Textos para Boas Vindas
Pequeno princípio sobre a garantia do Direito
Direito não se sobrepõe a Direito. O Direito só se sobrepõe ao Dever. Não existe linha vertical entre Direito e Direito. Mas sim sempre há e sempre deverá existir, uma linha vertical entre o Direito e o Dever. Pois o outro sempre terá a obrigação de respeitar meu Direito, assim como tenho sempre, diante de mim, o DEVER de respeitar o seu. O Direito, na escala hierárquico-legal, sempre será o comandante do Dever. E nunca ao contrário disso. Não existe Direito mais garantido para um do que para outro, proporcionalmente falando. O Direito é uma garantia positiva unânime, para todos os indivíduos.
Às 08h41 in 06.04.2024
Pequeno discurso sobre o princípio da Pedagogia
A missão acadêmica, propriamente dita, não consiste em preparar um aluno para a Vida. A natureza da existência Pedagógica, imanentemente, tem como teleologia forjar o aluno para o mercado de trabalho, através do intelecto. É o de fornecer material epistemológico, científico. Porém, a própria presença do aluno em sala de aula, isto é, toda carga horária usada durante toda sua jornada colegial ou acadêmica, inconscientemente, já é a própria parte da bagagem de preparação para a Vida. Não é papel docente, de um Professor, ensinar um aluno para a Vida. Mas fornecer-lhe material acadêmico. É bem verdade que, na Grécia antiga por exemplo, os aios tinham, também, esse brilhante papel. Mas com o advento do ensino sistemático acadêmico-colegial, o papel dos Professores se limitou apenas a transmitir conhecimentos especializados. O preparo para Vida é uma construção vivida no individual com a participação do coletivo. São os amontoados conexos e desconexos do dia a dia que forjam o caráter e capacita o cidadão a se inserir nos atos da própria Vida. Repito: inclusive, inconscientemente , quando ele passa boa parte de sua existência, na Escola.
Às 12h24 in 29.04.2024
O homem primeiro existe para depois se definir, ( Princípio Sartriano para existência ), eis a causa essencial da razão, para nos distinguir dos demais seres e coisas.
Então o que seremos, um espírito em movimento constante, com ideias abertas para a totalidade, ou viveremos toda uma existência apenas subindo e descendo a montanha com a mesma pedra de Sísifo na cabeça ou na mente?
O amor não se compra, disto todos sabem, mas poucos compreendem um principio universal sobre o valor do amor, como se adquiri e como se perde.
O amor está em outra esfera de razão e entendimento humano, quem ama tem a força de um deus, e quem recebe a dedicação de alma de um deus, se torna um deus também, poderoso e humilde, sobretudo generoso e bom, quem ama cuida, alimenta e vibrar a cada sorriso e conquista do bem amado, quem ama liberta e nunca está preso ou limitado.
Ati, Iranete alma irmã da minha alma
O Encantamento
A princípio, ele acreditou tê-la visto entre as colunas do templo. Não um templo de mármore — mas o da própria mente. Ali, onde as musas habitam como sombras antigas, ela surgiu. Seus olhos, tão serenos, pareciam conter os astros. Seu gesto mínimo, de afastar os cabelos do rosto, era um ritual solar. Ele pensou: É Ariadne. A filha dos deuses. A que guarda o fio do caos.
Ele era artista. Não dos que vendem quadros em feiras nem dos que frequentam coquetéis. Era daqueles que se perdem no traço de uma linha, ou em uma frase que nunca termina. Vivia no exílio da lucidez, no limiar entre o sagrado e o delírio.
E ela apareceu assim. Simples. Com um vestido qualquer. Mas para ele era sacerdotisa. Musa. Mistério. Sua mente parecia dançar sobre os abismos como uma acrobata dos ventos — e ele se encantou por aquela inteligência sem nome, por aquele silêncio que parecia conter todas as palavras do mundo ainda não ditas.
— Você não é daqui — ele disse, certo de que falava com uma mulher vinda de outra esfera.
Mas os dias passaram. E o que era véu foi tecido. O que era bruma, forma. A musa, aos poucos, se revelava humana. Com certezas comuns, opiniões previsíveis. Não havia abismo: apenas convicções. Ela acreditava em causas, em partidos, em fronteiras morais. Entre o sim e o não, ela nunca hesitava. Entre o bem e o mal, escolhia com pressa.
Ele, que vivia das nuances, das contradições, do absurdo, sentiu uma dor sem nome.
— Ela é binária — pensou.
E doía. Não porque ela fosse assim — mas porque ele havia amado nela o que ela nunca fora.
E então compreendeu: sua arte sempre fora isso — um esforço patético de ver divindade em quem só carregava o peso da humanidade.
O Encantamento
A princípio, ele pensou que ela fosse Ariadne — uma ninfa perdida entre os mitos e as constelações. Pensou que sua mente fosse um milagre oculto dos deuses, uma peça rara entre os destroços do caos. Via nela o brilho do improvável, como se cada gesto carregasse um segredo antigo.
Mas com o passar dos dias, ela foi se revelando... comum.
Pessoa binária — presa na contemplação medíocre entre o sim e o não, entre o bem e o mal. Uma alma regida por manuais. Uma mulher como tantas.
E ainda assim, ele a desejava.
Não por aquilo que ela era, mas por aquilo que ele imaginava que poderia ser, se ela aceitasse se lançar com ele ao vazio. Ele queria a vertigem. Queria sair do chão com ela, voar — não sobre nuvens, mas sobre abismos. Queria perder-se e, no fundo da queda, encontrá-la.
Ele era um homem subterrâneo.
Habitava no silêncio, na contramão do tempo. Carregava na alma uma solidão antiga, quase mineral. Tinha feito do abismo seu ateliê, seu altar e sua casa. E nela enxergava a possibilidade de dança, de salvação, de ruína bela.
Queria levá-la para esse mundo, onde a arte não tem preço e os gestos não pedem permissão. Queria que ela ouvisse o som da vertigem, o canto obscuro que move os artistas quando amam.
Mas ela tinha sonhos —
Sonhos com raízes, não com asas.
Queria se casar, ter filhos, construir uma casa com varanda e cortinas. Queria um homem estável, domingos tranquilos e filhos com nomes decididos muito antes de nascerem.
— E se não houver futuro? — ele perguntou, numa madrugada em que ela falava de imóveis e certidões.
— Então a gente inventa um — ela disse, sorrindo como quem jamais compreendeu a pergunta.
Ela não o entendia.
Achava bonito o que ele dizia, como quem acha bonita a chuva ou a música triste — mas não desejava se molhar, nem chorar.
Ele queria que ela rasgasse o destino e ardessse com ele num fogo sem nome. Mas ela dizia:
— Você precisa crescer.
E ele sentia que era exatamente o oposto: precisava desaprender.
No fim, ela partiu.
E ele ficou — com a ausência dela, com a vertigem não vivida, e com a verdade que o tempo traz como um veneno lento:
não era ela quem havia sido pequena —
era ele quem havia sonhado grande demais.
O Principio da Não Contradição
Antes de defender o calvinismo ou qualquer outro “ismo” temos que primeiro aplicar o princípio da não contradição! Como é que Deus exige uma coisa e determina outra, diz aos homens que não pequem, mas os determina a pecarem? Se Deus quis a queda de Adão, então por qual motivo Deus ordenou que Adão não comesse do fruto? Como Deus mandou Adão não comer do fruto proibido e ao mesmo tempo determinou Adão comer? Como Deus se indigna com o pecado de Adão que em última análise é o pecado determinado pelo próprio Deus?
Definindo pecado: O pecado não é substância! O pecado é uma ação de um agente.
O agente (coisa, substância) é criação; ação não é criação (substância).
Deus criou todas as coisas (substâncias). O que são coisas? Coisas são substâncias. Agente, alma, matéria, animal.
Pecado = uma ação má, a transgressão de algo. Então uma ação de algo não é criação! Isso é a privação de um bem, que é a lei de Deus.
Raciocínio logico: “Para que Deus vai colocar a vontade de pecar em alguém que já peca por natureza? Qual a necessidade de Deus decretar pecado se o homem já sente vontade de pecar por natureza”?
1ª Jo 2.16: “Tudo aquilo que pertence a este mundo NÃO VEM DO PAI, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida”.
Todo tipo de pecado e maus desejos não provém do Deus Santo, mas vem do próprio homem, Tiago 1.14. A tentação vem de nossos próprios desejos, que nos seduzem e nos arrastam. 15. Esses desejos dão à luz o pecado, e quando o pecado se desenvolve plenamente, gera a morte.
Isso não vem de Deus, 1ª Jo 2.16; Deus não é o causador do pecado, Tg 1.13.
As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom”... 1ª Tm 4.4. E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má.
Eclesiastes 7.29. Foi isto, porém, que descobri: Deus criou os seres humanos para serem justos, mas eles buscaram todo tipo de maldade.
Foi o próprio homem se corrompeu.
Eclesiastes 7.29. “Foi isto, porém, que descobri: Deus criou os seres humanos para serem justos, MAS ELES BUSCARAM todo tipo de maldade”.
Isso não veio de Deus, 1ª Jo 2.16 e Deus não causou o pecado, Tg 1.13.
Deus é bom, e IMUTAVELMENTE bom, portando é impossível, tendo em vista que sua natureza é imutável. Já o homem era bom, mutável e MUTAVELMENTE bom, portanto sua natureza é mutável, sendo possivelmente capaz de escolher o mal, como no caso de Adão e sua posteridade.
O que diverge disso é anátema.
A Evolução Anímica do Princípio Espiritual no Reino Mineral.
No Evangelho, encontramos a orientação segura de Jesus ao afirmar que Deus trabalha incessantemente. Uma das manifestações permanentes da Divindade é a criação contínua de princípios espirituais. Convém esclarecer que somente no estágio hominal, quando o ser adquire a razão, é que recebe propriamente o nome de Espírito, entendido como “os seres inteligentes da criação” (O Livro dos Espíritos, questão nº 76). Até esse ponto, fala-se em princípio espiritual, ainda em desenvolvimento nos reinos da Natureza. Essa compreensão harmoniza-se com as descobertas científicas modernas que apontam o Universo em constante expansão.
A física contemporânea, em especial a mecânica quântica, tem revelado que a realidade última da matéria é energia. Assim, na essência, o Espírito pode ser compreendido como energia espiritual em processo de evolução, criada por Deus para uma trajetória ascensional rumo à plenitude.
Segundo a Codificação Espírita, o princípio espiritual é criado simples e ignorante, sem complexidade, e percorre longos períodos de aprendizado nos reinos inferiores da criação — mineral, vegetal e animal — até alcançar a individualização, o despertar da inteligência e, posteriormente, do senso moral (O Livro dos Espíritos, questão nº 607-A).
Em nosso estágio atual de evolução, permanece um enigma a forma exata pela qual Deus cria o princípio espiritual e como este se manifesta, inicialmente, no reino mineral. Os Espíritos Superiores demonstram cautela ao abordar o tema, reconhecendo a limitação da linguagem humana para expressar processos que transcendem nosso campo de percepção. É, contudo, plausível supor que, com o avanço da ciência, novas luzes possam auxiliar na compreensão desse processo inicial.
A benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, em Iluminação Interior, esclarece:
> “Manifestando-se em sono profundo nos minerais através dos milhões de milênios, germina, mediante processo de modificação estrutural, transferindo-se para o reino vegetal...” (cap. “A Divina Presença”).
No mesmo sentido, Emmanuel, em O Consolador, sintetiza a marcha evolutiva:
> “O mineral é atração. O vegetal é sensação. O animal é instinto. O homem é razão. O anjo é divindade.” (questão nº 79).
Essas orientações revelam uma continuidade perfeita com os princípios expostos por Allan Kardec. Não há contradição, mas harmonia com a Codificação. Quando Kardec registra em A Gênese (cap. XI, item 10) que “Deus jamais uniria um Espírito a uma pedra”, refere-se ao fato de que o Espírito, já em estágio de razão ou em estágios mais avançados de individualização, não pode regredir ao reino mineral. Tal retorno seria incompatível com a lei do progresso.
Gabriel Delanne, em Evolução Anímica, oferece uma analogia esclarecedora: no reino mineral, o princípio espiritual conquista a “solidez”, símbolo da estrutura inicial que possibilitará o desenvolvimento ulterior (cap. II). De modo semelhante, o Espírito Camilo, na obra Nos Passos da Vida Terrestre (cap. I), pela mediunidade de José Raul Teixeira, confirma que o “átomo primitivo” referido em O Livro dos Espíritos (questão nº 540) corresponde ao átomo da matéria cósmica primitiva, ainda não plenamente conhecido pela ciência humana.
No capítulo XI da segunda parte de O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores explicam:
> “É nesses seres, que se está longe de conhecer plenamente, que o princípio inteligente se elabora, individualiza-se pouco a pouco, e ensaia para a vida...” (questão nº 607-A).
Dessa forma, fica evidente que a elaboração do princípio espiritual inicia-se já nos reinos inferiores, o que naturalmente inclui o mineral.
A sequência evolutiva descrita pela Doutrina é coerente: após estagiar no reino mineral, onde o princípio espiritual se submete às leis de atração e repulsão, adquirindo estrutura e solidez, ele progride para o reino vegetal. Nesse estágio, começa a experimentar funções mais complexas, como a sensibilidade rudimentar, a respiração e a vitalidade orgânica. Posteriormente, no reino animal, desenvolve instintos e as primeiras manifestações de inteligência, preparando-se para alcançar a razão no reino hominal.
Essa progressão encontra ressonância na síntese poética de Léon Denis em O Problema do Ser, do Destino e da Dor:
> “Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se e torna-se consciente.”
Em complemento, poderíamos dizer que, no reino mineral, o princípio espiritual repousa em estado latente, estruturando-se energeticamente para as etapas subsequentes.
Ao refletirmos sobre a afirmação de Joanna de Ângelis em Iluminação Interior — “Deus prossegue criando sem cessar. O Seu psiquismo dá nascimento a verdadeiros fascículos de luz, que contêm em germe toda a grandeza da fatalidade do seu processo de evolução” — compreendemos que cada ser é expressão do Amor divino em marcha para a perfeição relativa.
Assim, confirmam-se as palavras do apóstolo João: “Deus é Amor” (1 João 4:8). Somos frutos desse Amor infinito e estamos destinados à angelitude, cabendo-nos, na atualidade, acelerar nossa evolução pelo esforço consciente na busca da verdade e da prática do bem.
Referências:
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de José Herculano Pires. São Paulo: Edicel.
KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de José Herculano Pires. São Paulo: Edicel.
XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito Emmanuel). O Consolador. 2. ed. Rio de Janeiro: FEB.
FRANCO, Divaldo Pereira (pelo Espírito Joanna de Ângelis). Iluminação Interior. Salvador: LEAL.
TEIXEIRA, José Raul (pelo Espírito Camilo). Nos Passos da Vida Terrestre. Niterói: Fráter.
DELANNE, Gabriel. Evolução Anímica. São Paulo: FEB.
DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Rio de Janeiro: FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito Humberto de Campos). Boa Nova. Rio de Janeiro: FEB.
Princípio fundamental da filosofia alemã sobre o Eu -(Johann G.Fichte)
Eu é a consciência absoluta e autônoma e se opõe a si mesma e cria a realidade.
Eu é ativo,age e cria o mundo ao seu redor.Eu é autoconsciente e se reconhece a si mesmo como sujeito.Eu se opõe ao" Não Eu" .O mundo externo, posição necessária para o Eu se autoconhecer
"Grandes coisas já acontece desde quando no princípio em Gênesis Deus criou" TODAS AS COISAS." Até em Apocalipse daquEle(Jesus) que dá testemunho destas coisas e diz: "SIM , VENHO EM BREVE!"
Amém. Vem, Senhor Jesus! A graça do Senhor Jesus seja com cada um. Amém.
—By Coelhinha
HONRA
Nesses versos eu vou falar
De honra, honor, honradez
Um principio de valor
Cuja conduta é proba
Para gente corajosa
E bastante virtuosa.
A honra é um sentimento
Que trás a dignidade
Para quem de verdade
Tem boa reputação
Integridade, honestidade
E uma vida de retidão.
Esse tema secular
A bíblia não deixou de tratar
Em carta aos Romanos
Paulo ensinou a importância
Do que é devido pagar.
Não misture as ideias
E nem se deixe enganar
“Pagai a todos o que lhe é devido:
A quem tributo, tributo;
A quem imposto, imposto;
A quem respeito, respeito;
A quem honra, com honra”.
Para finalizar essa rima
Com bastante honradez
Vou pedir de uma vez
Nunca deixe de fazer
Aquilo que Jesus Fez.
Tudo nos mostra, o principio do fim !
Deus deve está em primeiro lugar em nossa vida, nunca saberemos como será o amanhã.
Quantos deitaram cheios de planos, mas não tiveram a oportunidade de realiza-los.
Devemos crer nas Sagradas Escrituras, pois tudo está se cumprindo conforme os seus registros, nela está escrito na epistola de João 5:19 que o Mundo jaz no maligno e em Mateus 24:6 está escrito: Que ouvireis de guerra e rumores de guerra, vede que não vos assusteis, porque é necessário que isso aconteça, mas ainda não é o fim.
Todos nós já estamos sentindo os princípios das dores, mas como está escrito ainda não é o fim.
Não é o fim, para os que ainda estão vivos. Mas para os que morreram sem confessar a Jesus Cristo como seu único Salvador, eu só tenho a lamentar. Em sala de aula ouvi de minha educadora a seguinte frase :" Que não era mais tempo, pra se perder tempo". Firmado nestas palavras eu também venho lhes dizer: " Que não é mais tempo, de se perder tempo".
Acreditem se quiser, mas Jesus está as portas, põe a tua casa em ordem, porque a qualquer momento, ouvireis a trombeta tocar; segundo está escrito em Isaías 18:3
... e quanto
as demandas do espírito,
entenda meu amigo que nãosubsistirá
o princípiodo mérito;mas o da coerência - uma
vez que, o tão ovacionado mérito podesignificar simples compensação: 'um toma lá da cá',
comoambicionam alguns!
A coerência, ao contrário, não apenas
sinalizará uma postura já alcançada; mas,
sobretudo, por envolver uma qualidade
a ser permanentemente
lapidada!
O tempo nunca será maior,
Do que o amor,
O tempo é senhor,
Mas tem princípio, meio e fim;
O amor é a eternidade dizendo
Que tu nasceste para mim.
Dizem que o tempo corrói o amor,
Contesto o que dizem sobre o tempo!
O tempo é o tempero do amor,
Ele é aliado – inefável – e o faz superior;
Não vire as costas para o tempo,
Ele é quem ressuscita o amor.
O tempo é senhor de sabedoria,
Ele tem didática própria,
Para nos ensinar a escrever,
- a nossa história;
Nos tira a retórica,
E faz de nós amantes da vitória.
Estrela da manhã !
Ele o princípio, ele é fim,
Ele a estrela da manhã,
Que seu pai deu para mim.
Deixou seu trono de glória,
E por mim veio padecer,
em morte de cruz, para que eu,
possa viver.
Mas, o mais importante, é
que de ti, ele não esqueceu
por isso eu te escrevo, foi uma
ordem que ele me deu.
Você que está lendo,
esses versos inspirados,
quero quer você sinta,
Jesus também ao seu lado.
Ele se fez pecador,
para poder nos resgatar,
das mãos de satanás,
e nova vida, nosdar.
Por mais que seja dura,
a prova que estais passando,
amigos não desistam,
Jesus estar trabalhando.
No princípio, o som não era som.
Era uma intenção tímida,
um arrepio do nada
suspeitando que poderia ser algo.
Então veio o ritmo —
não por desejo de música,
mas por saudade de ordem.
O caos teve inveja da simetria.
E dançou.
Deus ainda não era Deus.
Era apenas um ponto de interrogação
com vertigem de consciência.
Questionou-se. E isso foi luz.
Foi quando o tempo,
esse estagiário do eterno,
decidiu andar.
Um passo por dúvida,
dois por desejo,
e tropeçou — na matéria.
A primeira pedra?
Era um pensamento que esqueceu de ser leve.
A primeira árvore?
Uma ideia enraizada por engano.
O primeiro corpo?
Um gesto que ficou preso num espelho.
A carne não veio com manual,
mas veio com sono.
E o sono inventou o sonho,
só pra que o impossível tivesse um lugar onde ensaiar.
A mente surgiu tarde,
mas fez questão de parecer a autora.
Ela colecionou razões,
explicou a morte antes de entender a manhã,
escreveu manuais para sentimentos
que só se abriam com lágrimas.
Enquanto isso, o coração,
esse motor sem engrenagens,
continuava batendo como se soubesse de algo
que ninguém mais lembrava.
Veio o amor —
não por nobreza,
mas por falha no código da solidão.
Uma rachadura bem-vinda.
A gente se olhou,
e isso nos doeu.
Por isso continuamos.
Vieram as cidades.
Empilhamos medos e chamamos de prédios.
Cercamos a dúvida com concreto
e demos ao absurdo o nome de “rotina”.
Mas dentro, bem dentro,
sempre havia um pássaro —
não uma alma,
mas um instinto de verticalidade.
Você já sentiu isso?
A sensação de que esqueceram de te explicar o essencial,
mas mesmo assim você continua,
como quem sabe de um segredo
sem saber qual é?
Então, veio a poesia.
Não a que rima.
Mas a que lembra.
Veio para dizer que o invisível é real,
mas tímido.
Que o silêncio é uma linguagem antiga,
e que toda saudade é, na verdade, memória de algo
que ainda não aconteceu.
E é por isso que escrevo:
porque talvez alguém — você —
esteja à beira de se lembrar.
…o que chamamos de “eu”
é só uma assinatura mal lida,
rabiscada por um autor que escreve com luz
mas esqueceu as vogais.
Toda identidade, no fundo, é empréstimo.
Uma roupa vestida pela consciência
só pra ela poder brincar de “gente”.
Mas e se o nome que repetes todos os dias
não for teu verdadeiro nome,
mas o eco do chamado que ainda não respondeste?
E se teu rosto for apenas uma metáfora
que teus ancestrais esculpiram com medo de se perder?
E se você for mais próximo da dúvida do que da certeza?
Os deuses…
ah, esses velhos astros aposentados
que agora moram em memes e marketing —
eles não morreram.
Eles viraram neurotransmissores.
Marte é um pico de cortisol.
Afrodite, uma oxitocina bem colocada.
Hermes, um pensamento acelerado demais para dormir.
E você os invoca sem altar, sem saber.
Cada impulso teu
é um mito em versão beta.
Já percebeu?
O inconsciente é só o backstage onde o Real tira os sapatos.
Ali, o medo faz cafuné na tua coragem
e o amor veste a roupa da raiva só pra testar tua escuta.
E o tempo?
Ah, o tempo nunca andou pra frente.
Ele é circular,
como uma desculpa elegante que o universo encontrou
pra você rever suas lições com disfarces novos.
Por isso os encontros se repetem.
Por isso você sonha com coisas que não viveu.
Por isso certos olhares te dizem “voltei”
quando tudo ao redor insiste em “prazer, quem é você?”
Há uma memória antes da memória.
E é ela que este poeta tenta tocar.
"O Verbo, a Vida e a Poesia"
No princípio...
“Haja luz” — e a poesia se fez,
O Verbo eterno soou nos céus,
E do som divino nasceu a criação.
(Gênesis 1:3)
Deus, o Supremo Poeta,
Tecelão de versos cósmicos,
Soprou vida ao pó da terra,
E fez do homem obra-prima, pura expressão.
(Gênesis 2:7)
A vida é poesia...
Poesia na alegria, no riso que contagia.
Poesia na dor, no pranto, na superação.
Poesia no pouco, na escassez,
Poesia no muito, na abundância do pão.
(Filipenses 4:12)
Cada estação da vida tem seu verso,
Tem seu refrão, sua melodia,
Pois “para tudo há um tempo,
e um modo para cada propósito debaixo do céu.”
(Eclesiastes 3:1)
O Verbo molda o mundo.
Se Deus disse “Haja”,
E tudo se fez,
Então a Palavra é semente,
Que gera fruto, vida e milagre.
(Isaías 55:11)
Jesus, o Verbo encarnado,
Poeta dos céus e Mestre da Terra,
Falava por parábolas,
Transformava dor em esperança,
E morte em ressurreição.
(João 1:1, Mateus 13:34)
Ele ensinou que a vida é arte,
Que palavras têm poder,
Que boca que profetiza,
Muda história, faz renascer.
(Provérbios 18:21)
Por isso, eternize sua existência com poesia.
Declare vida, declare amor,
Seja criador do bem,
Refaça-se no verbo,
Renasça no som da esperança.
Porque somos feitos do “haja” divino,
Filhos do Deus Poeta,
Herança de quem fez do caos, beleza;
Da escuridão, luz;
Do nada, tudo.
(Gênesis 1)
Faça da sua vida um poema vivo,
Testemunhe que o Verbo habita em você,
E que no seu DNA espiritual,
Corre a essência do Criador:
A Palavra que cria, cura e transforma.
(João 1:14)
Atila Negri
Mais um ano-novo que se inicia, o ano propício para COMPARTILHAR mais alegria e CURTIR menos tristeza. Que na LINHA DO TEMPO da vida não nos faltem os melhores momentos com as pessoas que amamos. CUTUQUE os seus sonhos mais difíceis para não deixá-los morrer no esquecimento das MENSAGENS PERDIDAS. ADICIONE aos ÁLBUNS muita saúde, paz, felicidades e vitórias conquistadas. Tenha discernimento para EXCLUIR tudo aquilo que não te faz bem e BLOQUEAR quem não te convém. LOGUE com amor, mas jamais dê LOGOUT com raiva de alguém. PARTIU! SEGUIR a felicidade é o que nos resta! Feliz Ano-Novo para todos nós!
Filhos:
Cada dia, cada ano de nossas vidas é um novo começo.
Nesse ano que se inicia, desejo que cada nascer de sol seja um novo capítulo maravilhoso na vida de vocês, esperando para ser escrito.
Vocês são a marca mais importante que deixarei nesse mundo.
Obrigado por existirem e feliz ano-novo!
Acabou. 2015 virou a esquina.Não volta nunca mais.
Assim como as oportunidades perdidas, os beijos não dados e as palavras não ditas que nele ficaram e nele naufragaramno passado.
2015 deixa saudade, arrependimento, alívio. Mas deixa tudo para trás.
O que foi feito, foi feito. O que foi sentido, foi sentido. O que foi vivido, foi vivido.
O que não foi, virou poeira.
E da poeira, viroupretérito.
Mas será que o pretérito virou esquecimento? Jamais ..
Enquanto um ano dá adeus,ooutrojá nos atropela com a velocidade de um carro a 220km/h.
E ele chegasem pedir, sem permissão, ele chega sem bater na porta ou semque tenhamos tido tempo de engolir orestinho amargo de 2015.
365 oportunidades velhas são deixadas para que 365 novas sejam ofertadas.
E sabeo que eu espero do ano novo?
Eu não espero nada.
Eu espero muito é de mim mesma!
Eu espero doar sem me preocupar sevou receber algo de volta.
Eu espero ser para o mundo sem me preocupar seo mundo me será de volta.
Eu espero ser a melhor versão de mim mesma!!
Eu espero que os meusbraços sejam grandes o suficiente para que eu consiga abraçar as oportunidades que a vida me atirar pelo caminho.
Eu espero ser sábia para conseguir dar valor ao que realmente forde valor e me desligar do que não for.
Eu espero serum repelente para o que foramargo e negativo.
Eu espero deixar o passado passar leve.
Eu espero fazer as pazes comigo mesma.
Eu espero que existamsegundas chances.
Mas espero não precisar delas.
Eu espero seguir em frente.
Mas espero ter consciência de que o que importaé a direção e nãoa velocidade.
Eu espero saber esperar!
E sabendo esperar, eu espero nada esperar! Giselle
- Relacionados
- 61 mensagens de boas-vindas que demonstram carinho pela chegada
- 47 mensagens de boas-vindas para alunos começarem bem o período letivo
- 27 mensagens de boas-vindas para professores no início do ano letivo
- Mensagens de boas-vindas ao trabalho para fortalecer e unir o time
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
