Textos em Homenagem a Pessoas Ilustres
No fundo, as pessoas querem o mesmo objetivo:
Afeto, companhia, amor, carinho, abraço, toque, sentimento, sensações, palavras positivas, estímulos, harmonia social, paz.
E ao mesmo tempo, é o que elas mais evitam;
Evita por medo, orgulho, insegurança, vingança, ego, arrogância, vaidade, ganância, egoísmo e ódio.
Ninguém muda ninguém.
Ninguém ensina ninguém.
As pessoas mudam quando querem, ou até mesmo quando não querem.
Elas aprendem quando estão dispostas, ou quando a vida as força a isso.
E vivem da forma como escolhem, ou às vezes como não escolhem.
A única pessoa que eu sou capaz de mudar, sou eu mesmo.
A única pessoa que eu devo ensinar, é a mim mesmo.
A única pessoa de quem eu realmente aprendo, sou eu mesmo.
Porque eu penso com a minha própria cabeça;
Sinto com o meu próprio peito;
Vejo com os meus próprios olhos;
Ouço com os meus próprios ouvidos;
Respiro com o meu próprio fôlego;
E vivo dentro de mim mesmo.
Acreditar que eu mudo ou ensino alguém é uma ilusão, um equívoco, uma pretensão alimentada pelo ego.
A única verdade é que a única pessoa que eu posso mudar no mundo sou eu.
O que eu faço por mim pode, sim, inspirar ou servir de algo para outra pessoa, mas isso não significa que fui eu quem a mudou. A mudança dela foi uma escolha dela, uma decisão própria de enxergar em mim algo que foi útil para ela.
Nós apenas colhemos o que encontramos no outro. Mas isso não quer dizer que o outro nos esteja ensinando ou nos mudando. O que colhemos é aquilo que nós mesmos escolhemos absorver. Ou seja, a mudança vem de dentro de nós, quando decidimos, de fato, mudar.
Amor é deixar parte de você para as pessoas, para o mundo.
Parte do seu ar;
Parte dos seus pensamentos;
Parte dos seus conhecimentos;
Parte das suas ideias;
Parte do que você sente;
Parte do que você fala;
Parte do que você faz;
Parte do que você vive.
Deixar você aqui na natureza, para que, quando a morte te levar, você continue vivo dentro das pessoas.
A vida é feita de momentos e, quando você passa pela prova, você valoriza muito mais as pessoas que realmente importam na sua vida, sem arrependimento nenhum do que se foi e agradecendo o que permanece.
Essa é uma reflexão muito bonita e verdadeira. A superação de desafios frequentemente nos proporciona uma clareza renovada sobre o que e quem realmente tem valor em nossas vidas.
Agradecer pelo que permanece e pelas pessoas que nos apoiam nos momentos difíceis é uma forma poderosa de encontrar força e gratidão. Isso nos ajuda a focar no presente e a construir relacionamentos mais profundos e significativos, sem o peso de arrependimentos passados.
É um lembrete valioso para apreciarmos os laços que resistem ao tempo e às dificuldades .
Que a semana comece recheada de coisinhas boas e principalmente gratidão.
Coragem e fé sempre!
Até quando as pessoas tentarão usar você como degrau para subir? Elas acham que a melhor maneira de vencer é desmerecendo os outros, usando de falsidade e expondo você de forma negativa. Aproveitam-se da sua ingenuidade para ganhar confiança e tentar diminuir a sua essência. Mas o povo esquece que o mal não compensa. A lei do retorno pertence ao céu, pois "Quem cometer injustiça receberá de volta injustiça, e não haverá exceção para ninguém" (Colossenses 3:25). Eles podem até avançar algumas casas agora, mas lá na frente a queda será certa.
Fazer o bem sem olhar a quem virou um ditado raro, e quem tem o coração puro costuma sofrer. Só que a cada dia que passa, o seu espírito se fortalece. Olhe o mundo com olhos de águia. No tempo certo, a sua Fênix vai desabrochar.
Podem tentar enganar o mundo inteiro, mas Aquele que te sustenta ninguém consegue trapacear. O intuito dele não é apenas te fazer crescer; o plano dele é te fazer brilhar.❧♡❥
A cadeira vazia 🪑
Na verdade, a culpa é da verdade.
Que afasta muito mais as pessoas do que a mentira, porque a mentira se aloja enquanto se alastra.
Enquanto a verdade dói, corroendo a mentira. Infelizmente, tirando da mesa a maioria.
Que investem naquilo que lhes convém.
Enquanto a memória que foi afetada sabe direitinho quem é quem.
Existem pessoas que tornam o mundo um lugar muito mais bonito e acolhedor, e você com certeza é uma delas. A amizade é um daqueles portos seguros que a gente cuida com todo o amor do mundo. Passando só para te lembrar do quanto você é importante para mim e do carinho imenso que guardo por VOCÊ.
_Enzo Ruchell_
"Vício do amor"
As pessoas não compreendem os meus sentimentos por você;
Algumas pessoas acham que é vício, quando se mostra imensuravelmente...
Mas eu sinto que é muito mais do que vício, é o amor verdadeiro;
Mas o medo é transparente, quando penso que se perder a esse tal amor, se ficarei na abstinência...
Com tudo, entrego o nosso amor ao Deus único que me conduz;
Te amo hoje e sempre!!!
Desejo doar o órgão vital mais importante do meu corpo
Doar para as pessoas que não o tem ou não sabem usar;
Pessoas que ignoram o poder do que é capaz
Ou desconhecem a capacidade do mesmo;
Esse orgão é composto de sentimentos inimagináveis, no qual desarticula o presente da vida!
E o presente da vida é o amor, depositada... No coração;
Faço-me a mesma pergunta
muita vezes na minha vida
Por que as pessoas embarcam
em um relacionamento morno
ao qual, sobra frustração
e muita dàs vezes humilhação?
Será que o amor dessas mesmas pessoas
não cabe um amor infinito?
Ou será que foi reduzido?
Os olhos já não tem grandes emoções
Foram privados do carinho?
Ou desprovido de paixões?
O pior é que vivem uma ilusão!
E que ao final sabem bem
como terminarão...
Acreditar na educação é acreditar que ela pode transformar as pessoas.
Mas isso não acontece fácil.
A maioria de nós, professores, assim como tantas outras pessoas:
Ganha menos do que gostaria,
É mais triste do que esperava,
Se sente mais sozinho do que sonhou,
e é bem menos importante do que imaginava.
Esse tipo de vida não ajuda ninguém a "criar novos seres humanos".
Pois, nessa situação, é comum que nasçam sentimentos ruins como:
Rancor,
Fracasso,
Inveja,
e, por causa disso, a mentira.
Ao ver pessoas de quase 90 anos perdendo a linha nas discussões com as de quase 5, começo a desconfiar que partiremos todos desse mundo esperando o fim dele.
Talvez uma das principais ilusões da vida seja acreditar que a idade, por si só, nos entrega a serenidade.
Como se os anos fossem um depósito automático de sabedoria, paciência e compreensão.
Mas basta observar uma criança em uma birra e um idoso em uma teimosia para perceber que o tempo não apaga certas características humanas; apenas muda suas roupagens.
Há algo curiosamente semelhante entre quem está chegando e quem está se despedindo da longa estrada da existência.
Ambos enxergam o mundo a partir de suas próprias certezas.
A criança porque ainda não aprendeu que o universo não gira ao seu redor.
O idoso, porque já viu tanto que às vezes acredita não haver mais nada novo sob o sol.
Entre um e outro, surgem discussões que parecem menos sobre razão e mais sobre a dificuldade de abrir mão do próprio ponto de vista.
Talvez seja por isso que tantas gerações se encontrem na mesma reclamação: a sensação de que o mundo está acabando.
A criança sente o fim do mundo quando lhe tiram um brinquedo.
O adulto sente quando seus planos fracassam.
E o idoso sente quando os costumes que conheceu desaparecem.
Em escalas diferentes, todos experimentamos pequenas versões do apocalipse particular.
A verdade é que o mundo muito raramente acaba.
O que acaba são as versões dele que construímos dentro de nós.
Acabam as referências, os hábitos, as certezas e os cenários que aprendemos a chamar de lar.
E cada despedida dessas exige uma adaptação que nem sempre estamos dispostos a fazer.
Talvez a maturidade não esteja em deixar de esperar o fim do mundo, mas em compreender que ele termina e recomeça inúmeras vezes ao longo da vida.
E que a grande arte de viver não é impedir essas transformações, mas atravessá-las sem transformar toda divergência em batalha.
Porque, no fundo, dos quase 5 aos quase 90 anos, seguimos aprendendo a mesma lição: o mundo não precisa terminar só porque deixou de ser exatamente como gostaríamos que fosse.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.
Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.
Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…
Ou até na seara Religiosa.
Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.
Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.
E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.
Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.
Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.
Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.
Foi-se o tempo das vocações…
Elas ainda existem, é verdade!
Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.
Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.
Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.
Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.
E, infelizmente, para pior.
Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.
Só temo pela molecada…
E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!
Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.
Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.
Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.
Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.
A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.
Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.
Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.
Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.
Muitas vezes, brota do medo…
O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.
É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.
O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.
Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.
Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.
Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.
E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.
O perdão
O Deus da lei matava pessoas! Hoje a situação não é diferente! O pecado Mata! Deus permitiu que seu filho morresse pelo nosso pecado! Jesus Cristo morreu e ressuscitou para nossa justificação. Jesus morreu pelo pecado em nosso lugar. Nós pela fé morremos também. Mas de igual modo ressuscitamos, novas pessoas em Jesus Cristo. Quem não crer em Jesus Cristo, também não terá vida eterna, pois o pecado assim permite. Então só há uma saída para o pecado humano. Que é entregar o nosso pecado a Jesus Cristo, para assim termos vida eterna em Jesus Cristo, pois assim recebemos o perdão dos nossos pecados!
A VONTADE QUE SUSTENTA OS MUNDOS.
" há pessoas que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo "
Autor frase e texto: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
O pensamento que afirma que há pessoas que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo contém uma densidade filosófica e psicológica de rara lucidez. Ele não se limita a uma crítica moral ou religiosa. Ele aponta para um dado estrutural da condição humana. A tentativa de negar o princípio que fundamenta a realidade não é apenas uma recusa intelectual. É um movimento psíquico de evasão diante do que é inevitável. Assim como ninguém escapa à estrutura íntima da matéria. Ninguém escapa ao princípio que a sustenta.
A formação dos mundos conforme apresentada pela tradição espírita descreve um universo ordenado por leis racionais e permanentes. O universo não é um acidente. A razão filosófica rejeita a ideia de que o todo se tenha produzido a si mesmo. Aquilo que existe de forma organizada pressupõe uma causa inteligente. Esta conclusão não nasce da fé cega. Nasce da lógica clássica já presente na metafísica antiga e reafirmada pela filosofia moderna quando trata do princípio de causalidade.
A resposta que afirma que o universo não pode ter-se feito a si mesmo reconduz o pensamento humano à humildade intelectual. A razão percebe seus limites e reconhece que há uma inteligência anterior às formas. A psicologia profunda confirma esse movimento. O ser humano que tenta negar toda transcendência frequentemente o faz para preservar uma ilusão de autonomia absoluta. Essa recusa não elimina o fundamento do real. Apenas gera conflito interior. A fuga de Deus manifesta-se como fuga do sentido. E a fuga do sentido gera angústia. Conforme demonstrado pela psicologia existencial. A negação do fundamento não liberta. Ela fragmenta.
A criação pela vontade expressa a ideia de uma inteligência que não age por improviso. A vontade aqui não é impulso. É determinação consciente. A imagem da luz que surge pela palavra simboliza a passagem do caos à ordem. Filosoficamente isso representa a passagem do indeterminado ao inteligível. Psicologicamente representa o nascimento da consciência a partir do inconsciente difuso. O ser humano revive esse processo interiormente. Toda lucidez nasce quando a mente consente em organizar o que antes era confuso.
A formação dos mundos pela condensação da matéria disseminada no espaço demonstra que a criação não viola as leis. Ela as inaugura. Deus não concorre com a natureza. A natureza é expressão da inteligência divina. Esse ponto é essencial para afastar a falsa oposição entre ciência e espiritualidade. A cosmologia contemporânea ao estudar a formação dos sistemas estelares confirma que a organização do universo segue processos graduais e regulares. O pensamento espírita antecipa essa visão ao afirmar que os mundos se formam progressivamente segundo leis constantes. Fonte O Livro dos Espíritos questões 37 a 42.
A ideia de renovação dos mundos introduz uma noção profundamente psicológica. Nada permanece fixo. A impermanência não é destruição. É renovação. Assim como os mundos se transformam. A psique humana também atravessa ciclos de dissolução e recomposição. Resistir a esses ciclos gera sofrimento. Aceitá-los gera maturidade. A filosofia estoica já afirmava que viver bem é consentir com a ordem do cosmos. O espiritismo amplia essa visão ao inserir a continuidade do princípio inteligente.
Quando se trata da formação dos seres vivos. A noção de germens latentes revela uma concepção extraordinariamente avançada. A vida não surge por capricho momentâneo. Ela aguarda condições adequadas. Essa ideia encontra paralelo na biologia moderna ao reconhecer a importância do ambiente para a expressão dos potenciais genéticos. Psicologicamente isso ensina que o ser humano carrega em si virtualidades que só se manifestam quando encontra condições morais e afetivas favoráveis. Nada floresce na violência interior.
A comparação com os cristais e com as sementes demonstra que a ordem não é exclusividade do vivo consciente. Ela atravessa toda a natureza. A regularidade das formas indica uma inteligência imanente às leis. Negar isso é reduzir o universo a um mecanismo sem sentido. Essa redução empobrece a experiência humana. A psicologia mostra que indivíduos que percebem o mundo como destituído de sentido apresentam maior propensão ao vazio existencial. Fonte Viktor Frankl embora não citado nominalmente.
A questão da geração. espontânea esclarece que a vida não surge do nada absoluto. Há sempre um princípio anterior. Essa ideia preserva a coerência racional e evita tanto o materialismo radical quanto o misticismo ingênuo. O mundo minúsculo que dormita e se cria é uma metáfora poderosa daquilo que ocorre no interior humano. Pensamentos. Emoções. Tendências. Tudo possui um tempo de maturação.
No que se refere à espécie humana. A recusa da ideia de um único homem como origem literal preserva a dignidade da razão histórica. A figura de Adão compreendida como símbolo evita o conflito entre tradição religiosa e evidência científica. Psicologicamente os mitos não são mentiras. São narrativas estruturantes. Eles organizam a consciência coletiva. Reduzi-los a fatos cronológicos é empobrecer seu valor simbólico.
A permanência da humanidade antes da data tradicional atribuída a Adão confirma a continuidade do progresso humano. A evolução moral não acontece em poucos séculos. Ela exige tempo. Experiência. Repetição. Esse entendimento combate a ansiedade moderna que exige resultados imediatos. A filosofia espírita ensina a paciência cósmica. A psicologia confirma que o amadurecimento profundo é lento.
Retomando a frase inicial. Fugir de Deus é tentar negar a estrutura íntima da realidade. Assim como o átomo compõe a matéria independentemente da vontade humana. O princípio divino sustenta a existência independentemente da crença individual. A recusa não elimina a lei. Apenas distancia o indivíduo de sua compreensão. A verdadeira lucidez não está em negar o fundamento. Está em reconhecê-lo com humildade intelectual e coragem moral.
Fontes fidedignas. O Livro dos Espíritos questões 37 a 51 tradução de José Herculano Pires. A Gênese capítulo 6. Estudos de psicologia existencial e cosmologia contemporânea em consonância com o princípio de causalidade racional.
Conclusão. Quando o ser humano deixa de fugir daquilo que o sustenta. Ele não perde liberdade. Ele encontra direção.
"O Sujeito foi enfático, além de sincero: 'Não valorizo as pessoas pelo dinheiro que têm... Mas pelo quanto do dinheiro que têm podem depositar no meu Banco!' Além de enfático, sincero. Não acham?"
Frase Minha 0145, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Sempre vejo pessoas se benzendo quando passam, mesmo de ônibus, à porta de igrejas. Eu só não tinha visto pessoas se benzendo no metrô, sempre que euzinho estou por perto. Será que eles se benzem porque eu estou por perto?"
Frase Minha 0425, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
