Textos de Lembranças
Sentindo Falta
Lágrimas cobrem o meu orgulho,
As lembranças insistem, em me machucar,
Pensar triste, pulsar doloroso, clamor gritante, assim esta o meu debilitado coração,
Gritos de saudade dividi com a Lua, penosa e paciente ela me ofereceu as estrelas para acalmar a minha alma,
Seria bom poder bater as duas palmas das mãos e juntar o passado com o meu presente, o entrelaçar dos dedos significaria os fortes laços de amor unificados pelo tempo,
Pode ser uma esquisitice, mas eu nunca irei abandonar aquele amor que senti de tão perto...
Sinto tanto a sua falta
Tenho lembranças fortes de quando você me levava na igreja, na escola, no médico,
Tenho lembranças fortes de quando íamos no parque, no circo, naquelas viagens de férias ou de fim de ano,
Tenho lembranças fortes de quando você me dava carinho, de quando você me repreendia, de quando você cuidava de mim,
Tenho uma profunda saudade, sinto muito a sua falta, nada e nem ninguém consegue me ajudar a superar a sua ausência física,
Queria tanto que você estivesse aqui, Mãe.
Bem disposto
Um mar de lágrimas já tentou afogar a minha alma, mas são muitas as lembranças que me trouxeram felicidade, foram muitos dias de loucura e intensidade vivenciados ao lado daquele grande amor. O espírito de vitória de reviver o antes, sobrevive em mim e quer sair voando para confrontar a saudade e pousar em solo fértil aonde plantei um pouco de mim.
Tenho marcas de ti na minha pele, as rosas que te dei sabem dos nossos segredos mais íntimos, não a dias que eu não te veja, não a noites sem você nos meus sonhos. Dizem por ai que os opostos se atraem, pois eu te digo que os dispostos se completam.
Tempos atrás
Hoje nessa tarde ensolarada de domingo, veio a tona lembranças de quando você estava aqui tempos atrás fazendo aquele almoço,
Era tão bom ficar apreciando os teus olhos, era tão bom fazer carinho no teu belo rosto,
Tenho você gravada nas minhas memorias e as vezes encaro o nosso passado como a melhor passagem da minha vida.
24 horas, você!
Te desejo 24 horas, as lembranças e as tuas mensagens de de vez em quando me mantém aquecido.
O teu perfume continua no guarda-roupas, ainda durmo abraçado com duas peças de roupas que deixastes para trás.
Ao fechar os olhos na calada da noite, tu me visitas, escuto os teus sorrisos, gosto quando ficas sussurrando no meu ouvido, chego a sentir os teus lábios, sinto o teu corpo perfumado; por enquanto isso me realiza.
Meus sentimentos são inteiros, meus desejos são verdadeiros, o meu coração é uma taça grande de vinho tinto cheia esperando você para brindarmos o nosso recomeço.
É implacável
Ter alguém é bom,
desde que seja ela ai é tudo,
através das lembranças te sinto tanto e isso me faz tão bem,
entre os rochedos e a areia fina os meus gritos levavam o teu nome ao horizonte perdido e em forma de chuva as lágrimas desciam em respostas a tanto apego,
no colo a saudade, no coração o cansaço, no ego a preguiça,
no submundo os desejos incompreendidos adoecem, eles vagam batendo de porta em porta querendo entrar,
na superfície rasa o passado é recarregado, lições são ensinadas em silêncio e mais um novo pedaço da história é escrito ganhando identidade,
flutuando em direção ao céu estão os pensamentos que merecem colidir em meio a uma imersão evolutiva ponderada pelo tempo e seus movimentos cheios de significados,
se um amor nasceu para ser seu, isso não tem haver com o campo da razão ou da emoção, isso é o movimento implacável do destino.
Perfume dela
Ela me deu um frasco,
mas não era só perfume.
Era ela.
Destilada em lembrança,
guardada em vidro pequeno,
mas com presença imensa.
Ela me deu seu cheiro
e com ele,
me deu um colo invisível,
um “tô aqui” sem palavras,
um toque onde faltava pele.
Agora, cada vez que respiro,
é como se ela me abraçasse
sem nem precisar estar.
E eu fecho os olhos,
me deixo ficar,
porque amar assim
é sentir com o ar.
No fundo do meu ser, existe um segredo guardado, Entre lembranças e silêncios, um desejo não falado.
Mesmo que o tempo passe e tente me confundir, O que é verdadeiro sempre insiste em existir.
Se um dia a incerteza vier e quiser me parar, Fecho os olhos e escuto o que há dentro a me guiar.
O mundo pode girar, tudo pode se transformar, Mas o que nasce puro nunca deixa de brilhar.
Nas lembranças de infância, a festa junina se aninha,
Com quadrilhas da escola, em dança tão fina.
A fogueira crepita, um convite à alegria,
Enquanto o milho cozido nos remete à magia.
Fantasias de caipirinhas, em cores e retalhos,
Entre risos e brincadeiras, ecoam nos galhos.
As comidas típicas, oh, que saborosa sina!
Pamonha, canjica, e a doce cocada divina.
Faz parte da nossa cultura, raiz tão profunda,
Em cada canto do Brasil, a tradição se inunda.
De junina a julina, a festa se estende,
Unindo o país inteiro, como se tudo entende.
O tempo traz o friozinho, de outono a inverno,
Aquecendo os corações, em calor tão terno.
É a festa junina, com seu encanto peculiar,
Que nos faz recordar e sempre celebrar.
Passa a manhã
passa a tarde
passa a noite
passa a morena
passam lembranças
passam saudades
passa a banda...
jumentos cabras cavalos num pasto...
cafezal, laranjal e canavial
passa o lago,
o gado,
a pipa a voar
passa a ponte,
passa o rio,
passa o pai e o filho
o campo, bola na rede
e comemoração
casa de taipa,
vereda, carroça, mula teimosa
casa de varanda,
Vila, quitanda
Igrejinha azul e amarela
mulher batendo roupa na beira da lagoa
crianças brincando à toa,
varal embandeirado delimitando a pobreza...
favela subindo o morro,
antenas e ”gatos” acessos indevidos,
passa o trem,
passamos nós
porque o comboio da vida segue seu destino...
FELINO
Subo no telhado as vezes
Só pra não esquecer que sou gato,
Mio lembranças
Só pra não esquecer que sou criança
Mio meus medos
Mas não conto meus segredos
Tomo banho de lua e de estrelas
Porque tê-las, porque contê-las
É a amplitude de um felino
Mas essa tristeza, essa perda,
Esse desatino é o meu destino
Alguma coisa entre nós aconteceu
Mesmo que não tenha acontecido coisa alguma
Alguma coisa se perdeu nessa lacuna
Reviro telhas, essa centelha ainda periga um incêndio
Não sei de tudo não sou compêndio
Sou só um bicho no teto olhando uma ave no castelo
Contemplando em silencio
O que não é bonito só por ser belo,
É ansioso não por ser aflito,
É sereno e suave não por ser passivo
É perene não por ser perpétuo
Mas por ser completo e extenso
Aonde iremos quando só lembranças festejarem os sentimentos
e o maior significado de viver se perde nos mínimos detalhes do passado?
poderei sonhar, sempre poderei sonhar perdido na imensidão das estrelas
e do mundo misterioso que elas nos intui. Suas belezas refratárias tornam profícua
a imaginação e mais que esse fascínio, só, e singularmente
a solitude deste vulto poético. Então antes que nossos olhares lânguidos
se percam nos labirintos do passado, vasculho um pretexto, qualquer desejo
que ficou implícito nos desvarios das emoções; a ordem das coisas muda, tudo muda de ordem mas a ordem dos fatores não altera o produto... haverá um momento... mesmo por alguns instantes, uma sensação de perda, um olhar...uma atitude que era uma mensagem mas não foi percebida e ficou perdida; então sob as estrelas, sob os signos e os mistérios, o magnetismo que harmoniza... parece que a noite e a capacidade de ver de novo é um paliativo... tudo torna-se mais brando e assimilamos os golpes mais duros, as acusações, os dedos em ristes, as palavras ásperas... então eu questiono: quando só lembranças festejarem os sentimentos e o maior significado de viver se perde nos mínimos detalhes do passado, aonde iremos? onde quer que formos teremos nossos corações sobre nossas cabeças, os sentimentos a fazer pulsá-los, o mistério e o cintilar das estrelas sobre o firmamento e a nossa única e grande certeza: a inabalável capacidade de recomeçar.
O que se perder pelo caminho
Sem o consolo de um carinho
E as lembranças dos dias de glória,
A parte mais triste do que fomos,
A quantia mais ínfima do que somamos
Subtraída de nossas memorias
Ah, o amor cobra à juros todo zelo,
Eu velo todo silencio de amar
Sou feliz nesse vazio e oco no seu sonhar
Às dezoito horas as lembranças são sempre as mais melancólicas, especialmente nos dias chuvosos quando uma neblina fria, inclinada pelo vento que bate janelas e portas, faz chorar as vidraças, deita todas as desilusões que incomodam; nesse momento parece que temos todo o tempo do mundo para relembrar as decepções. Os bambuzais vergam com o vento assim como paixões vergam nosso orgulho, são histórias tristes que as seis da tarde em dias chuvosos trazem à tona fatalidades que essas horas vazias alimentam.
Os jornais estampam de vez em quando fatalidades causadas pela paixão ou desilusões; essa noite turva contínua vai além dos seus limites e faz purgar os que perderam suas identidades, suas referências e vistos por uma vidraça são só personagens de um teatro sinistro na penumbra dessa noite. Ela dançava na chuva; tinha um grupo de amigas mais ou menos da mesma idade, todas adolescentes, inconsequentes como todos que adolescem, dançavam na chuva com a roupa colada no corpo, mostrando suas formas femininas que se acentuavam; os pingos de chuva sob a luz do poste pareciam pingos de brilhantes. É uma lembrança nostálgica que fica num quadro adornado pela saudade. O sorriso de Emily luzia naquele quarteirão; na padaria onde ela pegava o pão todas as manhãs, na quitanda onde comprava as frutas pra sua avó Giordana, na vacaria onde comprava o leite, tirado na hora, era assim que sua avó queria. Maria Eunice todas as manhãs acena do oitavo andar no condomínio em frente, faz um sinal que só ela entende, era uma senha do grupo que só elas conheciam; algo mais ou menos como: "amigas para sempre", mas havia um algo mais como promessa de fidelidade e lealdade; assim Catarina desistira do casamento ao saber que o noivo já tinha namorado com uma das amigas. Esse fato Emily menciona com frequência; num dia de febre alta delirou mencionando Catarina e Rogério: "talvez fossem muitos felizes hoje", Catarina tornara-se uma pessoa amarga, arredia, reclusa. acho que fomos longe demais com nossos pactos de juventude. A porta se abre trazendo a claridade de um relâmpago; Luis Otavio, filho único, entra salpicando a entrada; tira a capa e o capacete; Doralice o ajuda com as sacolas de compras, ela cuida de Emily e faz os trabalhos na cozinha; Auxiliadora, uma das amigas e também prima de Emily, vem sempre que possível. Luis Otavio menciona algum dano que a chuva causou na estrada, Doralice reclama na cozinha alguma dificuldade com o fogão, Otavio corre a acudi-la. Um sorriso escapa dos lábios de Emily; seu olhar está bem longe através da vidraça: um shortinho salmão de tactel e uma camiseta branca de popeline dançando sob a chuva com as amigas adolescentes e os meninos nas janelas encantados com tanta beleza; a chuva trazia a magia dessas lembranças. A voz de Doralice lhe corta os pensamentos: "seu comprimido, senhora..." e lhe estende um copo com água; a artrite a incomoda mas, Emily o toma rápida e solícita para ficar novamente só com suas lembranças; sabe que violara o pacto, mas como contar à uma quase, ou mais que irmã que Luis Otavio era filho de seu marido, Eduardo José casado com Maria Eugênia os quais foram morar na Itália; mesmo assim Maria Eugenia jamais lhe esquecera, ligava de quinze em quinze dias e jamais esquecera seu aniversário. Entre as amigas, Emily e Maria Eugênia talvez fossem as mais ligadas emocionalmente. Não fora uma traição, foi uma atração, uma paixão muito forte, um sentimento mútuo e apesar disso Emily não permitiu que Eduardo terminasse com Eugênia, assim casaram-se e foram para a Italia sem que Eduardo jamais soubesse de sua gravidez.
Lá fora a chuva parecia dar uma trégua, os sem teto da praça pareciam comemorar alguma coisa, aparecia sempre um filho de Deus para socorre-los com um copo de sopa, uma roupa, um cobertor. Emily não conseguia disfarçar sua perturbação diante dos mendigos; achava que aquela forma de ajuda-los só os deixava acomodados numa zona de conforto. Como podem se acomodar com uma vida tão miserável; certamente a droga os alienara. Otavio entra no quarto interrompendo os pensamentos de Emily: "mãe, olha, meu último poema..." Emily o olha, antes de pegar a folha datilografada, se Maria Eugênia o visse agora não precisaria explicar toda a sua história; Luís Otávio estava a cara do pai, Eduardo José quando ele tinha sua idade. Emily lê e relê o poema diante do olhar inquisitivo de Luis Otavio;"e aí mãe, gostou" "Meu filho você anda inspirado, acho que você anda lendo Cecília..." Luis Otavio amava a sensibilidade de Cecília Meireles. Na madrugada enquanto Emily revivia seu passado cheio de paixões ela escutava o toc-toc da Olivetti no quartinho de Otavio. Artrite limitara seus movimentos, mas nada segurava sua alma; o mundo. o cenário, todos os detalhes dos seus melhores anos estavam todos guardados na sua mente; a caramboleira, a mangueira da casa lilás onde Eugênia subia no muro para derrubar algumas frutas enquanto os cachorros latiam pelo lado de dentro e nos assustavam. Agora ali é um condomínio; gente bem vestida com carros modernos e raros sorrisos, que às vezes se jogam de seus andares ou resolvem seus problemas com um disparo quebrando o silencio da noite, interrompendo os sonhos e a inspiração dos que se apaixonaram e ainda amam a vida.
Emily se move numa cadeira de rodas na madrugada, cumpre a parte do pacto que lhe cabe; amar sempre com fidelidade e lealdade; lê os poemas de Luis Otavio, relê os seus. A vida não é perfeita, as pessoas não são perfeitas; amar a vida e as pessoas, esse é o sentido da vida.
BEIRUTE
Ainda tinha as lembranças de alguns meses atrás, era uma marquise aconchegante apesar do mal cheiro de um contêiner de lixo que exalava mais forte com os pingos de uma chuva de um verão ardente, e chegava-nos de longe, provavelmente de algum veículo, o som de uma música de um tempo romântico quando nossas asas eram ainda imaculadas. Beirute mencionara uma coisa bonita como alguém mencionara há muito tempo atrás, passou as mãos nos meus cabelos, como aquele alguém querido, mas o que fizemos ali não foi amor... parecia mas uma louca tentativa de segurar algo que parecia escapar das nossas almas como a capacidade de amar; amor; acho que não sabíamos mais o que era isso. No nosso mundo chovia meteoros como nosso planeta em formação, e algumas espécies foram exterminadas.
Marco Aurélio Penha ganhara o apelido exato para retratar sua alma em conflito: Beirute. Ainda bem lá no fundo, percebia-se, tinha a sensibilidade de uma adolescência bem-amada por sua família do agreste nordestino, que ficara esperando notícias do jovem que partira paro sudeste em busca de emprego. Não fora fácil pra Mirica: (Mirian Ribeiro Castro), aproximar-se de Beirude; ele era arredio, introspectivo, tímido; e só quando ela se mostrara como álibi, durante uma abordagem policial que o acusara de conduzir drogas que foram encontradas próximo a ele... assim, Mirica conseguira a confiança de Beirute a ponto de ser sua confidente e leal parceira.
Marinalva e Jocasta, mãe, e filha que provavelmente nem tinha nascido, quando ele decidiu tomar o rumo do Rio de Janeiro; eram esses os nomes que seriam sua redenção, o que trazia algum brilho ao par de olhos negros confusos e tristes. Era só um “avião”, era assim que se identificava; “só um avião, os “passageiros” querem “viajar” e eu tenho que decolar”. Não contava as vezes que tinha que subir o morro para atender pedidos. Essa era a vida de Beirute, as vezes que tentara fugir disso não deram certo; uma parada na central do brasil que lhe rendera um linchamento quase fatal e uma parada em Copacabana que lhe deixaram duas cicatrizes de bala na perna esquerda; depois disso parece que aprendera, e só subia o morro para pegar alguma coisa. Isso era decolar. “O morro é meu, o Rio não é uma faixa de gaza, Beirute não é alvo”; Dizia sorrindo sem perceber a guerra onde a guerra não se mostra, onde não parece haver fronteiras; onde qualquer atitudde é um ato político, onde qualquer roupa é a sua indumentária.
Agora estava ali, estendido, uniforme do ferroviário estava manchado de sangue, no antebraço esquerdo a tatuagem: Jocasta, o nome da filha que nem chegara a conhecer. Era uma calçada imunda, húmida, sob uma marquise rachada que ameaçava desabar sobre quem passasse por ali; ao lado do cadáver de Beirute estava mogango, o vira-lata preto e branco pra quem ele trazia restos de comida.
Mirika enxugou o par de lágrimas que rolara dos seus olhos, jamais subiria aquele morro novamente, seu amigo fora assassinado provavelmente porque fazia isso; escreveria uma carta a dona Nigéria, mãe de Beirute, mas não lhe falaria de morte, não lhe falaria de coisas tristes, falar-lhe-ia dos passeios na Quinta, do Fla x Flu no Maraca, da saudade que ele mencionara da família e dos amigos da igreja; guardaria a grande surpresa pra quando lá chegasse: Isaac, o feto de três meses, que já se mexia ali no seu ventre, e jamais permitiria que conhecesse aquele lado sombrio da vida.
"Nossas vidas são cheios de momentos de grandes valores! Nem sempre é fácil, mas lembranças como essas lembram como nossa vida pode ser bonita. Não apenas para experiências inesquecíveis, mas também para as pessoas que estão ao teu lado, que te influenciam a se tornar a pessoa magnífica que você é agora!"
—By Coelhinha
Depois de todo esse tempo, ainda há lembranças daquela época cheia de risos, descobertas e parceria. Passaram-se os anos, mas algumas memórias permanecem.
As coisas mudaram, é fato. Nem tinha como tudo permanecer igual, já que éramos praticamente crianças quando nos conhecemos pela primeira vez.
Mas por que algumas pessoas marcam tanto a gente? Por que algumas memórias permanecem intactas?
Faz muito tempo que a gente se viu pela primeira vez. Faz muito tempo que a gente se viu pela última vez. Não temos mais contato, eu não sei o que você está fazendo da vida, e você não sabe o que está acontecendo comigo.
Mesmo assim, é impossível te esquecer. Eu não sinto mais o mesmo amor e companheirismo, mas ao lembrar de tudo o que passamos juntos, me vem um sentimento de nostalgia, é algo bom e ruim ao mesmo tempo.
Bom, porque o que vivemos foi muito bom. Ruim, porque mesmo se eu quisesse reviver tudo aquilo, sei que jamais poderia.
É difícil aceitar que uma história não forte e intensa ficou no passado. Aliás, um passado distante. Isso é o mais assustador.
Cicatrizes são lembranças que você nunca perde
O passado nunca está longe
Você se perdeu em algum lugar por aí?
Você conseguiu ser uma estrela?
E não é triste saber que a vida
É mais do que quem somos
Você cresceu rápido demais
E agora não há nada em que acreditar
E as reprises se tornam nossa história
Uma música cansada continua tocando em um rádio cansado
E eu não vou contar a ninguém o seu nome
E eu não vou contar o seu nome para eles
E do amor só restou pó
nem saudade ficou
foram tantos momentos
agora tormentos de lembranças para esquecer
e se acaso alguém perguntar
diga somente que fui por ai
não fale que chorei
jogue a culpa toda em mim
certamente será melhor
outros caminhos percorrerei
carinhos, não sei
mas haverei de alguém encontrar.
e se novamente os olhos brilharem
que se dane o mundo
irei fundo
o bom da vida é se apaixonar...
Quando você menos esperar
alguma lembrança chegará
e lhe dirá através da saudade
de um tempo bom
de risos, palavras, carinhos
e o pensamento voará pelo mundo
distante da realidade, onde há sim, um lugar especial
onde verdades não podem ser escondidas
onde o amor lindamente acontece
e lá, você se sentirá em casa
pois sabe que aquilo tudo é seu.
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