Textos reflexivos para professores que motivam a paixão pelo ensino
1457
"Cresce o número dos que acham que sabem sobre Deus. E que vivem tentando ensinar quem é Deus e o que Deus pensa. Estão em todas, mesmo onde não são chamados. Inacreditável que não se mancam. Chamam isso de Evangelização quando, na verdade, é 'Encheção'. Isso, sim!"
TextoMeu 1457
Busco artifícios em
nome de um caminho
que me ensine a lidar
com a relação ruim
que tenho com o silêncio,
Vencer tal impedimento
é o quê mais desejo
para me reinventar...
... se ir em busca
disso é algum defeito,
Continuarei sendo
este ser imperfeito
porque não sei viver
sem me importar;
é por isso que nunca
vou conseguir de ti
calar e nem me ausentar.
Dos meus desertos
sou e serei sempre
persistente peregrina
em busca de refúgio,
Não quero o final
de Romeu e Julieta
em versão médio oriental,
por crer que não há para
nós um fim que faça
dois infelizes, afinal.
Nós temos o direito
de quebrar com qualquer
maldição que nos impeça
a felicidade de viver
e de amar sem receio
do que possa vir acontecer;
... nem você vai tolher
mais o mútuo querer,
Do meu pequeno
lugar amoroso
pela Lua de Morango
beijado como
um doce repousado
no tabuleiro cobiçado
do Trópico de Câncer...
... neste Médio Vale
rumo ao Monte Ararate,
Decodificando todos
os possíveis sinais
que façam te entender,
quando te vi pela primeira vez,
resolvi de jeito nenhum perder
o quê todos sabem que nunca
de nós dois haverá escapatória.
Está em tempo de aprender
a respeitar e de reconhecer
o legado da ancestralidade
da terra e da que cruzou o mar,
e que até o nosso idioma
por cada qual foi moldado,
sem criar um novo pecado.
Cultivar o olhar não limitado
pela cronologia e que encontra
na mata o Vassourão florido
sob o céu de novembro vestido.
Deixar-se levar pela festa do que é
de fato culturalmente enraizado,
e não mais se permitir seduzir
por aquilo que nos foi empurrado.
Não quero que concorde
comigo sem antes aprender
a pensar por si próprio,
sem antes de saber quem
é a Aguia-careca, o Quetzal e o Condor,
sem antes de você saber
que você é filho do Gavião-real,
sem antes de você saber
quais são os territórios ultramarinos
no Hemisfério Ocidental,
sem antes de saber qual é
o cerne da Doutrina Monroe,
sem antes de saber quem
mais rasgou o Direito Internacional,
sem antes de relembrar
que avisei que o Deus da Guerra
poderia dançar dentro
da América do Sul,
sem antes de saber que a situação
é fluída e pode vir se espalhar,
sem antes de relembrar,
que não era preciso esperar
uma guerra para aprender
a amar de verdade a nossa terra,
não antes de saber que não
sou grande coisa na vida - apenas poeta.
Assim que as Paratudo florescerem,
desejo que me mostre os seus olhos,
que eu te ensinarei olhar para o céu
em tempos de desamparo continental,
e não é somente um recado sentimental.
Confio em tudo aquilo que percebo,
prevejo e sinto que está no peito teu,
e todos os dias fascinantemente
têm se transferido convicto pro meu.
Não importa o giro do nosso mundo,
devocionalmente pertenço ao que é
mais profundo e você pertence ao meu.
A tua vulnerabilidade e a tua resistência
me pertencem - plenas nesta trincheira.
Sob a fé como escudo austral
e a florada da Caroba branca,
Não desisti de ensinar a olhar
para o céu a qualquer hora,
Pois a tranquilidade de outrora
faz muito tempo que escorreu
entre os meus e o seus dedos,
sei quem desejam que colapsemos,
-- e nem amanhã acordemos.
Promessas e superioridade
alheia não salvam ninguém,
Não cultive o amor ao nosso
chão só quando convém,
Porque eles só fazem algo
somente vendo a quem,
Alguns precisam entender
que eles ignoram o nosso bem.
A asfixia da cápsula do tempo
se repete implacavelmente,
estamos no revival do século XIX
por quem prega que pertence
o Hemisfério Ocidental,
sem pudor de repetir a fórmula
atroz em Fort Snelling,
não sei o que se passa com
os três presos da Oglala Sioux.
Mesmo que tentem apagar
a graça de olhar a Via Láctea,
nada me impede de ler
a progressão que me leva
do visível ao invisível,
e do tátil ao espiritual - enleva,
o amor divinal que pode ser
dito em letras, verbos e silêncios.
Tudo ao seu redor te ensinou
a ser forte, não nego,
O que vi me fez enamorada,
aprecio e presto reverência
à cada nuance moldada
que há de me fazer abrigada.
Cada demonstração sua,
há de ser recompensada
com a minha vulnerabilidade,
O meu nome há de ser
trocado facilmente pelo seu
- e nos reconheceremos
totalmente liberdade,
nos queremos de verdade.
A potente sedução retomou
a ordem natural das polaridades,
Não nos rendemos ao comum,
somos o que somos:
amor, corpos e sonhos.
Transmutar-se para a cena
de cristais derretidos na caverna
rendidos à êxtase e aos delíquios
têm sido repassados na cabeça
como um roteiro de cinema,
desde a primeira vez que te vi
não consegui mais ser a mesma.
O está escrito o descanso jubiloso
na fortaleza do seu forte peito,
ser a tua fome e forma reino,
não nego que tem sido o meu desejo,
é algo que toda hora prevejo.
Em nós existe o encontro
do nossos hemisférios
além do inverno que se aproxima,
Como lianas, cipós e trepadeiras
em agarramento nos dosséis
das florestas da América do Sul,
com apetite de feras não há mais
nada na vida que nos renda, e preencha.
Não é a primeira vez que pedi
para você aprender a voltar
os teus olhos para o céu austral
de ponta a ponta no continente.
Eles querem que percamos
o interesse pela gente para sempre.
Com as mãos eu pego a conjunção
de Vênus, Júpiter e da aurora matutina.
Daqui a pouco vai ter jogo da Copa do Mundo,
enquanto a Bolívia marcha sozinha,
difamada, torturada e esquecida pela rua,
ultrapassando até memória bíblica,
mas vivendo o seu autêntico deserto.
Há um jogo imundo que ninguém
sairá ileso por covardia da tentativa
de fazer vista grossa,
Não perceberam que estamos
atravessando independente
da direção e da bandeira,
a fase mais perigosa da travessia
goste ou não, queira ou não queira.
Por causa da anomia alheia,
cheguei até a jurar que nunca mais
iria escrever poesia política,
Não por falta de empatia ou coisa parecida,
mas por cansaço de ver que o poder
vampiriza a última gota de sangue,
e por ser difícil buscar quem realmente
com a vida se envolve e de fato se alia.
Como calar sufoca, até represa transborda,
não retenho o que é de natureza reativa.
Cultivar com constância romântica
tudo o que une e é de elegância;
aprender a lidar, lado a lado,
com as senhas da pele e do charme;
ser laço e nó que ninguém desate.
Nas tuas mãos ser fogo para brincar,
aquecer o chá de mulungu
e o necessário o tempo nunca apagar;
nas tuas mãos entregar o poder
e deste gesto profundo me orgulhar.
Possuir a tua existência por dentro,
ser a existência cativa sem regresso
e sem pressa por reconhecimento,
do sussurro à mútua leitura ótica,
como falantes do idioma do encantamento.
Sem hora para começar e sem pensar,
todo o lugar será sempre o lugar,
porque pertencer foi escolhido como lar,
e nele encontrar razões para voar,
pousar, descansar e jamais pensar dele ir.
Os filhos são a continuidade da nossa existência, alguém que um dia dirá:
-Meu pai me ensinou...
-Meu pai me disse...
Ser pai é ser orgulho do filho.
Tenho muito a ensinar e tenho muito a aprender.
Inteligência, carinho, atenção e força eu já tenho...ainda falta uma coisa...
OI PAI...
Sobre coisas que aprendemos
Passei a me questionar. Não se trata de sorte quando você encontra no seu caminho alguém que realmente se importa com você. E realmente não é. Hoje eu só queria fechar os olhos com a certeza de que ao abri-los nada estaria diferente, que os sentimentos continuariam no mesmo lugar. Não consigo mais acreditar na idéia de que tudo vai ser perfeito sempre. Foi o que eu aprendi. Às vezes eu me perco no meio de tanto sentimento. Tem me faltado espaço pra sentir outras coisas. Não consigo viver de incertezas, elas já não me satisfazem mais. É estranho perceber que nada mais faz sentido. É que e às vezes eu sou tomada por uma incerteza, que eu não sei explicar. Isso não me faz bem. Na verdade eu não sei mais o que pensar. Definitivamente não sei.
Eu vou aprender, pode ter certeza
EU desconheço ainda o mundo
Não sei o que vuz capaz pode causar
Nem muito menos onde ele poderá me levar...
Não tenho experiência na vida
Vivo para aprender e me espelhar
Não me deixar pelo mal influênciar
Apesar das coisas que ruins que no mundo há...
Meu espírito se revela no que antes era
É difícil chegar numa tarde fria sem pensamentos voarem com vento sem brisa
Não há com ou como que se explica
Essa, apesar de difícil e quase impossível de entender, é a vida.
Minha mãe
Mulher que me pôs no mundo e nele me deixou
Porém, antes de ir, tudo que pôde me ensinou
Logo que se foi pensei: sozinha, tudo terei que aprender
Mas, como sempre, novamente veio a me surpreender
Sim, você se foi
Mas, exercícios pra casa passou
E nomeou a vida a ser meu novo professor
Pois sabia que assim como você
Ela iria cobrar e corrigir
Para que quando eu errasse, soubesse reconhecer
E então evoluir.
Muitos foram os momentos em que me perguntei:
Por que me deixas-te só?
E por muitas vezes chorei
Só depois de muito tempo, que então entendi
Teve que fechar os olhos, para que os meus pudessem se abrir!
Existe sempre algo que sobrou para se amar. Se você ainda não aprendeu isso, então não aprendeu nada...
Quando é que você acha que é hora de amar mais alguém? Quando ela faz o bem e umas coisinhas fáceis que todo mundo pode fazer de vez em quando?
Não, não, não... a hora é quando "esse alguém" está na pior e não pode acreditar nem em si mesmo, porque seu mundo desabou.
Quando você for medir alguém, meça direito. E certifique-se de que você levou em conta quantas montanhas e precipícios esse alguém precisou atravessar para chegar onde está!
O coração e a mania de amar.
Nosso coração, quando aprende a amar, dificilmente aprende a esquecer. Quanto menos temos chance, mais o amor aumenta. No mundo quando aprendemos a amar, estamos sujeitos a tudo, amar e ser amado, e amar e não ser correspondido.
Muitas pessoas passam pelas nossas vidas, mais nem todas deixam marcas, outras até deixam, porém, marcas que machucam.
Tudo que sentimos no nosso coração, nosso cérebro armazena, isto são lembranças. Quando deletamos algo do coração as lembranças se vão também. As vezes muitas coisas que falamos, pode ser da nossa cabeça, mais é do coração também, pois, quando ele sente, ele guarda, afinal, o coração e o cérebro trabalham juntos.
Quem quiser seguir seu caminho, deve aprender a esquecer.
As lembranças aparecem vez em quando, quase sempre.
Se nos entregarmos ao passado, não se vive o presente.
Por isso temos que fechar os olhos, e abrir novamente...
Temos que olhar o mundo todo diante de uma perspectiva inovadora a todo momento, pois o que nos destrói não é a consciência do que se acontece em si, e sim os sentidos revelados pela percepção dos fatos. Há os que se perdem em caminhos que já se foram, onde a mágoa ainda predomina, e também uma parte de sua felicidade. A cada gota de força para lembrar, está se perdendo uma ótima oportunidade de olhar adiante, sem se quer ser ferido, sem sequer chorar, sem sequer ficar doente, e sem chão. Lembre-se quando não houver mais perspectivas, quando as portas lhe forem fechadas, e não houver esperança de que elas abram. Lembre do que fazer, pois aí está a sua identidade, e não pode se esquecer dela, senão teremos que lembrar, e lembrar...
Minha matemática
No inicio era apenas uma adição,
Com o tempo exponencial,
Aprendeu a multiplicação,
Percebeu o capitalismo,
E inovou com a divisão
Que só ocorreria com a subtração,
Ficou triste em ver tantas equações
Sem soluções
Em um sistema impossível.
Fez da vida uma matriz
Para achar o determinante,
Aquilo que dava a razão
Entre o ser e o enumerar.
Percebeu ser vazio,
Ausente de qualquer elemento,
Então acreditou ser um numero imaginário,
E assim passou a ser uma solução,
Até o dia que conheceu
Uma equação do segundo grau
Que apresentou o seu conjugado,
Uma figura tão simples
Com apenas um sinal trocado,
E percebeu que quando juntos
Constituíam algo real.
As pessoas não mudam, apenas entendem melhor o sentido das coisas
E assim aprendem a rever seu modo de vida
O grande barato está ai: Aprender.
Todos conseguem fazer isso infinitamente
Aprender a viver
E por que não viver para aprender?
Se é errando que se aprende
Digo que é vivendo que se entende o significado da palavra vida
Aprendendo a escrever
Em meio a tantos rabiscos, vamos aprendendo a escrever. Vamos rabiscando até sair uma imagem, um símbolo, uma letra que se possa compreender. Formando palavras e desvendando esses códigos que passam a ser mais fáceis ao longo da tarefa. Buscando sempre coisas novas, porque a curiosidade humana não tem limites. E quando começa a escrever não se quer mais parar - bom, pelo menos é assim comigo. É como se a cada dia tivéssemos à nossa mão uma folha em branco, lápis, caneta, borracha, corretivo, canetinhas coloridas, lápis de cor... O que se escreve com o lápis são os nossos planos, as vezes erramos e passamos a borracha. Depois quando temos a certeza do que queremos, quando estamos a ponto de colocar nossos planos em prática, usamos a caneta para fixar nossa história à realidade. E mesmo assim, depois de ter feito planos, erramos. Aí entra o corretivo, queremos concertar o que deu errado e acabamos piorando a situação, deixando aquele espaço em branco e tentando escrever por cima. Mesmo após os borrões, temos as canetinhas coloridas e os lápis de cor para colorir tudo o que deu errado. E ter a certeza que mais uma folha em branco estará por vir.
O tempo...
nos ensina a esperar
A saudade...
muitas vezes nos faz chorar
sonhar...
nos faz acreditar
vencer...
para isso temos que lutar
viver...
não basta,temos que fazer acontecer
Todas essas palavras tem um princípio,e esse princípio se chama : AMAR!
Amar o tempo todo quem temos saudades,sonhar que podemos vencer para termos mais forças para viver...
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