Textos de Paixão
Lenidade predominante na sublimidade dos teus traços atraentes, formatos precisos, curvas desenhadas divinamente, o reflexo de um universo deslumbrante, grandioso, aquecido profundamente pelo calor da paixão, que deixa o teu semblante charmoso, compensa cada pulsar do teu coração, o teu sorriso fica luminoso, veemente e acolhedor, a vitalidade consegue passar por todo o teu corpo, estas são algumas das tuas maravilhosas peculiaridades que marcam tanto a memória, que até a beleza dos teus cachos geram saudades, claro que pertences a uma linda história que graças ao Senhor ainda tem muita continuidade regrada ao amor, motivada por um espírito de aventura, encantada pela simplicidade e por uma dose sensata de loucura, vivendo intensamente de verdade.
Lindo e emocionante reflexo de uma arte aprazível, cujo encanto é farto na viveza de um vermelho sedutor, o espelho dos seus instintos acalorados, inflamados pelo desejo, paixão e amor, que se espalham pelo seu coração como um fogo intenso, abrasador, aquecendo todo o seu corpo, pelos caminhos suaves das suas curvas em momentos prazerosos em um tom saudável de loucura entre a razão e a audácia, da satisfação do físico ao o equilíbrio da alma, particularidade de uma mulher incrível de várias camadas.
O grande comprimento e a graciosidade dos seus cabelos, fios numerosos, fazem menção a grandeza dos seus encantos, sedosos como a sua pele, brilhosos semelhante ao brilho existente na viveza dos seus olhos, do amor de Deus que reflete do seu sorriso, proporcionando um romantismo e uma paixão grandiosos, a emoção de uma arte aprazível de van Gogh com seus traços emotivos, sinceros, amorosos, então, uma venustidade de lindos cabelos compridos, belos fragmentos do seu espírito expostos, inspiração demasiada vestida de realismo, que aviva o físico e a alma, o que torna admirá-la ser algo incrível, uma linda primavera que se destaca.
Audácia sedenta por momentos atrevidos, mãos que toquem os seus lindos cabelos, a sua pele macia, que amassem e levantem aos poucos o seu vestido, a euforia de beijos incessantes que beijem o seu pescoço, os seus lábios, uma língua que convide a sua para dançar suavemente, beijando e sentindo o perfume do seu belo corpo, sendo tratada de um jeito bastante aprazível, intensamente, acarinhada, ao ponto de transformar qualquer lugar em um paraíso, tocada no físico e na alma, de ficar brilhando de tanto suor, o brilho provocado pelo êxtase, por instintos e desejos correspondidos, que durante o dia possa se unir à resplandecência do sol e à noite com o esplendor das estrelas, um amor em um tom apimentado, romântico, uma paixão incomparável, destacando-se numa densa escuridão, em diversos cantos, assim como num quarto, deixando os lençóis afastados, a cama desforrada, espíritos avivados, um tipo de arte talvez abstrata e com o devido significado semelhante ao seu olhar audacioso que diz muito mesmo sem fazer uso das palavras.
Desde os tempos de Zico, o eterno ídolo que encantou multidões com sua habilidade e carisma, até os dias atuais, o Flamengo sempre carregou a chama da esperança e da vitória. Cada partida é uma celebração de cores e sons, onde o vermelho e o preto se misturam em uma dança vibrante nas arquibancadas.
A "Nação", como é carinhosamente chamada sua torcida, é o coração pulsante deste clube. Em cada canto, em cada lágrima de alegria ou tristeza, o Flamengo se torna uma parte vital da vida de milhões. Torcedores de todas as idades carregam a emoção de pertencer a algo grandioso, a algo que supera o simples ato de torcer.
As conquistas são muitas, mas o que realmente define o Flamengo é a capacidade de unir pessoas de diferentes origens em torno de um sentimento comum. É sentir o Maracanã tremer em um gol decisivo, é acreditar até o último minuto, é nunca desistir, porque ser Flamengo é acreditar que o impossível é apenas uma questão de tempo.
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Não tem jeito. Quando perceber, é você, sozinho, apenas com você. Isso enquanto você achar que o amor acabou; ou, pelo menos, voltou a sair da rota, naquele momento. Mas há surpresas incríveis neste caminho. Por exemplo, procure os seus amigos. E você também pode chorar. Escute uma música para fazer isso; vai ajudar. E confortar também. São os momentos registrados na lembrança por meio da música. É a nossa trilha sonora. Depois, mergulhe num bom livro; pode ser, até mesmo, um bom livro de auto-ajuda. Mas o principal: comece a organizar uma viagem. E capriche na música que vai ser o pano de fundo desta escolha. Ela será o seu roteiro musicado pro resto da vida. E também irá virar uma lembrança. E quando estiver tudo certo, beba um chope, num barzinho, para comemorar. Se estiver sem companhia, poderá fazer isso sozinho. É uma comemoração sua. E lembre-se: um amor grande nunca se vai. Mesmo que distante e finito, fica na lembrança. Conviva com isso. É justamente o amor que sustenta o mundo diante de tantas coisas ruins. E a lembrança é a forma como carregamos o amor. A lembrança é a parte boa do amor que guardamos para nós; aquele amor que não se perdeu.
E como um trovão a rasgar o véu da noite, batestes em minha porta. Meu alicerces minaram e cá estão, estendidos pelo chão. Tua luz cortou o céu escuro ferozmente, iluminou-me o caminho e deu-me rumo. Não tenho medo de molhar-me na tua chuva, pois cada gota é parte da imensidão da tua graça e beleza. Eis que ergo o olhar para cima e quando adoro os céus, teu rosto adoro.
Tua ausência é como um membro arrancado ferozmente, cada átomo meu até o último vibram violentamente por ti. Você é caos e calmaria, você é oceano e tempestade, és a dúbia beleza da vida de ser e não ser. Quero meus demônios dançando com os teus, quero meus medos conversando com os teus. Nossos olhos transam e traçam desejos e sonhos nossos e final de tudo, só existirá apenas um corpo só, de nós dois juntos.
Destoam os ventos, a noite e as estrelas diante da leveza dos teus risos, tão fluidos e calmos como um rio tranquilo. Da negritude sublime de teus cabelos, emerge um ar de luz que amanhece a noite e ela se faz humilde ante a tua beleza. Astros e estrelas, humildes, envergonham-se de brilhar, pois teus olhos grandemente profundos e gentios, reverberam teu olhar ao fundo do infinito e todo cosmos vibra e se curva, pois não há grandiosidade nele que caiba a totalidade de tua beleza.
Recordo-me, minha amiga, que naquele dia, naquele instante, eu a fitei com os olhos de completo desejo. Senti-me um louco por fazê-lo, mas também, amiga minha, qual homem nessa terra de horripilâncias não o faria? Ao fitar tal beldade, tal arte desnuda, ela parecia-me ter uma beleza crua, ela parece que nunca fora tocada por essa terra impura. Sei que sou o sal, o pó da terra, minha amiga, sei disso. Às vezes o sei mais que qualquer outro ser, nessa mundana pintura; mas aquela mulher, minha cara, ela fora esculpida em mármore, quiçá em carne, pelas mãos do próprio Deus. Eu sempre acreditei que em seu reino sobre os céus, Deus não tinha nenhum filho preferido, até vê-la naquela tarde quente de outubro, minha amiga, onde o mundo ardia, queimava, e ao fitar-lhe, lembro-me, minh’alma gelara, senti um suor congelante, as mãos frias. Eu, que não acreditava, hoje creio em Deus e em amor à primeira vista e creio não por crer, mas sim porque o sentira...
"Ah, o quão bela é uma carta? Um simples pedaço de papel que carrega as mais doces e singelas palavras, palavras essas que somem e se perdem no negro dos olhos da mulher amada, palavras pensadas em meio ao frio do vento e da solidão e ainda sim, palavras que carregam o calor imensurável de um sentimento puro e verdadeiro, palavras que trazem ao nariz o seu cheiro e aos lábios o doce do seu beijo, palavras que conversam e clamam por seu corpo inteiro, inflamam o doce desejo. No bolso levo minhas cartas, na mente doces palavras e no peito... Ah... No peito levo a mulher amada..."
De repente vi você, saindo pela manhã, cabelo molhado, sorriso maroto dançando no canto da boca. De repente flagrei você, com a alma assim enlevada de pura paixão, de puro entusiasmo... de repente suspeitei que você, por uma aventura gostosa da vida tinha acabado de se encantar, e só podia ser por mim, e eu por você.
Se você, chega na minha porta, alguma coisa pode acontecer. Se seu sorriso é arma de conquista, a noite pode enlouquecer. Um drama do meio conto, um limite a meio fio, uma declaração na passarela, um romance a luz de velas, o encontro tem um dedo de prosa, sentimentos ardentes, respostas as avesas, oportunidades confusas, nada realmente tem razão, quando se pensa em amor, o teto vira chão.
"Te procurei por tanto tempo, em todos os lugares, em todos os olhares, sorrisos... quando desisti de procurar, de buscar, te encontrei, dentro de mim. Você ultrapassou barreiras do meu coração e o dilacerou sem piedade, foi quando tive certeza que não era apenas uma simples admiração... Eu já te amava sem nem saber o quanto... Por que tinha que ser você? Luciana Morais _ LM.
Dizem que nada é por acaso. As vezes, nos apegamos a algo, a alguém e imaginamos o inimaginário em nossa mente. Naquele momento mágico, tudo passa a ser possivel pra nós, um toque, um beijo, um olhar mais marcante. Ouvimos os passos da pessoa antes mesmo dela partir de onde está, o exalar de seu perfume. Nós conseguimos sentir com nosso corpo tudo que a nossa mente nos leva a querer e o desejo invade o corpoe renova a emoção. Mas quando percebemos que tudo não passou de um sonho, de um desejo incerto, a tristeza, a decepção nos assola, mas quando abrimos os olhos e o esfregamos, vemos que o sol já está anunciando um novo dia e com ele vem uma nova chance, uma nova oportunidade para tentarmos novamente. Pra tentarmos ser feliz.
A grande maioria das vidas desgraçadas são arrastadas para infelicidade por tão pouco.A constante descrença do bem que é realizado pelos que são hoje sobreviventes do bem, as virtudes que são exercidas com tanta abundância por todos aqueles outros que sempre tiveram tão pouco e mais ainda os órfão do amor de tanto ter dor recompõem a própria história e trajetória ofertando a todo semelhante multiplicado por dez o pouco amor que aguardaram para si, um dia.É da solidão profunda que não mutila e nem adoece que transborda a paixão do amor bom e das carícias da alma que vos fortalece.
Um diferente incomoda a muita gente, um diferente insistente incomoda muito mais. Dois diferentes incomodam a muita gente, dois diferentes indiferentes incomodam muito mais. Três diferentes incomodam a muita gente, três diferentes insurgentes incomodam muito mais. Mil diferentes não incomodam mais a pouca gente pois mil diferentes não são diferentes, são iguais.
