Textos sobre a Morte
SE BEBER, NÃO DIRIJA!!!!!
NA CHUVA E NA GAROA,
A MORTE NÃO PERDOA.
"Nas curvas, nas esquinas
Tu pensas que dominas
Tua possante carruagem.
Confiante e ébrio aceleras
Arrogante, as regras desprezas
Antecipando a última viagem.
Ligeiramente, tonto, deveras,
Saltita sobre crateras
Que horror a tua imagem.
Manobras imperfeitas
Freadas mal feitas
Quiçá, a derradeira ultrapassagem."
(Juares de Marcos Jardim)
Vou defender até a morte meu ponto de vista, minhas ideias e meus conceitos.
Não sou contra nenhuma pessoa, e sim contra pensamentos retrógrados e cheios de dogmas.
Estou me lapidando e conforme o tempo passa vou acertando ou errando, mas é um caminho do qual fiz a escolha, e o entendimento é individual, a verdade é absoluta do ponto de vista pessoal. Que cada um ache a sua.
Caráter se faz com sabedoria
Em busca de um local para morar após a morte de seus pais, Izabela deparou no jornal com uma boa oferta. Um apartamento no tamanho que ela queria, e por um preço que ela podia pagar. Achou que era o ideal. Afinal, São Paulo não é fácil.
Foi em busca.
O bairro era longe de tudo, mas parecia ser seguro e com boa qualidade de vida. Avistou o prédio do endereço achado no jornal. Não era muito bonito, mas tinha uma aparência imponente, embora não muito conservado. Ficava no alto, distanciado dos demais e com uma grande área verde que se estendia abaixo. Tocou a campainha e foi atendida por um senhor já de alguma idade, que a interpelou com um sorriso. Mais algumas pessoas estavam por ali. Parecia ser uma reunião. Pensando bem, em um ‘Hall’ de entrada não seria bem apropriado para reuniões. Mas quem sabe.
O senhor austero e formal, perguntou sobre o motivo de sua visita. Ela explicou.
O homem então com uma certa rudeza ao falar, lhe disse que aquele prédio não admitia qualquer um para ali morar. Izabela ficou boquiaberta olhando para as pessoas que se calaram e a olhavam como um ser extraterrestre. O cavalheiro continuou dizendo, que aquela era uma reunião informal de condomínio, e era justamente para tratar desse assunto, já que alguns proprietários, ou por mudar-se para outra cidade, ou mesmo por morte, colocaram a venda seus imóveis. E como o prédio sempre primou pela superior linhagem de seus habitantes, estava sendo estudada uma forma de impedir que qualquer pessoa, que só por ter dinheiro para pagar, viesse ali residir. Porque, segundo ele, não é o dinheiro que faz uma pessoa ser importante, mas seu berço. E complementando seu monólogo discriminativo perguntou quem era ela, quem era sua família, de onde vinha e o que fazia.
Izabela respirou fundo e sem responder de imediato sua pergunta, falou: e os senhores quem são? Quem sabe descendentes dos marinheiros que vieram com os descobridores nas naus de Espanha ou Portugal. Ou talvez dos colonizadores enviados pelos Reis diretamente das prisões da Holanda, França e Inglaterra para encher a nova colônia e esvaziar seus calabouços? Porque pela cor de sua pele, igual a minha, não podem ter em suas veias o sangue nobre dos reis e príncipes das tribos de Angola e arredores, trazidos pelos navios negreiros, enganados e à força, para servirem de escravos a alguns que de superiores só tinham a arrogância. E se neste prédio só tem pessoas como os senhores, eu me retiro. Vou em busca de algum outro imóvel, quem sabe na periferia, porque nobreza, senhores, não está no título de Condessa do qual sou herdeira por direito, vindo de uma milenar tradição dos castelos da Itália, e que por certo me daria a condição de aqui morar. Mas sim, em meu caráter que não admite tal discriminação.
Dizendo isso, Izabela girou nos elegantes saltos altos, e saiu por onde entrou.
Pedaços Feitos
Dá morte se faz poesia
e dá desgraça, humor!
Quando de dia digo "Bom Dia"
A noite reclamo de dor.
Dá raiva nasce o ódio e do ódio outrora o amor.
Amamos porque odiamos e odiamos porque amamos, em uma vertente de vasos
Vermelhos com furor.
Sorria diz ciclano, escuta a ti mesmo diz beltrano, mas e eu do que me chamo?
Um galho mal colocado pode apagar um fogo recém criado.
E assim se segue a linha do tempo no afluente de um rio nunca transbordado.
TRIBUTO À MORTE
Oh! Morte.
Sublime morte!
Indelével e suprema morte
Quantos te admiram?
Poucos.
Quantos temem a ti?
Muitos.
Incansável e sedenta morte
Tua fuga é a paz de muitos
Tua presença o cansaço de alguns
Tua indiferença é o sofrimento de ambos.
Oh! Amarga e adorada morte!
Tu és a majestade sobre a vida
A imperfeição do perfeito viver
A tormenta que traz calmaria.
Em ti tudo se aplaca,
Se acalma, tem fim.
Oh! Doce e temível morte!
És tu grandiosa e imensurável
Caridosa e malévola.
Sem ti existe a vida insólita
Sem a vida a tua existência
Estamos sempre a esperar-te
Mesmo quando não esperamos.
De ti ninguém escapa
Mas muitos fogem de ti
Oh vida amargurada vida!
Desgraçada e efêmera vida!
Ainda assim, Mais amada e desejada
Que a indelével e eterna morte.
Minha morte
E chegada a hora da partida, mas não é uma partida qualquer, daquelas que se possa voltar, essa é diferente é daquelas que ninguém quê embarca, para a terra da morte eu não tenho outra escolha, a não ser se conformar com meu destino é chegada a hora de me despedir fechar meus olhos e ir..
A morte não é, e nunca será a maior perda de nossas vidas, a maior perda de nossas vidas é o que morre dentro de nós enquanto estamos vivos.
A morte ainda é um dos maiores mistérios da vida. É inevitável nos questionarmos o porquê de termos que nos despedir de alguém que amamos, ou mesmo temer o nosso próprio fim.
Há, no entanto, milhões de possibilidades de lidarmos e refletirmos a morte não apenas como um momento unicamente de dor, mas como parte incontornável da vida. Quem sabe, pensando e aprendendo sobre esse implacável acontecimento, podemos encará-lo de forma mais corajosa.
Felizes seremos e sábio teremos sido se a morte, quando vier, não nos puder tirar senão a tão valiosa vida.
O mundo é dos fortes
O mundo é dos fortes,
A certeza é dos sábios,
O nunca, pertence a morte,
Há palavra de fé em meus lábios.
Vivi nessa vida,grandes momentos,
Carrego todos eles aqui dentro do peito,
De longe avisto um grande tormento,
Não posso me comportar desse jeito.
Tenho que ir avante,
Não posso jamais fraquejar,
Nessa inóspita terra de gigantes,
Há sempre tempo de recomeçar.
Amo minha mãe e meus irmãos,
Minha filha e o Bernardo,
Amo muita gente, de paixão,
Estou no olho do leopardo.
Caminhos tortuosos,
Desfiladeiros, precipícios,
Pensamentos sinuosos,
Meu martírio, meu suplício.
Suplício da incerteza,
De uma dúvida e do acaso,
Das idéias sem clareza,
Do arrependimento em atraso.
O tempo é senhor,
Nossas atitudes,meros servos,
Ainda dá tempo para o amor,
Saia desse caminho inverso.
Lourival Alves
Morte
O que dizer sobre a morte?
Desde pequenos sabemos que um dia ela vem, sem razão ou um porque plausível mas vem...seja natural, por doença ou violência ela vem e sempre dói, machuca, entristece....seja qual for a crença ou dogma, a morte assusta, impacta e aterroriza...Talvez porque signifique o fim de tudo que não se viveu e que quando estava vivo também não viveu...É muita espera, a chegada de um momento como se tivéssemos carta vitalícia, vida eterna...mas aqui em carne e osso não temos e o tempo corre apressado, vivemos em pressa, que não sentimos nem as pessoas e nem os sentimentos...tudo no automático e de pressa...Aí a morte chega sem avisar obviamente e tudo se desmorona, quem culpado vira inocente, as pessoas se lembram que amam, fazem homenagens, declaração de amor e uma lista infinitas de atitudes que poderiam tomar quando o outro estava vivo, disponível...Tem gente que morre junto, se entrega a um luto sem fim, que anestesia e adoece e parece que no fundo carrega uma culpa, um peso, de que poderia ter amado mais, feito mais...porém o tempo não volta, ele segue e se culpar não alivia, pesa...precisamos aprender e não é fácil como tudo na vida, pois fácil é morrer...de que não existe isso de "ah deveria te feito mais ou diferente"...Não, você fez o que fazer com o que tinha pra fazer e tudo bem!!
A gente se cobra por muito por situações que não estão em nossas mãos controlar e precisamos um dia deixar o outro que morreu ir de verdade para não morremos antes da hora e nem virar zumbi!!
Viver nunca foi fácil e mais difícil é a ideia de não viver...mas ninguém é semente, uma hora vem e sem avisar...Então aproveitemos a oportunidade de viver e aprender!!
Pacto
Grita minha alma.
Chora meu espírito.
Maldito e miserável, sou eu.
Dar-me a morte, pois eu não vivo sem minha amada.
Fuja, meu amor,
Mas antes, dar-me a morte.
Meu espírito sente angústia mortal.
Toma teu coração, e foge de minha face.
Mas antes, dar-me a morte.
Afasta-te de mim, meu amor,
Eu não posso ser por ti amado.
Por isso, imploro,
dar-me a morte.
20 40 60 anos, uma hora a morte bate em sua porta.
Futebol aos domingos, baile as sextas, maquiagem aos sábados, unha nas segundas, tantos quando se entra no hospital não é algo que se arrependeu algo que se possa voltar atrás.
Como um conta gotas de um soro sua vida pingando ao fim, passa pela cabeça se a alguém que lembra de mim.
A vida que sempre foi sua pra fazer o que bem entender agora depende de outros que tem dúvidas do que tem que fazer.
Uma hora está mal clamando por ajuda, sedado agora ninguém lembra da sua luta, não escrevemos no prontuário o que fez ou deixou de fazer não importa quantos ajudou ou quantos na sua mão deixou de morrer, não vemos sua cor ou sua profissão, se é polícia ou ladrão, aqui não é jogo de criança.
Aqui é onde a ciência termina e começa a fé, porque não décimos se estará conosco no próximo plantão
Vejamos ....
Se nossos profissionais da saúde devem estar no front(linha de frente) da morte lutando em defesa da vidae correm o risco de sucumbirem no cumprimento de seus deveres, porque os delinquentes, assassinos estupradores, traficantes,meliantes e bandidos de todas as espécies não podem morrer no cumprimento de vossas penas atribuídas judicialmente pelos nossos magistrados!
Nunca mais chega -
Nunca mais chega ...
Venha a morte! Venha!
Leve em suas mãos a ânfora
de silêncio com as visceras da vida ...
Traga o meu destino suspenso
nos lábios e a minha noite como
um manto sobre os ombros ...
Venha desprovida e ambiciosa
com vontade de mim!
Semeie no intimo fundo da minh'Alma
a vontade de morrer ...
Arranque do meu peito este espinho
venenoso que é viver...
Nunca mais chega ...
Venha a morte! Venha!
Quando a morte quer vida
Minha tristeza é profunda.
Minha angústia é presente.
Desgosto, desprazer, a morte que inunda.
A força bruta que muito se sente.
O oposto renasce.
Floresce.
Acorda.
Não é oscilação.
Nem tampouco confusão.
Parece desentendimento de amar.
Comportamento bipolar.
Não.
Não.
Bem mais intenso.
Batalha.
Guerra.
Luta.
Embate.
Duelo entre a vida e morte.
Um paralelo da esperança e o desencanto, desencontro.
E vem um anseio.
Mudar o mundo.
Opinar perante a sociedade.
Meditando.
Por vezes na força.
Na coragem.
Perspicácia.
Capacidade.
Será.
Onde está esse rei.
Sua coroa é desafiante.
Ser.
Nascer.
Viver.
Quando a morte persegue de forma radiante.
Bem.
O sepulcro convida.
Eu me nego.
Já disse que verei a glória.
Enterro a morte.
Lanço a sorte.
E a vida.
Esperança.
Vitória.
Giovane Silva Santos
Como um sábio falou “a morte não passa de um estágio”, comprando com um jogo, a morte é o nível final que todos vamos alcançar, pode ser um pouco cruel, mas é a pura verdade.
Não entendo o motivo de viver esperando algo certo, o medo de arriscar a própria vida, o pior que pode acontecer a nos mesmos é termos uma morte dolorosa. Mais uma coisa que não podemos fazer ou que devemos evitar é magoar aqueles a nossa volta, as pessoas mais queridas e amadas. Não sabemos quando vamos morrer, então não faça algo que pode se arrepender.
Sei que a morte é uma chama
E a vida é uma dama
Que estamos prestes a perder
Qual terrível é o destino
Que jaz a vida de um menino
Que não sabe o que é viver.
Menino dessa vida eu sou.
A ela nunca irei entender
O desconhecido me comove
E com agrado me remove
Minha sina de sofrer
Sei que a morte é uma chama
E a vida é um drama
Estamos prestes a morrer
Qual terrível é o destino
Que jaz a vida de um menino
Que não sabe o que é viver
O conhecimento apaixona
E nele o homem desmorona
Não é de sua natureza descobrir
E nessa busca incensante.
Nessa dor constante
Chega sua hora de partir
Sei que a morte é uma dama
E a vida é uma chama
E que o ego acaba aqui
Que o destino crava fundo
Que o tempo leva o mundo
E que o homem custa a sorri.
Morte, heroína do fim
Em meu lar, uma cobra
Rastejando humilde e lenta
Arrastando um rato e sua sobra
Rato que, pela própria vida, não lamenta
A solidão da vida
Carregava sua carcaça já decomposta
Facilitando apenas sua ida
Acompanhada da morte feliz e disposta
Salvação que chegara no lar
Onde uma deplorável mente morava
Sozinha e sem lugar
Enquanto com o fim caminhava
A terra não é suja como a nossa vida
E vocês tratam a morte como se ela fosse algo ruim.
Mas ela não é.
A Nossa vida aqui que é ruim.
A morte é só a despedida desta vida insone
Balda e degregada
E o que dói
Não foi em quem morre ou parte
Dói em quem fica.
A morte não é ruim porque a saudades
e o egoísmo existem.
Quando todos partirem,
Não espero que nenhum de vocês volte,
Muito menos espero voltar também.
Deixem a vida para trás, para baixo e para a Terra.
Deixe a vida para os animais que realmente a merecem.
A morte é a sustentabilidade da vida pelo seu inverso
tentando restabelecer a ordem
deste mundo quase perdido.
O Homem é humos
E não precisa ser mais.
Já plantou uma semente no corpo para ver como nasce?
O homem é melhor que esterco só isso.
Não conheço outro jeito de salvar o mundo
Se não, não estando aqui.
Volte também
Ao título deste poema
Não insista
A Vida não é sobre nós.
www.jessicaiancoski.com
A morte traz com si esse "peso extra";
Pesa o corpo, os olhos, as energias, os pensamentos...
como se o dia a dia já não fosse pesado, ela vem somando,
faz nós pensarmos na nossa própria, que às vezes parece que nunca acontecerá. Nisso, nós humanos, somos apegados (ô).
O CORPO
Não venho dizer como sentir, mas da forma como vemos ela.
Seria lindo se o final de cada ciclo de vida, fosse comemorado pelo que se passou e não o que vai passar (independendo da crença).
E esse desapego só se dá enquanto vivos. Pulando, abraçando, dançando, rindo e fazendo rir, compartilhando amor, comida, música, arte, beijos, sentindo o sol, tendo gratidão!
O sentires não se dosa e nem deve ser comparado, vem de cada um, cada história, os caminhos e as cicatrizes.
De servo a salvador
Ele se humilhou e tornou-se obediente até o ponto da morte, até a morte da cruz. - Filipenses 2: 8
Escritura de hoje : Filipenses 2: 5-11
Alguns estudiosos da Bíblia acreditam que Filipenses 2: 6-11 pode ter sido parte de um hino cristão primitivo. Os crentes louvaram o Filho de Deus porque Ele “não se fez reputação” (v.7) e escolheu deixar de lado Seus próprios direitos e privilégios para se tornar um homem. Não é qualquer homem, mas um servo humilde. Como homem, Jesus se entregou para ser assassinado como criminoso em uma prisão romana. Quão alto Ele estava, e quão baixo Ele veio!
No entanto, veja o que os primeiros cristãos cantaram. Eles louvaram a Jesus Cristo, que um dia será reconhecido por todos como Senhor e Rei, e reinará em glorioso triunfo (v.11).
Um cartão de Natal de alguns anos atrás capturou a verdade desse hino e a ironia do que Jesus fez. Na frente do cartão havia uma montagem de muitos reis e ditadores que apareceram ao longo da história: Alexandre, o Grande, Júlio César, Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler, Vladimir Lenin. A legenda na frente do cartão dizia: "A história está cheia de homens que seriam deuses". Então, por dentro, estavam as palavras: "Mas apenas um Deus que seria homem".
Ainda cantamos e adoramos a Deus que se tornou um servo para se tornar nosso Salvador. Seu exemplo nos inspira a seguir Seus passos, morrer para si mesmo e servir as necessidades dos outros. —HWR
Refletir e orar
Ele se humilhou, nosso grande Deus e rei,
humilhou-se, de Jesus nós cantamos;
Ele se humilhou, ele era um servo.
Ele morreu na cruz por você e por mim. - Fitzhugh
Em Cristo, Deus velou Sua divindade para servir e salvar a humanidade. Haddon W. Robinson
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