Textos Interessantes
Marruda...
Tu sabe que praticamente tudo em vc me encanta, teus olhos, teu sorriso, tua boca... Teu jeito meigo, sua timidez, o brilho do seu olhar (principalmente qndo está me zuando u.u)... sua bochecha rosada, e sua cara de raiva, e sim, vc realmente fica linda qndo está brava rsrs...
Disse que queria escrever algo do tipo, a próprio punho, mas tua curiosidade e marrudeza não consegue aguentar neh!!
Pela milésima vez... é incrível a maneira com q vc mexe comigo, me dá picos de euforia e felicidade, em instantes me deixa puto de raiva, e mesmo assim não consigo ficar por muito tempo bravo contigo... me faz sentir bem com palavras e carinhas, q as vezes não fazem sentido nenhum pra outras pessoas...Às vezes, um pouco da insegurança que vc passa, me dá vontade de te proteger, de fazer coisas que não cabem a mim,
Eu nunca tive ninguém assim como vc, sei que vai me perguntar, "assim como?", e jah vou explicar, alguém com que eu passasse horas do dia conversando, mesmo que coisas bobas, briguinhas bestas, ou declarações não esclarecidas... Vc me faz um bem tremendo, e se ainda dúvida, o que eu falo dos meus sentimentos por vc, é verdade sim, eu te amo, e arriscaria um tapa seu, talvez alguns dias de raiva sua, ou sei lah qual atitude teria, só pelo prazer de ter vc alguns momentos em meus braços...
Resumindo pq to saindo... A...doro Vc.. xatinha marruda!!
Luz escura
Tudo que encanta acaba
Sem tempo e hora marcada
Multiplica dúvidas
Diminui razões
Enxerga tudo perfeito
E vive de ilusões
Românticos,bobos
Que lideram um só coração
Que fazem de um sentimento
A sua perfeição
Ingratos pra amar
Mudos pra falar
Que quando o assunto é amar
Ninguém quer escutar
Ninguém precisa saber
Além de somente eu e você.
Estou cada vez mais usando a inteligência emocional, cada vez mais silenciando ao invés de responder.
Silenciar é diferente de engolir sapo.
Silenciar é não se importar com a palavra ou com comportamentos que não merecem sequer um minuto da nossa inquietação.
Muitas vezes não revido provocação porque estou tão centrada no meu mundo, que me falta tempo e interesse em observar o que o outro está fazendo.
Tem provocações tão bagaceiras que fico com piedade e depois esqueço.
O ASSASSINATO DE ONTEM
Foi incrível sentir o sangue escorrer entre os meus dedos, depois de aperta-lo fatalmente. Voltei ao estado de relaxamento depois de sentir esta morte. Por alguns instantes respirei profundamente e pensei na família que ele possuía. Recordei que outros também haviam sido eliminados. Mesmo assim, uma incorrigível vontade superior a qualquer sensibilidade humana, me direcionou exatamente no local onde eu havia encontrado minha última vítima. Foi naquele mesmo quarto que ele recebeu a primeira pancada. Ainda trêmulo e vivo, um pouco tonto, sem saber onde estava, rodopiou e caiu, antes de ser instantaneamente esmagado e morto, conseguindo apenas realizar o seu ultimo movimento. Senti que não poderia voltar atrás. Por alguns instantes tive a certeza que aquela vítima, tinha o objetivo de tirar o meu sangue, talvez por ódio ou simplesmente obedecer ao seu instinto natural perverso e faminto. Estou mais forte, seguro e confiante agora. Não permitirei que minhas noites sejam perturbadas novamente. Tenho certeza que isso é só o começo. De fato voltarei a obedecer este instinto letal novamente. Algum dia, do mesmo jeito, quando sentir a necessidade e o momento oportuno, farei tudo novamente. Foi exatamente assim que consegui acabar com a vida daquele pernilongo que me atormentava a noite.
Quanto mais o tempo passa, mais eu acredito que o filme “O Curioso caso de Benjamin Button” tecnicamente foi baseado em fatos reais.
Observando fatos da vida, cheguei a conclusão de que nascemos com muito mais maturidade, que quando morremos.
Não, não cheguei a morrer pra ter essa experiência – nem teria como né, rs – eu apenas observei crianças e idosos.
Mesmo com brincadeiras, às vezes bobeiras, crianças são muito inteligentes.
Ontem, eu estava em uma clínica a espera da minha mãe, quando chegou uma mocinha, muito lindinha, com belos cachos em seu cabelo, ela estava com sua avó. Enquanto ela marcava uma consulta pra ela, a pequenina assim que entrou, foi diretamente para o banheiro, estava na frente do espelho, enrolando seus belos cachos. Uma mulher que estava lá resolveu conversar com a pequena, e ela agiu/falou como “gente grande”.
Quando a mulher cumprimentou-a ela toda educadinha respondeu, disse seu nome, mas continuava sem tirar os olhos do espelho, quando a mulher perguntou seu nome, ela respondeu e perguntou o seu, quando a mulher respondeu, ele agiu como muita gente age hoje em dia: “Nossa, seu nome também é bonito!”.
Ela literalmente como um adulto, como se entendesse exatamente o que fazia/falava.
Quando você fica mais velho, chega na terceira idade, de torna todo criança, cansado do que já viveu, se arrepende por não ter feito algo, ou se orgulha, até daquilo que não fez, assim como uma criança, que acredita que um sonho foi algo que ela já viveu.
Mas ao mesmo tempo, já fico em dúvida, se essas atitudes, são divididas em atitudes de adultos e crianças, como sabemos que crianças tem atitudes de adultos e que adultos tem atitudes de crianças?
Simples, você nunca sabe o que vive, ou o que viveu. A sociedade se encarrega de dizer isso pra você, caso você faça algo que pra você é normal, pra muitos você estava errado.
Se não gostar de certas brincadeira: “Aquela pessoa não teve infância!”.
Se é brincalhão demais: “Que menino(a) imaturo(a)!”
Você nunca vai agradar a todo mundo, então porque mudar sua forma de viver ou agir?
Até aqui eu devo ter escrito umas 360 palavras, e quer saber, tenho certeza de que cada um que ler tudo o que eu escrevi, vai tirar conclusões precipitadas, conclusões diferentes, mas agora quem me conhece, sabe o que eu sinto, o que eu penso em relação ao que as pessoas nos fazem pensar. Se você não acordar pra vida, será manipulado pela Globo, conduzido pelo capitalismo, e ficará cego, diante de todos os acontecimentos.
Como são lindas as flores de amor, elas nos encantam, nos fazem sonhar com toda certeza de que iremos realizar; as flores de amor nos levam para outro mundo e nos fazem até mesmo acreditar no absurdo; elas nos atraem com suas fragrâncias e polinizam nossos corações; elas estão sempre escondidas nos bosques, são raras de se achar, por isso são encantadoras. Aliás, nos bosques existem muitas flores, todas lindas, perfeitas, com essências maravilhosas. Se um dia gostares de uma flor não pelo cheiro, nem pela beleza, cuide e leve ela consigo, você ama essa flor. E não há nada tão prazeroso do que encontrar uma flor de amor; pois as flores de amor são sinceras porque amam; elas não mentem; elas confiam; elas cuidam. As flores de amor falam o que sentem e não escondem nenhuma pétala; as flores de amor dizem o que ninguém pode dizer.
- Mulheres são como flores -
Tinha um sorriso encantador, um olhar travesso, que me chamava a atenção e era bom ficar ali o observando, num instante meu lábios se moviam procurando sorrir também, e de repente sentia-me vibrante...
Que coisa boa é se deixar sentir o que se sente...
Eu gosto de sorrisos, de olhares, de gestos unicos, de pessoas unicas, pq cada pessoa tem um código indecifravel, e isso me atrai. (As pessoas e seus códigos) sinto-me querendo decifra-las a todo tempo.
Opinar ou ouvir?
Deve ser arrogância a incrível habilidade de acharmos que podemos dar conselhos tendo como base a experiência pessoal. Pois experiência pessoal, –É PESSOAL! - e certamente não se aplica a outra pessoa. Quando alguém vem pedir conselhos, normalmente ela quer só ser ouvida, pois ao relatar sua experiência na verdade ela já está procurando a solução e, provavelmente a achará durante seu relato. Pois ao falar sobre o “problema”ela está relembrando, analisando e em meio as “vírgulas de pensamento” durante o relato, os caminhos que ela deseja ou precisa seguir irão sendo gradualmente iluminados. Assim acredito que quando alguém vem pedir opinião, ela quer ser ouvida e, ouvido não tem boca. Vamos escutar mais, opinar menos e deixar que Alguém maior, lá de cima, ou lá de dentro oriente melhor nossos confidentes.
O LIVRO E A ROSA
O livro é como uma rosa que fascina com sua beleza e espanta com seus espinhos.
Livro, arma perigosa que anseia por ser usada.
As palavras nele contidas ora são os espinhos, cruas, ásperas,afiadas.
Ora,as pétalas leves, densas, puras.
Um livro como as rosas tem pétalas, desabrocham conhecimentos, descobertas, mistério.
Ou tem espinhos que apunhalam nossa alma.
Um livro aberto ,e como o néctar doce da rosa ou como o amargo sabor do espinho.
Existe uma verdade sobre nós e as redes sociais...
Quando estamos com saudades,fascinados ou chateados principalmente, comentamos logo para esses moderno companheiros do dia a dia, saímos espalhando imagens e frases sobre o mesmo assunto em uma sequência assustadora.
São tantas frases: "Vejo copos cheios e muitas pessoas vazias", "a maldição não atinge a quem Deus abençoa" e assim sucessivamente.E o pior normalmente são postas por criaturas sem nenhuma razão...
Interessante como os meninos brincam e se pavoneiam repetidamente, como os meninos brincam e se entretêm, nos tentam entreter e distrair, dia após dia, mês após mês, ano após ano, como trocam brinquedos entre si como se estes lhes pertencessem, como gostam de se perfumar com o melhor dos perfumes, vestir os melhores fatos, usar as melhores gravatas, os melhores sapatos, numa pose imponente, atentos às selfies, às câmaras, às fotos, representando no seu tempo de antena, continuo. Na realidade continuam a imitar atores de outras épocas, falta-lhes criatividade e atualização, são governantes sem qualquer interesse no mundo que os rodeia, creio que padecem de uma boa dose de autismo quando lhes é conveniente, infelizmente. A infelicidade que refiro claro que se refere aos que desgovernam ou nem estão aí...o seu papel de entretenimento é bem pago de variadas formas, há quem considere que compensa e muito, daí a sede de poder.
Prefiro assistir a um circo, suponho poder ter as minhas preferência...
Prefiro um lugar onde há espaço para quem assiste e um trabalho efetivo, um esforço, a quem se assiste e se chama pelo nome...palhaço, bailarina, elefante,...onde o preço que se paga pelo bilhete corresponde ao que se espera; onde a ilusão criada tem por objectivo e efeito fazer algo de bom por nós;
....
Mas que gente tão forte! Espera-se então desta gente valente com os fracos e desprotegidos também o seja com os submarinos estrangeiros que se passeiam pela nossa costa...no dia em que decidirem fazer algo mais do que isso.
Os salários, extras, extras, extras,...esperemos que sirvam também para averiguar essas prospecções e outras mais coisas onde realmente as armas, a força, a coragem, as balas, os drones, as forças existentes e operacionais,...., conjuntamente com toda a estratégia desenhada por todos responsáveis e capazes.
Sim! A coragem e a cobardia fazem lembrar pensamentos populares acerca dos ditos amigos...sabemos quem são quando surgem as dificuldades. O que é fácil qualquer um é capaz de o fazer, não merece sequer ser pago por isso.
Bons sonhos...pelo menos isso 👏🏼 👏🏼
TEMA:
A Promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica no nosso Mundo em tempos da Inteligência Artificial: Ações para Reforçar as Estratégias existentes
QUESTÃO DE ANÁLISE:
Quais são as ações para reforçar as estratégias de promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica no nosso Mundo em tempos da Inteligência Artificial?
SÍNTESE:
As ações para reforçar as estratégias de promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica no nosso Mundo em tempos da Inteligência Artificial são:
1. Introduzir a 'Educação para Serenidade' como Disciplina Curricular em todas as Escolas Secundárias do Mundo.
2. Potencializar as competências de operacionalização dos Objetivos do Domínio Afetivo nos Professores de todas as Escolas do Mundo.
3. Introduzir Programa de Melhoria da Serenidade pela Atenção em todas as Comunidades do Mundo através de Professores e Alunos voluntários sob direção dos Serviços Distritais da Educação com um incentivo monetário simbólico aos voluntários.
É fascinante como cada um de nós carrega um universo particular de segredos e sussurros internos. Não falo apenas daqueles que guardamos a sete chaves dos outros, mas sim das conversas internas e silenciosas que temos . São as inseguranças que nos visitam à noite, os desejos que mal ousamos admitir, os medos que nos paralisam e as esperanças que nos impulsionam.
Esses sussurros são a voz da nossa intuição, do nosso subconsciente, e até mesmo dos nossos traumas. Eles podem ser ecos do passado, avisos do presente ou anseios pelo futuro. Escutá-los e entender o que eles realmente significam é um dos maiores desafios e, talvez, uma das maiores recompensas do autoconhecimento.
Seguimos...
O peso do sim
Demorei anos para entender que "sim" demais pesa.
É curioso: a gente cresce achando que dizer "sim" é ser gentil, disponível, forte. Que agradar é amar. Que ceder é sinônimo de maturidade. Mas ninguém nos ensina o preço de tanta concessão.
Eu dizia "sim" por medo de decepcionar, de parecer ingrata, de não ser suficiente. Dizia "sim" quando queria descansar, quando estava cansada, quando minha intuição já gritava "não". E cada um desses “sins” roubava um pedaço de mim.
Até que um dia, sem alarde, eu disse "não".
Foi um “não” pequeno, quase tímido. Mas foi meu. Foi um passo. Um respiro. E, surpreendentemente, o mundo não desabou. A outra pessoa não me odiou. Nada que eu temia aconteceu.
Descobri que o “não” não machuca quando vem com verdade. Que ele organiza, protege e alinha.
Dizer “não” me devolveu tempo. Me devolveu energia. Me devolveu a mim.
Hoje, não digo mais “sim” para caber.
Digo “sim” porque quero e “não” porque posso.
E, sinceramente, isso me faz leve como nunca antes.
Conexão de Olhares
Olhares, sempre serão meu ponto fraco,
Quando são genuínos, me deixam encantada,
E o nervosismo surge, tímido e fraco,
Pois através do olhar, minha alma é revelada.
No olhar, vejo desejo e vontade ardente,
De um beijo, de um amor, de sorrisos bobos,
De um amor leve, de toque presente,
De sonhos doces, de momentos tão bobos.
Ah, meninas apaixonadas, que o olhar transborda amor,
Aquele sentimento de ficar ali, se olhando,
Sorrisos bobos, pura doçura, sem pudor,
Um universo de emoções, sempre encantando.
Se você tem o meu olhar, se eu quero te observar,
Saiba que você possui uma parte do meu coração,
Por favor, não o machuque, não o faça chorar,
Pois olhares que transbordam amor também podem transbordar paixão.
Que o amor no olhar seja sempre sincero,
Pois nele reside a essência do que é verdadeiro.
Deliberadamente
Deliberadamente me encantei,
Pelo sorriso cativante de alguém que a tão pouco conheci
Suavemente me apaixonei,
Por uma voz que me fez bem,
Me fazendo imaginar, cenas de amor sem fim.
Deliberadamente te abraço,
E constantemente te peço para ficar
Simplesmente caio no laço,
E sinto, deitado em teus braços
O toque intenso em forma de doce afago que me faz sonhar.
Deliberadamente falo que te amo,
Depois de tanto te dizer
Que almejo estar contigo em todos os meus planos,
Nos dias calmos, insanos até os dias soberanos de prazer.
Deliberadamente me afasto,
Sem a sincera intenção de querer me afastar
Delirantemente te almejo,
E te peço em segredo,
Que possa comigo, sem medo,
Nas águas do amor, navegar!
Chega a um ponto tão extremo do pensamento crítico, que a inteligência está em um nível tão alto, que é impossível pensar sem criticar, sem filosofar, sem buscar a verdade..
Conversas rasas se tornam entediantes..
E pessoas fracas mentalmente se tornam repugnantes..
As pessoas chegam até a te chamar de louco, mas você somente chegou a um nível superior mentalmente..
"Em busca das respostas."
Um fato curioso sobre mim é que estou constantemente questionando tudo. Mas o que quero entender, ao questionar tudo, não é o que deveria ser a resposta certa para nós, como pessoas, membros da sociedade ou seja o que for, mas, sim, a resposta certa para vida. Em minha concepção sobre a vida, a vida é justa, possui regras e as segue à risca. Então, sempre me pergunto: "Qual seria a resposta que a vida daria para mim, se eu pudesse perguntar?". E, com isso, quero dizer: Qual seria a resposta mais racional, imparcial e baseada em argumentos sólidos para essa pergunta? Ignorando completamente meus princípios, meus valores e meus sentimentos e pensamentos com relação a essa pergunta.
Assim, sinto que me aproximo cada vez mais da mais pura resposta que eu poderia ter para as minhas perguntas, mesmo que não seja do meu agrado, ao meu favor ou que alcance minhas expectativas. Por exemplo, frequentemente, me coloco sob a pressão de questionamentos sobre meu próprio comportamento. Confesso que, majoritariamente, são questionamentos referentes ao amor. Então, me questiono: "O que fiz condiz com os sentimentos que eu acredito ter? Ou será que não passo de um ser superficial que se ilude com a própria idealização egocêntrica e narcisista sobre meu amor ser elegante, antigo e romântico?
Nunca irei saber. Sei que cometi tantos erros, que, agora, sequer sinto que posso dizer que amo a pessoa que traz dança a minha alma imóvel. Será que errei tanto, que, agora, mesmo que ela me amasse, ela não seria capaz de me escolher? Ou será que me corrigi o suficiente para ser merecedor do amor dela?
Ah! O amor. É algo que nunca irei entender inteiramente e completamente. É algo que me fascina, mas me tortura frequentemente. Se, um dia, eu morrer, tenha certeza de que foi por amor.
O verdadeiro canto,
O canto encantador;
É como uma alma parindo...
Como um espírito, se revelando.
As vezes me sinto como um alimento;
Vomitado, sem ser degustado.
As vezes fico observando; O tempo indo... ...indo... ...e me deixando.
Aborto o encanto,
Permaneço mudo,
Mudo em meu canto.
(Nepom Ridna)
De Pedra à Inteligência
O mundo mudou — da pedra e madeira,
fomos ao fogo, à lâmina certeira.
Do aço forjamos muralhas e pontes,
erguendo impérios, vencendo montes.
Foi longo o passo, lento o andar,
até que as máquinas vieram girar.
O artesão calou sua mão,
a fumaça tomou o céu e o chão.
Poluição — o preço da invenção,
tanta beleza virou destruição.
E então chegou a era da tecnologia,
quem diria? Quase nada pra fazer… que ironia.
Rebeldia dos dias de outrora
virou rotina na tela que implora.
Nem imaginavam que viria a mente
capaz de aprender — quase consciente.
E agora ela ensina o que esquecemos:
o que somos, pra onde corremos?
Se a máquina pensa, e o homem esquece…
a que ponto chegaremos, se o tempo não cessa?
