Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Eu quero sentir o amor como nunca sentir, eu quero tanto te abraçar e nos seus ouvidos falar, o quanto eu quero te amar, o quanto eu posso te amar, o quanto eu quero te fazer feliz e o quanto eu desejo ter você aqui; aqui perto de mim, para toda vida ou toda eternidade, com você eu encontro a minha felicidade...
Cicatrizes são marcas de guerra, de ferimentos severos e caracterizá-las como "eu sobrevivi" é deveras superficial: elas também podem significar amputações irreparáveis para as quais não há próteses - não há substituição. A vida continua desfalcada e, conviver com a perda é suscetível a mais perdas, entre elas a da sanidade.
...desculpe-me se eu entregar os pontos, se eu fraquejar, desistir...Desculpe-me aqueles que acreditaram que tudo em mim fosse só vitória...Às vezes é preciso jogar a toalha, pra se perceber, pra se deixar entristecer, até doer, doer, doer...É que na dor, a gente se recria...É como nascer...de novo!
Eu acho.. que as pessoas hoje em dia, deveriam persistirem na busca daquilo que elas querem tanto para elas, e não desistir logo no primeiro obstaculo que encontrarem no caminho, "aquela coisa" ou "aquela pessoa" que você tanto quer com você, tem que sentir que ela é desejada e querida por ti, senão de nada vai valer você dizer, demonstrar ainda é muito importante!
Eu disse adeus a muitas coisas: aos meus velhos amigos, à minha infância, ao meu dom de fazer piadas boas, ao meu ânimo (…). Agora eu quero dizer adeus ao agora. Aos novos tempos. Ao sofrimento. Ao passado. À uma brincadeira esquecida, a um sorriso mal feito. Ao que não teve graça e mesmo assim eu ri. Eu não preciso mais forçar meu interior a gostar dessas coisas. Eu cresci, e agora eu sei o que é verdadeiro pra mim. O que eu quero de verdade. E sei que não faz parte de nada do que passou. É o que estou construindo e a forma como ele está agora. A forma que ele vai ficar. Ou quando ele estiver pronto. Eu vou dizer adeus a muitas coisas, sim, e eu pretendo começar dizendo adeus a mania de achar que sonhar uma aventura é o mesmo que vive-la.
Ando preferindo a solidão que a multidão, ultimamente estou assim também, final de semana eu simplesmente quero ficar no sofá, assistindo um filme, ir a uma boa cafeteria. Aproveitar o momento em um lugar em que as pessoas respeitam os ouvidos alheios, quero paz. Ouvir somente a voz dos que me dão carinho e recebem o mesmo de mim..
Quando me perguntam qual é o meu maior sonho entre todos que carrego em mim, eu respondo em alto e bom som, SER MÃE! esse é o meu maior sonho, o mais difícil acredito que seja, pois não é só procriar, é ser mãe, isso vai muito alem do que simplesmente colocar um filho do nosso mundo. SER MÃE pra mim, é, ver através dos olhos da criatura mais linda que você já viu em toda a sua vida e ouvir o coração bater e aquilo ser as notas musicais que fazem seus ouvidos não ouvir nada, além daquela melodia. Sentir uma paz ao ter o filho nos braços, dizem não ter amor maior, não sei, mas sinto.... quero só dar o meu melhor e ser o porto seguro dele, ser sua base de chegada e saída.
Então eu sigo as escadas e chego a porta. Ela da visão ao jardim que trás ao final do dia o cheiro. Seu cheiro. Não que você tenha cheiro de flores e plantas, mas a pureza da natureza me remete a pureza do teu cheiro em meus momentos de lembrança. Aquele cheiro da tua pele que me trazia pra perto de você, assim como o jardim que atrai as borboletas em um final de tarde primaveril. Caminho por esse jardim tocando, cada flor, cada folha assim como tocava cada pedaço do teu corpo, corpo este semeado e cuidado pelo tempo para o jardineiro apaixonado que você me tornou. Fecho os olhos, o velho piano toca dentro da casa abandonada. Casa que você me tirou com minha vontade de sentir suas pétalas, me salvou da escuridão da casa triste. Ando em meio às flores, ando até que o jardim acaba. Desespero-me. Olho pra trás. Não há casa. Não há jardim. Apenas uma fotografia. Olho e uma lágrima escorre como um orvalho. Nela estou eu, beijando uma mão assim como cheirando uma flor.
"E eu procurava por toda a extensão da minha mente um único motivo pelo qual eu poderia me apaixonar por você. E então vinha em minha mente não só um, mas centenas de fios castanhos, que em seu rosto, envolviam aquele belo sorriso pelo qual eu me encantava todas as manhãs. Eu procurei outras coisas que poderiam me levar a uma paixão, e sim, eu encontrei. Mas entre todas elas, aquele sorriso em meio a uma penugem era a que mais me encantava."
Pensamentos positivos, me impulsionam para que eu atinja o inatingível, que eu possa transpor tudo aquilo que se opõe a mim se auto-intitulando "invencível". Por isso nessa batalha do dia-a-dia não se deixe abater pois nunca estamos sós. Pois Deus esta comigo e ninguém vai derrubar essa imensa muralha que ergui com minha voz!!!
A gente vai se ver de novo, eu vou te ver de novo, nós vamos dar certo em outro momento ― eu falava baixinho enquanto te via dobrar a esquina. Fechei os olhos e desejei intensamente acreditar em destino, caminhos cruzados, alma gêmea e essas coisas. Só pra acreditar um pouquinho que a gente iria ser pra sempre. Só pra me enganar mais um pouquinho sobre nós enquanto te via indo embora da minha vida.
É que eu nunca quero o que eu acho que queria, sabe? Nunca me basto, nunca me bastam. Tem sempre algo faltando quando nada deveria estar faltando. Eu quero mais, eu quero tudo, eu quero o mundo. Não só a metade de alguma coisa, um sentimento morno, algo normal. Quero o que eu ainda nem sei se existe, e de vez enquanto dá um desanimo tremendo de procurar. E se no final for só isso mesmo? Essa busca inalcançável por algo que não tem nome, algo que seja suficiente pra mim, que baste. Nadar e nadar e morrer na praia.
Eu acho que ofenderia um par de gente se demonstrasse tudo o que eu sinto. Se botasse em pratos limpos todas as raivas, incômodos e sentimentos tortos que estão aqui por dentro. Muita gente seria machucada sem motivo. Muita gente se assustaria, choraria, sairia correndo, gritando pela mãe. Alguns me chamariam de louca e outros ficariam sentindos. “Mas eu pensei que você gostasse de mim…” diriam. E gosto. E amo. Mas tem muitas outras coisas também. Muitos outros sentimentos feios que rodeiam o amor. Não só amo. Não só tenho sentimentos bons. Tenho vontade de bater em quem anda lentamente na minha frente. Gosto de bebês, mas detesto crianças. Sou agressiva, maldosa, impetuosa. Sou má de vez em quando. Não sou feita de açúcar.
O riso é a parte mais séria da vida porque te alimenta de luz. Eu gosto dos loucos, porque são os mais inteligentes. São os que falam verdades, mas não te criticam. Infelizes das pessoas que acham que não podem mudar a realidade com a força dos seus desejos. E eu desejo muitos sorrisos e o melhor da vida pra nós.
“Como dói te amar, vê os dias se passando e eu aqui sem notar, apenas sentindo um vazio, faz tempo que falo com você e dor me consumindo, você se foi e deixou as lembranças, sinto sua falta, quero você mais sei que não posso voltar atrás agora tendo que olhar pra frente mais dói demais, te esquecer é praticamente impossível tudo me lembra você uma música, um olhar ,um sorriso, uma apelido simplesmente TUDO. E vou aqui tentando te esquecer quando tudo que eu mas quero e te amar. ”
Queria, mesmo que por instantes, pensar que estava a sonhar... Ao longe eu ouvia os dissonantes agudos e as separadas frases melódicas que vagarosamente se aproximava pela madrugada, não tive dúvida, era sim o Anjo da primavera no alto dos céus que me convidava com seu canto a dançar... e eu sem titubear, entreguei-me...(
É que sempre fui eu, do outro lado da ponte, chorando, encolhida, abraçada no travesseiro, controlando meu próprio choro para não acordar ninguém. É estranho ter malas nas mãos, quando o costume era tê-las sobre os olhos. É estranho eu confortar, dizer que vai ficar tudo bem. Ok. Sei que essas palavras são mais para mim que para qualquer um, mas isso não atenua a estranha sensação que essas palavras trazem a boca, quando ditas.
Eu acabei comigo, por pensar que a vida pode seguir bonita como nos filmes, como ensinam para nós, quando criança. Estraguei aos poucos. Cortei, rasguei, dilacerei em silencio cada parte boa que havia em mim. E o que hoje sou? Sou sobra, resto, o que sobrou de ruim do meu bom. Virei esse amontoado precoce de pessimismo (palavras de uma pessoa próxima de mim). Amarguei cedo demais. Em uma década e alguns quebrados, retiraram de minha retina o véu que nubla nossos olhos, que faz nosso cérebro acreditar que a vida é como uma pena que flutua, rodopia no ar transparente.
Eu sempre acho que estou fazendo tudo desandar. Eu atravanco o caminho de todos com minhas penas longas, minhas asas pesadas que não servem para ganhar o céu. Sempre acho que minhas patas, unhas, garras, estragaram o caminho de todos, se tentar acompanhar alguém. Acho que sempre prejudico, envergo tudo. Porque sempre tenho que sentir, quando encosto a cabeça no travesseiro, de madrugada, que sou um lixo?
Então ela me disse: eu te amo. Meu mundo girou, meu coração foi parar na ponta do pé, meu estômago foi invadido por seres estranhos, minhas mãos transpiraram, minhas pernas tremeram, meus olhos se arregalaram, minha boca ficou seca, meus pensamentos se perderam... e então eu disse: eu também te amo.
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