Textos de Loucura
É uma loucura perceber que eu venho me tornado a pessoa que eu precisava ser pra mim mesma quando criança.
Com o passar dos dias e com inúmeras questões trabalhadas e superadas não sei quem se realiza mais, se é a Lorena criança ou a Lorena adulta. Ou se de alguma maneira alimentar uma significa também alimentar a outra.
Quanto mais amadureço, mais percebo o quanto ainda sei muito pouco sobre a vida. Isso tem feito com que eu me divirta mais, principalmente nas atividades mais simples do meu dia a dia e na convivência com as pessoas que amo.
É como se todo dia pela manhã, a Lorena adulta desse as mãos para Lorena criança e seguisse com os seus afazeres e lazeres. E nas atividades mais simples, como ir ao mercado comprar um item que falta na cozinha, por exemplo, refletir durante o percurso sobre quão louco é estarmos nesse mundo em movimento.
Talvez tudo isso seja parte de ser adulto. Independência e responsabilidades que nos trazem segurança para desenvolver e aperfeiçoar os nossos sonhos e vontades de criança.
Sai de trás do nada,
ou talvez exista em outros mundos.
Outra dimensão, outra loucura, outra risada,
Mas sempre os dois mesmos vagabundos...
E quando o vi,
Não me espantei, era natural.
Imagino que nunca existi,
Mas mesmo assim sou real.
Não consigo entender,
não posso controlar,
apenas tenho que obedecer
o que o "mestre" mandar.
Eu chorei mas não senti,
chapei mas não cai,
pensei mas não agi
e quando me quebrei
deixei de existir...
Sabes quem sou?
Subsolos para psicopatas simpáticos
Parapeitos para psicólogos autênticos
A loucura é parte da bagagem somática
A problemática própria do sujeito
Vistas belas só para quem tem direitos
Paredes úmidas rabiscadas com traços
Becos detestáveis para os que não têm mais jeito
Cômodos com obras de arte para os ratos
A lixeira é refúgio para quem não está no jogo
Uma pedra no sapato de quem sabe jogar
A sujeira nas esquinas eliminada com fogo
Com brindes e risadas no terceiro andar
Na estante livros que só ditam as regras
Para os preocupados com a ordem social
A história se repete, não há nada de novo
O estranho e profano se torna hábito normal
*** LOUCURA DE UM LOUCO NORMAL ***
Da loucura desse ser vivo.
que é chamado de louco, que gosta de ser louco,que gosta que pensem, que ele é louco.
Mas sou normal, podem acreditar.
Eu, espremo ela ao exílio do Supremo, ao máximo, exigido ou suportado.
Em ambas as partes.
pois dela sobrará, apenas uma gota.
Essa gota, é aquela que mais eu gosto, é a que lhe da, mais prazer.
Tem Grande respeito por ela também.
Pois é, perigosa.
Tem que saber Escolher.
Ela é, a essência da sua loucura, pela vida adquirida.
Conquistada e superada.
Sofrida.
Para ser esse louco, que também é, ser apenas um ser humano.
Normal.
Minha vida levo ao extremo, de toda a minha loucura.
Isso não quer dizer que sou louco, mas posso ser um louco por Viver a Vida, assim.
Com Total adrenalina, 24 horas por dia.
Por todo o ano, 365 dias vividos .
De Pura emoção.
Com o máximo de adrenalina.
Eu vivi, até aqui...
Algumas mágoas, e arrependimentos.
Alguns erros, vários acertos.
Essa é a vida de um louco.
Que eu sou, um exemplo.
Pra todos vocês.
A quem quer, e tem da Coragem.
De Viver essa loucura, da vida de um ser muito louco.
Viver a Vida, loucamente, sendo louco.
Ou loucamente vivendo, a sua vida louca.
Dos erros, a certeza do acerto.
Dos acertos, a certeza da felicidade encontrada e vivida, degustada.
Das Conquistas, o sonho realizado.
Das percas, o ensinamento, da vida de pecados.
Da minha loucura, a certeza de que continuarei sendo feliz.
Porque? eu sou um louco sim.
Mas também sou normal .
Apenas exijo ao máximo, da loucura que tenho.
Quero, e eu vou pra sempre.
Viver minha vida ao extremo.
Por que, amanhã é outro dia.
E talvez, não amanheça.
Nunca mais.
Continuo, e vou continuar.
Procurando a felicidade loucamente, como um louco.
Tentando, encontrá-la.
Ou merecer, dela eu viver.
Ser feliz pela eternidade.
Bem louco ao meu máximo.
Sóbrio, e Sábio.
Sem mudar nada.
Pra poder ter do gozo, degustando da vida.
Bem louco.
Tendo, Uma louca felicidade.
Nunca encontrada por ninguém, que é normal.
Só os loucos...
é quem sabem...
Disse Charlie Brown.
Dela viver, sem ficar louco, ou enlouquecer de uma vez.
Por ter encontrado...
O único e o verdadeiro.
O AMOR DE DEUS.
O amor primeiro.
Amém!
***motorpexim**
O reflexo da loucura. As centenas de milhares de vidas se locomovendo atrás da própria vida. Latas, alumínios e ferros sobre borrachas, rasgando o pavimento estendido pelas tantas dezenas de quilômetros. Lugar onde a fumaça cancerosa e assassina dos charutos exalam um característico cheiro de cédulas em papel-moeda. O cheiro do resultado e o próprio bem para os privilegiados. A fumaça que gera o câncer e a morte aos desfavorecidos. Os trabalhos são intermináveis. Os salários, escassos. A submissão se apresenta como uma mancha inarredável; irremovível. Os homens se perderam nos algares da ignorância e da ganância desenfreada. No presente, a pretensão dos homens pela riqueza material superou o desejo dos mesmos em possuírem a riqueza das riquezas: a intelectual. Mas as piores submissões não se encontram nos cofres ou nos caixas, mas sim, nas prateleiras... ou pior, inseridas em trouxas e pinos. O que antes simbolizava a ciência e o progresso é agora mais complexo e reflete o vício e a regressão. Mas não culpe a ciência. Não pense que o mundo será melhor se as pessoas não souberem. A culpa é do homem. O conhecimento beneficia a humanidade, mas as pessoas insistem em ignorar o próprio conhecimento. O desfecho da cidade se confunde entre a luta de quem sonha em possuir algo, a tristeza de quem nunca possuiu nada e a ganância de quem possui, despreza e joga fora o que resta. O excedente é resultado de sonhos de sonhadores e sonhos irrealizáveis dos não sonhadores.
As madrugadas desoladas pelas vozes embargadas. O chão das calçadas tomados pelos colchões e pelos trapos inevitáveis dos desprezados. A miséria, espelho da realidade, não escolhe a idade e tão pouco a cidade. Sua expectativa é a fome no homem e que o desamor na humanidade se transforme em uma invencível verdade. Independentemente do horário e da rua, a maioria dos homens são obrigados a pisar na própria impureza abandonada; a mesma que deveria ser descartada, como nas ruas dos bairros nobres da metrópole. Violência: a arma desgovernada da indignidade e da incultura. Em parte, causada pela inoportunidade, e, em parte, causada pela ausência de coragem; de caráter. Reflexo da baixa educação, da falta de competência. Reflexo da mentira, da inefetividade dos preceitos definidos. Preconceitos: outra arma perigosa e devastadora. Retrato da intransigência; espelho da austeridade. A incompreensão de alguns para com a verdade inevitável. A realidade de gente que não deixará de ser gente apenas por viver segundo a sua orientação, ou simplesmente, a sua própria condição.
Onde estão as mesas fartas prometidas? Onde encontraremos a efetuação das promessas dos poderosos aos homens pobres e carentes? As mentiras como sempre no ápice das suas indecências mascaradas. As declarações e demonstrações de carinho se provam, continuamente, enganosas. Enquanto isso, a sociedade continua sofrendo, a vida continua difícil e as cidades continuam existindo debaixo de uma conjuntura deplorável e descabida.
'Cidades e Realidades'
20 out 2022
Me vi perdido em meio a loucura de meus sentimentos
E me encantei pela forma que o seu sorriso acelerava as batidas em meu peito...
Poderia ter sido perfeito...
Mas ao me declarar louco e apaixonado...
Sentimentos rasos foi o que encontrei..
Me afoguei no vazio se suas palavras...
E me perdi no seu "Eu te Amo"
Sem um pingo de amor.
Loucura e Liberdade
O instinto humano e a loucura em mim,
Compasso errante e visão desvairada,
Sou livre como um pássaro no fim,
Abandonando a ciência aprisionada.
A alma errante se torna águia então,
E junto aos animais desconhecidos,
Seguimos os caminhos sem direção,
Descobrindo o intrínseco escondido.
Mas os homens, em sua velhice ardente,
Já não reconhecem mais a loucura,
E a moral cristã se faz ausente.
Restam lembranças e visões sem ternura,
Das estradas insólitas da mente,
E do progresso a degradar a criatura.
A loucura de Sofia.
Sofia era docê, humilde, amiga. Às vezes desconfiada à sua vivência , às vezes, desagradável por ser verdadeira, ás vezes, não compreendida por ser profunda. Desde pequena Sofia costumava ler o mundo! Observava tudo cuidadosamente! Sabia da necessidade da dúvida! Sabia da nessecidade do amor fraternal! Sabia da beleza da vida! Sabia da ignorância e da maldade humana! Mas entediava-se com a vaidade do homem! Porém, ainda acreditava na ascensão da compreensão, da reciprocidade, do respeito, do contraditório e do pensamento elevado! Para ela, esperança era o verbo amar! Não o verbo esperar.
Sofia era incrível, sabia ouvir mais do que falar! Seu olhar era mais que trezentos e sessenta graus. Sua percepção: muito apurada! Desconfiava da verdade absoluta. Apesar de está sempre buscando a sabedoria, a garota não desprezava o conhecimento, sua primeira leitura na vida foi sobre a própria vida e a ligação umbilical desta com seus semelhantes, com a terra, com a natureza, o universo e com o Criador de tudo que exite.
Sofia não media esforços para saber da sua importância no mundo e sobre até onde ela seria capaz de chegar. Idem, gostava de ler as pessoas. Ela também acreditava que por onde passeava seu coração, a razão também deveria está por perto. Temia as ciladas da vida, apesar de saber que o medo, as dores, as angústias, as tempestades e as quedas cooperam à maturidade, e, quando bem trabalhadas, colaboram nos processos cognitivos dos indivíduos, preparando e fortalencendo estes, às vindouras batalhas pela sobrevivência. Ninguém era tão capaz de superar as adversidades quanto Sofia! A menina era linda, espírito nobre!
À loucura de seu pensamento, imaginação e diversidade nos seus discursos, Sofia afirmava categoricamente, com sinceridade, singeleza e criatividade nas narrativas, sob a luz que nos ilumina, que a vida se resumia numa gota de água e oxigênio, e que ela, assim como seu Criador, estava presente em tudo, desde o nascimento do mundo ao último suspiro da vida.
As vezes me pergunto se é loucura da minha cabeça
Eu querer alguém dessa forma
Uma vontade de cuidar de você, te proteger, abraçar, te olhar
Mais é um sentimento muito louco, mais ao mesmo tempo tão bom
Uma mistura que me faz viajar entre o céu e a terra em milésimos de segundos
Uma viagem que me deixa apreensivo mas ao mesmo tempo tão feliz
Adoraria te explicar meus sentimentos por você
Mas como faria isso se ainda não entendo eles
Só sei que meus pensamentos, meus desejos, e meu coração
Vão de encontro a você o tempo todo
Obrigado por fazer essa bagunça na minha vida
Soy loco por ti.
Recuperei minha loucura e deixei de perseguir a perfeição.
A loucura reprimida, que me fez sonhar em vão.
Hoje vivo o agora, sem remorsos ou escravidão.
Quem quiser entrar no meu caminho, tem de entender então,
que a vida é o agora, sem esperanças, remorsos ou insatisfação,
Pois todos somos imperfeitos e perfeitos, diante da criação.
Basta viver a vida, sempre em GRATIDÃO !!!
exposição da dor, da loucura e do que não é bom.Ta doendo,ta doendo lá dentro, em lugar que nem sabia que existia.Seja no lugar do opressor, seja no lugar do oprimido.Nossa, mas foi aquele programa que fez isso contigo?
...Foi o espelho
foi a vida
foi a ausência
foi o excesso
foi a maldade
foi o sorriso
foi o confinamento
foi a pressão
foi a tarefa
foi o trabalho
foi o palco
foi a apresentação
foi a separação
foi a demanda
foi o isolamento
foi a briga
foi a recuperação
foi o pedido de socorro
foi a cura
foi a ressurreição
foi o perdão
foi o grito silencioso
estamos todos aprendendo
Penelope Pelles 07.02.21
Se és louco, continua
a subir nessa loucura,
porque a vida só mingua
quem não tem a tua altura.
I
Cada louco é um segredo
encoberto num mistério,
que se mostra num critério
comparado a um brinquedo…
Mesmo sobre um arremedo
a verdade é sempre nua,
e o sinal se acentua
no tino que sabe a pouco;
se és tu, és quase louco;
se és louco, continua…
II
Sabes bem tudo o que és
dentro da tua aparência,
que te tapa a consciência
e te abre de lés a lés…
Não encubras as marés
dessa tua compostura,
porque atrás dessa figura
de feição inteligente,
és um louco que se sente
a subir nessa loucura…
III
Já vais alto bem o sei,
vais aonde eu imagino,
bem acima do teu tino
no rigor que em ti criei…
Prometo, não contarei
a loucura que é só tua,
pois alteia, vai à lua,
como lobo num rebanho,
e revela o teu tamanho
porque a vida só mingua…
IV
Se és firme no ofício
de trepar até ao espaço,
voas livre - como eu faço -
neste curso vitalício…
Nunca há um precipício
onde há uma aventura,
e sendo tu uma criatura
sempre perto das origens,
enches sempre de vertigens
quem não tem a tua altura…
Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.
Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
A dor que sinto aqui dentro é tanta, mas tanta que não consigo senti-la, que loucura estou anestesiada em choque com uma dor rasgando no peito, querendo ir a um lugar sem julgamentos e gritar pra extravasar, quem sabe amenizar isso tudo aqui.
Onde foi que me perdi ? Em que caminho me deixei perder ? Quando foi que tudo começou? Onde estou ? Onde irei parar ?
Turbulência, que loucura quando estamos em alto mar, são problemas são pessoas, é família é emprego é amigos são parentes e por ai vai.
Chega a dar enjoo, olhamos o mar e por um momento queremos se afogar, desaparecer de tudo e de todos, e quando vem o vento em meio a tempestade? leva tudo, leva pessoas, leva momentos, leva o amor, leva a paz e por ai vai.
E balança e te joga, e por algum momento esquecemos a fé, o cenário é de horror, sair fora de si mesmo torna-se tão normal, e quando olhamos já foi.
Sinto saudades... uma loucura de saudades...
saudades do não vivido
saudades do que foi perdido
do tempo perdido.
Acuso-te
de me fazer sentir saudades
do que não vivi
do que não conheci
do que perdi
sem nunca ter ganhado.
Acuso-te de me fazer sorrir
de me fazer sorrir menos
de me fazer deixar de sorrir...
Acuso-te de não ter me deixado indagar
por que fizeste? por que chegaste? por que te foste
sem nunca ter realmente chegado? por que se fez tão amado?
por que continua a se fazer tão amado?
loucura de saudades...
insanidade!
Se eu já fiz alguma loucura por alguém?
Sim
- Adiantou?
Não.
- Porque?
Porque eu fiz para a pessoa errada.
- Como você sabe que era a pessoa errada?
Ah cara, intuição, porque se fosse a pessoa certa, estaria até hoje com ela.
- Não entendi.
Não precisa entender, quando uma pessoa não é digna de você, ela foge de você, te faz coisas ruins, te faz sofrer.
- E você não viu isso antes?
Vi sim, só não queria acreditar, porque estava cego, cego de uma coisa que talvez seria "amor".
- E porque não saiu a tempo?
A cara, sei la, quando quero uma coisa, vou até o final pra ver o que acontece.
- E agora o que vai fazer?
Eu? Bom, estou seguindo minha vida, sem olhar para trás, mas com um grande sonho, de encontrar alguém que me ame da mesma forma que vou amar, intensamente.
- Você parece tão forte agora, o que houve?
Decepções te ensinam a ficar forte, e amigos também, fiz amigos, que me ajudaram, dos quais me afastei, e os mesmos me ajudaram.
- Não sei mais o que perguntar.
Então, obrigado.
Não é loucura o que sinto.
É somente algo se chama desejo,
um sentimento que me domina e que leva seu nome.
Digo-lhe o que tens feito comigo,
que não respiro nada que não seja seu ar,
nem sinto nada que não te pertença.
Digo-lhe que me enamoraste e me deixaste sem mais razão que teu amor.
A loucura do amor...
Loucura? Não, não há loucura no amor...
Sensação pura que gera esse grande furor...
Mas, na verdade, acho sim enlouquecedor...
O que em algum momento me torna um sábio ditador...
Ditando as incriveis lições do inventor...
Inventou o Eu e essa tão paixão, a brasa maior desta doce sensação...
vivência significativa que mobiliza afetos e emoções ...
A loucura é além da expressão...
Será que assim é a loucura?
Essa confusão? uma dor estranha, dor sem causa, pelo menos não física, e ultimamente me perder dentro de mim tem se tornado comum, rotina.
E longe meus pensamentos vão, sem sentido, sem causa, e só o mal me vem a cabeça, uma mente perturbada por ela mesma, temo sucumbir, e me deixar vencer, por forças estranhas e indomáveis, temo perder o meu ser, e pra trás o sorriso deixar, doce sorriso, inocente, um dia aberto e feliz um sorriso de criança.
