Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
QUESITO
Por que será que a saudade não tem pena
Do coração, dos suspiros? Devorando tudo
Com o seu apetite insensível e tão sanhudo
Pondo a alma da gente aviltada e pequena
Tudo frio, de um sentimento tão vão, rudo
Onde a sensação para aquele aperto acena
Uma infinidade de emoção, selvagem cena
Ó saudade, donde vem teu tosco conteúdo?
Dói, está tão dura sorte que no peito chora
Por que será? Pois, a tudo e a todos devora
Sem pena, deixando no ser aquela saudade
Ah! Saudade! Saudade! Bárbara e faminta
Do teu sentir a vida se torna crua e absinta
Por que apego se bastaria pouca intimidade?
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
29 junho, 2022, 06´44” – Araguari, MG
Minha intensidade não permite superficialidades! Me entrego por completa! Corpo, alma e coração! Não condeno quem não sabe apreciar minha companhia ou amizade, por confundir minha simpatia e educação com terceiras intenções, mas não tenho intenção alguma de mudar minha essência. Não busco suprir expectativas de ninguém!
💗 @JaneFernandaN🌷
O Homem Não Pode Confiar No Outro Porque Todos Os Outros Incluindo Ele Mesmo Sempre Estará Sujeito A: mudar/renovar/transformar »⟩ opiniões/conclusões/verdades/mentiras/pensamentos... Independentemente De Ser Positivo, Negativo, Neutro, Consciente Ou Inconsciente.
Então Como é que Você Pode Confiar Naquilo Que Não Está Em Seu Poder, Incluindo Você Mesmo Para Com Os Outros!
Olhe para a lua, olhe as estrelas, olhe para o céu azul, meu amor!
Não importa a distância, estaremos conectados pelos sentimentos e pensamentos, só assim para não sentirmos dor.
Eu nunca amei alguém como eu te amo, eu nunca me senti tão consumida assim.
Diga-me qual a possibilidade de eu sem você, ser feliz?
Não há como e nem porquê,
desacreditei de algo que hoje vivo, um filme clichê.
A saudade mata, ela destrói, e estar sem você me corrói.
Eu te amo mais que tudo, ti é o meu mundo.
Sem seu sorriso não sorriria;
Sem sua voz não falaria, me calaria pela eternidade;
E sem sua presença não estaria aqui de verdade;
Sinceramente eu não estaria com vida;
Então sim eu agradeço, você me salvou;
Meu coração não é mais o mesmo com você;
Se você parar pra pensar, notou que eu mudei, mudei o suficiente para não ser mais reconhecida por muitos, e por isso me alegro;
Me salvaste de tudo que não é bom.
Para alguém que sempre escuta, quando digo sem ti não vivo.
Não sou fácil de ser entendido,
Difícil sou como quem fosse escalar um edifício de isopor, ou com garfo comer sopa, opa, vencido pelo entendimento quem tiver atento que digo o futuro, onde o comunismo e a água potável serão dominavel e pelo povo, os abomináveis políticos farão leis de dominar tecnologia e controle da boa fé mais do que pensa que hoje, mas ainda não é.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
Grandes coisas não são realizadas em nossa zona de conforto. É preciso encontrar situações que nos façam encontrar o nosso máximo. Quando encontramos o nosso limite, sabemos que está na hora de elevar a régua. Ninguém cresce na facilidade e ninguém é realmente feliz na mediocridade!
@ronanmairesse
Aquilo que o ego quer, na maioria das vezes não é o que deveríamos fazer. É preciso muita humildade para saber avaliar aquilo que é realmente importante daquilo que é apenas um capricho. Apenas os vencedores sabem controlar a vaidade para depois avançar com força quando necessário
@ronanmairesse
Flecha tardia
Escrevo porque existe uma área no olho, que não sei nomear, onde a lágrima se deposita antes de rolar para as faces, uma espécie de pequeno leito, uma borda.
Escrevo porque meu corpo tem um ritmo: o coração, o ventre, o estômago, o sistema nervoso, as mãos, o útero.
Escrevo porque não sou eu quem escrevo, mas as palavras a se escreverem, urgentes.
Escrevo porque sou muitas.
Escrevo porque hoje é o amanhã do ontem.
Escrevo porque não é o tempo que passa, mas nós a passarmos e é em nós que existe a duração, esse desvio subjetivo do tempo, em que as coisas perduram, o passado se transforma em presente e o futuro deixa de ser um mistério para se tornar uma vontade.
Escrevo porque morro e ressuscito.
Escrevo porque as palavras são criaturas cheias de dimensões e as coisas podem ser outras.
Escrevo porque os fatos não existem como uma coisa imponderável e fixa.
Escrevo porque acredito. Intransitivamente.
Escrevo porque a morte se insinua em cada desistência.
Escrevo porque Paul Celan, um dia, falou de uma "flecha tardia". Ele a lançou e ela, no futuro em que estou, me atingiu. Quero lançá-la mais adiante.
Escrevo porque Manuel Bandeira disse que Teresa era uma lagarta listrada.
Escrevo porque sou pedra e planta.
Escrevo porque meus pais fugiram do velho mundo, porque existem ainda pessoas fugindo de um país a outro, porque sou também fugitiva, porque a fuga é a condição primária da perda e do encontro.
Escrevo porque não entendo quase nada, porque não sei o pensamento, porque não conheço ninguém.
Escrevo porque amo David Grossman, que escreve tão melhor do que eu.
Escrevo porque escrever é errar e precisamos fugir do acerto.
Escrevo porque habito na iminência e ela habita em mim e porque, na borda do precipício, ou pulo ou contemplo a vertigem.
Escrevo porque entre as palavras existe o silêncio que elas inventam.
Escrevo porque resistir é aumentar o grau de impenetrabilidade.
Escrevo porque é difícil.
Escrevo porque tenho filhos, uma transitoriedade, uma lembrança, um salto.
Escrevo porque existe a nuance, essa nuvem que sopra sobre as coisas fixas.
Escrevo porque sou dinamite.
Escrevo porque aprendi a raiva, nariz comprimido, olhos apertados, peito contraído, potência dirigida.
Escrevo porque o amor é redondo, geodésico, porque ele planta bananeira e porque ele é a casca, o sumo e o caroço.
Escrevo porque sou pó.
Escrevo porque as etimologias me convocam para novas histórias, porque elas querem ser reveladas e porque revelar é também, de certa forma, velar de novo.
Escrevo porque li que, na índia, existe um deus cujo manto é feito de sílabas e porque essas sílabas sustentam o mundo.
Escrevo para entender o que são os metros dáctilo e trocaico.
Escrevo porque Sócrates, antes de morrer, aprendeu a tocar uma fuga na flauta e porque, ao ser perguntado sobre isso disse: quero aprender mais alguma coisa antes de morrer.
Nem sei por que escrevo. Escrevo porque nem sei.
Doença viva
tenho uma doença e não se trata do corpo, está marcada na alma.
ela mata, todo dia eu morro, ela mata, mata ela.
tem dor, tem voz, grita grita.
só, para se ficar só, ela afasta.
perdi a razão não sei sobre a vida nada, sobre-viver, me mata, quero morrer queimada, renascer Florença.
quero viver sobre o que a de bom na fita da vida, quero gozar da vida e não ser mais uma vítima
Todo começo e difícil por isso se chama começo e não meio ou fim da estrada, começos são difíceis porque e assim que a vida e, vc pode olhar para suas dificuldade e dizer e difícil porém se vc não lutar pra resolver fácil não vai ficar, como se resolve os problemas?
A) fugindo deles
B) ignorando
C) deixando de lado
D) encarando eles
As vezes temos muitas escolhas em nossa frente por tanto temos que escolher o que vai acrescentar em nossa vida e não retirar, lembre-se que se tratando da vida ela sempre será difícil, mas não e impossível e questão de vc saber escolher o melhor caminho a seguir.
DE: DG ANJOS
Álbum de fotos
Momentos que não vão voltar
Lembranças que são para guardar
De um tempo que tudo era mais simples e feliz
De manhã, um céu azul da cor do mar
Já era o suficiente para a felicidade pairar
Memórias da infância
Marcadas em um pedaço de papel
Saudade de quando o tempo era doce
Doce como mel
Felina indomável
Me morde, me arranha, faz manhas... não quer ser dominada. Escapole entre meus dedos pra não se sentir sufocada. Vem felina moleca fazer travessuras em mim, vem brincar de caçar pela casa, sou presa fácil pra ti. Só quero te dar os meus beijos, carícias sem nada pedir. Meu único desejo sincero é ouvir minha felina selvagem fazendo ron-ron pra mim.
Cavaleiro De Armadura Azul
Não importa quantos dias se passem.
Não importa quantas horas se passem
Se quiser não me chame pelo nome.
Me chame de namorada.
Atenderei você meu amor de armadura azul.
Mas as vezes você e um cravo cheio de espinhos
Me machuca, me corta, e me quebra em pedacinhos.
Você e um caco de vidro.
Me desculpe cavaleiro de armadura azul.
Você me machucou.
Se não cheguei tão longe como pretendia, foi por falta de recursos que me limitaram onde terminei minha obra. Em grosso modo, não é tão difícil comer sopa com garfo; talvez você me carregue após descobrir que o mundo acabou e se servir um café.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
►Te Amo
Falar de amor sem pensar seu nome não faz sentido
Tal como ir a um circo sem cobiçar um sorriso
O que sinto por você, quem vê de longe pensa que sou rico
Pois fico numa vontade louca de te comprar um oceano
Difícil, eu sei, morena, é bem difícil.
.
Mas, quem sabe, em um futuro próximo
Eu consiga um cantinho para nós nos amarmos?
Sem brigas, sem discussões
Só nós dois, sem culpa ou descaso?
.
Fiz para você tantos rascunhos do meu amar,
Que hoje, parece até que aprendi a cantar
Não pego mais o caderno
Não me vejo mais descoberto naquele frio de inverno
Tudo o que sinto é o calor do seu corpo, no cobertor,
Me abraçando
Me completo, com seu sorrisinho predileto
Não me contive e rabisquei,
Mais um textinho ou alguns versos
Guarde-os bem, por perto
Para que os entregue quando eu a pedir
Sua mão?
.
O futuro é incerto, eu sei
Mas, hoje tudo o que sinto por você é o amor indiscreto
Que não se abala, que sai em protesto, pelo tocar da morena
Que meu coração hoje pula todo inquieto, crédulo.
...
Minhas ideologias não são esquizofrênicas, apenas muito discrepantes das que me rodeiam com certa teimosia. Chego a confundir a teima com carma, mas logo dissipo a energia que me leva a apontar o indicador para supostos deslizes regressos.
Tudo que transpiro é legítimo e intenso, e legitimidade com intensidade não abre precedentes para gotas de equívoco. Amor e amizade não são sentimentos banalizáveis, algo descartável ou utilizável apenas para satisfazer o bel prazer de um dos lados da história. Ratifico tal percepção ao acessar minhas gavetas repletas de consciência, subconsciência – e porque não – inconsciência coletiva.
Há quase cinco décadas venho me intoxicando com barbitúricos intangíveis e abstratos, que também extirpam a plenitude dos seus destinatários - dia após dia. É como se eu vivesse em uma quimio recorrente, algo plantado para aniquilar toda minha alegria - homeopaticamente.
Com a idade me dei conta deste calvário tóxico e comecei a revirar tais gavetas sem aquela impulsividade adolescente e, por esta única razão, encontrei o cerne que afoga meu âmago com bolhas de angústia – vários frascos do veneno que sequestra minha essência e apaga a estrela que deveria irradiar luz.
Segurei os frascos com meus pensamentos mais lúcidos, abri minha mente com certo receio, e percebi o rótulo que estampa o casulo deste aprisionamento triste e escuro. Um princípio ativo que joga para o ostracismo todo o brilho de uma alma que nasceu para brilhar: “frustração”, dor causada pela ausência de reciprocidade.
Não são os livros que nos ensinam a ser Psicólogos, é a vida.
Os livros, são guias, mapas, mas cada estrada sempre tem os seus próprios desafios escondidos, e cada um de nós vai precisar, durante a condução daqueles que estão sobre os nossos cuidados, também olhar para dentro, para os nossos afetos e enigmas particulares.
O meu, é seu
O seu, é meu
Não é posse, nem apego
É o que é
Não existe subterfúgios
Está incluso
O lapso é naturalmente aceitável
A opulência de sentimentos são evidências
O tempo transforma a paixão em amor, o amor se transforma êxtase
O magnetismo assusta
A telepatia cria elos
A intuição grita
Como era antigamente é hoje
Como foi um dia será pra sempre
O meu desejo está em você
Tive q me acostumar c/ um tipo de amor de quem não sabe de verdade o q é amar. Um amor q confundem c/ possessividade e egoísmo. Um amor o qual faz pensarem primeiro no próprio umbigo, q não existe preocupação, carinho, afeto, cuidado.
As pessoas confundiram individualidade c/ egoísmo, singularidade c/ possessividade.
As pessoas falam de amor, pregam amor em suas redes sociais mas agem na linha oposta dele. Na vida real é tudo bem falso, da asco de pensar.
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