Textos sobre Família
É tão frustrante saber que você tem tudo. Família, amigos, e ambos tem um amor incondicional por você.
A parte frustrante é justamente você sentir inúmeras vezes na semana que você está sozinho e que não tem ninguém, e de repente o inverno fica mais frio que parece, e você se vê encolhido sobre a cama apertando seu travesseiro, sem poder sentir o cheiro que a solidão exala, pois suas narinas estão entupidas de catarro que sobe do seu pulmão, e ao se encolher mais um pouquinho, você acha que pode ter um derrame, de tão acelerado que seu coração bate. Sim, é frustrante ter tudo, e às vezes sentir que o tudo é nada.
Caminhar com Maria, é chegar a Jesus!
Maria, passa na frente da minha família! Vai resolvendo todos os problemas, apagando as tristezas, livrando-nos dos perigos, afastando-nos do pecado, dando alívio nas dores.
Ter Maria como Mãe, ser fiel a ela é certeza de céu!
edite lima , Outubro /2016
a família é a melhor coisa do mundo!
e isso nem precisa pensar!
nem se pensa em um segundo!
foram feitos para alegrar!
o meu coração bate muito fundo
para ver vocês se juntar!
e as menores lembranças,
são as que ficam para a vida inteira!
para a vida das crianças
é tudo uma brincadeira!
tenho esperanças,
de que eles vão fazer parte da minha vida eternamente!
sempre sorridentes!
contem com a gente,
quando precisar.
quando estou doente
vocês vão me ajudar
quer saber ,vou dar um presente,
para te agradar,
com certeza
esse poema quero te dar!
vozes de criança no quintal
minha família são fantasmas em minhas palavras
Deus vai operar em mim um milagre, disse ela
o maldito começou e não usou anestesia
dói o corpo, a alma, todos os dias
poesias baratas em tua cama
espalho meu corpo sem fazer drama
falso dilema expressando minha dubiedade
ato corajoso tentar minha piedade
aqui pergunto: é produto inteiro ou é fruto de falsas caridades?
19:42
dois em dois
passando, um por um.
lave as mãos e saia do meu poema
escrevo com carvão teu nome em minhas pernas
para depois apagar sem pena.
Carlo Lagos
www.facebook.com/fatosempalavras
Que Deus cubra de amor a ti e sua família,
Que dê conforto e entendimento necessário para que a dor da perda se transforme em um até breve, que o conforto tome os seus corações e os deixem aliviados pois a missão foi cumprida, que o entendimento que os planos de Deus são perfeitos e duram para sempre, somos cidadãos celestiais na terra, não cidadãos da terra com princípios celestiais, dessa maneira ele só voltou pra casa e nos aguarda.
Deus abençoe cada um e os façam fortes, como exemplo de amor a Deus e que todos enxerguem a obediência da vontade suprema do Pai em sua própria serenidade!
O menino voltou a ser criança, essa hora está na presença do pai, sem dor, com um sorriso largo no rosto, aliviado, sem culpa e sem mácula! E tudo que se faz novo! E que o melhor ciclo se inicie, o da eternidade...
Eu...
Venho de uma família de mulheres que tem premonições,
que prestam atenção nas suas intuições
e tem o sexto sentido mais forte que a lógica.
Venho da barriga de uma mulher que acredita em Deus
e em milagres, que me ensinou que o
anjo da guarda me protegerá mais que um exército.
Ainda procuro uma réstia de luz e calor
em um dia de inverno para me energizar.
Ainda ando descalça para sentir a terra em meus pés
e levanto a cabeça para o céu nas noites de lua cheia e estrelas.
E, mais que tudo, faço questão de olhar nos olhos de quem está falando e tento ver a áurea.
Acreditem: eu confio no que vejo!
Era uma vez uma menina, uma menina comum, com uma vida comum, de hábitos comuns, com uma família comum. Ela acreditava que sua vida sempre caminharia no mesmo ritmo. Acho que na verdade, a menina comum tinha medo, medo de ousar.
Sabe quando você tem a opção de viver perigosamente? Dar aquela acelerada e sentir o vento no rosto? Mas o receio da menina era perder o controle e nunca mais ter sua vida comum de volta.
As vezes nós somos assim também, temos medo de tirar o véu que cobre a nossa visão, medo de nos perder no caminho e isso faz de nós pessoas tão comuns quanto aquela menina.
E ela viveu com receios, sem muita ousadia, literalmente sua vida era um mar sem ondas, um mar sem rosas, ela nem planejava suas coisas, pois os dias eram sempre tão iguais. Com o mesmo aroma, o mesmo sabor, o mesmo som...
Essa menina não vivia, ela apenas sobrevivia à esses dias monotonos.
Mas um dia alguma coisa mudou, algo incomum aconteceu e ela, coitadinha, resolveu pisar fora da linha de sua existência comum.
Pobre garota!
Não sabia o monstro que a espreitava lá fora, só esperando um passo em falso para devora-la.
Ela abriu a porta e ousou sair. E ela se acovardou e tentou voltar para sua existência insignificante, mas era tarde demais. Uma vez lá fora, era impossível voltar para sua realidade comum sem mudar algo no seu interior.
E aquilo que ela mais temia aconteceu, pela primeira vez ela tocou o céu e gostou do que sentiu.
O céu era bonito, o céu era bom. Um pedaço do paraíso antes escondido pela sua vida corriqueira, e esse céu lhe foi apresentado por imensos olhos profundos, olhos de menino assustado, tão escuros quando uma noite sem luar. E ela não teve medo, ao contrário do que diziam, não doeu em nada, ela bebeu coragem e quis ir mais além.
Até hoje alguns se perguntam, como ela mergulhou naquelas águas escuras? Ela tinha medo de águas profundas e aqueles olhos era uma perdição para pessoas covardes.
E ela mudou...
E garota já não era tão comum assim, seus olhos tinham um brilho diferente e o sorriso se tornou uma visita constante. Um novo sentimento brotou em seu pequeno peito, tão acostumado a sentimentos comuns. O mundo presenciou ali o fantástico nascimento do Amor, eles se tornaram irmãos, inseparáveis e ele mostrou a ela uma nova vida, com novas perspectivas, novos rumos e caminhos diferentes a serem percorridos.
E naquele ânsia de andar por todas as veredas a menina se libertou, matou o comum e se redescobriu mais plena, mais capaz, mais feliz. Modificou completamente a sua vida e abraçou tão forte o dono do seu coração que já não conseguia mais saber quem era ele e quem era ela...
Dizem que essa história ainda não acabou, que a cada amanhecer os dois ainda escrevem um trecho de suas vidas à duas mãos, tentando dar um final feliz para esse sonho.
Hoje sua vida já não é mais um rio calmo, um mar sem ondas, porém tem rosas. Ela segue saindo e entrando em tempestades furiosas, mas se alegra a cada arco íris que encontra no fim de suas tormentas.
Se isso a incomoda? Nem um pouco!
Quando cansada é só mergulhar mais uma vez naqueles olhos profundos que a encantou, tocar seu rosto com ternura, dar um sorriso, segurar bem forte a sua mão e ter a certeza de que nunca voltará de onde saiu, nunca será uma menina comum, pois o amor a capacitou a ser alguém especial e essencial para outras vidas.
Pedaços de madeira como filho,
Quintal como casa,
Família imaginária,
Professores e alunos de mentirinha,
Bonecas inertes como brinquedo,
Pano na cabeça como cabelo
Ou por que não chicletes como aparelho dentário?.
Interessante pensar como era
Meu olhar de criança, como podia ter tanta imaginação e ficar horas brincando de ser alguém ou até mesmo brincar q um pedaço de madeira poderia ser um bebê.
E bom lembrar de uma época, onde não existia maldade na mente pura de uma criança, nem mesmo respostas tão difíceis e muitas vezes inaceitáveis...
Cronica da familia.
Olhei aquele rosto triste, sombrio e puxei assunto: que aconteceu? há é que o pai de um amigo meu morreu e estou indo no velório, era novo acho que tinha sua idade, estava alegre em casa cuidando do jardim e tomando um Whisky com gelo de repente pow caiu. Sofreu um ataque cardíaco, mas já tinha problemas de saúde era hipertenso, tinha diabetes e já retirado a vesícula. Naquele momento sentei no banco, meu rosto fechou e, eu que fiquei sombrio ai veio a pergunta, que foi, você o conhecia também?. respondi: não, é que estou tomando um Whisky com gelo, cuidando do jardim, sou hipertenso, tenho diabetes e já tirei a vesicula.
Deus, Senhor e Criador de todas as coisas, também quiseste ter uma Mãe, um Lar, uma Família e então te fizeste Filho: o Verbo Divino se fez carne e veio habitar entre nós.
Endereço escolhido: nosso coração.
Tempo de estada: pra sempre.
Data prevista de chegada: 25/12
(mas a partir de hoje, a qualquer momento,
após nossa confirmação).
Chegará trazido pela Mãe, Maria!
Procura-se vaga.
Todo dia é tempo para aquele "Sim" generoso!
Minha vontade é de SER merecedor da graça de ter uma família maravilhosa, uma esposa que edifica a casa e me proporciona alegrias e virtudes, filhos que enche o meu coração de amor. Cristo além de me salvar, me agracia com a VIDA plena! Obrigado Senhor por seu amor por mim.
Por mais que tenho desafios, não importo, tenho meu porto seguro, meu lar! Não quero e não vou ficar só me preocupando com o TER, quero muito mais SER! SER um bom pai, SER um bom filho, SER um bom marido, SER um bom irmão e SER um bom amigo. Não preocupo com as opiniões de pessoas frustradas ou mal amandas, pelo contrário, quero SER um instrumento de DEUS na VIDA destas; quero SER a ponte que de alguma forma as leve para o caminho da amizade, do respeito, do perdão e do amor fraterno. Quero SER para meus filhos referência, que mesmo com tantas falhas, eles possam ver algo no meu SER, que os deixem orgulhosos, quero SER lembrado; Quero SER pelo menos para uma pessoa que seja, um bom exemplo. Que de alguma forma Eu possa falar de Cristo e o coração desta pessoa possa se tornar um pouco melhor.
Quero TER, mais quero muito mais SER, e SER EU.
Eu venci porque
Eu venci pois eu quis vencer
Minha família acreditou na minha vitória
Meu Deus não desistiu da minha vida
Amigos também me estenderam a mão
Corri atrás
Sorri
Sofri
Gritei
Amei
Aprendi
Venci porque quis, sim
Se mereci, não sei
Mas sempre fiz tudo com intensidade
Com verdade
Com amor
Venci pois foi uma escolha minha
Não dos outros
A verdadeira família para mim é aquela que nos aceita da forma que somos, independentemente do sangue que corre em nossas veias, ela nos acolhe. Essa família, mesmo não aceitando os caminhos que seguimos, decide nos apoiar assim mesmo. Ter uma família é a certeza de um amor por toda vida.
Família é uma parte que faz toda à diferença em minha vida.
Santidade começa em família.
Se o pai ama, o pai ensina.
Se a mãe ama, a mãe semeia sabedoria.
Se o filho ama, o filho traz perseverança.
Se a família se odeia, a família semeia dor.
Sejamos assim: a base do ensinamento, da sabedoria e da perseverança!
Ensinando anunciamos, sabendo, perseveramos... E assim vivemos o projeto de Sermos Santos!
Dia do Amigo
Convencido pela família, Carlinhos concordou em doar o sangue para a amiguinha Verinha. À medida que o sangue passava dele para ela, ele derramava, silenciosamente, lágrimas. Preocupado, o médico perguntou-lhe: Por que chora, Carlinhos? − Porque sei que vou morrer quando meu sangue acabar! O médico explicou-lhe por que ele não iria morrer; e Carlinhos, entre lágrimas, sorriu – esse é o gesto da verdadeira amizade.
Acredito na família.
Acredito no destino.
Acredito que possa se distrair um momento e perder uma vida,
Acredito que o passado não determina o futuro.
Acredito que as pessoas que você ama são sua vida,
que há coisas pelas quais vale a pena lutar.
Acredito que todos devem ter a liberdade de amar,
de formar uma familia,
de não ter medo de ser quem são.
Acredito no amor...
Acredito mesmo.
EXÍLIO
O canto da parede é sua casa
Os rascunhos ao chão, são sua família
A cama é uma vizinha chata
Que belo lugar seria.
Talvez fosse por um tempo
Ou nunca foi em tempo algum
Nada ali existiu, só o tempo
Que lhe recitava um poema por dia.
O silêncio é água e as palavras alimento
A boca se cala para poder ouvir a vida
Que passa suave, lentamente com o vento
Tentando alegrar-se com a cicatriz de uma velha ferida.
Cotidiano
Minha luta é todo dia
Luto pelos meus sonhos
E por minha família
Meu sonho é conhecer o mundo
E fugir desse mundo imundo,
Mais sei que minha família
É meu porto seguro.
A vida é tão incerta
Quanto a meteorologia
Tudo que faço não me arrependo
transformo em poesia
Posso errar
Posso cair
posso até errar novamente
Mais vou me levantar,
Vivendo e aprendendo
E seguindo em frente.
Minha família sempre foi humilde. Lembro-me que meus primeiros passos foram no chão "vermelhão" onde me via refletida. Observava desde pequena o empenho daquela mulher brava que passava horas na enceradeira deixando o chão brilhando.
Minha mãe é um exemplo de força!
A casa era pequena, de madeira, com um quintal grande e uma goiabeira que eu amava me pendurar. Certa vez desabei da goiabeira. Fixei os pés em um dos galhos e comecei a cantar Roberto Carlos. O galho quebrou e eu fui cantando para o chão. Me ralei toda e cantei até o fim; mas também, tinha medo dos seus galhos quando fazia alguma "arte". Era a primeira coisa que minha mãe pegava: a varinha para dar nas pernas. Já fui para o parquinho da primeira infância com vergões. Eu não era fácil.
Quando eu sabia que tinha feito algo errado, me escondia atrás da casa. Como se não houvesse amanhã, esperava passar a braveza da mãe para escapar da varinha, ou fazia desenhos com declarações de amor para amolecer o coração daquela mulher...
Quando a noite caía, meu pai sentava na área da frente e me ensinava a contar estrelas... Meu pai é um poeta calado que nunca escreveu ou declamou seus poemas. Eu o entendo. Olhávamos o céu juntos e de fundo eu ouvia a vinheta do Jornal Nacional.
Em dias de faxina, minha mãe colocava os discos do Roberto Carlos, (eu sabia todas), Abba, Altemar Dutra, Júlio Iglesias, que até hoje sei de cor a sequência das faixas. Fora os sucessos dos anos 80 num disco de coletânea. Era sensacional!
Sozinha, com o socador de alho (que pegava escondido), eu cantava no fundo do quintal. Criava as próprias coreografias, tinha público e tudo. (Imaginário, claro!).
Eu imitava meus pais porque nas missas e casamentos os via cantando juntos. Observava aquelas pessoas que os abraçavam no final dos eventos. Eu sorria e achava lindo! (...)
Memórias, delicadezas do tempo. Sou nostálgica e me alegro ao sentir tanto amor nessas lembranças. Tanta coisa aconteceu depois disso...
Gosto imenso de bordar detalhes. A beleza da vida se encontra naquilo que o tempo nunca apaga. Eterniza.
Eu tive uma infância feliz...
Família
Sempre fui a pessoa que acendia o fogo
Agora o fogo e a brasa sobrava para eles,
Ou sobrevoava sobre minha ferida alma
Que não amava, vivia avoada.
Como era criança para me tocar!
Que até as frutas da cozinha ouviam o silêncio soar
E cresci para um frio incêndio tornar
De um poema ou pomar do que foi um dia meu lar.
