Textos Marcantes
Nada a perder
Não, você não tem nada a perder,
nem nada a ganhar...
a vida é só pra se viver,
dela nenhum troféu ninguém vai levar.
Na lida diária da vida, nada a perder, nem a ganhar,
somente o sopro do instante você tem pra lhe guiar.
Entre sombras e luzes, um navegar sereno, às vezes, puro veneno...
O tempo se desfaz em um instante dorido, sofrido ou deleitável, ameno.
Passos que não pesam, olhos que só veem a essência do agora que a alma consigo carrega... é tudo o que a vida pra você entrega
No silêncio do peito, um doce despertar, ou de um pesadelo com o amanhecer se livrar...
Na vida, nada a perder, nada a ganhar... apenas um eterno caminhar pra no nada um dia chegar.
Um dia de cada vez,
não importa o que você fez
ou o que deixou de fazer...
viva da vida o que dá pra viver,
viver de verdade não é pra valer...
até porque...
não fim todo mundo vai mesmo é morrer.
“A Pedagogia da Derrota”
Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro.
E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos paradoxos mais inquietantes da condição humana: somos ensinados a vencer, mas é o perder que verdadeiramente nos educa.
O ser humano é criatura refratária à derrota. Construímos civilizações inteiras sobre a premissa da vitória, erigimos monumentos aos vencedores, celebramos os triunfadores. A história, dizem, é escrita pelos que vencem. Mas o que não nos dizem é que a sabedoria é forjada pelos que perdem e conseguem, apesar de tudo, permanecer de pé.
Aceitar a perda é exercício de uma complexidade desconcertante. Vai contra todo o instinto de sobrevivência, contra a narrativa que construímos sobre nós mesmos como protagonistas destinados ao sucesso. Quando perdemos, não é apenas um jogo, uma competição ou uma oportunidade que se esvai é um fragmento da nossa própria mitologia pessoal que desmorona. E isso, essa demolição do ego, é insuportável.
Mas aqui reside o paradoxo luminoso: é justamente na perda que habitam as lições mais profundas. Ganhar nos confirma, nos valida, nos mantém confortavelmente instalados nas certezas que já possuíamos. A vitória é espelho que reflete o que queremos ver. A derrota, por outro lado, é vidro estilhaçado que nos obriga a olhar através dos cacos, a enxergar o que preferíamos ignorar.
Aprender a perder é, portanto, uma arte mais refinada que aprender a ganhar. Exige humildade essa virtude tão rara numa época de egos inflados e autopromoção incessante. Exige resiliência a capacidade de ser golpeado e não se deixar destruir. Exige, sobretudo, uma coragem particular: a coragem de olhar para o próprio fracasso sem desviar os olhos, sem buscar culpados externos, sem se refugiar em justificativas confortáveis.
Você saberia perder? A pergunta não é retórica. Saberia erguer-se de uma derrota sem amargor corrosivo? Conseguiria extrair da queda não um trauma, mas um ensinamento? Teria a grandeza de reconhecer que o adversário foi, naquele momento, melhor, mais preparado, mais merecedor e ainda assim não permitir que isso corroa sua autoestima?
A verdade desconfortável é que a maioria de nós não sabe. Perder nos torna defensivos, ressentidos, amargurados. Criamos narrativas alternativas onde fomos traídos pelas circunstâncias, pela injustiça, pela má sorte. Qualquer explicação serve, desde que não precisemos confrontar a possibilidade de que simplesmente não fomos bons o suficiente daquela vez.
Mas os sábios esses raros exemplares da espécie humana que conseguiram transcender o ego compreendem algo fundamental: a derrota é professora mais generosa que a vitória. Ela nos revela nossas fraquezas, expõe nossas ilusões, desmantela nossas arrogâncias. E ao fazer isso, abre espaço para o crescimento genuíno, aquele que não vem da acumulação de troféus, mas da transformação interior.
Talvez devêssemos inverter a equação. Em vez de ensinar as crianças apenas a vencer, deveríamos ensiná-las a perder com dignidade. A levantar-se sem ódio, a reconhecer a derrota sem desmoronar, a entender que fracassar não é tornar-se um fracassado é simplesmente participar da experiência humana em sua totalidade.
Porque a vida, essa competição implacável contra o tempo e contra nossas próprias limitações, garantirá que todos nós, invariavelmente, percamos. Perderemos disputas, oportunidades, pessoas amadas. A questão não é se vamos perder, mas como perderemos. Se desmoronaremos sob o peso da derrota ou se aprenderemos a dança delicada de cair e levantar, de ser derrotado sem ser destruído.
No fim, a vitória mais importante não é sobre adversários externos, mas sobre nossa própria incapacidade de aceitar a imperfeição, a vulnerabilidade, o fracasso. Saber perder é, paradoxalmente, a única vitória que realmente importa. Porque é a única que nos torna, finalmente, inteiramente humanos.
Amar e ser amado é ganhar na loteria da vida…
Ter bens que o dinheiro compra e não ter com quem compartilhá-los é uma conquista ilusória…
Valorize quem tem o abraço que enlaça, o cheiro no cangote que arrepia, o beijo-estátua que te faz rir e ainda te oferece a lua…
São tesouros que só o amor conquista.
Ganhar dinheiro não é tão difícil quando o dinheiro é a única coisa que importa.
Difícil é prosperar honestamente, sem abrir mão dos princípios, do autorrespeito, da dignidade e do respeito e da admiração de quem você ama.
Prosperidade de verdade é conquistar sem perder a essência, os valores e o respeito pela própria história.
O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.
Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.
E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,
um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.
✍©️@MiriamDaCosta
GANHAR O MUNDO E PERDER A ALMA: Uma Leitura Espírita Sobre o verdadeiro Sofrimento Humano, a Reencarnação e o Verdadeiro Sentido da Vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as advertências morais deixadas por Jesus, poucas são tão profundas e perturbadoras quanto esta:
“De que serviria a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
(Mateus 16:26)
Durante séculos, essa frase foi interpretada como uma exortação contra os excessos do materialismo. Contudo, à luz da Doutrina Espírita, ela adquire uma profundidade muito maior. Não se trata apenas de uma crítica à riqueza, ao poder ou à fama. Trata-se de uma reflexão sobre o próprio destino do Espírito imortal.
O homem passa pela Terra apenas por um instante. A alma, porém, atravessa os séculos.
Aquilo que o mundo chama de sucesso nem sempre corresponde ao que o Céu reconhece como progresso.
Enquanto a Terra mede o valor de uma criatura pelo que ela possui, o mundo espiritual a avalia pelo que ela se tornou.
É justamente aí que reside a grande tragédia humana.
Muitos passam a existência inteira conquistando posições, acumulando bens, buscando reconhecimento e aplausos, mas negligenciam a construção do próprio ser. Desenvolvem a inteligência, mas esquecem a consciência. Alimentam o ego, mas deixam a alma faminta.
Quando chega a hora do retorno ao mundo espiritual, descobrem que os títulos ficaram na Terra, os cofres permaneceram fechados, os aplausos silenciaram e apenas a consciência os acompanha.
Foi a isso que Jesus se referiu.
Não à perda da alma em sentido absoluto - pois o Espírito é imperecível - mas ao retardamento de sua evolução e à dor moral produzida pelas escolhas equivocadas.
Os Valores da Terra e os Valores do Céu
A humanidade vive sob duas escalas de valores.
A primeira é transitória.
A segunda é eterna.
Os valores da Terra são aqueles que desaparecem com a morte:
riqueza;
prestígio social;
influência;
aparência física;
poder político;
reconhecimento público.
Não são maus em si mesmos.
O Espiritismo jamais condenou a prosperidade material.
Allan Kardec esclarece que o problema não está na posse dos bens, mas no apego a eles.
A riqueza é prova difícil porque oferece ao homem inúmeras oportunidades de desenvolver orgulho, egoísmo e vaidade.
Os valores do Céu, ao contrário, permanecem além do túmulo:
amor;
caridade;
humildade;
resignação;
conhecimento moral;
fraternidade;
capacidade de servir.
São esses os tesouros que Jesus recomendava acumular.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec recorda que os bens terrestres pertencem apenas temporariamente ao homem. Os bens da alma, entretanto, constituem patrimônio eterno.
Por isso, um pobre pode ser espiritualmente rico, enquanto um milionário pode apresentar-se diante da espiritualidade como um mendigo moral.
A Dor da Alma e o Sofrimento Humano
A maioria das pessoas acredita que sofre apenas por causas presentes.
Perda de emprego.
Doença.
Separação.
Fracassos.
Luto.
Injustiças.
Contudo, a Doutrina Espírita ensina que o sofrimento possui raízes mais profundas.
Em muitos casos, a dor atual é apenas o reflexo de causas anteriores.
Não apenas desta existência, mas de vidas passadas.
Quando observamos o mundo sob a ótica de uma única encarnação, encontramos aparentes injustiças por toda parte.
Por que uma criança nasce cega?
Por que alguém enfrenta extrema pobreza enquanto outro desfruta abundância?
Por que pessoas bondosas sofrem tanto?
Por que indivíduos perversos parecem prosperar?
Sem a reencarnação, essas perguntas permanecem sem resposta.
Com ela, surge uma lógica moral universal.
As Causas Atuais e as Causas Pretéritas
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo V, Kardec distingue claramente duas origens para os sofrimentos humanos:
Causas atuais
São consequências diretas das ações da presente existência.
O indivíduo colhe aquilo que semeou.
Excessos geram enfermidades.
Orgulho produz conflitos.
Egoísmo gera solidão.
Imprudência traz prejuízos.
Nesse caso, o sofrimento funciona como resultado natural dos próprios atos.
Não é castigo.
É consequência.
Causas pretéritas
Existem dores cuja origem não pode ser encontrada na vida atual.
São provas ou expiações relacionadas ao passado espiritual.
O Espírito renasce trazendo consigo tendências, débitos morais e necessidades educativas.
A reencarnação não é punição.
É oportunidade.
Cada existência representa uma nova chance de corrigir erros e desenvolver virtudes.
Assim, muitas das dificuldades aparentemente inexplicáveis encontram sentido dentro da continuidade da vida.
Como ensina Kardec em A Gênese, capítulo XVII, a lei da reencarnação é a chave que permite compreender inúmeras passagens do Evangelho que, sem ela, pareceriam contraditórias.
A Questão 222 de O Livro dos Espíritos
Na questão 222 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec investiga a situação dos Espíritos após a morte e antes de nova encarnação.
Os Espíritos explicam que, nesse intervalo, o ser revê sua caminhada, avalia seus progressos e compreende suas necessidades futuras.
É nesse estado que percebe com clareza aquilo que, durante a encarnação, muitas vezes ignorava.
A alma enxerga então o valor real das coisas.
Aquilo que parecia enorme na Terra revela-se insignificante.
Aquilo que era desprezado mostra-se essencial.
Muitos Espíritos lamentam oportunidades perdidas.
Outros reconhecem que trocaram conquistas eternas por satisfações momentâneas.
É a realização tardia da advertência de Jesus:
Ganharam o mundo.
Mas negligenciaram a própria transformação moral.
Por Que Sofremos Diante da Vida?
O sofrimento não existe porque Deus seja injusto.
Nem porque tenha abandonado suas criaturas.
O sofrimento é instrumento de educação espiritual.
Kardec afirma que a dor é uma das grandes alavancas do progresso.
Enquanto o prazer frequentemente adormece a consciência, a dor desperta reflexões profundas.
As grandes perguntas da existência quase sempre nascem das lágrimas.
O sofrimento obriga o homem a olhar para dentro.
Convida-o a examinar seus valores.
Questiona suas prioridades.
Desfaz ilusões.
Revela fragilidades.
Mostra a transitoriedade das coisas materiais.
Em muitos casos, aquilo que chamamos desgraça é apenas uma etapa necessária do crescimento espiritual.
Sob a perspectiva terrestre, vemos perdas.
Sob a perspectiva espiritual, muitas vezes existem libertações.
O Segundo Advento do Cristo e a Renovação da Humanidade
Em A Gênese, capítulo XVII, Kardec analisa as palavras de Jesus sobre sua volta.
O Mestre não prometeu necessariamente um retorno corporal.
Anunciou a vinda de uma nova compreensão de sua mensagem.
Segundo a interpretação espírita, essa promessa se concretiza através do Consolador Prometido, identificado com a Doutrina Espírita.
O Cristo retorna não em um corpo físico, mas na restauração de seus ensinamentos.
A reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a lei de causa e efeito oferecem uma compreensão mais ampla da Justiça Divina.
Assim, a humanidade é convidada a abandonar a visão limitada de uma única existência e compreender sua verdadeira condição de Espírito imortal.
Ganhar o Mundo ou Ganhar a Si Mesmo?
Talvez a pergunta de Jesus pudesse ser formulada hoje de outra maneira:
De que adianta possuir tudo aquilo que o mundo admira se a consciência permanece inquieta?
De que vale a fama se não existe paz interior?
De que serve o poder se o coração continua vazio?
De que adianta conquistar impérios externos enquanto o mundo íntimo permanece em ruínas?
A Doutrina Espírita ensina que a finalidade da existência não é enriquecer, nem tornar-se famoso, nem acumular títulos.
O objetivo fundamental da vida é a evolução do Espírito.
Tudo o mais é instrumento.
Tudo o mais é transitório.
Quando o túmulo se fecha sobre o corpo, inicia-se a verdadeira avaliação da existência.
Não somos julgados por Deus como um soberano julgaria seus súditos.
Somos julgados pela própria consciência iluminada pela verdade.
Nesse momento, cada Espírito percebe exatamente o que fez de si mesmo.
E compreende que o verdadeiro patrimônio adquirido durante a jornada não eram os bens que acumulou, mas as virtudes que desenvolveu.
Por isso, a advertência de Jesus permanece tão atual quanto há dois mil anos:
Ganhar o mundo pode impressionar os homens.
Mas somente ganhar a si mesmo conduz à felicidade duradoura.
Fontes:
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
A Gênese.
Evangelho de Mateus 16:26–28.
Evangelho de Marcos 8:36 -
14:60–63 (correspondente ao trecho citado sobre o Sinédrio).
Graças a Deus eu vejo a vida com a certeza de
que não é uma competição, não é sobre Ganhar
ou sai perdendo ..
É sobre a liberdade de ser quem você realmente
é e se sentir bem.
A leveza de caminhar sem a pressão social de
“ ser alguém” “ ter as coisas “.
As lutas nunca são comparadas pra êxito da
afirmação do bem comum . Que a vida nos
presenteie com as ferramentas certa pra cada
adversidade.
Brumar
O que Vender para Ganhar Dinheiro?
Esta não é a primeira pergunta que você deve se fazer!
O livro “Vendedor do Hoje Sim” mostra, de forma prática e direta, os principais passos que um vendedor iniciante precisa conhecer para desenvolver suas habilidades, melhorar sua abordagem e aumentar suas chances de alcançar excelentes resultados em vendas.
Vou te enrolar com versos
mas nessa tu vai ganhar
é só ler esperto, e ganhar vocabular
não é palavra nova ou velha — difícil,
daquelas que não ajuda a pensar
em vez de correr pro dicionário,
desenrola o teu jeito de falar
cá olhando os versos descendo
os degraus com um valor
difícil de largar — não é verbo
para conjugar: olha só
vou te pagar; pega esse poema
ele vale quantas palavras?
eu não sei — põe ele na conta
se essa tu pode sacar!
(Leonardo Mesquita)
Você perdeu algum amigo, bens materiais, dinheiro, emprego, parte da saúde. Ganhar e perder faz parte da existência. Alguns desses elementos são recuperáveis, outros não, e até é sábio não procurá-los. O mais importante na vida consciente é não perder a si mesmo. Com a mente livre, consciente e independente você pode!…
F. Meirinho
Antes do primeiro avião ganhar os céus, alguém disse que era impossível. Para quem ouviu e acreditou, o impossível tornou-se uma barreira intransponível, uma jaula para a inovação. Mas o que acontece quando abraçamos o "nada saber"?
Quando eu digo que não acredito no impossível e confirmo que "nada sei", eu não estou declarando ignorância, mas sim acessando o Ponto Zero. É o estágio onde admitimos que algo é possível, mesmo sem saber ainda como realizá-lo.
Como sempre digo: "O Nada não é um vazio, mas o silêncio fértil onde a Visão Abstrata tece; e é desse tecido invisível que o Algo emerge, reescrevendo a realidade.
A estratégia é simples: "Dar" para ganhar adeptos. ("Bolsas" ajudas)
Com isso as pessoas perderão dignidade e chances de crescimento, entregando o ouro (sua vida) sua prosperidade por MIGALHAS.
Eles sabem alienar são altamente estrategistas.
Devemos ter a consciência de que tudo podemos mas nem tudo nos convém.
É justo um pedreiro ganhar mais do que alguém com estudo?
Depende do que se entende por “estudo”: diploma?
Porque, com certeza, o pedreiro não é um vegetal, e para tudo é preciso ser racional.
Inclusive, as duas pessoas mais inteligentes que conheço não estudaram. Podem chamá-las do que for; eu as chamo, com orgulho, de mãe e pai.
Uma sabedoria que nasce, que vive e que se transforma em ações.
Liberdade é poder ir ou ficar
Rir ou chorar
Cantar e desafinar
Amar e desamar
Perder ou ganhar
É nunca envergonhar-se de si
É escolher ser feliz sem pedir
É penas escolher.
Liberdade é amar-se em qualquer circunstância.
Dar amor sem cobrança
É lembrar-se dos dias idos
E enche-se de esperança
Sonhando com um futuro melhor.
BRADO NATALINO
Não vou ganhar presente de Natal,
não tenho sapatinhos, nem janela,
pois durmo nas calçadas da capela,
sou fruto deste mundo desigual.
Eu trago em mim as marcas da mazela
que herdei da escravidão colonial,
desse abandono imenso e estrutural
que agora se renova na favela.
A minha vida é chama d’uma vela,
que frágil pulsa em meio a um vendaval,
ninguém escuta meu grito ancestral,
que é eco dos mil brados de Mandela!
Escravos no passado e sem devir
não têm Natal! Não têm porque sorrir!
O que Deus tem preparado
está sobre proteção
Vou orar e jejuar
pra ganhar seu coração
fortalecer este amor
esta grande paixão.
Não quero ser apressado
por isto vou esperar
em meu Deus eu confio
e sei que vou te amar
te dou a lua e as estrelas
o sol , o céu e o mar.
Tu sabes que falo contigo
o minha pequenina,
teus olhos são esmeraldas
tua boca de menina
teu coração es muito grande
tua beleza me fascina .
E então brincando no parque, as crianças avistaram essas aves a voar.
-elas querem ganhar o céu! - disse uma delas.
Então eles começaram a pintar aquilo que as aves pensam e tornar-se o local de seus rasantes
e travessuras aéreas.
E a partir desse instante, o céu e o parque se confundiram, assim como as crianças puderam
ganhar asas, e o céu deixou de ser o limite!
A vida realmente é um eterno perde e ganha. Mas você pode escolher o que vale a pena ganhar, e do que é melhor se desfazer. Nem sempre podemos ter tudo, é bom ir se acostumando... Vence na vida aquele que faz as escolhas certas! Para ter sucesso no emprego, você terá que abrir mão de algum tempo que usava para outras coisas... Para ter um grande amor, você terá que abrir mão da sua falsa liberdade. Para ter um melhor amigo, você terá que abrir mão do seu lado egoísta...
"Toda escolha tem perda. Quem não estiver preparado para perder o irrelevante, não estará apto para conquistar o fundamental."
Não dá para ganhar todas. O importante é não perder todas.
Dizem que a vida é uma loteria.
Não dá para concordar com quem pensa dessa maneira, simplesmente porque gente como eu e mais a grande maioria das pessoas nunca ganhou nem ganhará na loteria.
Uma coisa é certa. A vida é feita de escolhas e quem erra menos ganha mais.
Não que as melhores escolhas sempre sejam as certas. Meu primo que sempre jogava os mesmos números na Mega Sena, um dia cismou e trocou o numero seis por um meia dúzia qualquer e pimba! Deu.
Também tem aquela velha história do ajudante do padre que ficou multi milionário vendendo velas.
Analfabeto, certo dia foi entrevistado por um jornalista que teria dito: - O senhor que é analfabeto ficou milionário. Onde teria chegado se soubesse ler? E o industrial respondeu sem titubear: Teria continuado ajudante do padre. Só comecei a fabricar velas quando fui despedido por não saber ler e escrever...
O tal do livre arbítrio faz com que possamos tomar qualquer rumo.
I dolos e campeões como o goleiro Bruno e o cantor Belo optaram, em certo momento por conviver com criminosos. Foram e serão punidos severamente. Um perdeu muitas e o outro todas as chances de uma vida de sucesso.
O certo é que não dá para ganhar todas então, trate de ganhar algumas senão o bicho pega...
Onde te perdi, ou melhor, onde não conseguir te ganhar ? Em qual rua, em que lugar, em qual momento deixei de ser especial pra você ? É insuportavel conviver com tua frieza, tua indiferença, com o teu num tou nem ai...já que não tem jeito, não tem volta, já que o beco não tem saida, ja que não tem como fazer o retorno, vou fugir, vou me esconder em um lugar onde ninguém possa vê a minha tristeza, onde ninguém possa ver a minha desilusão, a minha amargura, a minha saudade...
Comigo levo apenas a certeza de que o que foi não pode mais ser. Ah, Levo comigo também o som vazio da tua voz, a indiferença do teu olhar e todas canções que ouvir.
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