Textos Dissertativo sobre Natureza

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O PERISPÍRITO E A NATUREZA DO SOFRIMENTO ESPIRITUAL: A LUCIDEZ DE ALLAN KARDEC SOBRE AS SENSAÇÕES DOS ESPÍRITOS.
Marcelo Caetano Monteiro.

Entre os inúmeros temas investigados por Allan Kardec, poucos revelam tamanho rigor filosófico e científico quanto a natureza das sensações experimentadas pelo Espírito após a morte do corpo físico. O chamado Ensaio Teórico sobre a Sensação nos Espíritos, incorporado ao contexto de O Livro dos Espíritos, representa um dos momentos mais elevados da investigação kardequiana acerca da constituição do ser humano, da função do perispírito e das consequências morais da vida terrestre.
Ao abordar essa questão, Kardec rompe simultaneamente com dois extremos: o materialismo, que reduz a consciência à atividade cerebral, e o misticismo, que imagina o Espírito como uma entidade absolutamente insensível após a desencarnação. Em seu lugar, apresenta uma concepção fundamentada na observação dos fatos, segundo a qual o Espírito conserva sua capacidade perceptiva graças ao perispírito, envoltório semimaterial que estabelece a ligação entre a inteligência e a matéria.
O primeiro ponto que merece destaque é a distinção entre a causa da dor e a percepção da dor. O corpo não produz o sofrimento em sua essência; ele constitui apenas o instrumento por meio do qual determinadas impressões chegam ao Espírito. A consciência da dor pertence à alma, que registra, interpreta e conserva essas experiências. Kardec demonstra, assim, que a sensação não se identifica com o órgão físico, mas com a faculdade consciente do Espírito.
Essa conclusão encontra respaldo em um fenômeno conhecido ainda hoje pela medicina: a chamada dor do membro fantasma. Pessoas amputadas frequentemente continuam sentindo dores em membros que já não existem. O exemplo, utilizado por Kardec, evidencia que a sensação ultrapassa os limites da anatomia física, permanecendo vinculada à percepção consciente. Embora a explicação científica contemporânea envolva mecanismos neurológicos, Kardec utiliza essa analogia para ilustrar que a experiência subjetiva da dor não depende exclusivamente da existência material do órgão.
É justamente nesse ponto que surge o papel fundamental do perispírito. Segundo a Doutrina Espírita, ele constitui o elo entre o Espírito e o corpo físico, sendo formado a partir do fluido universal. Kardec o descreve como um envoltório semimaterial que funciona como agente transmissor das sensações. Enquanto encarnado, o Espírito percebe o mundo por intermédio dos órgãos corporais; após a desencarnação, desaparecem os órgãos, mas permanece o perispírito, conservando a possibilidade de determinadas percepções.
Essa concepção esclarece um dos aspectos mais discutidos da fenomenologia espírita: por que alguns Espíritos afirmam sentir frio, calor, sede, fome ou dores físicas? Kardec explica que tais sensações não decorrem da ação direta dos elementos materiais sobre o Espírito. O frio não congela o perispírito; o fogo não o queima; os vermes não devoram o Espírito. O sofrimento nasce da permanência de estados psíquicos e perispirituais associados à condição moral do desencarnado.
Esse entendimento adquire extraordinária profundidade quando Kardec analisa os Espíritos que permanecem fortemente ligados ao corpo após a morte. O caso do suicida que afirma sentir os vermes consumindo seu cadáver constitui uma das passagens mais impressionantes da Codificação. Evidentemente, os vermes atacam apenas o organismo em decomposição. Entretanto, como o desligamento perispiritual ainda não se completou, o Espírito experimenta uma espécie de repercussão psíquica daquilo que ocorre com seu antigo corpo. Não se trata de uma dor orgânica propriamente dita, mas de uma percepção ilusória vivida como realidade.
Essa observação revela um importante aspecto psicológico da desencarnação. A consciência não abandona instantaneamente suas referências construídas durante a vida física. O Espírito continua pensando, percebendo e interpretando a realidade segundo os hábitos adquiridos enquanto encarnado. Quanto maior o apego à matéria, maior a dificuldade em reconhecer a nova condição existencial. Sob essa perspectiva, a morte não transforma moralmente ninguém; ela apenas modifica o estado em que a consciência continua vivendo.
Outro ensinamento notável refere-se ao processo de depuração do perispírito. Kardec afirma que, à medida que o Espírito progride moralmente, seu envoltório torna-se mais etéreo e menos sujeito às influências materiais. Esse princípio possui profundas implicações filosóficas. O sofrimento espiritual não constitui uma punição arbitrária imposta por Deus, mas uma consequência natural da afinidade que o próprio Espírito conserva com os interesses inferiores da existência material.
Quanto mais predominam o egoísmo, o orgulho, a ambição desmedida, a inveja, o ódio e o apego às sensações exclusivamente corporais, mais denso permanece o perispírito. Em contrapartida, o cultivo da humildade, da caridade, da simplicidade e do desapego produz uma gradual espiritualização desse envoltório, reduzindo progressivamente a suscetibilidade às sensações penosas.
Sob o ponto de vista filosófico, Kardec apresenta uma concepção de justiça profundamente racional. O sofrimento não decorre de condenações eternas nem de castigos sobrenaturais. Cada Espírito experimenta naturalmente as consequências do estado íntimo que construiu em si mesmo. A lei divina manifesta-se como ordem moral, na qual causa e efeito permanecem inseparáveis.
Outro aspecto digno de atenção reside na teoria das percepções espirituais. A visão, a audição e as demais faculdades não pertencem aos órgãos físicos, mas ao próprio Espírito. Durante a encarnação, essas capacidades encontram-se limitadas pelos sentidos corporais. Após a morte, tornam-se progressivamente mais amplas à medida que o Espírito se emancipa da matéria. Os Espíritos superiores não percebem menos; ao contrário, percebem incomparavelmente mais, porém por meios que escapam às categorias sensoriais humanas.
Kardec reconhece, com admirável honestidade intelectual, que a ciência de sua época ainda não possuía elementos suficientes para explicar completamente o mecanismo dessas percepções. Em vez de preencher essa lacuna com especulações, limita-se a afirmar aquilo que a observação permite concluir. Essa postura revela um dos maiores méritos metodológicos da Codificação Espírita: admitir os limites do conhecimento quando os fatos ainda não autorizam conclusões definitivas.
A conclusão do ensaio desloca definitivamente a discussão para o campo moral. Os sofrimentos do Espírito guardam relação direta com a maneira pela qual viveu sua existência terrestre. O homem constrói diariamente seu estado espiritual futuro. Cada pensamento, cada sentimento e cada ação modelam gradativamente o perispírito, tornando-o mais ou menos apto à felicidade após a desencarnação.
Essa perspectiva elimina qualquer ideia de fatalismo. O livre-arbítrio permanece como fundamento da evolução espiritual. Ninguém está condenado ao sofrimento perpétuo, assim como ninguém conquista a felicidade sem esforço moral. A libertação das dores espirituais começa ainda durante a existência corporal, mediante o domínio das paixões inferiores, a renovação dos sentimentos e a prática constante do bem.
Ao final de sua exposição, Kardec recorda que essas conclusões não nasceram de uma elaboração teórica isolada. Resultaram da observação metódica de milhares de comunicações espirituais, analisadas, comparadas e submetidas ao controle da universalidade do ensino dos Espíritos. Esse procedimento evidencia o caráter investigativo da Doutrina Espírita, cuja autoridade repousa menos sobre afirmações dogmáticas e mais sobre a convergência criteriosa dos fatos observados.
Assim, o Ensaio Teórico sobre a Sensação nos Espíritos permanece como uma das mais sólidas demonstrações da profundidade filosófica da Codificação Espírita. Longe de apresentar uma visão fantasiosa da vida além da morte, Kardec oferece uma reflexão em que psicologia, filosofia moral e observação dos fenômenos convergem para afirmar que o verdadeiro destino do Espírito é consequência direta daquilo que ele faz de si mesmo.
Fontes
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte Segunda, Capítulo VI – Da Vida Espírita.
Allan Kardec. Revista Espírita (1865) – Ensaio Teórico sobre a Sensação nos Espíritos.
Allan Kardec. O Céu e o Inferno, Primeira Parte e Segunda Parte.
Allan Kardec. A Gênese, Capítulos XIV e XV.
Allan Kardec. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte.

Por Celso Roberto Nadilo
No profundo sentido.


​Do rosa ao vermelho, na natureza inteira,
A beleza que paira em nossa alma e coração.
Saberão as novas gerações, de alguma maneira,
Manter essas cores vivas na memória e na canção?
​Em vidas corridas, na urgência de existir,
Busca-se o crédito, a perfeição, a ilusão.
Esquecem que no apressar-se para fluir,
Dão início à própria aniquilação.
​O pôr do sol torna-se invisível ao olhar,
As coisas singelas são tidas como banais.
Como entenderão que a lua vem para abrigar
Os amores puros, infinitos e imortais?
​Desejos e emoções são sentidos notáveis,
A paixão é instante único a brilhar,
Como a bruma nas madrugadas serenas,
Que os ventos dos montes fazem surgir no luar.

A exceção está no Padrão. Injustificáveis por natureza, na redoma do "tudo posso". O padrão não muda, não tem narrativas. O triângulo está nas entrelinhas, obviamente claro a quem observar.
Admiração e contatos é o plausível egoico.
A satisfação está na capacidade da limitrocidade do outro demorar a entender.

⁠Viva com abundâncias e seja feliz

Sedes fiel a sua natureza
Ao seu espírito poderoso
A esse presente vÍvido
Colossal
Que é o aqui e agora...
Viva com gratidão esse presente
Permita que todos os teus sentidos
Pulem de alegria
Ao contemplar esse lindo instante
Somente assim, poderas contemplar
E sentir
Todas as abundâncias que o universo
Tem para lhe oferecer
Que Deus lhe prometeu
Quando vieese viver aqui na terra!
Paz💞

A natureza é a personificação
da arte e da poesia.


Ela sabe ser pintura
sem tintas nem pincel...
e poesia
sem caneta nem papel...


Ela se escreve em cores
se canta em pássaros
se move em ventos
se eterniza em ciclos...


É a artista primeira
que não precisa de mãos
pois carrega no silêncio
a beleza da criação..


✍©️@MiriamDaCosta

A Natureza é Mãe sábia e generosa,
em seu tempo paciente e produtivo
nos oferece flores e frutos,
respostas sutis para cada exigência,
mesmo diante das intempéries
das estações cada vez mais perplexas...


A Natureza é Mãe de seios fartos,
sábia na carne do tempo,
generosa até na dor dos ventos...


Ela nos despeja flores e frutos
como quem entrega remédios e bálsamos
para resistirmos ao caos crescente
das estações confusas e doentes...


A Natureza é Mãe que acolhe em silêncio,
com paciência borda o tempo,
com generosidade nos embala em flores,
nos acaricia em frutos doces,
mesmo quando o calendário se perde
nas estações que já não sabem o seu lugar...


✍©️@MiriamDaCosta

Será algum tipo de coincidência...


Será alguma forma da Natureza se fazer presente e se rebelar a tanto blá-blá-blá e sórdidos interesses vários...


Mas... É FATO!


Enquanto no Norte do Brasil está sendo sediada a COP30 , com toda a sua teatralidade e discursos hipocritamente infindáveis ...


No Sul do Brasil assistimos á devastação de uma inteira cidade causada por um ciclone tropical...


A crise climática é REAL e está dando, sem piedade, suas bofetadas na cara do negacionismo...


Para esfriar o Planeta
e tentar placar a fúria
da crise climática...
é necessário esfriar
a ganância desmedida
das indústrias mundiais...


✍©️@MiriamDaCosta


#COP30 #Belém #Paraná #Tornado
#MeioAmbiente #CriseClimática
#CicloneTropical #Brasil

O contato com a natureza
e a solitudine
são as minhas melhores
formas de prevenção
contra o contágio
dessa sociedade
louca e agoniada.


Manter uma certa distância,
uma margem de segurança,
desses humanos desumanizados
é, sem sombra de dúvida,
uma medicina alternativa
para manter-me
em equilíbrio.
✍@MiriamDaCosta

Oh! Natureza!
No espelho do teu silêncio,
eu me inclino,
e ali,
sem ruído algum,
tua palavra me atravessa
como raio de luz.


E me descubro,
não como quem observa,
mas como quem pertence
à mesma língua muda
que o vento sussurra
e as folhas compreendem.


Oh! Natureza!
No espelho do teu silêncio,
reflito-me na tua palavra.


E, nesse instante suspenso,
sou menos voz
e mais escuta,
menos forma
e mais essência.


Como se, em ti,
eu me lembrasse
daquilo que sempre fui
antes de me dizer.
✍©️@MiriamDaCosta

São tantos questionamentos... É a minha natureza. Inúmeros conceitos humanos não fazem tanto sentido assim. O mundo é infinitamente mais do que a nossa vida passageira. Gostamos de definir, nomear acontecimentos, forças que já existe. Não estou menosprezando a humanidade, apenas cito o quanto somos frágeis e fugidios. E isso, de certa forma, é como uma poesia.
Acho que não fomos feitos para a compreensão mais vasta das coisas; fomos, ao contrário, moldados para algum fim que desconheço. E para ser sincero, nem teria capacidade de entender. Aí para evitar o desequilíbrio mental, acabo me satisfazendo com bem pouco, mas é o que suporto refletir.

Natureza e Liberdade


Não existe vida sem liberdade e humanidade.
Por que a união se tornou tão corrompida?
Onde está a vida, senão na natureza?
Em tudo, sou levada a acreditar
Em uma utopia pessoal.
Somos feitos de esperança;
Somos feitos de dor;
Feitos de almas aprisionadas em carne,
Limitados.
Onde está a vida, senão de onde viemos?
Viva e retorne!
O fim é o começo.


- Ramile Godon

Essência Primordial

Natureza, entranhas do meu Ser.
Parte de mim é a Natureza.
Quando meu folêgo de vida se esvair, livre.
Quero que meu corpo volte para dentro de ti, ó Natureza!
Pertencemos ao todo e somos o todo e o nada, jamais individual.
Resista Mãe Natureza de toda destruição,
Estamos aqui os que te amamos e das tuas entranhas saimos.
Eu cuido e te admiro como minha maior paixão e pertencimento.
Eu te amo Natureza, em sua perfeição imperfeita.
Mesmo nas partes da cadeia alimentar, e das suas vulnerabilidades,
Isso tudo, em toda sua pureza,
Em sua essência, és minha essência!

- Ramile Godon

A velha árvore
Tombou a velha árvore.

A Mãe Natureza preparou a grama macia para recebê-la.

O tempo não ceifou seus galhos. Deixou que tombasse com seu orgulho de nascença.

Tombou a velha árvore na madrugada.
Silenciosa. Não fez barulho algum.

Comportou-se orgulhosa, com todas as suas lembranças, e foi deslizando devagar.

Levou consigo as memórias de suas sementes, que agora levarão seu cerne para sempre.

Tombou a velha árvore.

Mas suas sementes ficaram.

⁠Rodeio em pleno ciclone

O quê afeta Santa Catarina
a mim também afeta,
a Natureza sinais sempre
envia para tomar todos
os cuidado necessários.

Rodeio em pleno ciclone
me faz pensar na vida,
quando o Rio Benedito sobe,
emerge uma silenciosa agonia.

De milagres em milagres
sobre o céu e nas mãos do destino
vamos superando os efeitos
do clima causados pelo Homem,
e buscando a consciência pelo Bem.

Ciclone este que leva a viajar
e a consciência examinar:
o Planeta Terra é o nosso lar
e a nossa cidade é o lugar de amar.

Rodeio em pleno ciclone
me faz pensar em tudo:
em mais árvores para quebrar ventos,
espaços de vida racionalizados
e gestos carinhosos pelo nosso Estado.

JÁ SOU TUA FÃ


Talvez a natureza, por um instante,
parasse só para contemplar
a beleza que você carrega
sem sequer perceber que sabe encantar.


Talvez qualquer olhar mais atento
encontrasse em você algo diferente,
mas eu tive a sorte de enxergar além:
a pessoa, a essência, a alma…
e foi aí que você me ganhou também.


Não vou negar:
teu corpo chama a minha atenção.
Seria impossível esconder
o que os olhos insistem em dizer
quando o coração começa a querer.


Mas a tua alma…
ah, essa é a minha parte favorita.


É nela que existe o mistério,
o encanto que não sei explicar,
aquilo que me faz querer conhecer
cada pedacinho seu
sem nenhuma pressa de chegar.


Então, se um dia você quiser,
deixa-me conhecer você por inteira.
Sem medo, sem roteiro,
sem precisar transformar sentimento em promessa.


Só deixa acontecer.


Deixa-me ficar por perto,
ser tua segunda a sexta-feira,
a conversa que chega sem motivo,
a companhia leve e verdadeira.


E, se aos finais de semana
você quiser dividir um pouco mais de você,
eu estarei por aqui também.


Não quero antecipar o destino,
nem escrever por nós duas o final.
Quero apenas descobrir, devagar,
se aquilo que parece tão bonito
pode ser ainda mais especial.


Eu quero ficar.
Quero permanecer,
mas sem pressa, sem cobrança,
sem pedir que você seja nada além
daquilo que já é.


Porque eu já sou tua fã.


E talvez o mais bonito de tudo
seja justamente isso:


eu não preciso saber onde vai dar
para gostar da vontade
de continuar.

Caminhar pela orla da praia, sentir o vento bater no peito... Esse contato com a natureza é quase um diálogo silencioso com as ondas, que vêm e vão, apagando minhas pegadas na areia e nos lembrando de que, na vida, tudo é passageiro.
Talvez a vida seja justamente isso: caminhar, deixar algumas pegadas pelo caminho e compreender, com o tempo, que também precisamos aprender a deixá-las desaparecer.

Existem pessoas que não apenas passam pela nossa vida; elas se instalam como uma força da natureza. Você é assim: a dona dos silêncios que me acalmam e dos impulsos que me fazem querer conquistar o mundo.
Admiro a forma como você caminha entre a suavidade de uma canção e a firmeza de quem sabe exatamente onde quer chegar. Seus desejos, para mim, não são ordens impostas, mas direções que sigo com a alegria de quem encontrou um porto seguro.
O que mais me fascina em você:
A Certeza: Esse seu jeito de saber quem é, que me faz sentir seguro apenas por estar ao seu lado.
A Dualidade: Você é o abrigo nos dias de chuva e a ventania que me tira da zona de conforto.
O Pulso: Essa impaciência bonita de quem tem pressa de ser feliz e de amar intensamente.
Não preciso de mapas quando estou contigo, pois seu coração é o destino final. Sou seu mensageiro, seu par e seu maior admirador. No fim das contas, não há vento ou tempestade que me impeça de voar, desde que seja para o seu abraço.

Vamos repensar?

Pascal — “O homem é apenas um caniço, o mais fraco da natureza; mas é um caniço pensante.”

“O homem não é grandioso apenas porque pensa; é grandioso quando usa o pensamento para superar seus próprios limites. Uma mente brilhante sem consciência pode criar progresso externo e destruição interna.”

Carlos Eduardo Balcarse

2477 📜 "Não, não esqueci da Natureza nem da Ciência, da Botânica, do Relevo, dos Recursos Naturais, dos Astros e Estrelas. A Natureza e a Ciência são outra duas Maravilhas, além das já citadas, que encontrei neste Planeta.
-
Parem para imaginar, por exemplo, o fenômeno que são as Flores. Como resistir a elas?"

Bom dia, dia!
Bom dia, vida!
Bom dia, família!
Bom dia, amigos!
Bom dia, Senhor da natureza!

Que o dia da hoje seja para observar e captar as belezas com que Deus nos presenteia todos os dias!
Assim como a beleza dessa flor ilumina o olhar e aquece o coração com seu colorido intenso que possamos tb iluminar a vida do próximo através do brilho de nosso olhar e o calor de nossas palavras e ações

Um dia iluminado a todos!