Textos que Tocam o Coração
Um brilho de luz que ilumina meu dia,
Vem de uma paz que me contagia;
É bem radiante o seu olhar,
É bem provocante o seu sorriso;
Basta apenas pensar no seu jeitinho,
Basta apenas lembrar do seu carinho,
Que eu já me arrepio todinho;
Olho pro céu e vejo estrelas,
Eu Fecho os meus olhos e vejo você,
Sorrindo nos meus pesamentos,
E imaginando só eu e você.❤
Olha só quantas saudades, a todo tempo eu sinto vontade, de ver os seus sorrisos;
Muitas vezes eu fico pensando, em você comigo andando, nos pensamentos cotidianos;
É bom sentir o seu calor, o suspirar do seu coração, esquentando a minha emoção;
Emoção de ser premiado, por tir eu ser amado para sempre ao seu lado. ❤
Um mundo com mais amor;
Um mundo com menos rancor;
Um mundo com mais verdades;
Um mundo com menos saudades;
Um mundo com mais União;
Um mundo com menos desilusão;
Um mundo com mais caridade;
Um mundo com menos falsidade;
Um Mundo com mais Humildade;
Um Mundo com menos desigualdade;
Um mundo com mais igualdade;
Um Mundo!!.....
Um Mundo melhor, com muita fé, paz, Amor e tranquilidade, onde os sorrisos sejam maiores que qualquer obstáculo.
Sintomas de Saudades, é lembrar dos bons momentos;
Sintomas de saudades, é o amor que vem de dentro;
O amor...
Amor é um sintoma que costuma nos lembrar;
De pessoas bem queridas, que nos fez até chorar;
Chorar...
É saudade de quem não está mais perto;
Pois nos resta relembrar, desse amor que esteve perto.❤
A dor de amor
Pobre coração alvorecido
O teu sono é vinilo
E o teu despertar ominoso,
Choro, choro, de dor autousa
Lágrimas,
Que descem neste meu rosto greda,
Choro! Choro!
Pobre alma perdida
Na conjuntura do vazio escuro
Deste meu corpo morto por te herdado,
Hoo! Que Sentimento nociceptivo tu és amor.
Essa gente tem coração tão pequeno, que quando coloca alguém ali dentro tem que tirar outra pessoa.
Tem tão pouco espaço que o amor é limitado. Pobres coitados que perdem o grande barato da vida: amar e ser amado.
Vem pra cá, junte-se a nós! Aqui estão os exagerados, de coração grande, imenso, trasbordante! Do grupo que ama demais e cada vez mais. O espaço aqui dentro só aumenta e se por acaso estourar a gente até remenda.
Coração, cérebro e o Reinado.
(Marcel Sena)
O coração joga pesado, o cérebro filho bastardo se torna ingrato
Bastardo degenerado, num feudo distante é abandonado
Primogênito querido, adorna o castelo com rosas e lírios
Cérebro ferido com sua razão oprimida, repousa numa masmorra
Irmãos diferentes, regentes do corpo e da alma.
Numa algoz batalha o coração diz sim e o cérebro não.
Cérebro se rende, o primogênito vai reinar
Em seu castelo com um sublime amor para sempre viverá.
Tempos de gloria, virtude e prosperidade, momentos pelo todo reino esperado
Período de paz findado, disputas para qual o coração não estava aparelhado
Ofensivas com espada, canhões e flechas, o alvo, primogênito amado.
Num ínfimo momento acontece, por uma flecha o coração padece.
O filho bastardo ao castelo retorna e seu reino em lagrimas clama vitória
Batalha difícil, pro cérebro reprimido, sacrifícios pelo reino caído
Cérebro valente, bastardo e ingrato, com a guerra acaba num ato macabro
Aos rivais assim ele faz, sacrifica o coração como um mártir, em busca de paz.
O sol desaponta por trás do mar e a luz se esconde na procela debaixo de um esplêndido luar, há águas, há horizonte, há lágrimas...
Chorarei por toda vida até que as águas de março inunda os meus mistérios e afogue um antigo amor em seus ministérios...
estarei a rezar em confissão por um amor vadio que conquistou meu coração.
À procura de riqueza o poeta destinou o seu destino, ao sonhar com um caminho que parecia ser divino, sob a luz do luar enfrentou a sua sina, encontrou uma botija que sonhava desde menino.
Em uma madrugada de solidão, há anos estava guardado, escondido e acuado sua grande realização, o poeta reencontrou e por ali mesmo se debandou sem ter imaginado que teria encontrado o seu próprio coração.
Confuso
Tenho tido motivos para não acreditar
Volto não sei de onde tentando entender
Que a realidade não é a que quero ver.
As vezes fecho os olhos
As vezes durmo
Outra vezes, reflito
Mas ainda estou sem resposta.
No horizonte, o infinito
Nem luz, nem escuridão, nem o silêncio
Pois meu coração bate, eu respiro e escuto.
Tento fugir e não consigo
É como minha sombra
Não tem como separar
Nem mesmo, quando o sol raiar.
[Eu Poderia me Apaixonar]
Eu poderia ser verdadeiro
pra sempre?
Meu coração me diz que eu poderia se eu
me apaixonasse por ti,
Apenas um beijo intenso e
envolvente
Eu tenho a resposta dentro de mim,
Eu poderia me apaixonar pela
primeira vez?
Isso é o que eu me pergunto quando tu
me agarra e me beija,
Eu poderia cair nos laços da
paixão essa noite
E amar o valor que tu dá a si mesma, sim,
Será que eu poderia te
pertencer?
Isso é o que eu gostaria de saber quando
te seguro no colo,
Tô sendo levado pelo teu
prazer
Enquanto saboreio a maciez do teu corpo,
Agora que estamos sozinhos,
Eu poderia ser verdadeiro
pra sempre?
Meu coração me diz que eu poderia se eu
me apaixonasse por ti,
Apenas um beijo intenso e
envolvente
Eu tenho a resposta dentro de mim,
Sim,
❤
Borboleta iludida
Os teus olhos escondem diamantes
Nas retinas com olhares mortais
Que arremessam flechas ofuscantes
Como se fossem notas musicais!
A lua cheia, num mar de euforia
E eufórica rotação constante
Faz uma escura noite ser dia
E o amoriscado, coisa ofegante.
O coração, de cego, então insiste
No timbre perfeito, que não existe,
Como se o amor lhe desse a mão.
Mas tal como a borboleta iludida,
Que tão curto é seu ciclo de vida
Como o fado duma breve paixão!
Pode o coração amar
Duas mulheres que não pode se encontrar?
Pode o coração realizar
O sonho com uma
Que deseja ter com a outra?
Coração você é algo tão pequeno!
Mas você sabe que sem você não sobrevivemos
Mas se eu podesse te arrancava dai de dentro
Em vez de você me fazer bem, mal tas me fazendo
Me deixando divido por dentro
E as duas contínuo querendo.
Ao amanhecer
Acordo pensando em você
Rapidamente pego o celular
E fico aguardando você vizualizar
A mensagem que te mandei de bom dia
A paixão é assim mesmo
Ela vem sem avisar
E quando menos esperamos
Ela nos pega
Não tenho culpa por ter um coração
Que tem sentimentos próprios
Não tenho culpa se ele te escolheu
Só sei que nesse coração quem não manda sou eu
Pois ele esta entregue a você
E tenho certeza que saberá o que fazer.
Quero de início te pedir perdão
Perdão por me entregar tanto
Perdão por acabar me apaixonando
Foi devido a tudo que você fez comigo
Acabei perdido no caminho
E tive que escolher entre amor e carinho
Quando na verdade o coração já tinha decidido
Que te amar seria uns dos motivos
Para ser feliz sem temer o perigo.
Meu coração é sistema excretor de versos
Que nos campos de lírios diversos
Esvaece sem sentir dor.
Meu coração é herança da criança
que dança no adro da esperança
da traça, da trança.
Meu coração é de pedra
Até o abstrato engendra
Na fonte que bate ao morrer.
Meu coração é uma obra prima
Que de tanto carecer de rima
Por muito tempo deixou de bater.
Meu coração é parnasiano
Quase que de ano em ano
Deságua na fonte de quem o amou
Se dele por hora me afasto morro
Assim como em morro morre o asfalto
Morro doce ao viver.
À Fausto.
Aleksandro Silva
Tchê, todos nós temos um valor
muito especial, alto demais
para se calcular; e alguém há de
perceber isso. Então, não fique
te humilhando por quem não te quer,
não fique correndo atrás de quem
não está nem aí pra ti. Erga a cabeça,
siga em frente, "ceve um novo mate" e
permita ao seu coração a busca de um novo amor.
ROSA, ESPINHO E RAIZ
Rosa, teu nome é um verso antigo que o tempo não soube decifrar. Teu corpo, um mapa de cansaços dobrados em silêncio. Cada ruga, um caminho que não escolheste. Os dias te escorrem pelos dedos como areia grossa, e ainda assim, seguras o peso do mundo nas costas curvadas. Erraste como quem planta em terra seca, mas regaste com lágrimas o que a vida insistiu em queimar. Nada muda, mãe. Os anos passam e te deixam a mesma dor, só que mais quieta, mais funda, como um copo quebrado colado com saliva...
Os teus filhos - esses estranhos de teu próprio sangue - não veem que o desprezo é uma faca sem cabo: fere as mãos de quem a segura. Eles não sabem, Rosa, que um dia a solidão baterá à porta deles também, e trará o mesmo sabor amargo que tu engoles há décadas. Choras às escondidas, esfregando no avental manchado as lágrimas que ninguém merece ver. O espelho já não te devolve o rosto que um dia foi jardim; agora só mostra os espinhos que cresceram por dentro, enquanto teu sorriso murcha devagar, como flor esquecida no vaso...
Mas oh, mãe ferida, tua raiz ainda segura a terra. Mesmo quando o vento sopra forte e os frutos caem podres aos teus pés. Há uma luz trêmula em ti que nenhum abandono apagou. Talvez porque o amor, quando é de mãe, seja o único fogo que queima sem consumir. Rosa, eu te vejo. Se os outros não olham, eu escrevo teu nome na parede escura desta história. Não serás apenas a que sofreu. Serás a que resiste, mesmo quando o mundo te diz que já não há razão. E no teu peito partido, lateja um verso que ninguém ouviu: Eu era forte, e ninguém perguntou...
PRETO, SOMBRA E SEMENTE
Irmão, teu apelido é uma cor que carregas como cicatriz e estigma. Teus passos, arrastados no asfalto quente de promessas quebradas, desenham um caminho de fuga. Os entorpecentes são teus únicos abrigos. Esquece essas casas de papelão que o vento leva e reconstrói um novo lar, mesmo que com mãos trêmulas. Erras como quem cai no mesmo buraco e não tenta mudar. Os anos passam, mas tu permaneces parado no mesmo cruzamento, vendendo tempo em troca de minutos de esquecimento. Teus filhos e parentes, esses fantasmas de teu sangue, ainda te esperam na soleira da memória, com olhos que não aprenderam a odiar. Eles são espelhos quebrados onde teu rosto se reflete em fragmentos e ainda assim sorriem (escondendo a dor profunda) quando te veem...
Enganas os outros como enganas a fome, com migalhas de histórias requentadas. Os de sangue próximo já não choram por ti; apenas observam de longe, como se assistissem a um incêndio lento. Não vês que te transformaste em tua própria lápide ambulante? O chão que te acolhe é frio e fedido, mas é o único que não te pede explicações. A chuva te lava e tu a bebes como se fosse redenção, mas nunca tenta saciar tua sede de paz. Irmão, ouves os gritos da tua própria carne? Ela clama por um último gesto de dignidade, por um instante em que não sintas vergonha de existir. A ajuda está lá, à tua frente, mas exige que estendes a mão. E tu, acostumado com tão pouco, esqueceste como se pede socorro...
Eu ainda insisto em acreditar em ti, irmão. Não por ingenuidade, mas porque conheço o brilho que há por trás desses olhos embaçados. Deus, ou seja lá o que nomeamos como esperança, não desistiu de ti. Ele está no pão que comes quando há, no teto que não tens, nos de sangue que clamam por ti. Volta não como herói, mas como sobrevivente. Para de trocar tua vida por êxtases momentâneos. O chão que pisas pode ser o mesmo, mas tu podes ser diferente. Irmão, tu és semente sob o concreto. Não deixes que te definam pela podridão que te cerca. Germina. Todos ainda acreditam em ti. Tenta voltar, percorrer um novo caminho...
'EU SÓ QUERO VIVER...'
Eu só quero viver. Esquecer a solidão que enche à alma de esperanças vãs. Aprender a chutar as amaldiçoadas sequelas da vida. Amanhecer e não ver as feridas nessas paisagens. Nem passagens medonhas cristalizando a alma a cada dia. O rio calmo definhando o coração espera-nos silenciosamente...
Eis de pôr as mãos nesse solo sagrado devastador. Deitar ao lado da escuridão e agradecer pela dores da vida. Por mais que sobrevivamos, quero agradecer os despenhadeiros trilhados, clãs vagando dolorosamente. Que a dormência acabe com os pesadelos periódicos, paradisíacos...
Quero abrir olhos e avassalar vaga-lumes alumiando os vernáculos. Adentrar a casa de palha que tanto sonha-se. Voltar a ser criança por um fio. Deixar o frio da madrugada percorrer a espinha nas horas incertas. Lembrar do filme que passa em segundos afugentando a trilha percorrida...
Vou respirar ares refutados. Esquecer as tristezas inesperadas que afagam o coração em formigamentos. Ter como sentimento a liberdade para ir e vir. Sonhar ao ver os olhos da esperança balançando bonança...
Só se quer alguns passos para abraçar pai e mãe infinitamente. Ver filhos brincando fazendo jardinagens. Olhar para a sinceridade cercando os dias felizes. Já tem-se outras vidas plantadas ao lado esbanjando Jovialidade. Pegar a imortalidade que aflige hábitos e costumes, fazer deles perfumes dos mais elaborados. Eu só quero a liberdade, de lado, suspirando outra vida...
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