Textos sobre a Morte

Cerca de 4750 textos sobre a Morte

⁠O Sol do Amor profundo
que gloriosamente venceu
a Morte se ergueu
e iluminou a minha cidade,
Páscoa tem sabor de chocolate,
de oração e de Humanidade

Ainda nesta manhã fria
e silenciosa em Rodeio,
o meu coração agradece
por tudo o quê o Senhor
nos deu sem receios e por inteiro.

No meio do Médio Vale do Itajaí
aqui se escreve poesias
com o coro da passarada
e com verdades doloridas
para a utopia de um
mundo novo e em liberdade.

Assim vem se cumprindo
a poesia do nosso Médio Vale....

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A tua existência nos
une ao fio do destino,
a vida e a morte,
inscrito está o romance
e o desejo flamejante
que não têm a ver
com o senso comum
ou com o quê dizem
ser fator de sorte.

Gigante, inabalável
e imensurável,
é assim que te vejo
mesmo no oculto.

Você me pertence
no ritmo eterno
da seda do céu noturno
descida solene
sobre a Terra dando
passagem a procissão
de estrelas que
se funde ao oceano.

Na tuas mãos vestida
de Acropora speciosa
me vejo comprometida
e sem pensar em regresso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A partida física é apenas uma mudança de rota confundida com a morte.

Morremos quando deixamos de acreditar em tudo aquilo que é necessário para manter e a obter a paz.

O amor que portamos é aquilo que nos leva a iluminar onde for preciso e a única comunhão com a eternidade.

Os verdadeiros mortos são aqueles que acreditam na guerra.

Deus Forte, Santo e Imortal permaneça conosco e com
todos aqueles que amamos
onde quer que eles se encontrem.

Porque creio que o amor ensinado por Ele sempre será mais forte do que a morte.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Direitos nunca tiveram a ter direitos
O ciclo da morte não parou,
Riem e zombam deles o tempo todo.
Infernizam sem sentido e sem parar,
Outros zombam só por zombar,
A tragédia não tem mais como calar:
Os bombardeios estão a estourar.
Minhas orações só vão aumentar,
As nossas queixas ninguém vai calar,
Respostas do destino hão de crescer,
Amanhã a História pode se repetir.
Podem até tentar nos arrefecer,
A reação do destino será maior,
Liberdade e a lei existem para todos:
Errado é quem se acha o melhor.
Sem paz acham que vão dominar
Todo o mundo que já sabe de tudo,
Inventam e reinventam mentiras,
Não há ninguém que mais aguente
Aturar esta tragédia imparável.
Ver tudo isso e sem poder nada fazer,
Aumenta diariamente a minha
Indignação existencial com o poder.
Sem alma e sem coração,
Esse domínio há de acabar,
Resistir é obrigação a invocar,
Liberdade é direito a se cultivar
E ninguém jamais pode nos furtar!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sem receio de caminhar
com a minha utopia
na bagagem pelas rotas
da morte e da vida
que levem ao teu encontro,
Nunca haverei de perder
a coragem de ser eu mesma,
Porque sei só de me render
ao brilho dos seus olhos
onde está a minha pertença,
No final somente o amor
haverá de ser a única sentença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tereza de Benguela

O Rio Guaporé ainda
chora a morte da Rainha,
Sim, a História relembra
o quão tráfico ocorreu
no Quilombo do Quariterê,
Os algozes foram pela História
alagados e Tereza de Benguela
está mais viva do que nunca,
para mim e para todos nós,
neste mundo que gira veloz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Salvar os vivos

Os teus olhos têm um pouco
de morte e um pouco de vida,
um pouco de deserto e de jardim,
você nasceu perfeito para mim.

Para uns olhar para trás tem sido
mais crível do que salvar os vivos
estarei pronta ser o tal castigo
contra a tal macabra convenção.

O enamoramento com a coerência,
a paciência e a placidez fará com
que o oportunismo perca a validez.

Toco a cítara do tempo sob o poder
da razão tudo o quê há de trazer
a paz para cada coração se refazer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Arcadismo para Rodeio

Vejo o amor no Sol que nasce
que nasce no céu de Rodeio,
e a morte quando Sol se põe,
O casamento do Universo
quando o Céu se encontra aberto,
e a solidão da Lua que brinda
a nossa noite com poesia.

Vem, fuja da cidade e se permita
ter os olhos beijados pelo verde
das matas e dos arrozais,
E se deixe levar neste Arcadismo
feito para Rodeio e não queira
volta a ser o mesmo nunca mais,
você pode ser feliz e viver em paz.

Nos teus olhos encontro o amor,
a morte, o casamento e a solidão,
Podemos viver tudo na imensidão
e com o fogo perpétuo da paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠I

Existem dez degraus que
precisam ser conhecidos
para afastar o Deus da Morte
dos nossos caminhos.

Sempre que nos dividirem
entre nós e eles é o início
para tomarmos cuidado,
é o perigo avisando que
chegará por todo o lado.

Você está sendo avisado
para que o perigo real
seja de fato afastado:
depois não diga que não foi alertado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠V

Percorremos quatro degraus
de como até agora afastar
o Deus da Morte,
nem sempre a regra é ter sorte.

Aqui não somos Alices
e nem temos um coelho
para nos dar um relógio,
que muitos estão desacordados
tem sido óbvio e notório.

Para desviar do sortilégio
é preciso entender degrau por degrau,
ser solidários seja aqui
ou em Bangladesh é fundamental.

Não quero obrigar ninguém a nada,
apenas peço que não esqueçam
que temos dez degraus
para afastar o Deus da Morte
que conspira até contra saraus.

Olha, presta atenção quando
o Olimpo de papel machê
quer correr atrás de você
com os seus mandados,
ele irá patrulhar, ordenar e prender.

Eles são capazes de tudo
formalmente ou informalmente
independentemente na vida
de quem quer seja,
quando eles querem acabar
para sempre com um ou mais de um,
não põem o tempo a perder,
por isso suba estes degraus estreitos
porque está na hora de aprender.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠VII

Vem, me dá a sua mão,
subimos seis degraus
para saber como afastar
o Deus da Morte,
e faltou fôlego para explicar
direito o sexto degrau,
Não dá para deixar passar
quando alguns que regem
o mundo fazem incessantes
propagandas que dividem
brutalmente uns dos outros:
é preciso diante de tudo se ligar.

Entenda que seja em situação
de paz ou de guerra
se você for obrigado a se mudar
para uma situação ainda pior,
é porque querem te eliminar
para definitivamente a história
do livro da sua vida apagar.

Outra coisa que quero lembrar:
são dez os degraus para afastar
o intento do Deus da Morte
e daqueles que estão querendo
muito com a sua vida arrasar,
muitas das vezes sozinhos
não têm como se livrar;
e quase sempre é preciso buscar
apoio no caminho para se salvar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠IX

Para alcançar os degraus
para afastar o Deus da Morte,
Vocês nesta subida devem
ter pensado, mas que diabos
esta mulher não sabe contar?!
Sim, é claro que sei contar
do primeiro ao oitavo degrau,
na verdade estava organizando
é o meu pensamento porque
para transmitir a mensagem
que desejo é também um processo
de compreensão para alcançar
este nono degrau e depois o décimo.

Quero que vocês entendam o seguinte:
o genocídio começa pelo discurso,
nem sempre ele vem por disparo de bala,
e recomendo que vocês se apropriem
dos sinais que nem sempre são integrais
e geralmente começam parciais.

O genocídio em qualquer fase
é desprezível e sempre será
punível mesmo que não
chegue na conclusão final,
Porque uma vez aberto o frasco
de veneno do extermínio
a sociedade muito
dificilmente voltará ao normal.

(A medida mais sã para nos proteger
é nos unir contra tudo aquilo
que nos coloque num caminho brutal,
Somos dignos de ser felizes e de escolher
a mais tranquila maneira de alcançar o final).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠X

Chegamos no décimo
degrau para aprender
a afastar o Deus da Morte,
você agora sabe que
genocídio é um processo
construído que só
pode ser combatido
com todo o povo unido.

Entendam o seguinte
que o Deus da Morte
antes de matar corpos
ele mata as reputações,
para afastar o Deus da Morte
é preciso ativar as percepções.

Os enviados do Deus da Morte
são capazes de fazer muitos
acreditarem que a melhor solução
é que eles acabem até mesmo
com você e assim surgem
as reiterada fomentações
de desumanização e extermínio
até chegar no ponto das negações
que eles não fizeram nada
do que até mesmo você não tenha
em vida merecido ou agindo
como você nunca estivesse existido
ou como se nada tivesse acontecido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Continuar entre os vários
tipos de Morte de cada dia
como a Ilha Deserta
da nossa Santa Catarina.

Independente da maré ser
o forte rochedo, a coragem,
a Ressurreição e o reinício
diante de todo o desafio.

Crer que o tempo jamais
será o seu inimigo,
e tenha fé no seu caminho.

Não importa se está sozinho,
o Sol do Universo sem você
perceber guia o seu destino.
⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

nos caminhos sem fim caminhei,
com foice da morte me encontrei,
tomei como minha vida se fosse,
sem deixar o coração que no bate mais,
ou seja mais mesmo no tempo
que passa não mesma ordem
no tempo que passou,cel
não pensei que foi,
só pensei que não foi,
impulso talvez
continuo nesse mundo ate
que meu tempo acabe.

No Rito de Kor, onde adolescentes duelam até a morte, pelo direito de empunhar as armas-relíquias mais fortes, ela se recusa a lutar. Foi ordenada sua execução, no momento crucial, carrascos com armas em mãos não conseguiram o golpe fatal, o sol trouxe explosão. Quando a luz baixou, ela estava intacta e seus atacantes ao chão.
Sua sentença foi suspensa. Solaris clamavam seu nome, recebeu a espada e o escuro dos lendários guerreiros do sol e a armadura Solari Dourada como seu uniforme revela o poder enorme para que se torne a melhor suporte do LoL.

"a esperança é a ultima que morre!"
Que frase complicada, pois a primeira coisa que morre quando estamos perdidos é a esperança, mas o que nos mantem mesmo de pé é a fé, fé de que algo bom aconteça mesmo não acreditando mais nisso. pois fé é isso, esperar que algo aconteça mesmo com você não acreditando mais nisso.

Eu vejo um morto andar
Eu nao vejo um morto mija, mas sinto seu cheiro podrificar
O morto sua ou é seu proprio cheiro
Varios banhos o morto vai tomar, mas seu cheiro não vai mudar
Cheiro de morto, o morto
Que mesmo morto se mata
Conhecendo ou desconhecendo o morto
Ele é o morto que não morre
Enquanto morto sorri
Em sua propria morte chorara

Medo

Medo de ver a polícia estacionar à minha porta.
Medo de dormir à noite.
Medo de não dormir.
Medo de que o passado desperte.
Medo de que o presente alce voo.
Medo do telefone que toca no silêncio da noite.
Medo de tempestades elétricas.
Medo da faxineira que tem uma pinta no queixo!
Medo de cães que supostamente não mordem.
Medo da ansiedade!
Medo de ter que identificar o corpo de um amigo morto.
Medo de ficar sem dinheiro.
Medo de ter demais, mesmo que ninguém vá acreditar nisso.
Medo de perfis psicológicos.
Medo de me atrasar e medo de ser o primeiro a chegar.
Medo de ver a letra dos meus filhos em envelopes.
Medo de que eles morram antes de mim, e que eu me sinta culpado.
Medo de ter que morar com a minha mãe em sua velhice, e na minha.
Medo da confusão.
Medo de que este dia termine com uma nota infeliz.
Medo de acordar e ver que você partiu.
Medo de não amar e medo de não amar o bastante.
Medo de que o que amo se prove letal para aqueles que amo.
Medo da morte.
Medo de viver demais.
Medo da morte.
Já disse isso.

Ascendência

Eu, filho do caos e da isolamento,
faço deste pequeno e ínfimo verso
nascido em meu lúgubre universo,
meu último testamento.

Meus sentimentos jamais serão perdoados.
Detentores de natureza renitente,
Estes são meus pecados.

Quando elas me gritam,
meu peito dói.
Não suporto mais isso.
Quero acabar com essa dor que me destrói.

Eu, filho do amor e da exaltação,
hei de enterrar em meu túmulo
todo sentimento que em acúmulo
me levou a pecar contra meu coração.

O céu jamais se fez azul sobre minhas pestanas.
Mas quando o encaro, peço que me mate.
Que em meu túmulo se enterrem mentes insanas,
e assim como meu sangue se façam escarlate.

A constrição aumenta em meu peito.
Em meu quarto se mostra desconfortável sensação.
Recende a solidão.
E mais uma vez, a morte atavia o meu leito.

Eu, filho do rancor e da ardente paixão,
Renuncio toda dor.
Amaldiçoo todo amor
que me levou a cair em depravação.

Quando tamanho sofrimento
descera sobre minh'alma,
senti o último momento
em que me fora roubada a calma.

Abnego minha existência.
Já não sinto mais inevitável
vontade de com meu eu ser afável.
Em meu calvário se pagara a penitência.

Eu, filho do ver e da verdade,
através de meus versos encontro piedade.
Oriundo da terra, verdadeiro colo,
anuncio meu retorno ao solo.

Meus olhos, frutos da própria terra,
vis criaturas peçonhentas
que na verdade encontram tormentas,
sua Ascenção encontram na guerra.

Se ao teu ver, minha existência enfraquecida,
em meus olhos, expressão da realidade,
se encontre tamanha debilidade,
toma tua foice, ceifa a estéril vida.

Eu, filho da vida e da própria morte,
a quem rejeitara a própria sorte,
tornara-me da dor, escravo passivo.
À noite, sofredor cativo.

Quando em meu andar
eu hesitar em dar o primeiro passo,
deixe que em meu penúltimo ruflar
se desfaça esse eterno laço.

Elas, cujas lâminas marcam em meu braço
a falta de um único abraço
gritam o notar da minha ascendência.
Seu nome, depressão.