Textos reflexivos para professores que motivam a paixão pelo ensino
E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:
— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.
— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.
(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)
eu tô bem.
Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.
Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.
E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.
Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.
Mas uma hora a gente entende.
Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.
Então, sim, eu tô bem.
Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.
Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.
E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.
Eu tô bem.
E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.
Vai te gerar muita paz, não saber de muita coisa.
Não entender faz mal, mas também ensina a seguir em frente.
A gente agradece o afastamento de pessoas que te sorriem com maldade no coração e te abraçam com falsidade.
Eu sei que estou muito longe da perfeição, mas também não estou colada com o erro👉..... 👈🌝😶🌚
Quando o Coração Aprende a Escrever
Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.
Soluçam-me aves no peito.
Pranteia, Venezuela, pranteia!
Que até os rios aprenderam
a transportar o pranto
sem o devolver ao mar.
Há em ti raízes
que ninguém vê,
mas que fazem sangrar gerações.
Há em ti dias
em que a esperança
esquece o caminho do voo.
Soluçam-me aves no peito,
o mundo passa ao largo,
e a paz,
sem casa,
chora dentro das próprias asas.
Grita, Venezuela, grita,
porque só o grito —
esse órfão antigo —
acompanha quem ficou
sem chão de Mãe.
Célia Moura, Julho de 2026
Propósito ou Proposta
Todos devem aprender a diferenciar o propósito da proposta.
Proposta: Condição que se propõe para chegar a um acordo, uma nova opção, sugestão, uma oferta.
Propósito: Deliberação, resolução, decisão, desígnio, intento, objetivo, visão, sonho, meta.
A proposta fala de alternativas, opções, algo para ser acordado.
Quando uma pessoa encontra o seu propósito, não existem mais alternativas ou opções; pois o propósito é uma paixão que nos impulsiona a realizar algo relevante na vida. O propósito é aquilo que você nasceu para fazer e ser; O propósito é que nos faz sorrir; que dá aquele frio na barriga e aquela ansiedade gostosa quando pensamos nele.
O propósito é o que dá significado para nossas vidas; que dá sentindo ao nosso dia a dia e ao nosso cotidiano.
Em Mateus 4, o diabo faz uma proposta para Jesus abandonar o propósito, e a resposta de Jesus foi um sonoro NÃO!
Oportunidades são boas, algumas propostas merecem nossa reflexão, mas o propósito é insubstituível.
Precisamos ter cuidado com as propostas, pois elas podem nos levar para longe do propósito de Deus para nossas vidas.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Contratam-se Apóstolos
Atividades:
Pregar o Evangelho genuíno; ensinar a Sã Doutrina; ajudar os necessitados; cuidar e proteger o rebanho; desistir das riquezas do mundo; suportar a fome, o perigo, a espada, as traições e perdoar a todos os seus inimigos.
Requisitos:
Ser testemunha ocular da morte e ressureição de Jesus Cristo (At 1.21-22; 1º Co 9.1) e ter sido ensinado diretamente por Jesus (1º Co 11.23-26; 1º Co 15.8; Gl 1.1-24).
Plano de carreira:
Receberão o suficiente para sobreviver sem ostentações e luxos, devendo repartir qualquer excesso com os mais pobres. Fazem parte do plano de carreira crucificação, ser serrado ao meio, prisões injustas em masmorras desumanas, perseguições, calunias, exílio em idade avançada para ilhas remotas, decapitações e ser queimado em fogueiras.
Recompensa:
Vida eterna com nosso Senhor Jesus Cristo!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Hábito
O que o músico, o desenhista, o escritor, o artista, precisam aprender é assumir uma atitude. É se colocar numa postura de nada decorar memórias, de não acumular procedimentos. É começar, neste instante, o que os mestres descobrem no final das suas vidas. A segurança, a certeza que vem justamente do que estão fazendo. Fazer graciosamente é o suporte, e não o amontoar de vivências. A Vida pulsa agora, agarremos a sua cauda! A Arte é o que surge neste instante. O que devemos aprender é aprender como livrarmo-nos daquilo que aprendemos.
Há uma estranha ironia na inteligência humana: quanto mais aprendemos, menos confortáveis ficamos com a palavra certeza.
Talvez porque o conhecimento verdadeiro não nos coloque no alto de uma montanha. Ao contrário: ele nos leva até a beira de um oceano.
E, diante do oceano, até o homem mais sábio percebe o tamanho de sua pequena embarcação.
Você já reparou que a verdadeira inteligência quase sempre vem acompanhada de humildade?
Isso não é coincidência.
Quem sabe pouco pode imaginar que sabe tudo, porque ainda não caminhou o suficiente para descobrir a imensidão daquilo que ignora. É como alguém que conhece apenas uma rua e acredita compreender toda a cidade.
Mas quem estuda, quem lê, quem observa, quem duvida, quem atravessa ideias diferentes das suas começa a perceber algo desconcertante:
cada resposta abre novas perguntas.
Aprender é acender uma vela dentro de um quarto escuro.
No começo, enxergamos apenas aquilo que está perto da chama e ficamos maravilhados. Depois, quando nossos olhos se acostumam à luz, percebemos que o quarto é muito maior do que imaginávamos.
E então nasce a humildade.
Não a humildade de quem se diminui.
Mas a humildade de quem compreendeu a grandeza do desconhecido.
Talvez por isso Sócrates tenha atravessado tantos séculos associado à ideia de reconhecer a própria ignorância. A sabedoria começa quando o homem deixa de usar o conhecimento como um trono e passa a utilizá-lo como uma janela.
O arrogante transforma aquilo que sabe em muro.
O sábio transforma aquilo que sabe em porta.
Um diz:
— Eu sei.
O outro pergunta:
— O que ainda não percebi?
E talvez essa pequena diferença explique muitas das grandes tragédias humanas.
Porque pessoas excessivamente certas de si mesmas raramente escutam.
Quando alguém acredita possuir toda a verdade, já não precisa do outro. Não precisa ouvir, reconsiderar, corrigir-se ou admitir que talvez exista alguma razão do outro lado da mesa.
A certeza absoluta pode ser confortável.
Mas também pode ser uma prisão.
A inteligência verdadeira possui uma coragem diferente: a coragem de mudar de ideia.
Há uma grandeza silenciosa em alguém capaz de dizer:
“Eu estava errado.”
Poucas frases exigem tanta inteligência e tanta humildade ao mesmo tempo.
Porque mudar de opinião diante de uma evidência melhor não significa perder uma batalha. Significa escolher a verdade em vez do próprio orgulho.
Talvez seja esse um dos sinais mais bonitos da maturidade intelectual: não precisar vencer todas as discussões.
Há pessoas que entram numa conversa procurando derrotar alguém.
Outras entram procurando descobrir alguma coisa.
As primeiras colecionam adversários.
As segundas colecionam perguntas.
E perguntas, quando feitas com sinceridade, são uma das formas mais bonitas de humildade.
O universo é grande demais.
A história é longa demais.
A alma humana é misteriosa demais.
A ciência ainda possui perguntas demais.
A filosofia ainda carrega dúvidas demais.
E a própria vida, depois de milhares de anos de civilização, continua nos surpreendendo todas as manhãs.
Talvez sejamos todos estudantes caminhando por uma biblioteca infinita, segurando apenas alguns livros nas mãos.
Alguns, depois de lerem duas páginas, começam a falar como donos da biblioteca.
Outros passam a vida inteira lendo e, justamente por isso, caminham cada vez mais devagar entre as estantes.
Eles sabem que existem corredores que jamais visitarão.
Livros que jamais conseguirão abrir.
Perguntas para as quais talvez nunca encontrem resposta.
E isso não os diminui.
Isso os torna sábios.
Porque a verdadeira inteligência não é saber tudo.
É perceber a vastidão daquilo que ainda podemos aprender.
No fim, talvez o homem mais inteligente não seja aquele que termina uma conversa dizendo:
“Eu tenho certeza.”
Talvez seja aquele que ainda consegue voltar para casa levando consigo uma pergunta:
“E se eu estiver errado?”
Porque enquanto houver em nós a coragem dessa pergunta, ainda haverá espaço para aprender.
E enquanto houver espaço para aprender, haverá humildade.
Talvez a sabedoria comece exatamente aí:
quando o conhecimento deixa de nos fazer sentir maiores do que os outros e começa a nos fazer perceber o quanto ainda somos pequenos diante do mistério do mundo.
*O PAPEL DE CADA UM*
Provérbios 22:6: "Ensina a criança no caminho em que deve andar..."
Ensina quem? Os pais.
Mas hoje o que eu vejo é pai terceirizando a criação.
Manda pra escola e fala "se vira".
Aí o filho chega sem limite, sem "bom dia", sem noção.
Dá trabalho, desrespeita, desafia.
E o professor que aguente.
Professor não é pai.
Não pariu, não criou.
Professor é mestre.
Tá ali pra repartir saber, não pra corrigir falta de base.
Se a criança não respeita os pais dentro de casa, não vai respeitar o professor na sala.
A conta é simples.
Cada um no seu quadrado: pai educa, escola ensina.
_Van Escher
A História do dízimo
Antes de mais, ninguém cobra dízimos! Quando muito alguém pode ensinar que o cristão, segundo a bíblia deve dar o dízimo! Dar o dízimo não está errado. Pois o velho e o novo testamento falam do dízimo.
Dizer que o velho Testamento já passou, tá errado, pois lá porque somos salvos pela Graça, não anulamos a Lei. Antes confirmamos a Lei, pela Graça de Deus. Agora não somos salvos pelas obras da Lei. Mas somos salvos, para fazer as obras da Lei, pela fé EM JESUS CRISTO. Como é evidente entre essas obras que Deus preparou para as fazermos pela fé , por meio da Graça, está a obra do dízimo. Que o cristão dará se tiver fé para Dar. O pecado não está em dar ou não dar, mas sim se dar, sem fé. Ou se não dá, sem fé. O problema nas igrejas é fazer negócio com Deus. Isso tá errado.
Dar o dízimo, para esperar que Deus dê de volta muito mais. Se damos ou não damos, deve ser com fé. Porque o que não é com fé é pecado.
Portanto se alguém dá o dízimo deve fazer isso pela fé. Se não dá deve fazer isso pela fé. Aqui é apenas algo entre Deus e a pessoa.
Mais uma coisa na igreja ninguém obriga o crente a dar o dizimo. O crente dá de vontade própria! Ou não dá de vontade própria!
Na lógica da orbita temos varias camadas de atmosfera diferentes.
No plano de fundo aprendemos que a radiação solar é absorvida por essas camadas de atmosfera e temos camada do precioso ozônio.
Então politicas de poluição do nosso planeta verde ou era verde o azul dos mares são meros detalhes pois tambem produzem maior parte do oxigênio sendo poluição a degradação das florestas rios e mares dão outro contraste ao planeta.
As enchentes as barreiras das laterais dos rios sofrem degradação essa condição muda severamente a natureza, o entorpecimento digital tornou-se perfeito para avancar a degradação também as deepfakes e os bots humano são engrenagens da degradação. Como suas mentes sao direcionadas para vitalidade da sobreviver de subsistência floresta torna se carvão imagina 100 pessoas fazendo carvão destruição é vista do espaço, logo neste espaço vai existir gado e plantações mata nativa morre o cultivo se torna renda bruta e madeira é vendida para os maiores poluidores do mundo aonde as leis ambientais são ignorados porque as leis fragis são vistos como consumidores bilaterais.
Como fosse o receptor do crime, se não tem um receptor não um predador da natureza, os animais morrem ou são vendidos consumidos quebrado toda cadeia alimentar. Homem não compreende faz parte da cadeia alimentar e da teia ambiental , homem pode ser responsável pela sustentabilidade do planenta e também por sua extinção em massa...
Sera que super aquecimento a chegada da nova era do gelo...
É um ponto de estudo pois ja passamos por varias eras do gelos e esses estudo indica eramos por esta nesta era do gelo. Mais era industrial trouxe as máquinas e fábricas e ainda mais carros que lançamento poluição na atmosfera gigantesca as deformação na camadas da atmosfera são nitidas. Frutos da alienação são expostos nessa existência de extinção em massa, os experiências das bigs tecs transforma contraste global.
Dificilmente o planeta sera totalmente verde de novo pois o avanço da alienação afetou tanto ser humano que hoje uma eleição determinada por fakes news e deepfakes aonde autônomo ser se torna servil a IA.
As novas crônicas fora do planeta fazer colonias e parti para outra consciência.
A Ancestralidade do ensino: Como você construiu a sua árvore?
Quem te regou ? Quem você rega?
Toda árvore tem uma história. Nenhuma nasce forte por acaso. Antes de exibir uma copa exuberante, flores perfumadas e frutos generosos, ela precisou fincar raízes profundas. Assim também acontece conosco. Somos resultado das pessoas que nos ensinaram, dos lugares por onde passamos, dos afetos que recebemos e dos valores que escolhemos cultivar.
Quem ajudou na fixação das suas raízes?*
As raízes são invisíveis, mas sustentam toda a árvore. São elas que buscam a água e os sais minerais escondidos no solo, o alimento essencial para a vida. Na educação, as raízes representam nossa ancestralidade, nossos primeiros vínculos, a família, a fé, os valores, os exemplos e os ensinamentos que permanecem mesmo quando ninguém os vê.
Uma árvore com raízes frágeis dificilmente suporta as tempestades da vida.
E a sua? Foi plantada com firmeza?
Depois das raízes vem o *caule*, que cresce até se transformar em um tronco forte. O caule é o caminho. É ele quem conduz a água retirada das raízes até as folhas. Na vida, ele representa as experiências que conectam aquilo que aprendemos com aquilo que ensinamos.
Se o nosso caule educacional é fortalecido pelo conhecimento, pela ética e pela sensibilidade, ele consegue levar aos seus descendentes o melhor alimento: valores, princípios, esperança, humanidade e sabedoria.
O caule não guarda nada para si.
Ele distribui.
Assim também faz um educador.
Depois surgem os *galhos*.
À primeira vista, alguns parecem frágeis. São finos, delicados e, muitas vezes, crescem em lugares difíceis. Alguns quebram facilmente; outros resistem ao vento.
Assim somos nós.
Cada galho representa uma escolha, uma profissão, uma oportunidade, uma dificuldade superada, uma especialização, um novo caminho. Uns crescem mais rapidamente, outros precisam de mais tempo. Há galhos que florescem cedo; outros passam anos aparentemente secos até descobrirem seu verdadeiro propósito.
Nossas diferenças também moram nos galhos.
Cada um cresce em uma direção, mas todos pertencem à mesma árvore.
Então chegam as *folhas*.
Elas realizam um dos processos mais extraordinários da natureza: a fotossíntese. Recebem a luz do sol e a transformam em alimento para toda a árvore.
Na educação, as folhas simbolizam nossos propósitos.
São elas que transformam conhecimento em esperança, dificuldades em oportunidades, experiências em aprendizagem. A luz do sol representa nossos sonhos, nossos ideais, nossa energia, nossa fé, nossa clareza de propósito.
Quem vive sem propósito perde a capacidade de produzir alimento para sua própria existência.
Depois surgem as *flores*.
As flores anunciam novos tempos.
São elas que possibilitam o nascimento dos frutos.
Quais flores marcaram a sua trajetória educacional?
Quem apareceu em sua caminhada para impedir que os frutos fossem danificados antes mesmo de amadurecer?
Quem acreditou em você quando ainda era apenas um pequeno broto?
E, finalmente, chegam os *frutos*.
Os frutos carregam sementes.
São eles que perpetuam novas árvores.
Na educação, os frutos são os alunos, os filhos, os projetos, os livros, as pesquisas, os gestos de amor, as vidas transformadas.
Mas uma pergunta permanece:
*Você soube guardar bem os ensinamentos que recebeu para produzir novas árvores?*
Minha árvore começou a ser plantada na catequese.
Foi ali, em minha cidade natal, que Dona Jozina ajudou a firmar minhas primeiras raízes. Durante as aulas de catequese, ela plantou em mim a semente da fé, da esperança e do compromisso com o outro.
Em casa, minhas raízes continuaram sendo fortalecidas.
Meu pai foi um dos maiores jardineiros da minha vida. Desde cedo, ensinou-me o valor da resiliência. Lembro-me de sua á árvore, que enfrentava dias de seca, perdia o vigor, parecia sem vida... Mas bastava a chuva chegar para que ela ressurgisse completamente verde, renovada e cheia de força.
Foi com ela que aprendi que a vida também floresce depois da seca.
Na escola, encontrei muitos outros jardineiros.
Minha primeira professora, Gizeuda, ajudou a fortalecer minhas raízes com carinho e dedicação.
Meus colegas ensinaram o valor da convivência.
A cozinheira da escola mostrava, todos os dias, que alimentar também é um ato de amor. Sua merenda tinha o sabor do cuidado.
A diretora, Dona Bezinha, ensinou-me algo que nunca esqueci.
Todos os dias ela tocava o sino da escola.
Ninguém tocava aquele sino por ela.
Naquela época eu não compreendia totalmente seu significado. Hoje entendo.
Há funções que pertencem ao gestor. Há responsabilidades que não podem ser delegadas. O sino não representava autoritarismo. Representava autoridade construída pelo compromisso, pelo exemplo e pela responsabilidade de conduzir uma comunidade educativa.
Minhas raízes continuaram crescendo no Magistério.
Ali conheci grandes pensadores da educação: Piaget, Vygotsky, Wallon...
Mas foi Paulo Freire quem fortaleceu definitivamente minhas convicções pedagógicas. Com ele aprendi que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua construção. Aprendi que ninguém educa ninguém sozinho; educamo-nos em comunhão, mediados pelo mundo.
Vieram então a universidade, as especializações, os cursos, os mestres, os pesquisadores e tantos outros jardineiros que ajudaram a formar novos galhos em minha árvore.
Hoje, meus frutos florescem nas escolas por onde passo.
Eles estão em cada professora que reencontra o sentido da profissão.
Em cada estudante que acredita em seu potencial.
Em cada criança que descobre que aprender pode ser prazeroso.
Em cada oficina, palestra, formação, livro, atendimento psicopedagógico e abraço compartilhado.
São minhas meninas e meus meninos.
São professores que continuam semeando aquilo que um dia receberam.
É assim que a educação perpetua sua ancestralidade.
Por isso, nunca se esqueça de onde você veio.
Nunca abandone suas raízes.
Nunca negocie sua essência.
Eu comparo minha árvore a um *umbuzeiro*, árvore símbolo do Sertão.
Ela enfrenta o solo seco, o calor intenso, a escassez da chuva e as adversidades da vida. Mas guarda, em silêncio, reservas para resistir. Espera o tempo certo. E quando a chuva chega, sua copa se cobre de folhas verdes, flores delicadas e frutos doces, capazes de alimentar gerações.
Assim desejo ser.
Uma árvore que resiste sem endurecer.
Que ensina sem impor.
Que acolhe sem julgar.
Que floresce mesmo depois da seca.
Que transforma o pouco em abundância.
E que deixa sementes para que outras árvores continuem fazendo da educação um lugar onde vidas possam criar raízes, crescer com dignidade e oferecer frutos de esperança ao mundo.
A menina cresceu ,virou mulher...
amadureceu , aprendeu a cair e levantar...
a menina meiga , doce ... ja não existe mais...hoje já não sou mais o que fui ontem ... amanhã serei diferente do hoje...estou em constante evolução... ralei muito o joelho..agora ralo o coração... mas a gente aprende , sim a gente aprende .. ser mais madura ,mais forte ,mais segura ,mais esperta ..
Ela aprendeu a sorrir em meio ao caos..
Ela aprendeu a sorrir em meio a tristeza..
Ela aprendeu que viver cada segundo vale a pena, vale o risco...
Ela aprendeu a ser livre, ser leve, ser borboleta...
Ela aprendeu a dar valor nos pequenos detalhes...
Ela aprendeu a ser feliz por ela mesma e isso basta!
Ela aprendeu a agradecer e ser resiliência .... ela aprendeu a ter coragem de enfrentar os obstáculos de cabeça erguida e fé sempre..
Ela aprendeu que o mundo não para de girar pra que ela se conserte... e que nada fica mais fácil ou mais leve..o caminho é difícil e espinhoso..nós que precisamos não perder nossa fé nem um segundo...
Aprender!!!
Aprender que agradecer, revigora o espirito,e te traz energia,brilho proprio.
Aprender que a felicidade esta dentro de nos, e que o outro `e apenas complemento.
Que as maos, devem estar sempre abertas,e que a fe,a verdade devem ser presença constante em nossas vidas.
Que Deus `e o caminho.
Que somente nos podemos nos brindar com um poderossimo instrumento.... O Carater
Que a verdade, deve ser sempre dita.Mais `e necessaria faze-la de forma correta,com uma abordagem de forma flexivel e versatil.
Que ser flexivel,esta aberto ao dialogo, muitas vezes evita frustaçoes.
Que aceitar as pessoas como sao ,evita idealizacoes, distorçoes.
Que viver sem expectativas,`e sempre a melhor opçao.
Nao esperar nada , que nao seja de nos mesmo..
Que o equilibrio mental, traz a harmonia e a serenidade, a paz e a saude corporal.
Que estamos em constante processo de transformaçao o tempo todo,basta olhar a natureza
.Que devemos sempre fazermos a nossa reciclagem,pois necessitamos de renovaçao,crescimento espiritual.
Que devemos nos desafiar constanmente,essa tb `e uma forma de nos conhecermos
.Que erros e acertos, devem ser sempre assuimidos,mas com coragem,e aprendizados,e tendo sempre uma nova visao.
Que determinados sentimentos nao podem, e nao devem ocupar lugar dentro dos nossos coracoes, que nao seja o amor, a paz, a harmonia,pois estes ja ocupam espaços demais.
Que para ser admirado,vc precisa se amar ,se respeitar e se admirar em primeiro lugar.
Que o respeito ao outro, deve estar sempre presente.
Que tdas as respostas, para as nossas perguntas, estao dentro da gente,portanto ,silencie vc encontrara.a resposta.
Que devemos trabalhar, para ampliar o auto conhecimento,e a nossa auto estima.
Que discutir qdo as opinioes se divergem,`e perca de tempo,e desgaste emocional
Que saber aproveitar os momentos que a vida nos oferece,nos torna leve,simpaticos com a vida
Que o simples, nos traz inumeros aprendizados,e inumeras alegrias.
Que viver com satisfacao, `e um privilegio para quem sabe.
Que muitas vezes, somos surpreendidos pelos reveses,mas termos a capacidade,a sensibilidade de saber observar o que eles querem nos dizer, porque muitas vezes, a vida pode estar nos brindando com algo novo,ou te dando oportunidades de crescimento.
Que tudo que vc realmente coloca nas maos de Deus,ele te surpreende.
Aprendermos que a fe, nao `e dita,mas praticada com desapego,credibilidade,amor e muita confianca em Deus.
Que o maior instrumento transformador do universo..........`e o amor,portanto nao o banalize,.Respeite-o como tal.
Que dizer eu te amo a um ser humano, `e muito serio,portanto tenha consciencia ao falar.
Que a lealdade e a gratidao,sao elementos que jamais poderemos esquecer e ignorar.
Que falar sim ou nao,'e um aprendizado,mas devera ser feito com autenticidade e atençao.
Que levar a vida com lealdade,verdade...
Traz brilho,paz,equilibrio,harmonia....E que esse 'e o caminho.Te aproxima de Deus ,te diferencia ,Da sempre mais sentido a vida, Abre portas,Te da alegrias, vc se torna eternamente livre!!! simone vercosa
.
O tempo.!!
O tempo mostra, ensina, agrega, desagrega, transforma, adciona, subtrai, multiplica, dividi. O tempo tem inúmeras utilidades.
O tempo não para,as vezes lento, e outras veloz
O tempo não volta
O tempo traz, o tempo leva
O tempo coloca tudo no seu devido lugar
O tempo tem faces que somente ele conhece
O tempo mostra o que cada um é capaz , e tem a oferecer
O que cada um leva nas mãos, no coração
O tempo não menti, não engana,por isso o tempo é tão importante, precioso
O tempo te da maior visibilidade, conhecimento, no que vc está disposto a conhecer
Mostra grandes detalhes se observarmos, com imensos significados, basta ampliar a visão ,qdo seus abjetivos estão alinhados em si
O tempo mostra, e o universo conspira qdo há bons propositos.
Ahhh, o tempo ....Somente ele
O tempo.
Simone Vercosa
O tempo vai passando
E momentos vou vivendo
E sem querer vou aprendendo
Que ninguém é eterno.
Revivendo enumeras vezes a mesma verdade
Que o tempo só aumenta a saudade.
No final, eterno são os momentos e não as pessoas
Se não sucumbem nas distâncias,
A morte nos tratará ao rubro a verdadeira realidade
Por isso sempre que der vai e sem receio abrace
Com lágrimas ainda lembro
Desde tom intenso, até a tonalidade suave
Do barulho das ondas do mar e o guincha das aves
Do amarelo ao laranja do pôr-do-sol
E do grande vazio que sobrou
Que o tempo criou .
O ontem, ensinou-me
Hoje olho para mim no espelho
E já enxergo as rugas a se formarem
Com peso da decepção, do vazio da nostalgia
E da fragilidade da vida
Ontem, ensinou-me
Que está a vida, é linda!
Até o tempo fazer suas travessuras
Então o vazio escorrer no rosto
Com sabor do sal apimentando o gosto
O ontem, ensinou-me
Como o Eterno é lindo,
Até viver já não fazer nenhum sentido
E olhar para o abismo como a saída
Enxergar na morte a paz...
O sabor das lágrimas vem de alegrias e tristezas . As tristezas nos ensinam o caminho da alegria e do prazer de viver sentimentos opostos ,mas com a intenção de encontrarmos os nossos puros desejos ... lagrimas sejam por quaisquer motivos, depois de choradas, fazem entender que sentimentos pulsam em nossas vidas para dar sentido e valor ao que sente os nossos corações!
João Batista Barbosa
Ensinar Física,
para uma criança do Ensino Fundamental.
Mesa, cadeira, janela, porta.
Eu, não sei.
Aprender, e entender; cansa.
Insistência. Perseverança.
Intervalos.
Hoje é um dia, amanhã é outro.
Não acabou. Não terminou.
Continua.
Aí. Sentir, a dor. É assim.
Disfarça.
Pensar positivo. Ser otimista.
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