Textos Reflexivos

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⁠Hoje, festa do Sagrado Coração ( 16/6 )
" Graças vos dou meu Senhor pelo dom da vida "

ORAÇÂO
"Inspira-me,Senhor, a manter o otimismo e alegria para não permitir que o cansaço e a tristeza aflijam minha alma.
Dá-me saúde para lutar e servir, sabedoria para instruir e dialogar com os mais jovens.
Se for de tua vontade, Senhor, permite-me celebrar a festa da vida por muitos verões e primaveras."

editelima 60
junho/2023

Inserida por editemendes

IRMÃS

⁠Irmãs são como rosas preciosas,
Em jardins de vida, florescem juntas,
Entre risos, memórias harmoniosas,
E laços que o tempo nunca desmonta.

Às vezes, espinhos surgem no caminho,
Feridas pequenas podem aparecer,
Mas o perfume doce e o carinho,
Fazem todo o desafio desaparecer.

Caminhar sem sua ternura, quem quereria?
Na jornada, seu amor é companhia,
Em cada passo, sua presença é alegria,
Transformando os dias em pura sinfonia.

No abraço quente, no olhar que acalma,
Irmãs são bálsamo para a alma,
São flores que, mesmo em tempos difíceis,
Mantêm-se unidas, firmes e gentis.

E assim, em cada amanhecer radiante,
Sabemos que, juntas, somos mais fortes,
Pois o amor de irmãs é constante,
Eterna beleza e gigantes suportes.

Inserida por lidiane_gama

um corpo que cai
e me leva junto
e vida louca pra onde vai
quem dera esse homem fosse um vagabundo
podia estar deitado na praça ou na cama do mundo
mas estava pendurado numa corda
a vida é tão reta quanto torta
uma hora dessa não estava morta
foi uma noite difícil
lembro de acordar suada,
sei que isso não muda nada
mas me faz lembrar que a hora já estava marcada
em nada somos nada quando cai a vida
escorre das mãos sem exatidão
seria um menino inexperiente ou não
não era pra ser visto num caixão
uma manhã sem bom dia
coração na mão
antes do café eu já morria
da janela eu gritei nãoooooo
não deu tempo nem de rezar
já era certo o destino do Baltazar
nessa hora deve estar em frente o altar
não sei seu nome então assim vou chamar
acho que tem gente que tem sorte
outros de sobra o azar
quero pensar que sua morte
lhe deu asas aladas para voar
agora em seu plano nos observar
enquanto talvez em meu sonho te encontrar
nunca te vi mas vi sua vida passar
da minha janela pra Deus te abraçar
descansa rapaz que a morte nos faz
voltar ao nosso lugar de estar em nos fazer acreditar
que tudo que for nosso vai nos encontrar
seja na terra, no céu ou na água
a essência é luz energia e ar
JS

Inserida por JeyneStakflett

⁠Sublime Presença

Eu sinto você,
mesmo na distância,
tão indiferente,
longe,
artista da vida,
menino homem, poeta.

Você é a noite mais escura,
o dia mais claro,
poeira de estrelas,
chuva de pedra,
nuvem e brisa,
sussurros do universo.

venta e inventa entro de mim,
você é meu céu e meu abismo,
sua boca meu batismo,
a fonte do saber
sou sua casa, você meu lá fora
onde florescem chuva de amoras

Toda noite, meu bem,
beijos no seu céu estrelado,
entrelaçando almas,
como constelações,
navegando juntos,
na vastidão do amor eterno.

Inserida por JeyneStakflett

“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.

Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.

Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.

Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.

Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.

“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.

E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

VIDA, CAMINHO DA ETERNIDADE.

(Dissertação inspirada no pensamento de Léon Denis).

A vida não é um enigma insolúvel, nem um acaso cego, mas uma lei sublime que envolve o universo em sua ordem majestosa. É o fio dourado que liga as consciências ao Infinito. “A vida é universal, incessante, infinita. Brota de todas as formas da natureza, derrama-se em todos os planos do ser” (Depois da Morte, cap. II).

Aqueles que a observam apenas pelo prisma material enxergam nela um breve clarão que se apaga na noite da tumba. Mas para quem a contempla com os olhos da alma, a vida é um rio sem fim, que desce das alturas divinas, atravessa os vales da dor e da experiência, e retorna, purificado, à fonte eterna.

A dor como escola da alma.

O sofrimento, muitas vezes temido, não é senão uma lição. “A dor é a grande educadora, a reveladora das leis superiores; desperta em nós as forças latentes e nos faz compreender a solidariedade que nos liga a todos os seres” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. IX).
Cada lágrima, cada prova, é um degrau oculto da escada que conduz ao infinito. O destino não pune, ele instrui; não aniquila, mas redime.

A lei de solidariedade.

A vida também é fraternidade. Nenhuma alma é uma ilha isolada, perdida no oceano da existência. Estamos ligados por laços invisíveis de amor e de dever. “Assim como as estrelas brilham juntas no espaço, sustentadas pela atração, assim também as almas crescem e se elevam pelo amor que as une” (No Invisível, cap. XIV).
Negar o próximo é estancar a própria ascensão. Amar é viver em harmonia com a lei universal.

A imortalidade como certeza.

A morte não é o fim. É apenas o desdobrar de um véu. “A morte não existe. O que chamamos assim é apenas uma mudança de estado, uma transformação necessária ao progresso do espírito” (Depois da Morte, cap. V).
Reencontraremos os que nos precederam, assim como seremos reencontrados pelos que virão depois. A vida é comunhão entre os dois mundos o visível e o invisível — que se entrelaçam continuamente.

O destino maior.

Viver é avançar. Cada existência é uma etapa, cada esforço uma vitória, cada dor uma lição. Do átomo ao arcanjo, a vida segue sua marcha, sempre ascendente.
E quando o homem, após longas lutas, atingir as cumeadas da sabedoria, compreenderá que a vida foi, desde o princípio, um chamado de Deus à sua criatura.

“Deus nos fez para a felicidade. A dor é apenas o prelúdio da alegria eterna, assim como a noite prepara o esplendor da aurora” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, conclusão

*(Dissertação baseada nas obras de Léon Denis - O Apóstolo Incansável Do Espiritismo.)

Meus irmãos, a vida é a maior das revelações divinas. Não é obra do acaso, nem simples agitação da matéria: é o sopro de Deus animando todas as coisas. “A vida é a lei universal, que se traduz em todos os graus da escala dos seres, desde o átomo até o arcanjo” (Depois da Morte, cap. II).

Não a julgueis pelas aparências frágeis e mutáveis. Sob a diversidade das formas, ela permanece eterna, indestrutível, sempre a mesma em sua essência. A morte, que tanto aterroriza os corações, não passa de uma mudança de vestimenta, uma passagem necessária para que a alma prossiga sua marcha. “A morte não é mais que uma mudança de plano, uma libertação” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. V).

A dor como mestra.

Se a vida fosse apenas alegria, talvez adormecêssemos no egoísmo e na indiferença. Mas Deus, em sua sabedoria, semeou a dor no caminho humano, não como castigo, mas como mestra.
“A dor é o estímulo supremo do progresso. Revela ao ser a lei moral, desperta a consciência e o conduz ao amor” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. IX).
Cada lágrima derramada não se perde: cai no solo fecundo da alma e ali germina em compaixão e fraternidade.

A solidariedade que nos une.

A vida não é isolada. Assim como as estrelas não brilham sozinhas no céu, também os homens não vivem senão pela solidariedade que os une.
“O destino de cada um de nós está ligado ao destino de todos. As almas formam uma vasta cadeia em que cada elo sustenta o outro” (No Invisível, cap. XIV).
Compreendei, pois, que amar não é apenas virtude: é lei da vida, é condição de progresso.

A certeza da imortalidade.

Ah! meus irmãos, que horizonte novo se abre quando sabemos que a vida não termina no túmulo!
Quantas mães reencontram seus filhos além da morte! Quantos corações despedaçados descobrem que a separação é apenas temporária! “A morte é apenas um instante na eternidade, uma pausa na sinfonia da vida” (Depois da Morte, cap. V).
Não há perda absoluta: tudo se reencontra, tudo se harmoniza no grande concerto da imortalidade.

O apelo da ascensão.

A vida é ascensão contínua. Cada existência é uma lição, cada prova um degrau, cada virtude conquistada uma vitória do espírito sobre as trevas.
E quando, após longos séculos de esforço, tivermos vencido o egoísmo e as paixões, quando a dor tiver cumprido sua missão, então a alma se erguerá radiante, livre, consciente de sua filiação divina.

Sim, irmãos! A vida é um dom de Deus. É a estrada luminosa que nos conduz, através de lutas e lágrimas, ao seio da Eterna Beleza. Não desanimeis, pois: a dor é a noite, mas toda noite se abre para a aurora.

“Deus nos criou para a felicidade; a dor é o prelúdio da alegria eterna, assim como a sombra prepara a luz” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, conclusão).

Inserida por marcelo_monteiro_4

Título: O Espetáculo da Vida — Entre o Caos e a Beleza de Existir.

A vida, em sua essência mais pura, é um espetáculo que se desenrola diante de olhos muitas vezes distraídos. Não há ensaio, não há roteiro fixo somos, simultaneamente, os atores, os diretores e os expectadores da própria existência. “não estamos aqui por acaso”. Cada alma vem à Terra para aprender, reparar e crescer. Cada dor é uma lição embrulhada em silêncio; cada encontro, um fragmento de eternidade disfarçado em casualidade. O palco humano é o grande teatro da evolução espiritual, onde o sofrimento não é punição, mas oportunidade de luz.

A vida é uma travessia emocional, um espetáculo psicológico em que o maior desafio não é vencer os outros, mas reconciliar-se consigo mesmo. As cortinas do tempo se abrem todas as manhãs, convidando-nos a ser protagonistas conscientes e não meros figurantes do nosso próprio destino.
Ele lembraria que o verdadeiro sucesso não está em colecionar aplausos, mas em desenvolver a capacidade de ser autor da própria história, mesmo em meio às tempestades.

Em cada conflito interno, um eco das próprias ações anteriores um chamado para o perdão e para a cura que transcende os limites do corpo. O reflexo das janelas da memória, que precisam ser limpas para que o olhar volte a enxergar o sentido do agora. O espetáculo da vida é grandioso demais para ser reduzido ao material, e complexo demais para ser vivido sem consciência.

A alma humana, é como um artista que muda de cenário a cada acontecimento, aperfeiçoando seu papel até que aprenda a amar incondicionalmente. O maior palco da vida é a mente quando ela aprende a transformar o medo em aprendizado, o passado em sabedoria e a dor em compaixão e recuperável, o espetáculo atinge sua mais alta forma de beleza.

No fim, o espetáculo da vida não é sobre aplausos, nem sobre o término da peça. É sobre o despertar.
Sobre compreender que cada ato, mesmo os mais tristes, compõe a sinfonia perfeita da evolução.

“O espetáculo da vida é sublime quando o espectador aprende a ser também o autor da própria alma.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Cativeiro da Agonia.

“Faço da minha vida um cenário da minha tristeza.”
E assim, a existência se converte em palco, e eu, ator sem aplausos, caminho entre sombras que se arrastam nas paredes da própria alma.

Agonia…
Tu que me encarceras e me vigias como sentinela antiga, tens mil portas abertas em tua fortaleza austera.
Eu, porém , cativo, não tenho nenhuma, ou talvez apenas uma:
o meu pensamento.

E o pensamento, este frágil portal para mundos possíveis, treme. Ele poderia ser fuga, ruptura, salto.
Mas não fujo.

Porque o dom dos abismos se levanta silencioso entre nós dois, entre tu e eu, como muralha feita de memórias, silêncios e ausências que se recusam a morrer.
E nesse intervalo, nesse vão entre o que sou e o que me dói, a vida permanece suspensa, hesitante, como vela acesa no vento que sopra de dentro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O caráter de uma pessoa deve definir o lugar que ela ocupa na sua vida.
Não é o amor que você sente por alguém que determina esse lugar, e sim o caráter dessa pessoa.
Pessoas de bom caráter somam; pessoas de mau caráter sugam.

Por isso, quando você identificar alguém com bons valores, cuide, valorize, cultive essa relação, porque muitas vezes só percebemos o quanto ela era importante depois que perdemos.

Já quando perceber que a outra pessoa não presta, tire-a da sua vida antes que isso lhe custe caro demais.

Inserida por Darlianecosta

⁠As palavras doces do ser humano na vida actual, em mais de 70% são dovidosas, não por ser desconfiado mas sim por ser realista, não sou diferente de ninguém só tento dia após dia fazer a diferença, não sei se já pararam para pensar um pouco.., mas estamos de ferias por a vida é meramente umas férias que a morte nos dá..
Vendo por esta perspectiva, aproveitamos muito pouco, brigamos por coisas de fácil resolução... Desentendimentos por nada.. Penso que muitas pessoas não vivem a vida delas próprias mas sim a vida alheia, vou passando pela vida com uma velocidade estonteante, e a cada dia que passa vou me dando conta, que quem menos vive é mesmo quem vive a vida alheia, pois o tempo que teriam para viver a sua vida passa e nem conta dão pelo tempo perdido.
Mas bem o tempo não pára, vou então fazendo por os que mais me valem , e me desligando do que menos me importa, comigo um dia levarei , muitas coisas amargas como todos os mortais, mas quero levar em maior número o mais doce que o ser humano tem....
Amor.......
SergioSoeiro

Texto de força de expressão.

Inserida por Sergiosoeiro

⁠Sê tu:
Para a vida tem em mente que as tuas palavras, quando de coração são ditas, são a verdade do teu ser.. E os teus olhos são a luz da tua alma...
Não digas( com as tuas palavras) a alguém o que é mais agradável ouvir, sê sempre tu por mais que essas palavras possam ferir sentimentos.
Não vejas(com os teus olhos) só o que te agrada ver, podes estar-te a falsiar.

Por mais duro que possa ser, vê sempre tudo com olhos de gente..
E diz sempre o que tens a dizer...

No fim só quem ficará aborrecido de seres assim, será quem não te interessa ver, ou quem nem as tuas palavras merece.

Vive a vida com Gana e tem a melhor atitude, ela é demasiadamente curta..
SérgioSoeiro

Inserida por Sergiosoeiro

⁠Tudo o que a vida te dá, não é fruto das experiências do dia a dia mal vivido.
O dia a dia és tu quem o faz, só tu e as tuas atitudes perante a vida te podem guiar te na encruzilhada entre o bem e o mal.
Se quiseres seguires o caminho do bem.. lembra te, que quem quer bem para si próprio não deverá querer mal a ninguém , sejam na vida os melhores amigos ou os simples conhecidos, porque só está de bem com a vida quem tem em conta que todos somos seres humanos, uns com umas virtudes e outros com outras..
A vida a prega rasteiras e é cheia de tropeços, por certo que cada um tem os seus carmas, mas à que ter em conta que ao virar da esquina à sempre quem esteja pior..
Por certo que já ouve vezes em nossas vidas que sentimos interrogação, porque meu Deus? normal, nem tudo é perfeito, a procura da mesma estará sempre presente , podemos não ser a melhor perfeição do homem, mas por certo, e se assim o quisermos, poderemos ser a paz de espírito e a amónia perante o presente "perante o próximo" só estarás de bem com o mundo quando estiveres de bem com a tua consciência...
Pensa bem, a vida é curta, e tu estás cá de passagem.

Inserida por Sergiosoeiro

⁠Impõe na tua vida alegria, amor, leva estas imposições até mesmo aos que menos te agradam.
Leva alegria, deseja saúde, aos angustiados.
Deseja alegria e paz, aos atormentados.
Olha sempre por ti, tenta manter sempre a calma.
Não te limites ao medo, tem atenção ao apego, para conheceres bem a tua alegria, nunca percas o teu caminho...
Sérgio Soeiro
Textos fictícios

Inserida por Sergiosoeiro

⁠Juramento do Aprendiz

Juro que sempre serei um aprendiz para a vida,
Utilizarei meu trabalho para me autorrealizar,
e para promover a felicidade humana.

Prometo que vou respeitar e compreender a todos.
Serei honesto, ético e sempre trabalharei com paixão.

Amarei toda a natureza,
até mesmo sua forma mais simples,
assim como respeito o meu conhecimento.

Aprenderei com o passado,
Viverei o presente,
Planejarei um bom futuro para todos,
E sempre sentirei Deus no meu coração,
Para que todos possamos viver juntos num mundo bem melhor.

Inserida por kikoarquer

⁠É assim a vida
Desencontros
E encontros
Valores e preços
Contratos e condições
Era 2022
Onde está o que dura e perdura?
Onde está o valor de um sorriso,
Abraço?
Onde está o estarei contigo a qualquer custo?
Onde está ?você me faz bem!
Onde está o eu preciso sim de você ?
Onde viemos parar ?
Era do joguinho de desinteresse
Dos feridos e medrosos
Dos que não querem arriscar amar
Os que não se entregam de verdade
Era dos que são auto suficientes
Em que época eu parei ?
Onde eu fiquei?
E o mundo girou e eu esqueci de acompanhar
Vejo pessoas perdidas
Se perdendo pra caber no mundo de outros
Onde eu parei? que hoje me dói
Ver a indiferença sendo um troféu de quem pode mais.
Deus que isso seja uma oração
Aos que em algum lugar parou na época dos grandes valores
Que não sejam feridos nesses tempos
E que o amor seja morada e não palavra lançada
Que o amor seja responsável e não ingrato e egoísta
Que a vida seja leve e não auto sabotagem
Que a vida seja liberdade e não cativeiro
Que exista amor mesmo que tenha traumas e medos e bloqueios
Mas que nada possa impedir de pessoas reais viverem coisas incríveis e reais.

Inserida por TatianaFaria

O que há por trás?
A vida em seus momentos cruciais, aparentemente NÃO tem nenhum nexo e nenhuma explicação.
Como entender a "prosperidade" de ímpios, em saúde, beleza, dinheiro, família e ganhos, quando na verdade, muitos seres sinceros carecem de tudo isto e sofrem com a solidão?
Pessoas que à vista, NÃO se comparam a mediocridade mas, no entanto, sofrem as agruras que para o olhar do justo, somente eles, os ímpios, é quem deveriam sofrer? Pois penso que isto massagearia o ego do sincero e o reconfortaria trazendo-lhe um sentimento de segurança e de justiça.
Mas por vezes não é assim!
Por vezes o que se vê, é a saúde e força sendo "confiadas" a pessoas malévolas e depravadas.
Como explicar uma criança pura e inocente ante as malícias da vida, com câncer? E um que mata e persiste em matar, cheio de saúde e com saúde de ferro?
Como explicar a força que há na desigualdade social, e seus promotores, que deveriam ser seus OPOSITORES, prosperarem e ainda serem promovidos?
Como explicar tanta injustiça para com aqueles que fazem o bem, e "solidez" para com aqueles que praticam o mal? O que me reconforta, é o sorriso que se extrai de quem sofre. De quem consegue ainda tirar força da fraqueza. Mas, ainda quanto aos paradoxos da vida, Penso que o que ocorre com o que nós vemos, NÃO o é aparentemente; Digo, NÃO é nem pode ser o seu fim último, como se "POR TRÁS" disto, não houvesse mais nada que se nos devesse uma explicação.
Pois creio que o que se vê, não é bem como nós entendemos com nossa mente, após a leitura de nossos olhos. Mas por certo estou que, as coisas que estão por trás, são as coisas VERDADEIRAS que um dia nos serão reveladas; - nisto paira minha esperança.
Tenham um bom dia.


8 de dezembro de 2011 às 07:17

Inserida por FabioSilvaDN

A vida se "submete" aquele que está submetido ao criador dela.
Quando se está em perfeita harmonia com o TODO, tudo que compõe a vida, trabalha em favor, em consonância, com aquele que está perfeitamente submetido ao seu dono.
Não estar submetido ao dono dela, seu inventor, e querer subordiná-la, é, nada mais nada menos que, dar à ela, a oportunidade de disciplinar esse rebelde.
Há momentos que a vida, por assim dizer, finge favorecê-lo. Mas brigar com ela, querendo submete-la à sua vontade, isto é, à vontade do rebelde, é peitar o principal agente de seu criador.
E a própria história da vida, é abundante em nos mostrar que essa maneira de ser - inimigo da vida -, NUNCA deu certo!
Aqui, é válida a expressão: A VIDA SABE ENSINAR!
Aqui, a vida é paradoxal: pois ela sabe DAR, mas TAMBÉM TIRA!
Ela sabe ser amiga "submissa", sabendo avantajar com seus deliciosos caprichos, quem, de boa vontade, obedece ao seu inventor mas, também, sabe ser inimiga senhora avassaladora de tudo aquilo que à ela se opõe.


25 de fevereiro de 2016 às 21:32

Inserida por FabioSilvaDN

Pequena análise antropológica pós-morte.

“Desta vida não se leva nada”.
Frase de "efeito" sem NENHUMA eficácia. Basta refletirmos seriamente, e constataremos isto.
Partindo da aceitação do raciocínio que, o homem é um ser psicossomático, devo admitir que esta dicotomia, assemelha-se à tricotomia da teologia.
Pois se a ciência admite um corpo e uma alma, a ciência não estaria assim, tão distante do raciocínio teológico. Uma vez que a teologia, diz ser o homem constituído de espírito, alma e corpo.
A ciência diz que a alma é a sede das emoções do homem. Embora possa deixar vaga à explicação de onde precisamente está situada esta “alma”.
A teologia, mais precisamente o livro que se conhece como bíblia sagrada, diz categoricamente que do coração do homem, procedem as saídas da vida.
Coração ali, é sinônimo de alma, psique. Não o órgão que bombeia sangue ao corpo.
Saídas da vida, significa então dizer que toda a emoção, todo o sentimento, vontades e desejos, estão armazenados e empilhados como bagagem, na “mala” da alma humana.
Pois o homem é todo, se me for permitido usar tal expressão, sentimento!!!
Os atos de um homem, são o puro reflexo do sentimento que, naquele momento, REPOUSA sobre sua "alma".
E o instrumento que a alma usa para a manifestação desta sensação, é o "soma" - corpo!
O que tento dizer, é que ao contrário do que se diz, a parte mais valiosa de um ser humano, é exatamente sua alma.
Pois ela é como um cofre que armazena os tesouros mais valiosos da existência!!!
Aceitando-se o fato de que a alma teológica então, sobrevive à morte do corpo físico, no além, depois de sua morte, o homem levará TUDO com ele!!!
Logo, começo por aqui a abrir um raciocínio interessante.
Pois ao contrário do que se pensa, que não se leva nada quando se morre, poder-se-ia, pelo contrário, levar-se TUDO.
Pois se as verdadeiras riquezas, estão armazenadas na alma, como podemos observar, é exatamente a RIQUEZA que o homem levará para o além.
Agora, é seu constante comportamento quem decidirá, se no além, ele a multiplicará ou a perderá!
Pois se o término desta vida é o começo de outra e ETERNA, é inverdade que não se leva nada daqui para o além.
LEVA-SE TUDO!


01. 05. 2016 22:48 h

Inserida por FabioSilvaDN

Há uma ciência da vida interior que (não ignorando o mundo externo) segue o fio da origem de todas as coisas numa extensão incomparavelmente maior e que, portanto, projecta uma luz muito mais ampla e clara sobre o Mistério da Vida ou do Ser. Essa ciência é o esoterismo. Ansiamos pelo dia em que nessa Ciência Universal se subsumam todas as ciências menores e separadas; pelo dia em que nessa Sabedoria sem Idade se reconheçam todas as religiões e filosofias que desse tronco comum procedem; pelo dia em que nessa fonte inesgotável de inspiração, de analogias e correspondências, se alicercem todas as Artes.
O Esoterismo – a Sabedoria Eterna – não é, pois, o domínio de tolas superstições que muitos julgam e alguns (demasiados) consentem; não trata das questões de ‘passar ou não debaixo de uma escada’, de ‘deixar a mala atrás ou à frente’, de bruxarias, de roupas e gestos mirabolantes ou poses e modos bizarros; não radica nas pobres temáticas de ‘ter sorte na vida’, prejudicar alguém ou fazer dinheiro e sucesso com base em truques e artifícios, Consubstancia a mais completa ciência da Vida – nas suas diversas vertentes, canais e expressões – e, predominantemente, no actual ciclo evolutivo, a ciência da alma de todas as coisas.

Inserida por FabioSilvaDN

“[A morte como uma espécie de vida]

Todas as existências servem de complemento à "VERDADEIRA" existência que são os homens. A vida racional é a coroa de glória da qual se adornam as outras existências. Dor, tristeza, angústia, desprezo, inveja, menosprezo, SOBERBA, glutonaria, luxúria, são uma espécie também de vida, porque acompanham a própria vida!
O mal é uma espécie de vida porque não existiria o mal, sem o bem e, bem é VIDA!
Todas estas existências inanimadas, se alimentam do ânimo - vida; a sugam e de certa forma, passam a serem existências com VIDA porque dependem da própria vida para existirem!
Tragédia, doença, loucura e etc... fazem parte da vida.
Suprima-se a vida, e estas existências também serão suprimidas!
Pois se a vida existe, NECESSARIAMENTE estas existem; DEVEM por lei natural, acompanhá-la.
Como a uma noiva ( a vida) que se adorna e tem suas acompanhantes nupciais que a ACOMPANHAM e carregam as suas flores.
O que dizer da morte!!?
A morte jamais poderá se converter em vida porque se assim pudesse algum dia ser, esta seria descaracterizada de sua EXCLUSIVA função. MORTE É MORTE.
Todavia, a MORTE só pode EXISTIR por causa da vida!
E se a morte é uma existência, como mais um elemento dos que alistei acima, que existe necessariamente à vida, logo, até a morte seria, por assim dizer, UMA ESPÉCIE DE VIDA.
Portanto: dor, inveja, miséria, frustração, angústia, ciúme, emulações, TRAIÇÃO, cobiça, desprezo por inveja, TENTATIVA ainda que FRACASSADA de ignorar alguém ou alguma coisa por extrema raiva de seu sucesso ou inveja ardente, MORTE.
São existências que passaram a ter VIDA quando a gloriosa VIDA surgiu!
Viva a VIDA!

03.11.2015 12:44 h”

Inserida por FabioSilvaDN