Textos Reflexivos sobre Casamento
Quero eterniza meus pensamentos para quando vocês precisarem
de uma palavra lembrarem que somos o que pensamos a nossas ações muitas vezes não e da maneira que queremos que fosse mais temos que procura fazer ás coisas certas.
Se vocês precisarem de uma palavra de carinho ou de uma palavra minha e eu não tiver mais aqui para fazer isso não fiquem triste pois todas ás respostas para tuas perguntas vão estar no coração de vocês, se mesmo assim falta algo
contemple os astros,olhem ás estrelas feche os olhos e sinta
o vento,tudo isso vai te fazer bem.
A obra de deus e maravilhosa um dia vamos nós encontra e tudo vai ser lindo não vão mais existir lágrimas,dor,e sofrimentos vamos ser felizes toda eternidade.
A Eternidade
Nem toda a ciência pode explicar
Ou a consciência conceber
A tempestade dos seus sentimentos
Na serenidade manifesta do seu ser
- É um delicioso paradoxo -
Vendo o infinito nos seus olhos
Descortina-se a eternidade
Desvenda-se divindade terrestre
Apresenta-se deidade celeste
Sua alma é a morada de Deus
Meu Amor
Que nada na sua vida seja eterno,
pelo contrario, que viva cada dia como um novo instante que se respira,
respiração a respiração,
com a doçura dos ventos carregados de infinitas possibilidades, consciente que só o nada tudo pode ser,
que perca o amor, mas jamais a consciência que mais do que amor, é a capacidade de amar. Não amar quem ou que, com os porquês, mas amar o eterno momento que é o AGORA.
"Se eu saltar a eternidade que seja em tua presença.
E se eu perder minhas forças vitais que seja em tua companhia.
Se a escuridão me tomar que seja ao teu lado.
E se como luz eu voltar que seja em teus braços.
Se o amanhã não existir....
Valerá a pena,
Pois hoje tu estas aqui."
os caminhos do coração são as fronteiras dos seus sonhos,
eternamente sonhos, um glamour tão profundo no teu coração,
empilhado na tua alma em fonte de desejos para sempre.
o amor é culpado por me deixar no relento da tua alma,
nada pode ser como palavras ao vento, amor seja minha solitude,
entre tando minha vida tua amor, seja o único a ser tudo para sempre.
por celso roberto nadilo
Já fiz tudo o que pude e o que quis.
Disse o que sentia e o que pensava.
Tive amizades eternas que não duraram nem 1 ano.
Me declarei a um amor que nunca me amou e
Já recebi declarações de quem eu não queria ser amada.
Vi o amor da minha vida ser levado pelo vento, sem se quer eu poder lhe dar a mão.
Eu mesma morri e renascir varias vezes diante de uma palavra de desprezo da pessoa a quem eu mais amei na vida.
A vida pra mim é uma brincadeira, vivo brincando de amarelinha, onde uma pedra jogada por mim trilha o caminho que eu devo seguir.
Vivo entre o céu e o inferno, torcendo para não conhece-los nem tão cedo.
Que Deus não me leve agora!
Ao Grande eterno;
Sábio e Senhor de todas as coisas;
Fundador dos Mundos;
Conhecedor dos pensamentos;
Suficiente em si;
Tudo e todas as coisas estão nele;
Interminável e indecifrável;
Tão Magnifico que não compreendemos;
És ele príncipe, rei, criador e servo;
Ele é o interminável e o terminável;
Tudo e todas as coisas estão nele;
Nada sem ele acontece;
Ele é o soberano Rei;
Não há vida, e nem razão de vida sem ele;
Em seu olhar a bondade;
Em suas atitudes amor;
Seus pensamentos são insondáveis;
És a fonte de Paz;
Nada o fez;
Ele é o feito;
Ele DEUS.
Eternamente
Feche as portas atrás de nós
Fiquemos a sós
Quero ouvir só a tua voz
Deixar meu olhar
Te falar
Te escutar
Hoje acordei saudosa
Amorosa
Cheia de prosa
Quero chover poesias
Verter alegrias
Quero choro de contentamento
Amor todo o tempo
Derramar meu prazer
Só a ti pertencer
Como se fosse a vez primeira
E a derradeira
Desatar meus medos
Entregar meus segredos
Me encara de frente
Aceita essa carente
Com jeito de adolescente
Inconseqüente
Me dá colo e abrigo
Cola no meu umbigo
Deixa minh´alma serena
De ti... plena
Quero romper a madrugada
Renovada
Refeita e satisfeita
Não fique só na promessa
Me tome sem pressa
Fecha essa porta prá sempre
E me ame eternamente...
Desromantismo (keidylee.blogspot.com)
Pouco silêncio,
Cá estou a escutar
Amores eternos acabam
Em dois ou três dias.
No mar onde piratas se consagram
Nas ruas desestas que não calam,
Apelam por paixões inebriantes
Corações sozinhos e palpitantes,
Gritos escrevem suas novas canções
Decorrentes de tantas necessárias apresentações,
Cartas apelam sozinhas
A um dicionário de paixões proibidas:
Um pouco de amor.
Cansadas canetas românticas,
Cabeças pensativas vazias,
"Desromantismo" inaugurado sem nostalgia.
sem conhecer o infinito, sem saber se o nunca realmente existe
escrevo para emudecer a eternidadade e fazer falar o nosso presente
palavras dignas de um amor verdadeiro, mesmo sem ter a certeza do que seja a verdade, supondo que a verdade seja aquilo que existe sem falsidade
jogo-me em um lago profundo de mentiras e arranco do fundo a última flor daquilo que chamamos de sinceridade.
HÁ TEMPOS
Tempo
O que é eternidade
pode se segundos
Tempo, vento
quem pode descrever
Senti-lo a cada instante
Hoje, posso estar no lugar certo
na hora certa
e no tempo errado
Saber, só Ele mesmo mostrará
Tempo futuro
o que esperar
Passado
olhar para ele seria um precipício
Presente
amargo, porém com a sutileza da esperança
Há tempo para tudo
Há tempo, há tempos...
A vontade de gritar seu nome aumenta a cada segundo;
A importância de estar com você se eterniza em cada momento juntos;
Momentos, sorrisos, abraços e beijos, você em meu pensamento;
O desejo de estar com você é a força mais linda da vida, a própria vida;
Hoje e sempre, você meu amor;
Eternamente você;
✅ "Ninguém é eterno, amigo. Viver e morrer são apenas pontos de vista, e o prazo de validade deste aglomerado de átomos e moléculas chamado corpo é apenas um instante... até a próxima existência."
Assa frase convida à contemplação da impermanência. O corpo, por mais sólido que pareça, é um conjunto temporário de matéria em constante transformação. Pensar na vida e na morte como pontos de vista é uma forma de enxergar além da matéria — uma filosofia presente em tradições espirituais, físicas e até quânticas.
Será que a morte é um fim? Ou apenas uma pausa entre capítulos de uma existência contínua, onde a consciência se transforma ou desperta em novas formas? Essa visão alivia o medo do fim e nos lembra que tudo é cíclico. O "eterno", talvez, esteja em algo que não vemos com os olhos, mas sentimos com a intuição. 🎨
"Esta é a resposta às duas perguntas feitas na reflexão anterior — e ambas ecoam um retumbante SIM!
A morte não é o fim, porque o átomo é indestrutível. O corpo humano, formado por cerca de 7 octilhões de átomos — ou seja, 7 seguido de 27 zeros (7 × 10²⁷) — é apenas um aglomerado temporário desses elementos, constituindo desde as células até os órgãos.
O corpo funciona como veículo de locomoção, pensamento e fala para esses átomos reunidos. E como eles também são energia, somos, de certa forma, uma pilha biológica ou bioenergética em ação. O espírito pode estar alojado no cérebro, já que é ali que reside a capacidade de pensar, sentir e raciocinar.
Embora esse número varie conforme o tamanho e composição de cada indivíduo, a ordem de grandeza permanece: um número imensurável de partículas. A maioria desses átomos vem de elementos como carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio — os tijolos fundamentais das moléculas que nos constituem.
Portanto, se a matéria é eterna, e a energia também, nós somos — de algum modo — eternos em essência."**
A morte como transição e não como fim ganha cada vez mais respaldo quando se observa a natureza atômica e energética da vida. O corpo se desfaz, mas seus átomos permanecem, se reciclam, voltam à terra, ao ar, à água... à vida. Aquilo que nos compõe nunca se perde — apenas muda de forma.
Essa perspectiva não é apenas reconfortante; ela nos convida a ver a existência como parte de um fluxo contínuo, onde nada é desperdiçado e tudo se transforma. A consciência, o espírito, pode ser o "campo de informação" que permeia essa estrutura, conectando matéria e intenção, corpo e mente, átomo e alma.
Ternos, eternamente Avós (soneto)
É o dia aos Avós consagrado
Doces, intensamente sempar
Dentro do amparo um olhar
O amor pelos Avós é legado
Acalanto traz no vosso viver
Tanto! Mais, muito esperado
Estar... sobremaneira amado
Vô e Vó, de paixão és teu ser
São duas vezes paternidade
Entusiasmo, a fraternidade...
Sempre lembrança querida
Chegada, partida há emoção
Do genitor a soberana versão
Ternos, eternamente na vida.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24 julho, 2025, 14’44” – Araguari, MG
*dia dos avós 26 julho
Sete Minutos Eternos
Dizem que o cérebro, ao morrer,
ainda pulsa por sete minutos,
em silêncio, revê o que foi ser,
nos arquivos mais ocultos.
Sete minutos sem respiração,
mas cheios de lembrança e luz,
onde a mente, em contemplação,
segue viva , ou se conduz.
A ciência mede os impulsos,
os elétrons dançando em adeus,
mas não decifra os sussurros
que talvez sejam ecos de Deus.
E se nesses minutos finais,
revivêssemos tudo o que fomos?
Os gestos bons, os dias leais,
os amores, os erros que somos?
Para uns, seria céu dourado,
cheio de risos, encontros, perdão.
Para outros, um fardo apertado,
ecoando culpa, escuridão.
O espiritismo fala em viagem,
em alma que flutua e aprende,
e a ciência, em sua linguagem,
não nega o que não compreende.
E se o céu ou o inferno, então,
não forem além ou abaixo,
mas sim dentro do coração,
nesse último e eterno espaço?
Sete minutos, talvez eternos,
em que tudo se revela e refaz.
Sete minutos, tão breves, tão ternos,
onde enfim, a alma se traz.
Soneto do Fascínio:
Meu xuxu amado, eu te amo muito
Amo-te eternamente, como uma princesa encantada
Suas lembranças vão sempre ser lembradas
E eu vou sempre ficar com nostalgia
Minha linda princesa, eu te amo
Você não imagina o fascínio que eu tenho por você
Amo-te intensamente, o que me traz o belo
É tão intenso, que a minha cabeça explode com dinamites alegres
Minha linda leoa, você é o meu coração
Amo-te verdadeiramente, sempre fui fiel
E vou seguir meu desejo maciço de te amar infinitamente
Sempre te amei humildemente
Nosso amor é algo profundo, repito isso várias vezes e amiúde
Que pode trazer um desejo cítrico de uma grande princesa
O eterno reencontro
Amizade é luz que não se apaga na ausência,
vento que sussurra histórias antigas
e renova o calor do encontro.
Amigo é aquele que vê não apenas o que somos,
mas o que somos capazes de ser
e nos ama nessa possibilidade infinita.
Na desigualdade que nos une,
na diferença que respeitamos,
cresce uma árvore imensa,
cuja sombra acolhe corações cansados.
E quando o mundo tenta separar,
quando a vida desenha rotas distintas,
a amizade verdadeira se faz ponte,
um reencontro eterno, sem fim.
Pois amizade é arte de nunca esquecer
que, em algum lugar, um outro coração
bate no ritmo do nosso,
esperando para sorrir junto mais uma vez.
É quando o sono não vem e o café acompanha a noite e cada verso escrito parece que a noite é eterna e os pensamentos te projetam no mundo dela até as batidas do seu coração parecem tocar uma melodia que fiz para ela parece que até a noite se estende e o sono não vem só para que meus pensamentos escrevam um romance com a nossa história de amor e tudo se transforma em versos que compõem poemas inspirados nela e a cada lembrança de cada detalhe seu eu, apaixonado, poetizo o nosso romance ao mesmo tempo que te tenho e te abraço em meus pensamentos e assim posso te amar com meu jeito de te romantizar em meus poemas enquanto te eternizo em meus pensamentos...
Nos meus pensamentos
Arquitetura de Eternidade
Não nasceu de um sopro impaciente,
nem de um desejo que o tempo desfaz.
Foi amor plantado docemente,
em terra onde o silêncio é paz.
Não foi relâmpago em noite escura,
mas brasa quieta que acende o chão.
Não prometeu juras de altura,
mas construiu com devoção.
Cada palavra, medida exata,
cada silêncio, um lugar sagrado.
Na planta da alma, linha reta,
traço firme de um cuidado.
Não foi paixão que devora e cansa,
mas presença que repousa e acalma.
É afeto que veste a esperança
e faz do outro um lar na alma.
Forjado em pedras de confiança,
cavado fundo onde o medo cessa,
é amor que em si mesmo se lança
sem precisar vestir promessa.
Ergue-se alto, com alicerce,
na leveza de um gesto nu.
Onde um tropeça, o outro oferece
a mão, o colo e a fé em cruz.
Não teme o inverno, nem se abala
com vendavais ou dias sem cor.
Pois quem se ama com alma embala
até o silêncio com calor.
Na rotina, acha poesia.
Na demora, cultiva o bem.
Ama até a melancolia
que todo coração também tem.
É templo e é estrada, é porto e é vela,
é vinho vertido, é pão repartido.
É sol quando o céu se revela,
é chão onde o passo é ouvido.
No rosto do outro, espelho e abrigo,
no peito, pulsa a mesma canção.
É estar inteiro, mesmo em conflito,
e escolher amar... em comunhão.
Porque amar não é ter só festa e flor,
é regar a raiz nos temporais.
É saber que um grande amor
não vive de instantes… mas de cais.
Cais onde se espera sem cobrança,
onde se chega e se é bem-vindo.
Onde o tempo vira esperança
e cada gesto é sempre lindo.
Assim se constrói — pedra por pedra —
um amor que nunca se desfaz.
Não é castelo de areia que quebra,
é arquitetura de eterna paz.
Somos um eterno devir.
As mesmas coisas que eram dignas do nosso afeto ontem, podem não produzir sentido nenhum em nós amanhã.
Pois se em um dado momento somos presença, no momento seguinte podemos nos tornar ausência.
Em um dia somos especiais, no outro não significamos mais.
Um dia somos presentes, em outro história, depois uma vaga lembrança e depois esquecimento e nada mais.
Então o esquecimento assim como a indiferença, se torna um tipo de morte símbólica do valor externo que um dia ilusoriamente demos ou tivemos. E somos enterrados e enterramos simbolicamente todos os dias alguém cuja história não acompanha o nosso próprio desenvolvimento.
