não for gentil como o menino quer ser? E se eu não for uma pessoa agradável e acabar sozinho na vida? Acho que eu não aguentaria tanta solidão, eu não poderia viver em um mundo aonde não tenho ninguém, por isso meu desejo é ser gentil, assim como o menino.

A solidão de ser rejeitado, ou a tristeza de se sentir deixado para trás. Quando crescemos, conhecemos pessoas, lugares e muita das vezes nos apegamos a isso, mas importante é entender que nem tudo vai permanecer conosco quando o tempo passar, é necessário reconhecer que nem tudo é para sempre, nem a vida

Inserida por danxliiib

⁠Os sentimentos mais fortes e sinceros, muitas vezes, partilhados com pessoas singulares, dão aos momentos, grandes significados, a razão de terem sido vividos, de terem contribuído para a felicidade, de que o tempo não foi desperdiçado e de que nenhum foi repetido, já que todos têm a sua particularidade.
Assim, cada um tem o seu espaço especial na mente, ficam brevemente adormecidos e quando despertam, se tranformam em saudades que trazem um lindo passado para o presente, uma ambiguidade de angústia e conforto, sentindo a falta do calor de certos abraços, rindo ao lembrar de situações engraçada.
Então, através de pensamentos emocionados, os que estão distantes ficam finalmente perto, um do outro, exultantes, as lembranças viram lugares maravilhosos, companhias inestimáveis, lares temporários, na esperança de possíveis reencontros e que sejam extraordinários.
Entretanto, até lá, por enquanto, é necessário continuar vivendo, relembrando e sempre agradecendo, pois tudo pode mudar em um segundo, gerando novos começos.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Escolhas

Ao despertar para a realidade de que o tempo passa sem piedade, surge a inquietude de não estar vivendo plenamente, de não ter feito algo de significativo. Então, nos vemos diante do imperativo de decidir, de fazer escolhas. Mas escolher não é tão simples como parece. O desafio se manifesta quando nos deparamos com a incerteza do que escolher, que direção tomar, por onde começar.

É comum que essa incerteza assombre muitos de nós. No entanto, a vida não espera indefinidamente. Enquanto hesitamos, o mundo continua girando, o tempo prossegue seu curso, e nós envelhecemos a cada instante. Nossa indecisão, aos olhos da vida, é interpretada como uma escolha pela inércia, pelo imobilismo.

As escolhas permeiam nossa existência, desde o momento em que despertamos até o momento em que voltamos a dormir. Escolhemos nossas roupas, nossa alimentação, nossos investimentos, nossas amizades, nossos parceiros. Cada momento é uma decisão, e nossa vida é o reflexo das escolhas que fazemos.

Há uma escolha fundamental que não podemos negligenciar: optar por viver. Faça-se a pergunta todos os dias: "Estou vivendo verdadeiramente?" Esta é uma reflexão essencial.

No cotidiano, observo uma multidão de "mortos-vivos" que vagueiam pelas ruas. Sim, mortos-vivos! São pessoas que existem, mas não vivem plenamente. Abandonaram seus sonhos, desistiram no meio do caminho, e agora não encontram felicidade nem creem nela. Vivem uma ilusão, tentando convencer a si mesmas de que fizeram o que era certo, mas a falsidade consigo mesmo é a pior das mentiras.
Optaram pela solidão, pelo desânimo, pela ilusão, pela mentira. Ignoram que estão afundando a cada dia, estão "vivas", porém não optaram por viver.
Um dia, acordei e vi que o tempo tinha passado, a ficha caiu e vi que não tinha feito nada de significante, estava morto. E em uma tarde de domingo, enquanto caminhava pelo parque, observando as árvores balançarem suavemente ao ritmo do vento, me deparei com um senhor de cabelos grisalhos, sentado num banco, com um olhar perdido no horizonte. Sua expressão era serena, porém carregava consigo uma certa melancolia.
Curioso, aproximei-me e puxei assunto. Ele se chamava Miguel. Com uma voz tranquila, começou a compartilhar sua história.

Miguel, há muitos anos, havia sonhado em ser músico. Seu coração pulsava ao ritmo das notas musicais, e seu maior desejo era encantar o mundo com sua arte. Ele aprendeu a tocar violão desde criança, e sua habilidade só crescia com o passar dos anos.
Contudo, conforme os anos se passavam, a vida o conduziu por outros caminhos. Ele se viu envolvido em responsabilidades familiares, e o sonho de seguir a carreira musical foi deixado de lado, guardado numa gaveta empoeirada de lembranças.

Ao longo dos anos, Miguel se dedicou a sua família e sua profissão, mas sempre havia um vazio em seu coração. Sentia-se como um pássaro enjaulado, privado de voar pelos céus da sua paixão pela música.
Um dia, porém, ao assistir um concerto ao ar livre, viu um jovem músico tocando violão com uma paixão avassaladora. A música fluía dele como um rio selvagem, inundando o ambiente com emoção e beleza.

Naquele momento, Miguel percebeu que ainda havia vida pulsando em suas veias, que seus sonhos não estavam mortos, apenas adormecidos. Foi como se uma chama dentro dele fosse reavivada, e uma voz sussurrasse em seu ouvido: "Ainda há tempo. Ainda é possível viver seus sonhos."
Decidiu então retomar sua paixão pela música, mesmo que fosse apenas como um hobby. Comprou um violão, matriculou-se em aulas de música, e aos poucos, redescobriu a alegria de criar melodias e harmonias.
Naquele dia no parque, ao compartilhar sua história comigo, Miguel tinha um brilho nos olhos que há muito tempo não via. Ele me disse que, embora tenha demorado a perceber, finalmente havia escolhido viver, escolhido seguir seus sonhos, mesmo que fosse tarde.

E ali, sentado no banco do parque, com o sol se pondo no horizonte, Miguel me ensinou uma valiosa lição: nunca é tarde demais para escolher viver plenamente, para perseguir nossos sonhos com coragem e determinação.
Optei por fazer história, por não passar pela vida sem deixar uma marca. Recordo as palavras de um homem: "Quando morrer, quero que minha lápide diga: ele morreu enquanto estava vivo." É paradoxal, mas muitos estão vivos apenas fisicamente, enquanto a vida real escapa entre os dedos.
Ao nascermos, deveríamos nos falar que estamos morrendo, apenas para nos lembrar da brevidade da vida, para nos impulsionar a viver intensamente, sabendo que cada momento é único e valioso.
Fazer a escolha certa não é fácil, mas quando a fazemos, sentimos a plenitude, a felicidade pela opção feita. Devemos manter o bom senso diante das inúmeras escolhas que surgem, não deixando escapar as oportunidades de sermos felizes, criando-as se necessário. A vida é o reflexo das nossas escolhas.
Hoje é um novo dia, repleto de oportunidades. Aproveite e escolha viver plenamente, escolha ser feliz.

Inserida por Marcelocorreia

⁠Aprofundidade da existênciahumana exploro de maneira poética e
provocativa. "Este livro, não seiprecisar de que ponto começa, e segue
até onde me foi possível nesse momento, com aquilo que sou e sei
chegar".

Livro : Cuidados Paliativos:A arte de viver bem até o retorno.

Inserida por NINALEEMAGALHAES

⁠⁠Não preciso dizer o que sou
⁠Não preciso divulgar o meu amor
⁠Não preciso falar o que me amargou
Muito menos, postar a minha dor
Mas...
Necessito viver o que sou
⁠Necessito compartilhar amor
Necessito enfrentar o que amargou
Apenas aprender com a dor
Porque...
Não preciso ser o que não sou, mas reconhecer como estou
Para poder conquistar o esplendor
De me ver realizador
De um sonho que me renovou.

Inserida por joseni_caminha_1

⁠Voltar-se para algo que produz repetidamente uma espécie de
conforto dá as pessoas uma falsa sensação de segurança.Conseguimos afastar a dor de não conseguirmos satisfazer as nossasnecessidades mais profundas



"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"

Inserida por RuiMiguel

⁠Hoje eu vejo como o mundo está cheio de pessoas que se dizem
“normais” e que estão julgando outras por suas atitudes diferentes.
Não percebem que, para ter equilíbrio é preciso um pouco de
insanidade.



"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"

Inserida por RuiMiguel

As coisas tem mudado em tão pouco tempo, e eu sei o que devo fazer.
Quando eu te deixo meu silêncio é porque existe um barulho explosivo dentro de mim, mas ele sempre foi barulhento o suficente para que as pessoas percebessem sem eu ter que fazer um minimo esforço.
Eu não quero te forçar a viver nada que não esteja dentro do seu coração;
Na realidade eu sei onde ir ou o que fazer na hora certa.
Se você se perder no meio do caminho, não se preocupe comigo, eu sempre sei onde ir.
Já fui abandonada, já abandonei já não é angustiante mais.

Inserida por cosmicsinger45

⁠⁠⁠⁠Nas suas cicatrizes, surgiram vívidas constelações, das suas feridas, brotaram lindas flores, composição divina, o seu próprio jardim sob as estrelas, tem sido uma fênix persistente, renascendo das suas cinzas, mostrando na fraqueza a sua força e às vezes, demonstrando a perseverança expressiva de um lobo solitário que precisou se afastar da alcateia, já sentiu um misto variável de muitas emoções entre constatações de muitos significados.

Como se estivesse fazendo parte da formação minimalista de um lindo quadro, realista e imperfeito, texturas, traços e camadas aos poucos ganhando sentindo, formas características, primorosas, momentos de ressignificações precisas, o poder da resiliência genuína em meio às imperfeições, graças a Deus e a sua sábia, distinta Providência, que está permitindo o desfrute de uma fase tão transformadora e ordeira.

O sabor do secar de lágrimas de lamentações, das compensações valiosas após as ocasiões árduas, da percepção das conquistas desde as pequenas, vivendo o agora de cada instante, os que importam de fato, evitando algumas contendas consigo e com os outros, entendendo que o viver é bem raro, o tempo não volta, por isso que é profusamente precioso, esquecer pode custar muito caro, portanto, lembrar sempre é oportuno, deve ser um lembre diário ou pelo menos, o máximo viável.

Consequentemente, não é sem motivos que o seu sorriso merece tanto apreço, sendo uma representação imensurável do seu equilíbrio, da sua notável determinação, o esplendor do seu espírito, o amor divino que fortalece o seu coração, o brilho de um renascimento contínuo que mediante a vontade do Senhor, tem insistido em brilhar, apesar de sua imperfeição, das suas instabilidades, sentindo uma grande satisfação particular, capaz de iluminar muitos olhares.

Inserida por jefferson_freitas_1

O ato de sentir é tão importante quanto o ato de pensar, não se engane, fica impossível seguir os caminhos da vida, vencer e superar desafios sem a força do coração.

A razão não dá conta do enfrentamento da vida sem a consonância das batidas do coração no mesmo sentido.

Escrita para viver.⁠

Inserida por dikson_vidal_vieira

⁠O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.

Inserida por dikson_vidal_vieira

⁠A Jornada da Existência: Um Círculo de Coragem e Renovação.

Por: Alexandre Aniz!

A existência é, desde seu princípio, um mistério intrincado e um desafio constante. Antes de sermos plenamente, já enfrentamos nossa primeira prova: a disputa silenciosa, mas feroz, pela oportunidade de existir. Nesse instante primordial, não éramos mais do que potencial. Contudo, é justamente nesse potencial que reside a centelha do que nos tornamos — uma essência que, ao vencer o caos inicial, comprova sua vocação para o desafio.

No ventre, somos uma ideia em formação. Isolados e vulneráveis, somos protegidos por um ambiente que nos prepara para o mundo, mesmo sem jamais nos dar garantias. Esse período de gestação não é apenas biológico, mas simbólico: uma metáfora para todas as vezes na vida em que precisamos nos recolher, nos fortalecer e nos moldar, antes de encarar o desconhecido.

O nascimento marca o primeiro grande rompimento. Saímos de um espaço seguro para um mundo que desconhecemos, e a dor do primeiro respiro nos ensina uma verdade irrevogável: a vida exige esforço e, muitas vezes, dor para que possamos realmente vivê-la. É curioso como a própria existência celebra esse momento com uma ambiguidade única — o alívio do choro que confirma a vida e o desconforto do novo que nos acolhe.

Crescemos, e cada etapa da infância é uma lição disfarçada de instinto. Aprender a sustentar o próprio corpo, a engatinhar, a andar, a cair e a levantar — são atos que parecem simples, mas carregam um simbolismo profundo: a resiliência natural que nos impele a tentar, sem questionar o porquê, apenas movidos pela necessidade de continuar.

Mas, ao longo da jornada, o peso do conhecimento começa a nos moldar. Aquilo que nos impulsionava sem hesitação, a inocência do desconhecido, dá lugar à dúvida. Compreendemos a dimensão da queda, a dor do fracasso, e a consciência da opinião alheia começa a projetar sombras sobre nossas decisões. Tornamo-nos, aos poucos, reféns de nossos próprios medos, de nossas incertezas, e da ideia de que somos definidos por aquilo que os outros veem.

A grande lição da maturidade, então, é resgatar a pureza da coragem que nos fazia seguir adiante na infância. É aceitar que o mundo nunca será plenamente compreendido, que o desconhecido sempre estará presente, mas que a vida não acontece na certeza. Ela floresce, sim, na tensão entre o medo e a coragem.

Enfrentar a solidão da existência é um ato inevitável, mas não um fardo. É, na verdade, uma celebração da liberdade que nos é concedida: nascemos sozinhos, partiremos sozinhos, mas, entre esses dois extremos, temos a chance de construir conexões, legados e significados que transcendem nossa individualidade.

Se as palavras do mundo externo nos ferem, cabe a nós decidir como reagir. O julgamento pode ser uma lâmina ou uma ferramenta — e o poder de escolha está em nossas mãos. No entanto, mais do que isso, está em nossas mãos a decisão de viver plenamente, não como uma concessão ao que é esperado de nós, mas como um ato de afirmação do que realmente somos.

Ao final de tudo, a vida não é uma linha reta, mas um círculo. Retornamos à fragilidade do início, mas agora com o peso da experiência. E é nessa fragilidade que reconhecemos a essência do viver: não é o acúmulo de conquistas que nos define, mas a coragem de existir, de enfrentar o ciclo contínuo de desafios e renascimentos.

A vida, portanto, é um convite irrecusável à transformação. É o ato contínuo de nos tornarmos, não algo perfeito, mas algo pleno. E, no final, o que permanece não é o que conquistamos, mas a intensidade com que ousamos viver, amar, criar e transformar.

Inserida por Aniz

⁠O que é viver, senão perguntar?
Um ciclo sem fim, um eco a vibrar.
Porque vivemos? Porque existimos?
Será o destino, ou passos perdidos?
Será que vivo, ou apenas respiro?
Será que sou mais do que o pó que retiro?
Há uma palavra para explicar tal dor?
Ou o silêncio responde com mais rigor?
Será que Deus guarda a resposta em segredo,
Ou somos nós presos no mesmo enredo?
Porque vivo, se um dia vou partir?
Porque morro, se ainda quero sentir?
Porque e porque… a pergunta persiste,
Na busca do sentido que nunca desiste.
Viver é dúvida, morrer é certeza,
Entre os dois, resta-nos só a beleza.

Inserida por Matetentaluma

⁠A Essência das Conexões Verdadeiras

As escolhas que fazemos revelam o que valorizamos e determinam quem atraímos para nossas vidas. Quando permitimos que interesses egoístas guiem nossas decisões, construímos relações frágeis, sustentadas por expectativas de troca e não por afinidades autênticas. Ao medir o valor do outro pelo que ele pode oferecer materialmente, privamo-nos da vivência plena — aquela que reside no respeito mútuo, na compreensão e no amor desinteressado.

O verdadeiro significado da vida não está em acumular bens, mas em cultivar laços que nos nutrem e nos completam. Enquanto enxergarmos o próximo apenas como um meio para alcançar nossos próprios fins, jamais conheceremos a profundidade das relações baseadas na essência, no ser, e não no ter.

É preciso coragem para mudar esse filtro. Deixar de lado o desejo pelo efêmero e abraçar o eterno: a troca genuína, o cuidado mútuo e a presença verdadeira. Somente então compreenderemos que a vida não é sobre o que possuímos, mas sobre quem caminha conosco, mesmo quando nada temos a oferecer além de nós mesmos.

"Quando o interesse é egoísta, o vazio é certo; mas quando a escolha é pelo outro, o que se constrói é a eternidade de um encontro verdadeiro."

Inserida por Aniz

⁠Sem palavras

Meu amor, queria que existissem
Palavras para descrever
O tanto que te amo
E o quanto quero contigo viver
Em você encontrei o amor
Também a paixão
E aquela sensação
Que aquece o coração
Você me mostrou o que é amar
Mas não sei demonstrar
De forma alguma em meu falar
O quanto é incrível a ti se apaixonar
Eu acho que é você
A melhor pessoa que conheci
E que fez eu me sentir
Como uma nuvem a subir
Meu amor, você me deixa sem palavras
eu amo você!!!

Inserida por PabloAfonso

⁠Não tema a minha intensidade! Sou calmaria, e as vezes tempestade

Não me entrego pela metade, busco a plenitude do que sinto

Em cada detalhe, cada fragmento, busco a expressão da beleza.

Exploradora das profundezas, busco o que é real, pois só a essência me basta,

A verdadeira intimidade, onde as almas realmente se entrelaçam,

Rejeito as relações líquidas, que se esvaem como areia,

Quero a firmeza do abraço que resiste, e fica por mais tempo.

O tempo não é o que conta, mas a essência do momento,

Cada instante, um tesouro, um ecoar infinito do que foi,

O inesquecível se constrói na qualidade do tempo juntos,

Das marcas na memória, um legado de carinho dado e recebido.

Seletiva, pois prefiro ser o tipo de lembrança que perdura, e diferença que se faz,

Pois quando eu partir, quero que as boas memórias sejam o que fica,

Pois viver é mais que existir, é ser, é amar, deixar partir,

Com intensidade, me *despediço* em cada brisa, mesmo que forte, talvez por medo, mas vou, com medo mesmo.

Sim despediço. Neste momento, escolho essa vivência intensa. Uma forma de existir que valoriza o agora, mesmo com incertezas e vulnerabilidades.

Entrega total à existência: de abraçar o presente com coragem e intensidade, mesmo frente às incertezas, como um manifesto de que existir é mais do que simplesmente passar pelo tempo.

É sentir, ser sentido, deixar marcas e, acima de tudo, honrar a própria essência, permitindo-se ser plena, verdadeira, sem máscaras e parte inseparável do fluxo infinito da vida.

Diferente de sempre, optei por experienciar a vida. Viver!

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Inserida por AbigailAquino

⁠Que Venham Mais Sextas-Feiras 13

Enquanto você fica em casa hoje, alimentando sua histeria,
temendo encontrar um gatinho na esquina,
Com medo de viver a vida...
Eu tô indo caminhar na praia, ou na rua ou na praça
Eu tô indo celebrar a vida, ao invés de delegar ao azar o controle de minhas decisões.

Me desculpe se fui grossa mas, sinceramente –Diminua as tenções!
É que eu tô cansada de mediocridade...

E que venham mais sextas-feiras 13
Se eu apenas estiver viva, já serei grata, e viverei minha vida sem maiores preocupações.

Não ficarei intimidada;
Não por uma simples data;
Não por superstições;
Pode ficar em casa. Só não me impeça de ir à praia, na rua, ou na praça.
Me deixe viver a vida sem maiores preocupações.

Inserida por Elizabethamorim

⁠Nunca!
Jamais, vimos movimentos populares,
em pequena ou grande escala, sejam manifestações ou passeatas em que saia
no lucro a população.
A estes, distribuem só, e apenas, as migalhas!
E desafio me provarem ao contrário.
Tudo é ilusão!!!
A grande miragem que está imersa o povo.

Inserida por dalainilton

Os melhores

O melhor encontro é com o seu eu.
A melhor palavra é a que acolhe.
O melhor caminho é o que traz reflexões.
A melhor conquista é a que exige esforços.
O melhor amigo é o que defende de longe.
A melhor alegria é a compartilhada.
O melhor momento é o hoje, é o ontem, é o sempre.
Viver é uma dádiva. Viva o seu melhor!

Inserida por TATISISA