Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Sabe, Maria. Ela é uma pessoa boa, tem um coração enorme, faz bem a todo mundo que entra na vida dela, e o melhor, ela me faz feliz. Mas o único defeito que ela tem, é não acreditar em si mesma, nas coisas boas que ela trás e em tudo de bom que ela é. Por um momento eu queria que ela se olhasse no espelho, olhasse para dentro de si mesma, e visse a imensidão de coisas boas que existe em seu coração e em sua alma. Ela me faz feliz, e tem meu coração. Mas ela prefere fechar os olhos e viver numa ilusão, achando que não existe nada dentro dela, além de solidão. E é isso que mais dói, Maria.
Ser humano ou anjo? Eu me perguntava enquanto a luz dele iluminava tudo ao meu redor! Alguns segundos que pareciam uma vida! Foi ali que o destino mudou de lugar todas as minhas certezas, e eu sem certeza nenhuma, só queria a paz que aquele ser me trazia. Lá fora um barulho silencioso, dentro de mim um silêncio ensurdecedor.
Eu tô cada dia mais desiludida do amor, Tô cada dia mais distante dessa coisa de se apaixonar, O quê existe é Vontade de Compartilhar segredos, de chorar e sorrir a dois, Amor não Existe, O quê existe é Vontade, O Empenho de ambas as partes, amor é o nome que se dá a vontade que duas pessoas tem de ficarem Juntas ..
"Então é isso, eu me sinto triste, cansado e com muitas dúvidas. Eu quero paz, eu quero felicidade, eu preciso me manter bem focado no meu objetivo, ultimamente minha mente tem sido o único lugar confiável. Parece que tudo esta contra mim, tudo tenta me derrubar,e eu aparento estar fraquejando, desistindo. E eu te digo: posso não ser um cara perfeito, mas eu tento, e é isso que eu faço, tento e não desisto de melhorar.
Eu já aceitei teus silêncios e até estou me acostumando. No começo, toda essa saudade parecia ser uma arma de autodestruição, pronta para me reduzir a migalhas. Mas veja bem, não me espere ver deitado com a cara nos trilhos, as notas e os rabiscos que eu deixei afirmavam claramente que quem estava descarrilhando era você.
Deixa eu saber. Deixa eu saber daquela saudadezinha, mesmo a passageira. Deixa eu falar sobre o teu beijo bom. Deixa eu colocar aquela música que me lembra você. Deixa eu terminar a noite ao teu lado. Deixa o teu medo de lado e deixa eu saber as tuas vontades. Deixa eu segurar a tua mão um pouquinho, deixa, vai que de tanta insistência... uma hora você esquece as tuas mãos nas minhas.
Deixa eu contar uma coisa, depois que conheci novas pessoas, passei a ter um pouco mais de fé em alguns corações parecidos com o meu. Quanta gente incrível tem surgido na minha vida, sendo amparo e alegria. Enfrentei todos os tipos de "ausências" mas, acabei encontrando pessoas para me inspirar e admirar. Nos momentos mais difíceis, ganhei anjos que me ajudaram, me fizeram ver o quanto a vida é divertida, apesar dos obstáculos. Anjos que emocionaram minha alma e cativaram meu coração. Neste mundo virtual eu encontrei seres humanos intensos em amar, em cuidar e em querer bem ao outro. Quando criança, imaginava que o mundo, sendo tão enorme e existindo uma imensidão de pessoas, poderíamos ter a possibilidade de conhecer a todas e daí sim, por afinidades, cumplicidades e reciprocidades escolher as quais melhor se encaixariam em nossos relacionamentos afetivos, seja na amizade ou no amor. Mas que utopia esta minha idéia, não é? Não há como conhecer a todos! Mas esta minha fantasia de criança ganhou uma nova perspectiva com a chegada da tal internet. Se não posso conhecer a todos, ao menos uma boa parte, sim, rs! Está aí a tecnologia nos interligando às pessoas que estão distantes, mas pertinho de nossas verdades. Ei, isto também é reciprocidade, virtual, mas correspondida e respeitada. E não tem nada a ver com religião, mas sim com ética, princípios e valores. Esses conhecidos, amigos, admiradores virtuais que entram em sintonia com a nossa sensibilidade por relatividade de coerência, sensatez, amor ao próximo, indignação, revolta e ânsia de justiça pelas mazelas da sociedade e todo tipo de preconceito e crueldades que alguns seres humanos ainda insistem em disseminar por aí... Neste mundo tão carente de amor, onde valores são deturpados, violados e muitas vezes nossos relacionamentos são tão vazios de sentimentos bons, a vida nos presenteia com mais esta oportunidade: conhecer mais pessoas com coração, com bondade, com uma enorme vontade de fazer grandes amizades!!! Bora, socializar! Pois corações puros não se reconhecem apenas fisicamente ou nas palavras, mas também na grande invenção tecnológica do “se conectar.”
Respirei fundo e continuei em frente. Tudo ainda me abalava muito, mas eu sabia que ficar parada ali, esperando que algo mudasse ou que você mudasse, não adiantaria. Inúmeras vezes senti aquele aperto no peito que dizia "volta que vai dar certo, dessa vez será diferente". Mas lembrei de todas às vezes que voltei. Lembrei de todas as chances que eu te dei. Por fim lembrei que em nenhuma você mudou, melhorou ou valorizou. E no meio de todas essas lembranças percebi que ninguém muda, ou seja, percebi que você não vai mudar. O que aliás é uma pena, me deixa triste saber que gastei tanto tempo em vão com uma pessoa que no fim, não tinha nada para me oferecer. O coração ainda dói, o peito ainda aperta, mas já não é por saudades ou por vontade de voltar atrás. Dói e aperta, por saber que um sentimento tão lindo que poderia ter acontecido, não aconteceu por bobeira sua, por orgulho seu, por ignorância sua, por descaso seu. O caminho que escolhi é o do amor. O do amor recíproco, companheiro. Escolhi deixar na minha vida somente o que for verdadeiro, o que for correspondido. Agora para ser parte da minha vida, o abraço dado precisa ser apertado, o sorriso precisa ser sincero e o beijo precisa ser com amor. Por isso, não estranhe essa minha mania de querer apenas sorrir e de apesar de tudo, ainda te desejar o bem. Desejo que siga seu caminho e encontre outro alguém. É que agora é só assim que eu vou passar a enxergar a vida: com simplicidade e boa vontade, para permanecer só aquilo que me trás felicidade. É assim que eu acredito que valha a pena viver.
Eu sempre amei o sorriso dele. O sorriso dele sempre foi imensamente encantador, eu poderia observá-lo por horas e horas sem me cansar. O sorriso dele me prendia, me laçava, deixava-me hipnotizada. O sorriso dele me transmitia uma calma enorme, tinha o poder de apaziguar toda a confusão que existe em mim. O sorriso dele conseguia aquietar meu coração, conseguia pelos instantes que sorria sossegar toda minha alma. Eu faria qualquer coisa por aquele sorriso, mas infelizmente ele não faria qualquer coisa pelo meu. Eu contaria milhares de piadas bobas se fosse preciso, me vestiria de palhaça, colocava alguma máscara, daria a volta ao mundo para encontrar algo que o fizesse sorrir, mas infelizmente ele não faria a mesma coisa no meu lugar. Eu faria de tudo para amanhecer ao lado dele só para o sorriso dele ser a primeira coisa boa para eu ver no meu dia. Eu amava arrancar um sorriso dele, eu fazia questão de fazê-lo feliz só para ver aquele sorriso sereno, é uma pena que ele não fazia a mesma questão. É um desperdício da alma e do coração amar um sorriso que não ama o seu. Eu sempre amei o sorriso dele, mas aprendi que amar o meu era mais importante.
Eu nunca lidei bem com sentimentos, nunca consegui compreendê-los, desvendá-los. Eu nunca consegui entender esse abismo de complicações em um relacionamento entre duas pessoas. Também nunca consegui entender como duas pessoas podem se amar, se querer tanto e não acabam dando certo, seus caminhos de alguma forma tornam-se diferentes. Para ser sincera eu nunca lidei bem e nem entendi essas coisas que vem de dentro da gente assim sem avisar, sem ter hora, sem ter razão. Nunca fiquei confortável como o coração pode acelerar tanto simplesmente com o toque ou a voz de outro alguém. Como o estômago pode ficar cheio de borboletas com saudade de outra pessoa e muito menos os sorrisos bobos dados sem esforço algum. Nem preciso dizer que tão pouco entendo o por quê sentimos essa necessidade mãos dadas, beijos roubados, tardes de domingos abraçados, das brincadeiras bobas, dos risos atoa. E para ser bem franca acho que nunca vou entender e nem lidar bem com esses sentimentos. Eu nunca lidei muito bem com sentimentos, nunca consegui entender o amor, só sei que amar uma pessoa é isso: sentir tudo e não conseguir explicar de onde toda intensidade vem.
Eu gosto de escrever sabe? Eu gosto muito de escrever, as palavras são meu refúgio sempre, de tudo. E uma coisa que eu reparo é que sempre que eu termino de escrever seja um texto ou uma frase, quando eu leio eu lembro de você. Eu conversei com a minha mãe sobre isso e mostrei pra ela alguns textos meus, e eu tive uma surpresa quando ela me disse que se lembrava do meu pai quando lia eles.. Então eu quis mostrar pra mais pessoas e todas elas me responderem que quando liam eles, se lembravam das pessoas que amavam, não que eu já não soubesse, mas eu tive certeza: não importa por quais caminhos eu ande, eu sempre vou voltar para o meu porto seguro. Uma metáfora.. ah, eu amo metáforas também. Já ouviu aquela "a gente acorda pra vida, mas não quer sair da cama"? é uma das minhas preferidas, porque na verdade é isso que acontece, a gente sabe qual a real situação do momento, mas prefere fingir que nada está acontecendo, confesso que já fiz mutas vezes isso. Mas eu estava te contando como tudo me leva de volta pra você, não é? Ah não... droga, o motivo principal desse texto era falar de amor, mas olha eu novamente falando de você. Ainda dá tempo de corrigir? Vamos falar de felicidade então! Eu queria usar uma frase feita aqui, porque eu acho que ela se enquadra "a felicidade é como uma borboleta, quando você menos espera, ela pousa no seu ombro." Vou te contar uma coisa: eu tenho medo de borboleta... então será por isso que a felicidade não chega até mim? Te conheço, sei que você não tem medo de borboletas e que a felicidade está sempre ao seu redor, opa, as borboletas estão... Confuso? Um pouco, a felicidade é assim, composta de altos e baixos, momentos felizes e tristes.. Sim, tristes! Você deve estar me achando meio louca por achar que momentos tristes fazem parte da felicidade, mas fazem meu amor, já ouviu que pra ver o arco-iris é necessário atravessar a chuva? E pra chuva felizmente você tem duas opções: aprendar a dançar na chuva ou esperar o tempo abrir de novo. Não vai desperdiçar uma boa dança, não é? Olha só, eu de novo falando de você... bom, meu objetivo foi alcançando, eu queria falar um pouco sobre o amor e a felicidade, e eu consegui, porque eu falei de você, e você é capaz de englobar os dois dentro de você! Escrever é uma enorme paixão, mas você, ah, você com certeza também está entre uma delas! Eu amo você!
Eu confesso que às vezes bate uma saudade incomparável, uma tristeza lamentável, uma dor sem sentido. Às vezes tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de procurar-te na sua cidadezinha, contratar uns músicos para fazer uma serenata em frente ao seu apartamento, fazer um vídeo dizendo o quanto eu te amo e sinto sua falta. Às vezes sinto uma saudade, uma saudade irracional, maior que tudo. Porém, eu me controlo. Eu não volto atrás, eu fico aqui, quietinha, procurando uma maneira pra esquecer, pra essa saudade aliviar. Tenho que me convencer que não dá mais, que acabou, que não volta, que se foi, se foi pra sempre.
Sabe oq eu vejo? Duas Borbeletas Voando... Bem serenas... E embaixo vejo uma Joania sozinha e solitária parece com vc, vc se deixou afundar no fundo do poço, por um garoto idiota qualquer, agora está aí sozinha, chateada, infeliz. Enquanto o garoto Há! Tá ficando com todas, e vc decidiu seguir qual caminho o caminho tolo, agora se anime vc é linda, bata as suas asas e voe o mais longe o possível, e veja a felicidade no seus olhos! E veja como a sua vida melhor que a dele.
Era tudo simples, e fácil, o amor nos filmes era uma coisa realmente bonita e gostosa de se ver, eu era encantada, aqueles príncipes, aquele amor, mas acho que não era real, ou pelo menos, não parecia ser, eu tinha uns 10 anos, ah, se eu for parar para pensar, era o que eu realmente achava do amor, que a primeira pessoa que beijasse-nos seria aquele príncipe encantado, seria aquele o meu amor da vida toda, seria quem sempre estaria do meu lado, no bem ou mal, estando feia ou bonita, mas não foi bem que terminou o meu primeiro beijo. Nos beijamos, eu amei, e ele não, foi triste, desagradável, mas pelo menos serviu de lição que eu não deveria acreditar em contos de fadas, talvez em uma história bonita, história de cinema, tudo da certo, e ele corre atras dela, e eles se beijam na chuva, mas é somente em ficções, pois a verdade é outra, e é cruel, não é bem assim, e acho eu, que nunca vai ser.
Eu aconteço pra fora, meu corpo é pequeno demais pra festa que acontece aqui dentro, sou mais extensa do que se vê, tem é que me sentir, tem que me ter, e quando me tem não existe metade, sou inteira, completa e não aceito ser de outra maneira, não aceito o menos, o pouco, o nada, tudo tem que ser demais, sem limites, sem meio termos.
Eu perdi aquela necessidade de demonstrar toda hora? A gente costuma ter essa necessidade de querer mostrar e provar tudo o que a gente sente, tudo o que a gente acredita, mas ás vezes chega em um certo ponto em que a gente se cansa, se esgota. A gente se cansa de ficar insistindo em alguém que não corresponde a gente, a gente se cansa de ficar persistindo em algo que não dá retorno alguém para nós. É mais ou menos do jeito quando a gente era criança: a gente gostava muito de um brinquedo, e ficávamos tentando dar corda, continuar com ele mesmo quebrado, mesmo depois de ter tentado consertar, mesmo depois de sabermos que não tem conserto, mas insistíamos, mas uma hora a gente se cansava do brinquedo porque ele não fazia mais nada por nós. E mesmo deixando de ser crianças, não mudamos muito: mesmo a gente sentindo que não está dando mais certo, mesmo a gente que já tenha tentado consertar, mesmo que a gente sabe que certas coisas não são para sempre, a gente continua insistindo, continua teimando até a gente cansar de quebrar a cara e quebrar o coração. Eu perdi essa necessidade que querer demonstrar toda hora sabe? Essa necessidade de querer teimar, de querer insistir que tudo dê certo sempre. Mas tudo bem, é normal, todo mundo se cansa depois de uma decepção, depois de uma ilusão, depois de ter quebrado a cara e machucado o coração.
Uma verdade sobre mim: eu amo escrever. Tem dias em que a vida anda tão saturada de acontecimentos, de emoções, de pessoas ... que torna-se difícil acomodar tanta informação. Sendo assim, eu não me sobrecarrego: se me pesa a alma, eu me deixo esvaziar por meio das palavras. Escrevo porque o ato de escrever me alivia. Escrevo porque andei acumulando sentimentos o dia inteiro e preciso me descarregar. Escrevo por necessidade: escrever, pra mim, é tão importante quanto respirar. Escrevo porque não me permito passar em branco. Escrevo porque sei que a eternidade é agora. Escrevo porque há muita coisa a se contar. Escrevo para passar o tempo. Escrevo para o tempo não me passar.
Quem sou eu? Venho tentando encontrar uma resposta para isso desde quando comecei a escrever. São centenas de palavras, conexas e desconexas, jogadas aos montes em folhas de papel, documentos no Drive, anotações no celular e conversas de WhatsApp. Percebo que tudo não passa de frustradas tentativas de me encontrar perdido em alguma dessas linhas.
Engraçado, toda vez que eu erro uma palavra quando teclo e vou reescrevê-la, eu preciso apagá-la toda para que meu eu interior fique satisfeito. Não que eu seja uma maluca cheia de neuroses ou algo do tipo, mas é que eu tenho coração até mesmo com as coisas mais bestas da vida. Penso como se eu fosse a palavra ate então equivocada, e que você seria a continuação. Mas ai eu esqueço tudo e começo novamente, porque todos merecem uma chance, principalmente você. Eu esqueço aquele meu lado egoísta de sempre e te aceito mais uma vez, só mais essa vez. Essa é a minha parte chata do nosso amor.
Sabe, eu descobri que aquele teu cheiro bom e sereno que me rodeia é flor. Flor ainda no pé, adocicada pelo quão esperado o dia em que saltar em meus braços. Flor que renegas em me dar, para que eu possa envolvê-la em minhas entranhas. Enquanto eu marchava entre peculiares jardins, encontrei uma flor com teu cheiro. Primeiro, pegei e a enrrosquei junto a meu colo, como se não fosse flor, mas o teu osco amor. Lembrei-me absolutamente de tudo que passei ao teu lado, dos seus sussurros, e do bater dos seus lábios em minhas orelhas. Descobri que a flor, no entanto, não tinha mais o teu cheiro gostoso. Suspirava-a até o ápice do que parecia ser teu cheiro, cheiro esse que sumia aos poucos. E descobri que aquilo era o falecer do nosso amor, e que flores são amores que morrer. Você deixou de ser cheiro bom a me rodear e passou a ser flor no meu jardim.
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