Textos sobre Humanidade
"DEUS desculpe nossa humanidade, porque fazemos de Ti uma ponte sobre o abismo que criamos com nossas próprias mãos, e que ao atravessarmos por sobre ela, nosso ego se eleva numa segurança erronia tão extensa que achamos conforto nas palavras que dizemos, mas nossas mãos estão tão sujas desse abismo para podermos nos agarrar aos parapeitos das atitudes que tivemos."
Muitas vezes, é por causa dos homens que se dizem "BALUARTES DA FÉ" que a humanidade se afasta cada vez mais dos princípios da humildade, da não violência, da solidariedade e do perdão pregados por Jesus Cristo, o homem que revolucionou a história da humanidade sem julgar, sem ferir e sem humilhar ninguém.
E enquanto a humanidade avança com progressos em ciência e tecnologias, nossas vidas a cada dia se reduzem à meras futilidades, o que, em um futuro bem próximo, culminará em um final triste e doloroso. A Terra paga o preço pelo consumismo humano. Não há melhor maneira de autodestruição, do que destruir nosso próprio habitat.
A humanidade é tão corrompida por suas próprias convicções mesquinhas e ridículas que, hoje, se você disser um "ai" qualquer, tome cuidado, pode ser um ato preconceituoso. Ninguém mais se enxerga no espelho, as pessoas só vêem o que o "mundo" determina, como se distorcesse a nossa imagem própria na de outras pessoas.
A humanidade de modo geral está cometendo essa enorme gafe, ao pensar que manifestar a raiva e inveja (patologia) é ser autêntico, como estourar com os outros, tratar mal o próximo, estragar festas e reuniões, rejeitar o estudo e trabalho, enfim realizar tudo o que é desordem - pois esse tipo de conduta cria toda esécie de enfermidade mental.
A humanidade está vivendo uma das mais fundamentais mudanças de sua história - uma mudança na atual estrutura de crenças da sociedade ocidental. Nenhum poder econômico, político ou militar pode ser comparado com o poder de mudança da mente. Mudando deliberadamente as suas imagens da realidade, as pessoas estão transformando o mundo.
É fundamental que a humanidade conscientize que o elemento chamado de material, a Terra, os Sóis e as Galáxias têm uma existência limitada - e um dia deixarão de existir para sempre, permanecendo os seres humanos dentro da energética do Ser Divino, milhões de vezes superior a tudo o que houve.
A humanidade está caminhando numa fila Índiana onde carregamos duas bolsas, uma na frente e outra atrás; na bolsa da frente se encontra todas as nossas qualidades e na outra todos os nossos defeitos. E sempre quando olhamos para álguem que está na nossa frente vemos todos os seus defeitos e esquecemos que também a pessoas lá trás que estão olhando os nossos defeitos.
Quando um cidadão nega direitos mínimos inerentes a humanidade, direitos para humanos, seja ao miserável de rua ou ao traidor da pátria, nega-se não apenas e tão somente a própria existência e sobrevivência mas o próprio sentido de humanidade; nenhum cidadão está isento do banco dos réus, sentamos diariamente nesse posto de diversas maneiras, a nossa própria pele também clama por dignidade...
Assim a humanidade está a caminhar : ansiedade em pleno ar, a multidão quer falação, mas na hora de escutar, dizem estar sem tempo de esperar, ou com a bateria do celular a fracassar, ou até mesmo precisam se afastar para evacuar. Não adianta uma pessoa ter boa lábia, e não saber escutar para ser sábia.
Ao contrário do que se acredita, a ameaça à humanidade não virá do espaço através de uma invasão alienígena inesperada. Ela vai sendo introduzida quase imperceptivelmente por quem já está entre nós, estendendo sutilmente sua rede de poder bem nas barbas de uma massa acomodada e conivente que, no momento do golpe final, se apresentará como seus primeiros adeptos e, ao longo do tempo, como principal força de sustentação.
O efeito-manada é um dos males que mais assolam a humanidade, e pelo qual tantas ignomínias são praticadas. Os vultos que mudaram o curso da história surgiram por conta de ideias solitárias transformadas em gigantescas alavancas em vez de bandeiras, e é isso que difere um gênio autêntico do mero fabricante de ideias atrás de prestígio e dinheiro, antes de um legado à posteridade.
A partir da conectividade mundial instantânea e de fácil acesso, uma grande parcela da humanidade – acreditando ter-se tornado mais autêntica – perdeu a noção do limite entre público e privado, expondo pelas mídias suas pústulas, mazelas e infortúnios como se a todos precisassem ser reportados. Ainda que andar nu seja natural e salutar, a sociedade não vê com bons olhos que o façamos livremente. Da mesma forma há que se ter preservada a linha divisória entre nossos rostos – que pertence ao público – e a intimidade, que só a cada um diz respeito.
Tomam-se ideologias de esquerda ou direita como guardiões dos ideais mais nobres da humanidade, quando na verdade passam por ali atores de todo tipo que não só esquecem rapidamente do que os levou até elas como desmentem com seu exemplo as ideias que supostamente os teriam inspirado. A única escolha que jamais nos decepcionará será sempre a bandeira da honra e da licitude em lugar das flutuantes e voláteis ideologias dos fanáticos, pois que não fica sujeita às correntes de ar que as jogam a todo momento de um lado para outro.
A nossa humanidade atinge sua expressão mais alta no ato de dar. Tornamos-nos pessoas valiosas quando damos o que nos é possível: um sorriso, um aperto de mão, um beijo, um abraço, uma palavra de afeto, um presente, uma ajuda ou parte da nossa vida para o outro. Exatamente isso que o mestre fez quando veio aqui na terra. Ele se deu em favor de nós por amor e graça divina.
A visão bíblica nos mostra que precisamos voltar para a nossa humanidade e ver que corre sangue em nossa veia. Precisamos enxergar a realidade de quem somos: pessoas que passam rápido pela vida humana. Quanto mais tecnológico menos ser humano seremos na vida e menos perceberemos que a vida é um relâmpago. Menos perceberemos que o valor maior da vida é Deus e não o terreno. Salomão nos chama a atenção para esta realidade!.
Não é verdade que a Paz apareça como prioridade no processo de busca da humanidade como um todo. Há sempre aquelas pessoas cujas vidas, de tão vazias, as acostumaram de tal forma à adrenalina do inferno que, quando conseguem escapar dele em algum momento, não poupam esforços para achar o caminho de volta de modo a não sucumbir ao tédio.
Pelo dinheiro a humanidade segue lutando, transgredindo, corrompendo e banalizando, Em um País completamente laico não se faz obrigatório ao indivíduo a religiosidade, o “Deus seja louvado” em notas de reais, o crucifixo na sala do julgamento. Emancipação, laicidade é liberdade é exclusão; ainda que sejamos alienados.
Deus é a maior obra da humanidade. O Diabo é a maior obra de Deus, segundo o homem. A Bíblia é a maior combinação de causas dos deuses imaginários e mitológicos. Pelas causas e obras o humano corrompe Deus e o Diabo, a bíblia por si só se corrompe. O Diabo vive bem as custas da fraqueza humana tendo um Deus como fiel parceiro. Esses valores criacionistas: Deus, Diabo e Bíblia domesticam e conduzem o homem a rituais ilusórios e ofegantes, onde é cerceada a sua liberdade entre o céu e o inferno. Mesmo tendo ele criado tudo a seu bel prazer.
O paradoxo “Deus está morto” representa o declínio da humanidade, mais de 2.000 mil anos de inverdades que construíram uma sociedade meramente fanática, onde o amor, a liberdade, a compaixão estão oprimidos. O bem está morto. A morte de Deus na humanidade é um fato com a promessa da ressurreição fadada a uma utopia para a plena felicidade.
