Textos Emocionantes
2020:
Ano em que tivemos que nos reinventar, controlar as emoções, a ansiedade, aprender o quanto somos vulneráveis e fortes ao mesmo tempo, apesar de tantos desafios e perdas doloridas e significativas, foi tempo de fortalecer os laços, perceber o que de fato era importante, e o quanto nossa vida é efémera, e que daqui só levaremos o amor e o bem que fizermos ao próximo.
Tivemos que ter um choque de realidade, que nos ensinou, que as pequenas coisas, os gestos simples, e palavras amorosas fazem toda a diferença, e que nosso bem mais valioso se chama família.
Dias melhores estão por vir, e que nesse novo ano, a única dor a ser sentida, seja a picada da vacina.
Feliz 2021, que Deus os abençoe!
Emocionada:
Cansei de cair em cilada
Agora vou viver assim
Serei "emocionada"
E vou cuidar mais de mim
Pra ficar comigo vai ter ralar
Nem gaste sua cantada barata
Don Juan, nem tente me enrolar
Ou vai sentir as garras da gata
Eu sou uma mulher emocionada
Dessas que luta, e faz acontecer
Que se valoriza, e se sente amada
E nunca se deixa abater.
Sou razão..
e muito mais emoção...
Sou razão...
mas sou muito mais coração,
sou humano e sendo assim ,
sofro mas sou muito feliz .
Ser " razão" é querer ser perfeito...
ser emoção é ter o direito,
de errar e acertar,
mas sempre tentar!
ser razão,
mas muito mais emoção,
é a escolha de quem vive um dia de cada vez .
De Gilberto Braga Casamentos Ecumenicos.
A maior luta do homem
Estar em saber controlar
Suas emoções, pois o seu
"Estar feliz" depende
Diretamente desse controle.
O pior é que ele não aprende
Com as consequências
Dos seus atos insanos,
Mas com o passar dos anos.
E quando já não tem
muitos mais tempo
e não pode voltar nesse tempo,
Ele reconhece: Quanto tempo perdi
Chateando-me, irritando-me, brigando
Por coisas que hoje vejo
O quanto tudo isso é banal.
Por isso o maior desafio do homem
É aprender a viver, o problema é
Que só a própria vida ensina
E até aonde a minha ignorância permite,
Só temos uma vida.
Uma historia emocionante nfantil
A estrela do céu e a estrela do mar
Era uma vez , em um mundo mágico, duas estrelas reluzentes incomuns sendo uma a Estrela do Céu e a outra a Estrela do Mar elas vivenciaram em seus sentimentos uma história linda de amizade.
Mesmo elas sendo separadas por um grande oceano todo o anoitecer elas se contemplavam e seus brilhos radiavam muito sentimentos de afeto por intermédio do infinito.
Gabriela era a estrela do céu conhecida por sua luz cintilantes,ela era responsável por conduzir os viajantes desorientados com sua luz refletora.
Ela queria conhecer à Terra e sonhava em conhecer os seres viventes que através de sua luz caminhavam sobre seu resplendor .
A Marina é a Estrela do Mar, conhecida no mar por sua luz brilhante ela flutuava dançando sobre as ondas do mar , enchendo o coração dos marinheiros que transbordavam de esperança e paz.
Ela sonhava em conhecer o céu e sentir o soprar da brisa estelar.
Então um dia, uma gaivota que se chamava Gabriel voou alto no céu e ouviu os desejos de Gabriela e Marina . Ele teve uma linda ideia de fazer uma ponte de luz que unisse o céu e o mar, permitindo assim que as duas estrelas se encontrassem.
Gabriel com sua sabedoria juntou um pouco de nuvens e raios para criar uma conexão entre estrelas.
Gabriela e Marina brilhava de tanta felicidade quando a ponte de luz começou a brilhar entre elas.
Enfim...depois de tanto sonhos , Gabriela finalmente conheceu à Terra e conheceu Marina na praia pessoalmente . Lágrimas de alegrias iluminavam seus olhos elas se abraçavam e contavam histórias, cada uma sobre o seu mundo.
Unidas as duas aprenderam a a gostar tanto do céu quanto do mar.
Autora :Fatima Gomes cardoso de Andrade
Data 07/11/1980
São Paulo
Brasil
Horario : 02:22
Eu não compreendo o que se passa
Quando percebo
que pequenas coisas que me emocionam
Para a imensa maioria
Não tem e nunca terão
A mínima importância
A chuva durante uma tarde de verão
A nova versão de uma canção antiga
Uma pequena vitória
de qualquer pessoa amiga
O mendigo que sorri para você
Agradecendo a graça dividida
A tristeza inexplicável que eu sinto
Quando termino de ler um bom livro
A insustentável sensação
de ser e não ser livre
A vontade de saber voar
Contrastando com o medo de altura
A doçura do sorriso
daquela pessoa desconhecida
Que posou despercebida
Numa foto antiga da família
A saudade de amigos ausentes
O gosto de pitanga
Que a memória gustativa
Traz à boca
Eu posso sentí-las nos dentes
As plantinhas que nasciam
Nos cantos dos jardins
Nas escolas da minha infância
Incríveis coisas invisíveis
Que enxergava e ainda enxergo
Não é possível que os demais
estejam cegos
Samba.
Tem emoções
Que a gente sente à toa
Esse tal de amor, por exemplo
Não é coisa muito boa
Ela judiou tanto de mim
Que meu coração se esfola
Me fez eu violar minha viola
E cantar o samba de outra escola
Depois ela foi embora
Só vou gostar de samba, agora
Não estou mais nem aí com ela
Nem sinto mais o arrepio
Por aquele sorriso vazio
Aquela linda boca banguela
Cantou bem alto o samba concorrente
E eu fiquei tão descontente
depois que ela me deixou
levou até as minhas panelas
Me constrangeu, me intimidou
e riu de mim
Eu juro que foi assim
Não quis meu amor, tão puro
Ficou fazendo jogo duro
Eu posso viver sem ela
Mas este samba que eu fiz
Juro que não vai ter fim
Tenho convivido muito com o apego, apego emocional, material, físico e carnal, tenho convivido com às incertezas alheias.. mas a certeza que tenho é que definitivamente nada é seu, tudo é emprestado e momentaneamente parece-lhe ser seu!
Não se apegue ao que não te pertence, a vida começa a ser vivida, quando de fato, você compreende que nada te pertence e mesmo assim, compreende e segue feliz!
O Peso das Palavras: Quando Consolar se Transforma em Ferir.
Em tempos em que o sofrimento emocional se torna tema cada vez mais presente nas conversas cotidianas, cresce também a urgência de repensar como falamos com quem está fragilizado. Muitas vezes, na ânsia de confortar, acabamos ferindo não por maldade, mas por falta de preparo emocional.
Psicólogos têm alertado para um fenômeno comum: a tentativa de consolar com frases feitas, o que, em vez de aliviar, agrava o sofrimento. A expressão “Você tem que procurar ajuda”, por exemplo, parece prudente, mas soa como uma ordem e invalida o desabafo. Em um momento de vulnerabilidade, esse tipo de fala pode reforçar a sensação de impotência e solidão, justamente quando o indivíduo mais precisa se sentir compreendido.
Quando o “dizer algo” machuca.
De acordo com a psicóloga Rosa Sánchez, da Fundación Mario Losantos del Campo, essas respostas automáticas se repetem porque a sociedade as normalizou. Fomos treinados a preencher o silêncio, a dar respostas rápidas, como se o silêncio fosse sinônimo de descuido. Contudo, o impulso de “dizer algo” muitas vezes vem do desconforto de quem ouve, e não da necessidade de quem sofre.
O problema é que, ao tentar “arrumar” a dor do outro, transferimos para ele a responsabilidade emocional de melhorar. A frase pronta “Anime-se, a vida continua” soa como uma tentativa de encurtar o luto, de apressar a recuperação. Mas a dor não segue cronogramas, e quem sofre precisa de tempo, não de pressa.
O que não dizer.
Algumas expressões, embora pareçam inofensivas, diminuem a experiência do outro:
“Você já deveria ter superado.”
“Eu sei como você se sente.”
“Tudo acontece por um motivo.”
“Poderia ser pior.”
“Você tem que ser forte.”
“Não chore.”
“Anime-se, a vida continua.”
Cada uma delas nega a singularidade da dor. Ao comparar, racionalizar ou impor força, anulamos a liberdade emocional da pessoa. O resultado é o oposto da empatia: culpa, solidão e incompreensão.
Por que caímos nesses erros?
Três fatores se destacam:
1. Falta de educação emocional. Muitos de nós não aprendemos a lidar com emoções profundas, nem as próprias, nem as alheias.
2. Medo do silêncio.
O silêncio é visto como constrangimento, quando, na verdade, ele pode ser o espaço mais terapêutico.
3. Desconforto diante da dor.
A tristeza e a vulnerabilidade lembram a todos a própria fragilidade, e isso gera fuga disfarçada em palavras de consolo.
Ao tentar “melhorar” o outro, fugimos da própria impotência e esquecemos que empatia não é consertar, é estar junto.
O que realmente ajuda.
A verdadeira presença não exige discursos, mas escuta, atenção e disponibilidade. Frases simples, quando ditas com sinceridade, têm o poder de acolher:
“Estou aqui para você.”
“Sinto muito que você esteja passando por isso.”
“Você quer conversar ou prefere se distrair um pouco?”
“Não sei o que dizer, mas estou com você.”
“Obrigada por confiar em mim.”
Essas expressões validam o sentimento e oferecem segurança emocional. Elas não tentam resolver, apenas confirmam: “você não está sozinho”.
Orientações práticas de acolhimento.
Ouça sem interromper. Às vezes, o desabafo é mais curativo do que qualquer resposta.
Evite julgamentos e conselhos não solicitados. O ouvinte não precisa ser terapeuta; precisa ser humano.
Reconheça a emoção: “Entendo que isso deve ser difícil.”
Ofereça companhia, não soluções. Estar junto é mais eficaz do que tentar corrigir.
Cuide do tom de voz e da expressão corporal. A empatia também se comunica pelo olhar e pelo gesto.
Respeite o silêncio. Há momentos em que falar menos é amar mais.
Busque informação sobre saúde mental. Saber o básico evita erros que perpetuam o sofrimento.
Consolar é sustentar, não corrigir.
Consolar alguém não é encontrar a frase perfeita, mas sustentar o tempo e o ritmo do outro. É permitir que o sofrimento se expresse, sem apressar a cura. Empatia é permanecer quando o outro não tem mais força; é segurar o silêncio sem precisar preenchê-lo.
Porque, no fundo, as palavras que curam são as que nascem do respeito e não da pressa de fazer o outro se sentir melhor.
“A escuta é o primeiro gesto do amor.
Acolher não é dizer algo certo, é estar presente no tempo certo.”
Texto do: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
De acordo com a psicóloga Rosa Sánchez, da Fundación Mario Losantos del Campo.
Há pessoas que para adorar a Deus necessitam de motivação psicológica,
adoram no emocional e no visual,
"para tais estão as cerimonias litúrgicas" ...
Mas deveriamos dar graças a Deus por existir aqueles tão sinceros com o Pai ,
que simplesmente O adoram, em espírito e em verdade !
Depois de um determinado período de sofrimento, você adquiri o autocontrole das emoções. E assuntos que antes lhe feriam, vai perdendo espaço nos pensamentos.
Você começa entender que os sentimentos destrutivos, sempre vêm de seres infelizes. Então, invés de odiá-los, aprende a orar por eles.
Toda a concentração de sua mente agora é dedicada para a realização de seus projetos.
O coração porém, mais experiente, se ocupa apenas por aqueles que te querem o bem.
A serenidade da alma começa a ser refletida em um novo brilho nos olhos e sorrisos mais sinceros.
Com isso, você se sente bem consigo mesmo, sem depender de comprovações de nenhuma classe de espelho.
Porque sabes melhor que nunca, que a beleza exterior é a colheita do que plantamos em nossa alma.
Eu te conheci muito jovem, quando tudo ainda era novo e emocionante... as possibilidades do mundo pareciam infinitas! Bem... elas continuaram sendo infinitas para mim, talvez, também para você, mas não para nós.
Nessa infinitude da sua ausência, simplesmente, vivendo para caçar emoções, o meu coração se quebrou tantas vezes e de tantas maneiras que não dá mais pra consertar. Ainda que o meu coração desfaleça e a minha carne definhe com a idade, os dados ainda estão rolando e sigo pagando qualquer preço por mais um pouquinho de emoção! Algumas vezes ganhando, outras vezes perdendo, mas, até quando?
Enfim, entre sexo, fatias de pizza, balas e guaraná... ainda me prendo àquela sensação! Eu sei que, para sempre, sempre acaba..., mas você sempre será um amor pra recordar! E lembre-se que, se você não demorar muito, prometo te esperar a minha vida inteira!
Às vezes, para crescer, é necessário mudar de lugar, não apenas geograficamente, mas também emocionalmente, espiritualmente e até relacionalmente.
Deus disse a Abraão:
“Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, e vai para a terra que eu te mostrarei.”
(Gênesis 12:1)
O crescimento exige rompimentos.
O florescer exige transplantes.
E a maturidade, muitas vezes, exige coragem para deixar o conhecido e confiar no invisível.
*QUATRO PONTEIOS*
• TEMPOS DE MENINA
• CIDADEZINHAS
• EMOÇÕES
• A TERRA E O OUTRO
TEMPOS DE MENINA
Numa tarde perdida hoje no tempo,
Atrapalhada, a menina interpretava histórias.
Como, até hoje,
Tenta essa alternativa,
Mas, sem êxito, indaga:
__ Onde, a linha divisória?
__ Onde, reunião de ventos?
__ Onde, homens, lutas, seduções e medos?
A menina buscava ligar o ontem,
Com o hoje e o amanhã,
Sempre difícil em sua memória!
CIDADEZINHAS
Ai cidadezinhas fora do tempo...
Lembro do bairro da minha infância,
tão ligado à memória
e cheio de pegadas.
Marcas de grandes ânsias e desejos.
Hoje, cidade grande, com pouco alento,
busco, pelos caminhos do país,
a raiz dos pais e do bairro
operário onde cresci.
EMOÇÕES
A emoção acabou?
__ Não, beija-flor!
Maços de rosas,
espalhadas na pele,
vermelhas e sem fim.
Odor à natureza
Querendo sair de dentro de mim.
A TERRA E O OUTRO
Trabalhar com terra
Não é trabalhar "a terra"
- e nem planetas.
É a forma enviesada de atitude e legado
Para, no decorrer dos tempos,
Ir-se tomando posse de todos os seres!
1992
Sou como uma criança solitária em uma cidade grandiosa; livre! Porém, cativo pelas nuances das emoções.
Tímido ao ser abordado, mas radiante ao testemunhar a serenidade nas pessoas.
Sou como uma criança prodigiosa; porém, obscurecida na multidão. Que valor tem o conhecimento se não posso sequer vislumbrar dez passos à frente?
Inseguro e temeroso de não poder depositar confiança nas almas que cruzam meu caminho. Sinto que eu poderia ser grandioso se não me sentisse solitário.
Sou como uma luz! Uma luz, porém, translúcida; modesta em sua beleza, eu diria.
Mas afirmo com convicção, o coração de toda criança floresce em êxtase na presença de uma paixão.
Tem dores que são só nossas. Não adianta explicar, só entende quem sente. Essas dores podem ser emocionais, físicas ou espirituais, mas todas elas têm algo em comum: a capacidade de nos transformar.
Enfrentar essas dores pode parecer insuportável, mas é nesse processo que descobrimos nossa verdadeira força. A dor nos ensina a ser resilientes, a encontrar forças onde pensávamos não existir e a seguir em frente, mesmo quando tudo parece perdido. É importante reconhecer e aceitar nossa dor, em vez de fugir dela. Somente ao encará-la de frente podemos começar a curar.
Nessa jornada de autoconhecimento, é crucial aprender a confiar em nós mesmos. Enfrentar a dor sozinho pode ser uma oportunidade de crescer internamente e descobrir nossas capacidades ocultas. Ao invés de buscar ajuda externa, concentre-se em ouvir a sua própria voz interior. Meditação, reflexão e tempo a sós podem ser ferramentas poderosas para entender e superar o que está dentro de nós.
Cada um de nós tem a capacidade de superar as adversidades. A dor, por mais intensa que seja, é temporária. Ela nos molda, nos fortalece e, eventualmente, nos leva a um lugar de maior compreensão e compaixão por nós mesmos. Use a dor como uma ferramenta de crescimento e lembre-se: após a tempestade, sempre vem a bonança. Mantenha a esperança viva e acredite no seu poder de superação.
Impossível é olhar para o céu e não se emocionar.
Parar no tempo e deixar de acreditar.
Seguir sem forças para lutar.
Inacreditável é o sujeito que vive sem esperança no amanhã.
Quem não reconhece o seu valor e estagnado padece.
Invencível é a forma com que trabalho a minha fé.
Indecifrável é o brilho do meu olhar, mesmo em dias de tormenta.
Ausenta-te se não queres me tocar feito brisa, cala-te se não for para me oferecer rosas em forma de palavras, corre se trouxer consigo o medo ao meu encontro.
Eu sou mais forte do que nunca, agora, tenho em mim a paz, de eternamente viver.
Autor: Vitor Ávila — com Viviane Freitas e Ivani Lemos.
A tristeza saudável é uma emoção necessária. Ela dá ao nosso coração uma maneira de lamentar, aceitar e, por fim, superar as decepções da vida. Num nível profundo, a tristeza e a dor se mesclam, permitindo que pranteemos a perda daquilo que amamos. Mas quando somos fustigados pela dor de uma perda que não conseguimos entender ou que nos recusamos a aceitar, a tristeza pode nublar a visão das coisas e fazer com que nos fechemos. O entorpecimento causado pela tristeza inibe a capacidade de dar e receber amor, reconhecer as nossas bênçãos e aproveitar a vida.
Quando intensificada pelo medo de nunca mais sermos felizes ou estarmos inteiros novamente, a tristeza pode se tornar um abismo de autopiedade. O medo transforma a natureza purificadora da dor genuína num foco míope e autoindulgente sobre as nossas próprias falhas e perdas, que nos leva à autofixação. A tristeza destrói o nosso bem-estar emocional quando resvala numa espiral para a depressão e o abatimento.
As pessoas tristes acreditam que são ruins e geralmente se culpam pela dor que sentem e, embora seja pouco provável que essa emoção nos faça magoar outras pessoas, ela por certo faz com que magoemos a nós mesmos. A tristeza tóxica não processada nos leva a cometer crimes horríveis contra nós mesmos – o pior deles é o suicídio. As pessoas tristes bebem muito, comem muito, jogam ou gastam muito ou se entregam a uma série de outros vícios para mascarar a dor. Estatísticas recentes mostram que, só nos Estados Unidos, mais de 18 milhões de pessoas tomam antidepressivos na tentativa de sair do buraco negro que representa um coração entristecido. Inúmeras outras encontram maneiras alternativas de se medicar. Com muita frequência, porém, essas medicações nada mais são do que um paliativo para a tristeza que existe dentro de nós. Em vez de proporcionarem válvulas de escape saudáveis para as nossas emoções, esses medicamentos apenas permitem que a tristeza passe despercebida até que algum incidente autodestrutivo desencadeie sua liberação. Quando nos recusamos a deixar que a tristeza se expresse, ela drena a nossa vitalidade, a nossa energia e, às vezes, a nossa vida.
Abrace seus filhos e não trabalhe tanto: a mensagem emocionante de um pai que perdeu seu filho
Uma tragédia familiar norte-americana tem comovido a internet. O menino Wiley, de apenas 8 anos, morreu afogado enquanto dormia por conta de uma complicação causada por sua epilepsia infantil.
A situação foi devastadora para a família toda, mas principalmente para o pai do menino, J. R. Storment, empresário e viciado em trabalho.
Storment levava uma vida parecida com a de muitos de nós. Dedicava muitas horas do dia ao trabalho e sem perceber passava mais tempo dentro da empresa do que com a própria família. Não tirava férias havia oito anos, desde o nascimento do filho que perdeu.
Dono do próprio negócio, uma empresa de tecnologia, ele passava a maior parte do dia no trabalho, mal aproveitava o tempo com a esposa e os filhos. Foi em um desses dias que Storment recebeu a pior notícia de sua vida por meio de uma ligação: seu filho havia morrido afogado durante o sono.
No momento, o empresário estava em uma conferência com mais 12 pessoas e deixou tudo para trás para ir cuidar de sua família. Precisou ainda esperar 2 horas para despedir-se do pequeno Wiley, uma experiência que mudou completamente sua maneira de viver a vida.
Depois de todo o trauma, Storment passou a dedicar-se a orientar outros pais a prestarem mais atenção em sua família e aproveitarem mais momentos juntos para que não passassem pelas mesmas dores que ele.
Storment contou sua experiência por meio de uma publicação no LinkedIn, propondo uma reflexão muito profunda sobre o uso do tempo dos pais.
“Muitos perguntam o que podem fazer para ajudar. Abrace seus filhos. Não trabalhe até tarde demais. Muitas das coisas com as quais você gasta seu tempo provavelmente se tornarão um arrependimento quando não tiverem mais tempo. Acho que você tem reuniões o dia todo com as pessoas para quem trabalha. Você tem esse horário regularmente marcado com os seus filhos? Se há alguma lição a tirar disso, é lembrar aos outros, e a mim mesmo, a não perder as coisas importantes.”
Sobre os últimos momentos com o filho, ele disse: “Deitei ao lado dele na cama, segurei sua mão e repeti: ‘O que aconteceu, amigo? O que aconteceu?’ Ficamos com ele por cerca de 30 minutos e acariciamos seus cabelos antes que voltassem com uma maca para tirá-lo. Puxei-o para fora, segurando sua mão e sua testa através da bolsa enquanto o carregavam para a saída da garagem. Os carros foram embora. O último a sair foi a minivan preta com Wiley.”
A mãe de Wiley, Jessica Storment, compartilhou a publicação do marido no LinkedIn, reforçando o apelo de Storment e convidando os pais a estarem mais perto de seus filhos:
Se aprendemos alguma coisa, é que a vida é frágil e o tempo pode ser cruelmente curto. Se você é pai e tem a capacidade de passar mais tempo com seus filhos, faça-o. Quando tudo acaba, restam apenas fotos. O tempo não está mais disponível para você. É inestimável e não deve ser desperdiçado. Tire suas férias e saia com eles. Você não vai se arrepender dos e-mails que você esqueceu de enviar.
Storment aprendeu a lição da maneira mais triste possível, mas hoje pode fazer o seu melhor pelo filho que ainda está vivo. Lembre-se dessa história todas as vezes em que perceber que está colocando o trabalho na frente da família. Uma ligação ou e-mail podem ser enviados no dia seguinte, mas muitas vezes você não terá a oportunidade de abraçar seu filho ou colocá-lo para dormir uma última vez.
Não desvalorize o tempo com seus filhos e sua família, porque ele pode não voltar.
O pensamento e ágil tanto para o bem quanto para o mau.
Já a emoção e lenta para o bem.
Porém a emoção para o mau e rápida.
Tenho visto isso constantemente no ser humano.
Mesmo que muitos prefiram a rapidez do mau pra mim não passa de uma escolha.
Eu prefiro a lentidão do bem
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
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