Textos Reflexivos sobre Casamento

Cerca de 81388 textos Reflexivos sobre Casamento

⁠Eu não sei de nada
Queria entender
O que existe pra ser eterno
Nunca é maior que uma nuvem
Que a paisagem na lembrança
Não, não entendo esta vida
A alegria fingida de dia
Da alma que acorda rasgada
O olhar que se fecha e divaga
Veneno cortante
De flecha zunindo
Esse ar que se rarefaz
Senta, sente assim
Cada gargalhada, cada passo
O sereno cansaço
Só pressa é quem cumpre a promessa
Aquilo que destoa
É coisa à toa que não vale a pena
Resta a alma ensimesmada
O chorar só pra si
Seu sorriso às avessas
A colheita da escolha fria
Plena, pequena, perfeita, vazia.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Eternamente.

Está tudo na balança
O passo do universo
Dança entre o concreto e o aço
Arquiteta espaço entre as estrelas
Exatidão termina
Onde germina a escolha
e recomeça na colheita
É preciso olhar a casa
Alguns instantes, dentro
Antes de abrir as janelas
Toda vela içada
Há de soprar pra todos
O seu vento ou não devido
Sem ruido ou pressa
Aos pássaros, eternamente
O céu nosso de cada dia
Sem nenhuma garantia que é de sol
Não importa quantos cravos há
Sempre haverá mais rosas
Ela nascerá mais linda
Às roupas no varal
Um pouco mais de Sol te resta
E se ajeita, ainda
Pra toda dúvida, uma incerteza
Migalhas no caminho
Nunca vão fazer ninguém voltar
Muda a estação, folhas vivas
Pra morte, o facão
O tempo, o vento e o chão
Uma fase vivida, o momento
Pra qualquer quase vida,
a diária desistência
Igualmente contrária
Resistente, existe
Se houvesse algum pranto escondido
Assim permanecesse
Cada coisa em seu lugar
Quando a palavra
Que apesar
De repetidas vezes repetida
De repente
Ela não for ouvida
Grita mais alto a dor devida
Ao tenor, o contralto
O verso ao avesso
Uma grande verdade apenas
Partida em milhões
de mentiras pequenas
Em cada cor, a parcela de luz que lhe cabe
À escuridão, a vela
À vela, o vento.
A lição que te cabe, aprendida
Não dá pra entender quantas outras
Nunca tomaremos tento
Isso, é só Deus que sabe.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Tenho medo de esquecer
de tanta coisa que devia
simplesmente e eternamente
estarem mortas na lembrança
Tenho medo de abrir a porta
tenho medo de não ter mais forças
para prosseguir remando
há muito navego sozinho
carrego e suporto tanta angústia
que outros não carregariam
nem em bando
e as ondas continuam tentando
me jogar por contra as rochas
Vejo tochas acesas na praia
é fogo que ilumina as vistas
daqueles que desejam muito
me ver pelas costas
e aplaudir minha derrota
minha vida não vale ao menos
uma nota de rodapé
num roto jornal que ninguém lê
eu tinha medo da solidão
mas há muito o perdi
tive medo da ingratidão
mas vivendo sozinho aprendi
que é preciso ainda suportar
as provas
pois sei que o vento
há de apenas desgastar-me
e não trazer-me forças novas
meu naufrágio é questão de tempo
mas ninguém pode
nem ao menos deseja
navegar comigo ou por mim
pois então que seja assim
na verdade eu acho, agora
que não existe mais em mim
qualquer medo
eu acho que estou curioso
em saber o que haverá
depois do fim

Inserida por edsonricardopaiva

Qual é o Sentido da Vida?
E o propósito da eterna busca
Pela Luz, que quando alcançada
Há de ofuscar a vista
Por que a Eterna necessidade
Em buscar uma verdade
Que o coração impressione
Por mais que você questione
A vida sempre será
Uma infinita questão
Sem resposta ou solução
Apesar dessa natureza
De a gente sempre encontrar
Uma certeza duvidosa
Não há coração que guarde
Pra sempre com o mesmo frescor
Resposta obtida ontem
Para a pergunta de amanhã
Pensamentos isolados
Trazem respostas Malsãs
Sempre urge inserir novos dados
Extrair a raiz quadrada
Fazer novas apostas e buscar
Respostas
Que não conduzem
À nada
Nada haverá ao final da Jornada
Se na base da equação
Não for adicionada
A propriedade que há em tudo
E deveria fazer saber
Que todas as coisas
Sempre necessitarão
Através de comunhão
Ser divididas e fazer
Todas as pessoas
realmente se sentirem
Amadas em igual medida.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Eu sei que o seu dedo anelar está despido do circulo sem o começo nem fim que representa a eternidade de sentimentos, quero ocupar esse dedinho com um anel para servir de elo emocional entre nós até efectivarmos uma aliança que representa a imensidão do amor que sentimos um pelo outro.
Esta é apenas uma etapa: Queres ser minha noiva?
Amanhã vais mostrar-me o dedo bem marcado para poder então definitivamente chamar-te "MEU AMOR"

Inserida por venanciochipala

⁠Não faça da empresa uma morada eterna. Um dia o proprietário do ambiente irá pedir a chave da casa de volta e irá despedir aquele que morava nela.
Lembre-se sempre; essa nossa estadia aqui é provisória. Então, aprenda o necessário para Desenvolvimento e crescimento profissional aqui, para que quando o dono da casa pedir a chave, você já tenha um rumo traçado a seguir, uma profissão a realizar em outro lugar.

"Por mais que seja bom o ambiente de trabalho, NAO SE ACOMODE!"

Inserida por diogo_santos_10

Salvação e Eternidade

Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem.
Nietzsche denomina {...} o cristianismo como uma grande maldição, {...} em que também a igreja pratica o parasitismo, contra a saúde beleza e bem estar. Ocorre a decadência dos planos divinos quando se submetem as mentiras e verdades e consequentemente a decadência humana. Pronuncia-se a condenação ao cristianismo na perspectiva de Nietzsche.
O homem que pensa muito em poder deve de pensar como Deus para ser dado aqui também como homem religioso. Lutero nas suas rebeldias e condenações ao papado e nas suas teses nas quais se pretende a moral religiosa é ao mesmo tempo um moralista para si mesmo, tido como homem religioso que alimenta seu próprio espetáculo.
Vejamos também a possibilidade de encantamento com as verdades: salvação e eternidade, associando-as a Nietzsche, são percebidas no desejo do homem cristão, porém são mentiras teológicas na pretensão do domínio supremo do ser aliciado pelos conceitos dogmáticos. O homem que se comporta religiosamente correto é um homem que pensa muito em si e às vezes alimenta seu próprio egoísmo.
A nobreza é o cúmulo do egocentrismo percebido no poder do rei e da rainha, no cidadão de sangue religioso, na concepção da existência de Deus todo onipotente. O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade. O cristianismo é uma maravilha da cultura ao mesmo tempo em que Nietzsche conceitua como praga da humanidade, tem-se aqui também como uma luxuosidade dos deuses gregos. Deuses gregos são os vícios da Nobreza e o pecado da avareza.
A nobreza dada ao homem perverso é o fruto do atraso da humanidade, o conceito de nobreza eleva o poder egocêntrico, esse poder do nobre homem, Deus, rei e rainha massificam, oprimem e julgam a si e a plebe, porém ambos apoiados em Deus não necessariamente existente, por fim a nobreza inventou a salvação e a eternidade e para esses processos se utilizam de Deus.

Inserida por amaurivalim

A vida cotidiana
Cada vida é eterna com sabedoria,
O conhecimento na caverna transforma,
Com medo constrói uma cena cativando alegrias,
Com tranquilidade deixa a pena para olhar, lá fora!

Falam que louco parece;
Fazem pouco do que acontece, na vida;
Pedem trouco de felicidade na despedida;
O que louco parece quando sensível com a vida?

Pensam amar no mar de coisas da vida.
Calam quando amar mostra a imperfeição;
Na eufórica canção amar é festa,
Na dramática visão amar é tolo.

Eterna é a vida que ama com alegria;
Cansada, ferida, triste...
Na caverna caída a escravidão fica livre,
A cena do medo destruída frente ao belo teatro.
Sensível e insensitivel na despedida caminham separados.
Essa é a lei, da doce amarga vida!

Inserida por desfragmentador

⁠A vida é uma eterna viagem...
Cheia de roteiros e paisagens.
As vezes chegamos atrasados,
outras vezes adiantados...
Muitas vezes pagamos caro, e não aproveitamos, outras vezes vamos de graça e tudo amamos...
Uma viagem cheia de caminhos, com pessoas, lugares e espinhos...
Viajar não é uma escolha, você é obrigado ir, mesmo que seja sozinho...

Inserida por DeverliOliveira

⁠LUSTRO FUSCO
Porque será que tem que ser assim
O que era eterno vai chegando ao fim
E as culpas recíprocas têm mão só
Sem compreensão que desate o nó
Com poeira em cima do que ali brilhou
Tardia faxina que já expirou
Disputas tolas em tudo complica
Que coisa estranha no vazio que fica
Se n'algum tempo tudo foi tão pleno
Duro aprendizado: plano terreno!

Inserida por alfredo_bochi_brum

O Poeta não morre, viver eternamente através de suas palavras

O Poeta eterniza-se quando deixa gravada sua passagem pelo mundo através de sua escrita, contribuindo de forma positiva na construção de outros pensamentos.
Muitos não terão a oportunidade de ver essas sementes brotarem, mas sua essência permanecerá através do que escreveu para sempre na eternidade.
É exatamente por esse motivo que aproveito para deixa o muito do pouquinho de mim por onde quer que eu passe, através de minhas palavras fruto da experiência e do olhar que tive em ralação a vida na minha passagem pelo mundo.

Inserida por AdmilsonNascSantana

⁠Saber de tudo não era a primeira questão para Sócrates, mas continua eternamente na estrada do saber porque é isso que nos engrandece diante da vida. Nesse sentido, quanto mais se sabe mais entusiasmado fica por entender que ainda há muita coisa para se aprender. Isso é vida!
O verdadeiro sábio quanto mais se aprofunda no saber conhecer se rende alegremente diante de tudo que ainda tem por aprender.

Inserida por AdmilsonNascSantana

" Os dias passam...
As horas passam...
Quase tudo passa...
Menos você...
Você é eterna...
Como as ondas do mar...
Você é única...
Como o sol é a lua...
Você é meu amor...
Jamais passará...
Passarão as nuvens...
Os anos...
A vida...
Mas nosso amor...
Não...ele continuará...
No sorriso de uma criança...
Que o passará adiante...
Mantendo eterno...
O amor."💕

Inserida por KadudaFreitas

⁠Prometemos eternidade com lábios feitos de vento.
Corpos que se desfazem no tempo sonham com o sempre,
como se a areia pudesse segurar o mar.
Mas é na brevidade que mora a liberdade.
Quando aceitamos a morte como vizinha,
a vida deixa de ser prisão e vira dança.
Ser é ser por instantes —
e isso não é pouco, é tudo.
Pois quem abraça o efêmero
conhece a eternidade que cabe num agora.

Inserida por IsaacRamoan

⁠A verdadeira arte
é vida expressiva e pulsante,
atemporal, sentimentos que se repetem,
eterniza aquilo que é essencial,
constantes emoções,
diversos significados
de dinstintas percepções,
às vezes, é enigmática,intriga a mente
assim como a Mona lisa de "da Vinti"
que gerações transcende,
destarte, aquela supera
as estatísticas artisticamente.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠É muito admirável
a capacidade de eternizar
a frugalidade de vidas breves
num lindo quadro com cores ricas,
onde a vivacidade prevalece,
então, de uma maneira singela,
a arte vivifica, assim, a mente agradece,
o poeta logo se inspira,
causa uma sensação que enriquece
aqueles que a admiram.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Sobre o alicerce eterno, o Infinito firmou meus passos outrora trêmulos, conferindo aos meus lábios um cântico que nunca antes ecoara. Este gesto, nascido das profundezas do divino, desperta nos corações que o contemplam um misto de reverência e confiança imortal na fonte suprema de toda existência. Feliz é aquele que deposita sua esperança no Inefável, pois sua recompensa não se limita aos aplausos fugazes do mundo, mas repousa no eterno galardão que transcende a matéria e o tempo.

Os juízos humanos, frágeis e transitórios, desmoronam frente à majestade do olhar divino. Minha essência encontra morada na eternidade, enquanto o eco da minha antiga condição ressoa como um hino vivo à compaixão insondável do Altíssimo. Aquilo que antes se via como ruína e fracasso revelou-se, sob a sombra de Suas asas, como um campo fértil onde a vida irrompeu em flores imortais. Cada fio da trama da minha existência foi tecido por Suas mãos imaculadas, e no grande livro das vitórias, um espaço singular foi reservado para mim, fruto de Sua graça insondável.

Mas não é aqui, no plano terreno, que repousa meu verdadeiro prêmio. O mais grandioso tesouro não se encontra nas conquistas de agora, mas nas alturas eternas, onde o abraço do Criador aguarda no desfecho da jornada. O ápice da existência é a certeza indestrutível de que meu nome está gravado, de forma perpétua e luminosa, no Livro da Vida. Quando os portais da glória se abrirem, o chamado divino ecoará como uma melodia que jamais cessará, conduzindo-me ao coral eterno, onde as vozes dos redimidos se unem em louvor infinito.

Na eternidade, entoarei o cântico sagrado: Santo, Santo, Santo. E este será o prelúdio de um encontro que nenhuma palavra pode descrever, o momento sublime em que o Mestre me envolverá em Seu abraço eterno. É esse o anseio que pulsa em minha alma: o instante em que o tempo se curvará à eternidade, e toda a criação se reunirá em adoração ao Inefável.

Minha esperança repousa no infinito, na promessa que não falha, no abraço que há de vir. Aleluia.

Inserida por mauriciojr

Lápide


[...] o silêncio eterno
abraçou-me,
e o que parecia o fim,
é só o começo
de uma grande jornada.
Aqui tudo é uma eterna
evolução, involução...
indefinidamente.
o tempo e o espaço
deixaram de existir.
A morte e o inferno
nunca exististiram,
é só uma ideia subjetiva
da mente humana.
Não há nada a temer.

Inserida por PensadorPoetaGG

ESTRELAS MORREM

Pela lei divina
Não somos eternos
Somos seres mortais
Morremos
Iguais às estrelas
Todos saem de cena
Por explosões internas
A máquina humana para
Iguais às estrelas
Do nascer da vida
Aos mistérios da morte
Fenômeno
Entre a criação e a destruição
Super novas, já era.
Iguais às estrelas
Seres solitários
Em um mundo carente
Povos agonizantes
Iguais às estrelas
Somos iguais
Partículas
Forças titânicas
Que nos tornam
Isso que somos!

Inserida por yonnemoreno


Sob um céu onde o tempo se desfaz,
Duas almas encontram o eterno compasso.
Na dança macabra entre a vida e a morte,
Se entrelaçam, desafiando o corte.

Os ecos de um juramento sagrado,
Ressoam nas criptas onde o silêncio é guardado.
Nem o frio do mármore, nem o peso do chão,
Pode deter a ardente união.

Eles caminham entre o limiar sombrio,
Sombras e luz fundem seu brilho.
E em cada suspiro, em cada tormento,
Renascem, imortais, em doce sofrimento.

Quando o véu da mortalha cobre seus olhos,
Ainda assim, suas almas, eternos escolhos,
Se encontram, se tocam, se tornam um só,
Num amor que o cosmos nunca destrói.

As estrelas podem cair e o mundo ruir,
Mas na vastidão do além irão insistir,
Porque mesmo diante do abismo e seu poder,
Essas almas juraram nunca se perder.

Inserida por fabricio_ferreira