Textos em Homenagem a Pessoas Ilustres

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O CASAMENTO PERFEITO.
Pessoas “imperfeitas” podem viver um casamento perfeito sim,
e serem perfeitas no amor a dois, conjugal,
e como isso pode acontecer?.
A fórmula mágica não esta nos livros blindados,
na politica e muito menos nas religiões....
nem acontecem na pérgola do Copacabana Palace,
em cerimônias de total “ ostentação”,
nem são celebrados por religiosos famosos, com seus ternos caríssimos,
a fórmula de um casamento perfeito esta simplesmente no no jeito sincero de amor...
amor incondicional, que transforma você na pessoa mais linda do mundo,, aos olhos do seu amado ou amada
amor que não dá muita importância para o tamanho da festa ou para aos que acontecem,
nos mais caros salões...
amor que supera o tempo , tempo que traz as rugas, a barriga nem um pouco de tanquinho,
amor que nem dá bola pára a “ força da gravidade,
a “ calvicie que chega, mas que não diminui o amor pelos poucos cabelos brancos...
Isso sim é amor !
Esse amor que faz um “ casamento ser perfeito”,
supera o tempo, a rotina, e a beleza daquelas fotos que não voltam mais.
O amor é perfeito, e só acaba quando fracassamos em nossas promessas e votos, de cuidar da pessoa amada ,até que a morte os separe.
Pessoas imperfeitas amam de verdade !
Pessoas não tão perfeitas, amam em qualquer idade!
Pessoas se amam de verdade em qualquer cidade!
E assim seguem vivendo...
cada um amando e querendo fazer o outro ou a outra feliz.
Amor é isso : faz a gente se sentir gente de verdade,
amor verdadeiro que traz a felicidade,
e faz da vida a dois um “casamento perfeito”, uma família feliz!
Portanto a única e eficaz fórmula de um “ casamento perfeito” entre duas pessoas,
é o “ amor” em doses homeopáticas ou superdosagem, do único remédio que cura
qualquer doença!
Um casamento feliz e um casamento perfeito, somente com muito amor...não tem jeito !
Se o seu casamento acontecer num castelo, num jardim, na praia ou num casabre ,você será muito feliz existindo amor !
O casamento perfeito by Celebrante Gilberto Braga. 2016

Como muitas pessoas querem nos convencer de que são felizes , se em suas seitas ,religiões igrejas ,dogmas e doutrinas,vivem aprisionadas no " jugo" da acusação de que tudo é pecado ?
Como pode ser feliz uma pessoa ,que não pode isso ou aquilo ?
Nesse horário não trabalhamos...
Não doamos sangue ,por isso não somos solidários a quem precisa de " doadores"para uma cirurgia ...
Que triste jugo que algumas seitas e religiões impoên em nome de um deus, que nunca viram e nem sabem se existem !
Coisas, hábitos ,dogmas, costumes e doutrinas de homens....triste de quem os seguem religiosamente ,acreditando numa fé de mentiras de 2.500 anos atrás !
E assim caminha a humanidade sem amor ,mas religiosa e manietada !
Vivendo uma vida de aparências dentro das igrejas, mas em casa.......?????

"Bilhões de pessoas vivem no silêncio "


Bilhões de pessoas vivem no silêncio.
Caminhar pelo mundo hoje é testemunhar um paradoxo ensurdecedor. Olhamos ao redor e as praças, os cafés e os transportes públicos perderam o seu som mais bonito: o burburinho das conversas espontâneas, as risadas sem roteiro, o simples barulho de gente sendo gente. No lugar disso, impera o silêncio. Um silêncio iluminado pelo reflexo azul de telas de celulares, tablets e notebooks.
Estamos todos juntos, mas terrivelmente sós.
Criou-se uma cultura de egoísmo de não pertencimento. Por medo de nos machucarmos, ninguém mais quer se entregar por completo. Preferimos a segurança controlada de uma curtida à vulnerabilidade de um olhar. A internet prometeu nos aproximar do mundo, mas acabou nos afastando de quem está sentado na nossa frente.
A verdade é que fomos feitos para o encontro, para o abraço, para a partilha. Não fomos programados para a solidão digital. No futuro, a grande missão de psicólogos e psiquiatras não será apenas tratar doenças, mas nos ensinar novamente a viver em comunidade e a resgatar a humanidade que deixamos anestesiada entre as notificações.
Bilhões de pessoas vivem no silêncio. E o papel aceita o meu desabafo, na esperança de que alguém, do outro lado de uma tela, decida que é hora de voltar a conversar.
(Marilene Lira)
Setembro/2026

⁠Um dia pensei...


Que a beleza estava no que as pessoas denominávamos de belo, hoje percebo que a beleza está em tudo, basta que saibamos enxergar o que está diante de nossos olhos. Os mesmos sentidos que nos encanta, nos trai ao ignorar a verdadeira beleza que há no que taxamos como feio. O belo e o não belo é assim uma questão de saber olhar o que verdadeiramente é importante. A vida por exemplo! Quantas vezes passamos correndo pelas ruas em busca de metas, sempre renovadas por uma estrutura de mercado excludente, onde a exclusão não se dá somente no âmbito do indivíduo pelo emprego, do indivíduo pela sociedade, mas do indivíduo pelo indivíduo, onde o mesmo anula-se diante de uma cobrança em que o indivíduo não é visto como ser humano e dessa forma ele internalizou uma forma de viver valorizando o que é volátil, o que é passageiro e dessa visão o belo e o não belo é padronizado no corpo perfeito, no rosto encantador, no emprego invejável, na formação acadêmica promissora ou na imagem perfeita da deformação da realidade.

⁠A maior ilusão é acreditar
que o amor entre duas pessoas
aumenta naturalmente com o passar do tempo,
pois se as pessoas são seres
que enfraquecem com o tempo
o que ela sentem também o será,
dessa forma devemos procurar
fazer de tudo para que esse enfraquecimento
seja o mais lento possível.
Como o corpo precisa de atividades físicas
para se manter por mais tempo ativo na vida,
o amor necessita de mais cuidados
para se manter vivo entre os que se amam.

As pessoas confundem conhecimento, inteligência e sabedoria.
É normal, mas cada um desses conceitos representa um estágio distinto do desenvolvimento social e cognitivo da espécie humana.
O conhecimento é a junção das informações adquiridas ao longo da vida. Isso não quer dizer que uma pessoa com 100 anos seja necessariamente inteligente, muito menos sábia. O tempo pode acumular informações, mas não garante compreensão.
A inteligência é a construção do processamento cognitivo adquirido a partir das experiências e dos conhecimentos, que serão utilizados nas situações do cotidiano. Sei que a água é constituída por moléculas de H₂O; sabendo disso, conheço sua composição e sua fórmula. Entretanto, não sei fazer água.
A sabedoria seria, então, a junção das duas anteriores. Contudo, nela surgem elementos que vão além do conhecimento e da inteligência: experiência de vida, reflexão, humildade, discernimento e outros conceitos que são continuamente refinados e explorados para que possam ser utilizados não apenas em benefício próprio, mas também em benefício dos outros.
Nessa lógica, percebo que ainda estou na Religião, entendida como uma das formas primitivas pelas quais a humanidade buscou explicar sua existência e o mundo ao seu redor. Segundo determinada leitura filosófica da história do pensamento, esse percurso pode ser dividido em três etapas: religião, metafísica e ciência.
Se esse caminho representa uma espécie de amadurecimento do pensamento humano, então ainda tenho muito a caminhar.
Dos Homo sapiens sapiens, talvez eu seja o mais néscio de todos.
E talvez reconhecer a própria ignorância seja o primeiro conhecimento necessário para começar a buscar a sabedoria.

A disciplina é o maior canal potencializador da motivação. E não o contrário. As pessoas invertem: "eu quero estar motivado para fazer". Não. Você deve ser disciplinado; é durante a execução que você se motiva quando percebe os microrresultados. É aí que a motivação vem.
Motivação é quando se tem um motivo para agir, mas nem sempre lembramos desse motivo. Não existe virtude quando é por conveniência, isso é maquiagem social. Não somos perfeitos, somos suscetíveis a erros diariamente.

A Estranha Fórmula de Existir

Há pessoas que amam as coisas simples como quem encontra nelas uma explicação para a própria vida. Um gesto pequeno, uma palavra despretensiosa, uma presença que permanece quando todas as grandes certezas já partiram.
Ele, porém, amava a si mesmo com uma paixão profunda, quase enraizada. Talvez porque tenha descoberto cedo que existir também exige essa estranha intimidade conosco: somos, ao mesmo tempo, nossa companhia e nosso enigma.
A existência humana parece obedecer a uma fórmula que ninguém consegue resolver inteiramente. Há nela o inevitável, o incompreensível e aquilo que, por mais que tentemos evitar, acaba nos encontrando.
Talvez por isso observemos os outros de maneira tão imperfeita. Julgamos uma vida inteira pela superfície de um instante. Transformamos pessoas em figuras planas, como personagens de uma antiga pintura, sem perceber as profundidades que existem atrás de seus olhos.
E, no entanto, são justamente as coisas aparentemente triviais que denunciam quem somos.
Há quem consiga descascar uma maçã numa única tira, conduzindo a faca lentamente ao redor do fruto sem interromper o movimento. Parece insignificante. Mas talvez viver seja exatamente isso: tentar atravessar os dias sem romper completamente o fio que nos liga a nós mesmos.
Há também pessoas que desaprenderam a sorrir. Não necessariamente porque lhes falte alegria, mas porque alguma coisa dentro delas se tornou pesada demais para alcançar o rosto.
E continuamos.
Amando.
Observando.
Errando.
Escrevendo.
Tentando dar nome ao que talvez nunca tenha nome.
No final da página aparece uma provocação quase irônica sobre a literatura: “Prosa russa, quantos crimes são cometidos em teu nome!”
Talvez seja uma brincadeira. Talvez seja uma acusação. Talvez seja apenas o escritor lembrando que até as palavras, quando pretendem explicar demais a existência, podem cometer seus pequenos crimes.
Porque a vida não nasceu para caber perfeitamente numa frase.
E talvez esteja justamente aí sua beleza:
existimos sem compreender completamente o que significa existir.

"A pessoa certa"


Muitas pessoas estão presas à ilusão de que existem pessoas certas para nós nos envolvermos. Outras acreditam naquilo que a internet apresenta sobre relacionamentos: como a pessoa deve agir, quais atitudes deve ter, como deve demonstrar seus sentimentos ou até mesmo o quanto deve publicar sobre a relação nas redes sociais.


Elas esquecem que todo mundo é diferente e demonstra seus sentimentos de maneiras diferentes. Quando alguém gosta de nós, pode reparar em detalhes que nem percebemos. Por isso, devemos aprender a respeitar a maneira como a pessoa é antes de tomar decisões ou tirar conclusões sem saber o que ela realmente sente.


Uma atitude que você não esperava não determina, por si só, o que uma pessoa sente por você. Existem várias formas de demonstrar carinho, e algumas pessoas realmente não demonstram muito através de palavras ou publicações. Porém, isso não significa necessariamente que não se importem. Elas podem demonstrar seus sentimentos através de outras atitudes.


Às vezes, alguém prefere publicar menos sobre o relacionamento, não para escondê-lo, mas para preservar a própria independência e privacidade. Talvez essa pessoa nem goste de publicar fotos de si mesma, e isso também precisa ser respeitado.


Se os dois quiserem compartilhar momentos nas redes sociais, podem conversar como adultos e chegar a um acordo. O importante é que exista respeito pelo espaço, pelos limites e pela maneira de cada um demonstrar o que sente.


Eu mesma sou diferente. Minha demonstração de amor é o tempo de qualidade. Como valorizo bastante minha solitude, não sou boa em demonstrar sentimentos o tempo todo. Porém, consigo dizer o que sinto e me declarar para alguém quando realmente amo essa pessoa.


No fim, talvez a pessoa certa não seja aquela que segue exatamente o padrão que aprendemos na internet, mas alguém que esteja disposto a conhecer quem você realmente é, respeitar suas diferenças e construir uma relação baseada em compreensão.

A VONTADE QUE SUSTENTA OS MUNDOS.
" há pessoas que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo "
Autor frase e texto: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

O pensamento que afirma que há pessoas que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo contém uma densidade filosófica e psicológica de rara lucidez. Ele não se limita a uma crítica moral ou religiosa. Ele aponta para um dado estrutural da condição humana. A tentativa de negar o princípio que fundamenta a realidade não é apenas uma recusa intelectual. É um movimento psíquico de evasão diante do que é inevitável. Assim como ninguém escapa à estrutura íntima da matéria. Ninguém escapa ao princípio que a sustenta.
A formação dos mundos conforme apresentada pela tradição espírita descreve um universo ordenado por leis racionais e permanentes. O universo não é um acidente. A razão filosófica rejeita a ideia de que o todo se tenha produzido a si mesmo. Aquilo que existe de forma organizada pressupõe uma causa inteligente. Esta conclusão não nasce da fé cega. Nasce da lógica clássica já presente na metafísica antiga e reafirmada pela filosofia moderna quando trata do princípio de causalidade.
A resposta que afirma que o universo não pode ter-se feito a si mesmo reconduz o pensamento humano à humildade intelectual. A razão percebe seus limites e reconhece que há uma inteligência anterior às formas. A psicologia profunda confirma esse movimento. O ser humano que tenta negar toda transcendência frequentemente o faz para preservar uma ilusão de autonomia absoluta. Essa recusa não elimina o fundamento do real. Apenas gera conflito interior. A fuga de Deus manifesta-se como fuga do sentido. E a fuga do sentido gera angústia. Conforme demonstrado pela psicologia existencial. A negação do fundamento não liberta. Ela fragmenta.
A criação pela vontade expressa a ideia de uma inteligência que não age por improviso. A vontade aqui não é impulso. É determinação consciente. A imagem da luz que surge pela palavra simboliza a passagem do caos à ordem. Filosoficamente isso representa a passagem do indeterminado ao inteligível. Psicologicamente representa o nascimento da consciência a partir do inconsciente difuso. O ser humano revive esse processo interiormente. Toda lucidez nasce quando a mente consente em organizar o que antes era confuso.
A formação dos mundos pela condensação da matéria disseminada no espaço demonstra que a criação não viola as leis. Ela as inaugura. Deus não concorre com a natureza. A natureza é expressão da inteligência divina. Esse ponto é essencial para afastar a falsa oposição entre ciência e espiritualidade. A cosmologia contemporânea ao estudar a formação dos sistemas estelares confirma que a organização do universo segue processos graduais e regulares. O pensamento espírita antecipa essa visão ao afirmar que os mundos se formam progressivamente segundo leis constantes. Fonte O Livro dos Espíritos questões 37 a 42.
A ideia de renovação dos mundos introduz uma noção profundamente psicológica. Nada permanece fixo. A impermanência não é destruição. É renovação. Assim como os mundos se transformam. A psique humana também atravessa ciclos de dissolução e recomposição. Resistir a esses ciclos gera sofrimento. Aceitá-los gera maturidade. A filosofia estoica já afirmava que viver bem é consentir com a ordem do cosmos. O espiritismo amplia essa visão ao inserir a continuidade do princípio inteligente.
Quando se trata da formação dos seres vivos. A noção de germens latentes revela uma concepção extraordinariamente avançada. A vida não surge por capricho momentâneo. Ela aguarda condições adequadas. Essa ideia encontra paralelo na biologia moderna ao reconhecer a importância do ambiente para a expressão dos potenciais genéticos. Psicologicamente isso ensina que o ser humano carrega em si virtualidades que só se manifestam quando encontra condições morais e afetivas favoráveis. Nada floresce na violência interior.
A comparação com os cristais e com as sementes demonstra que a ordem não é exclusividade do vivo consciente. Ela atravessa toda a natureza. A regularidade das formas indica uma inteligência imanente às leis. Negar isso é reduzir o universo a um mecanismo sem sentido. Essa redução empobrece a experiência humana. A psicologia mostra que indivíduos que percebem o mundo como destituído de sentido apresentam maior propensão ao vazio existencial. Fonte Viktor Frankl embora não citado nominalmente.
A questão da geração. espontânea esclarece que a vida não surge do nada absoluto. Há sempre um princípio anterior. Essa ideia preserva a coerência racional e evita tanto o materialismo radical quanto o misticismo ingênuo. O mundo minúsculo que dormita e se cria é uma metáfora poderosa daquilo que ocorre no interior humano. Pensamentos. Emoções. Tendências. Tudo possui um tempo de maturação.
No que se refere à espécie humana. A recusa da ideia de um único homem como origem literal preserva a dignidade da razão histórica. A figura de Adão compreendida como símbolo evita o conflito entre tradição religiosa e evidência científica. Psicologicamente os mitos não são mentiras. São narrativas estruturantes. Eles organizam a consciência coletiva. Reduzi-los a fatos cronológicos é empobrecer seu valor simbólico.
A permanência da humanidade antes da data tradicional atribuída a Adão confirma a continuidade do progresso humano. A evolução moral não acontece em poucos séculos. Ela exige tempo. Experiência. Repetição. Esse entendimento combate a ansiedade moderna que exige resultados imediatos. A filosofia espírita ensina a paciência cósmica. A psicologia confirma que o amadurecimento profundo é lento.
Retomando a frase inicial. Fugir de Deus é tentar negar a estrutura íntima da realidade. Assim como o átomo compõe a matéria independentemente da vontade humana. O princípio divino sustenta a existência independentemente da crença individual. A recusa não elimina a lei. Apenas distancia o indivíduo de sua compreensão. A verdadeira lucidez não está em negar o fundamento. Está em reconhecê-lo com humildade intelectual e coragem moral.
Fontes fidedignas. O Livro dos Espíritos questões 37 a 51 tradução de José Herculano Pires. A Gênese capítulo 6. Estudos de psicologia existencial e cosmologia contemporânea em consonância com o princípio de causalidade racional.
Conclusão. Quando o ser humano deixa de fugir daquilo que o sustenta. Ele não perde liberdade. Ele encontra direção.

Pensadores são pessoas que dedicam a vida a refletir, questionar e criar teorias sobre a existência, a sociedade, a ciência e a moral.


Sou um bom pensador?


Bem essa é uma pergunta que instiga toda mente desafiadora, afinal..
o valor é ditado pela maioria, a sociedade dita o valor mesmo quando não há s for, é valor, caso contrário não é, no final tudo dependerá da decisão da maioria. É preciso muitos tomates para enfrentar essa maioria com garra.

Existem pessoas que carregam tamanha luz, compaixão e propósito, que até a morte precisa esperar. São corações que curam com palavras, mãos que semeiam esperança, vidas que refletem o caráter de Cristo.


Pessoas assim não vivem para si, mas vivem para abençoar. São como árvores plantadas junto ao ribeiro, que dão fruto no tempo certo , e às vezes, até fora de tempo, porque são regadas pelo céu.

Muitas pessoas amam a justiça quando ela corrige os erros dos outros, mas Deus nos chama a amar a misericórdia também.
Foi isso que Jesus revelou continuamente. Ele não ignorava o pecado, mas via além dele. Enxergava pessoas feridas que precisavam de restauração.
A cruz é a maior demonstração dessa verdade. Nela vemos a justiça de Deus contra o pecado e, ao mesmo tempo, Sua misericórdia para salvar o pecador. miriamleal

Mesmo cercado de pessoas e de amor, a solidão é uma companhia eterna. Não no sentido de estar sozinho, mas no de saber que ninguém compreende plenamente o que sinto, o motivo das minhas lágrimas ou a profundidade das minhas dores. Elas são particulares, habitam um lugar onde apenas eu consigo entrar.


As pessoas ouvem falar delas, podem até imaginar o que representam, mas jamais poderão vê-las ou senti-las da forma como eu as vejo e sinto. Minhas dores crônicas são aquilo que mais detesto em minha vida e, ao mesmo tempo, aquilo que está mais presente nela. Nunca me abandonam. Fazem-me chorar, refletir e imaginar como seria existir sem elas.


Às vezes penso que, se não as tivesse, talvez este texto jamais existisse. Talvez eu fosse uma pessoa diferente, com outros pensamentos, outras sensibilidades e outros silêncios. Por isso, gostando ou não, elas fazem parte de quem sou. Não as escolhi, mas aprendi que carregá-las também moldou a forma como enxergo o mundo, a dor e a própria vida.


- Tiago Scheimann

As pessoas raramente vão embora de uma só vez. Preferem retirar-se aos poucos, como a maré que recua sem anunciar que deixará apenas pedras e lama. Um dia percebemos que já não existem conversas, depois percebemos que já não existem expectativas e, por fim, compreendemos que estamos dialogando apenas com uma lembrança. O fim quase nunca acontece em um instante; ele apodrece lentamente antes de receber um nome.


- Tiago Scheimann

Lealdade não é algo que se encontra em qualquer pessoa.
Ao invés de VC fazer coisas por pessoas ingratas e oportunistas que na primeira oportunidade elas te passam a perna, busque fazer por você mesmo.
😎
Vida que segue. Vamos ser realistas...Você não vai mudar as melhores coisas que há em você porque outros não sabem valoriza-las. E apesar de algumas vezes o seu pior lado ter que ser o que alguns mais merecem. Não mude por causa dessas pessoas. Mude dessas pessoas. Um dia você vai encontrar pessoas decentes, que vão valer cada esperança que você manteve, cada endurecimento por dentro que você lutou tanto pra não te dominar, Um dia você vai lembrar de cada dor, das decepções que mais te marcaram, quando encontrar finalmente algumas das melhores pessoas que pode haver neste mundo...e vai sorrir, e vai gargalhar finalmente do que te feriu.
Talvez eu já esteja rindo agora mesmo, talvez eu tenha encontrado ou tenha apenas entendido definitivamente que eu sou uma dessas melhores pessoas que existem, entendido também que a falta de lealdade de alguns nunca vai ser comigo e sim com quem opta por não ser.

⁠⁠Eu gosto mais das pessoas nas telas, nas pinturas, nas fotografias e presas entre as linhas de um papel (risos). Lá podemos ter a oportunidade de admirar sem ser observado, reprimido, interrompido. Sim... as pessoas fora das telas, das pinturas e fotografias machucam tudo que as tocam.
As vezes eu preciso transformar as pessoas em lindos rascunhos...Uma música, uma melodia, um escrito, um desenho, uma cor, uma respiração e até uma ilusão. Só assim eu posso continuar a lidar com essa humanidade que por vezes é muito questionável. Não seria uma prisão, apenas um escape.

Escolher fazer o bem às pessoas é uma escolha e tanto.


Neste mundo de ruínas humanas, que possamos cultivar flores nas rachaduras do asfalto. Escolher não piorar as situações e tentar oferecer sorrisos leves. Sem julgamentos, sem pesos desnecessários.


Há pessoas cuja alma é delicada e forte, mas que, por não se sentirem seguras entre as ruínas, acabam se desumanizando a ponto de desistirem da própria vida. Que o amor ao próximo nos lembre da importância de olhar para o outro e abraçá-lo, independentemente de qualquer coisa.


Às vezes, o mundo de alguém somos nós. Por isso, devemos escolher nos tornar mundos melhores.


Que possamos educar a nós mesmos e aos nossos filhos para combater as dores que infligimos ao outro.


Pela preservação da vida.

PESSOAS DO TIPO PLANETA E PESSOAS DO TIPO ESTRELA
Há dois tipos principais de Astros! Planetas e Estrelas.
Planetas são Astros sem brilho próprio e que vivem com base no fluxo de informações que vem de fora de si, ou seja, vivem obedecendo orientação externa.
Estrelas são Astros com brilho próprio e que vivem com base no fluxo de informações que vem de dentro de si, ou seja, vivem obedecendo orientação interna.
Os Planetas não emitem luz que ilumina, aquece e anima os outros Astros próximos.
As estrelas emitem luz que ilumina, aquece e anima os outros Astros próximos.
A Terra é um Planeta e o Sol é uma Estrela.
O Sol emite luz que ilumina, aquece e anima ou dá vida a Terra.
Analogamente, há dois tipos principais de Pessoas!
Pessoas do tipo Planeta, que não brilham e vivem escutando e obedecendo a voz da sua Mente, o fluxo de informações que vem de fora de si ou orientações externas.
Pessoas do tipo Estrela, que brilham e vivem escutando e obedecendo a voz da sua Consciência, o fluxo de informações que vem de dentro de si ou orientações internas.
Uma Pessoa do tipo Planeta não emite Energia que dá sabedoria, compaixão e amor ao próximo.
Uma Pessoa do tipo Estrela emite Energia que dá sabedoria, compaixão e amor ao próximo.
Esses são os três poderes da Luz emitida por uma Estrela, nomeadamente, a iluminação, o calor e o ânimo!
Esses são, respectivamente, os três poderes da Energia emitida por uma Pessoa do tipo Estrela, designadamente, a sabedoria, a compaixão e o amor!
As Pessoas do tipo Planeta podem se tornar Pessoas do tipo Estrela, quando se voltarem para o seu interior, quando passarem definitivamente a escutar e a obedecer a voz da sua Consciência, através da prática do silêncio, da introspecção e da contemplação, durante anos!⁠

Fé de Aparências


É impressionante como algumas pessoas conseguem vestir uma personalidade diferente dependendo de quem está diante delas. Quando estão entre os irmãos da igreja, são palavras doces, abraços, sorrisos, “Deus abençoe” e discursos sobre amor, respeito e união; mas basta sair daquele ambiente e a máscara cai.


A gentileza desaparece, o julgamento aparece e aquilo que pregavam como amor se transforma em desprezo por quem pensa, vive ou acredita de maneira diferente.


São bons apenas para os seus, acolhem apenas os que consideram dignos de pertencer e chamam isso de fé. Tratam os seus como irmãos, mas os diferentes como estranhos; oferecem a mão para quem compartilha da mesma crença, mas parecem esquecer toda a bondade quando encontram alguém que não cabe dentro dos limites que criaram.


Talvez o problema nunca tenha sido a falta de religião, mas o excesso de aparência: porque é fácil falar de Cristo diante de quem aplaude, difícil é praticar aquilo que Ele ensinou quando ninguém está olhando.


No fim, não é a roupa de domingo, o louvor ou as palavras bonitas que revelam o caráter de alguém, mas a maneira como essa pessoa trata aqueles de quem não precisa da aprovação.