Textos de Lembranças

Cerca de 4028 textos de Lembranças

⁠Talvez um dia tudo será esquecido
E tudo se tornará apenas lembranças

Daqui um tempo, sem mais nem menos
a gente se lembrará de tudo isso.
Tentaremos buscar cada detalhe de nossas
conversas, de nossos sorrisos e do som de nossas vozes.

Nos pegaremos olhando pro nada, inertes,
sentindo as mesmas sensações de agora e
ficaremos rindo sozinhos, olhando pro vazio.

Talvez pensando onde estaremos naquele instante,
quantas coisas poderiam ter sido diferentes...

Com um suspiro acordaremos desse sonho gostoso
e voltaremos para nossas realidades.

Inserida por hfornazier

Meu pai no céu

O tempo é uma benção🙏🙏 e a história e as lembranças de quem marcou a nossa vida, jamais terão fim... As maravilhosas manifestações de carinho jamais se findarão com os anos que se passam, pois tesouros ficam armazenados nos sentimentos e estarão sempre vivos e presentes em nossas caminhadas.
E vamos em frente, com essa imagem de ternura em nossos pensamentos para que os nossos passos sejam mais fortes para que as conquistas fiquem mais prazerosas.
Assim vamos colher: paz, amor e felicidades🙏🙏🙏🙏🌞😘.
Porque as sementes foram saudáveis e por isso: as raízes do amor são profundas.
Mas isso faz bem para a alma: para que possamos cada vez, mais e mais, respeitar, amar, valorizar e cativar aqueles que moram em nossos corações e aqueles que fazem parte e que estarão sempre vivos em nossa memória e sentimentos; e estarão sempre presentes em nossas vidas e em nossas jornadas.🙏 fé sempre❤

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Valeuuuu
De coração
Pelo carinho
Pelas lembranças
Pela luz de vossas almas
E pela graça
E bondade
De vossas amizades
Sentimentos
Que caminham conosco
Mesmo distantes
Porque a beleza da vida
Está nessa essência linda
Que trazemos nessa caminhada
Nessa evolução.
Gratidão por todo paz no ❤️

Inserida por PeregrinoCorrea

Meu pai Herói.

Meu pai se chamava Heleno Francisco do Carmo, não tenho dele muitas lembranças, ele morreu quando eu tinha onze anos, contudo, guardo algumas lembranças, sobretudo da época em que ficou doente. Meu pai era um homem muito forte, um trabalhador exemplar. Era um lavrador, homem que cuida da terra, ele próprio tinha um pequeno pedaço de terra, por onde passava um riacho, terra fértil, onde plantava cana e milho e melancia. É disso que me lembro bem, também plantava bananas.
Não sei dizer se meu pai era um homem triste, se tinha crises existenciais, talvez fosse muito feliz, pois tinha uma bela família e uma linda esposa, honesta e trabalhadeira. Lembro-me da sua relação com minha mãe, eram felizes, combinavam em quase tudo, ambos desejavam que seus filhos estudassem para não serem analfabetos como eles eram. Meu pai era alto e moreno, tinha ombros largos como eu, era um homem bonito, mas não me recordo que alimentasse alguma vaidade nem vícios. Trabalhava incansavelmente para sustentar sua família, grande para os padrões atuais.
De domingo a domingo ele sempre repetia sua rotina; acordar cedo e ir ao trabalho, além de suas próprias lavouras, milho e feijão, ele ainda trabalhava de meia ou para outros produtores rurais. Meu pai era homem temente a Deus, pelo menos é essa a impressão que tenho até hoje, pois sempre ia à missa aos domingos de manhã, com toda família, mas ao voltar pra casa, logo depois do almoço, ia ao trabalho, cuidar de um pequeno e produtivo roçado, que ficava perto de casa, meu pai só retornava à noite com um feixe de cana nos ombros.
Éramos oito filhos, cinco homens e três mulheres, minha mãe ficou grávida de uma menina quando meu pai faleceu. Foram seis meses longos, a duração da doença fatal de meu pai. Meu pai nunca ficava doente, era como touro, todos os homens o invejavam por seu físico e por sua moral. Mas todo herói fatalmente sucumbe no final da epopeia. Meu pai tinha chagas desde adolescência. Fora picado por um barbeiro, na região onde foi criado esse inseto fez muitas vítimas, e a medicina não tinha os meios para prolongar a vida dos seus pacientes. Meu pai só veio manifestar os sintomas da doença aos quarenta anos, foi avassaladora sua enfermidade, em seis meses apenas ele veio a óbito.
Minha mãe foi uma guerreira e fez tudo que pôde e o que não pôde para salvar a vida do seu amado. Lembro-me com muita tristeza, de uma vez que eles voltaram de uma cidade próxima; aonde eles foram, em busca de uma nova forma de tratamento, mas não havia muito que fazer, meu pai estava com o coração muito comprometido, estava rejeitando os remédios, e não havia nenhuma esperança de cura ou de melhora, ele vivia muito cansado, e minha mãe passava longas noites ao seu lado. Nós éramos muito pequenos, mas já compreendíamos que nosso herói estava condenado à morte trágica. Logo se agravou seu quadro, minha mãe teve que o internar no hospital público de nossa cidade, onde foi bem cuidado, mas em poucos dias, ele já demonstrava fraqueza extrema, não se alimentava e as injeções que tomava não causavam mais nenhum efeito paliativo, então meu guerreiro pediu para morrer em casa, pedido que fora atendido pelos médicos dele, minha mãe o levou pra casa, mas meu velho não aguentou a pequena viagem de pouco menos de três quilômetros, faleceu nos braços de minha mãe dentro da ambulância.
Essa é mais uma das inúmeras tentativas que faço, para escrever sobre meu pai. Sei que daria um belo e humano romance, todavia nunca serei capaz de levar a cabo esse projeto, é doloroso demais para mim, pois a dor e o trauma da sua ausência em minha infância ainda são deveras penosos para mim.

Inserida por EvandoCarmo

⁠O tempo é severo o bastante para varrer as lembranças mais felizes, mas também é um poderoso aliado para suavizar nossa dor. Que bom que esse mesmo tempo não é forte o suficiente para apagar memórias de amores tão verdadeiros. Presentes dos anjinhos que passeiam pelas nossas vidas.
É sobre animais.

Inserida por ricardo-nascimento

Quanto mais eu minto pra mim,mas você aparece.
Quanto mais esqueço,me perco em lembranças.
Não queria te deixar,mas é preciso .
Não vou mais me sobrecarregar ,deixarei o tempo cuidar disso.
Cuidar dessa enorme bagunça e os cacos que ficaram para trás .
Que se vá em desespero e volte em alegria dobrada !
Aguarde notícias de como estou agora , de como tenho me comportado ultimamente .
Se assuste por eu não estar como você esperava e
assim recomponha-se e também tente seguir em frente !

Inserida por klarawingler

Eu tenho uma não velha lembrança...
Era domingo, não muito tarde, começo de crepúsculo.
Não pude evitar e então percebi que amava o seu sorriso, seu jeito, seus olhos, foi tranquilo, foi calmo e foi ali.
Eu não me limitaria e por ironia o tom da sua voz e seus ombros eu queria, me perguntava se então ali eu ficaria e se você permitiria.
Eu diria para vir aqui, sentar aqui, respirar o ar daqui e sentir o que se senti aqui.
Chega mais perto, nada se é concreto.
Eu aceito suas condições, a calçada ainda se encontra no mesmo lugar e lá eu te levaria e o universo conspiraria.
- Ao conto da lagoa e o sapo, que se descreve como bom e inesperado.

Inserida por klarawingler

Guardei o que precisava, encaixotei o que faltava.
Embrulhei lembranças, reordenei memórias.
Assisto tranquila e serena as malas pela casa.
Sentimento de nostalgia, enquanto no silêncio absoluto, me pergunto:
“Quantas vezes já senti esse ambiente?”
Quantas pessoas aqui passaram?
Quantas lágrimas de riso e choro aqui já derramaram?
Quantas conversas geniais e fios soltos aqui ficaram?
Vejo a chuva cair, nessa cidade fria, onde ao anoitecer, parece que ninguém habita.
Sinto esse lugar pelas últimas vezes.
Sinto a alma justificar-me, sinto o cheiro dos amores passados,
sinto o vento socar as janelas, sinto a madrugada fria desafiando o escritor a escrita.

Inserida por klarawingler

A Vó, o quanto sou privilegiada

⁠Pra nós fica a lembrança
Do tanto que fomos felizes
E amados, na nossa infancia.
Daquela casinha lotada,
dos bons abraços, da mesa farta
Dos amigos secretos,do inimigo da hora, ah como fui privilegiada

Privilegiada de dizer bença vó e receber um Deus te abençoe minha filha,
De beijar em sua testa e de mexer em suas peinhas.
de comer doce a pulso só pra beber água, de ouvir histórias antigas, piadas e poesias contadas.

Saudade dos cochilos da tarde
Dos biscoitos com água de escutar os seus passos na madrugada.
Ah vó o quanto fui privilegiada.

privilegiada de ver de pertinho um exemplo de mulher, q me ensinou o q é família, a ser alegre e a ñ perder a fé.

Saudade, daquela que lia antes de mim todos os livros que eu ganhava, gênia da matemática muitos se admirava, eu ainda lembro de quando as atividades da escola me ensinava, A vó eu não canso de disser o quanto fui privilegiada.

Privilegiada a ser ensinada a brincar de berlinda, a comer pirão,
A colocar pão no café
E comer banana no feijão

Ah vó como eu fui privilegiada
De ter ouvido o grito cala boca
Enquanto havia zoada
De ter presenciado de perto
A hora do atacar
do sorvete depois do almoço e da famosa colher babada

Ah vó Graças a senhora eu tenho tanta história tenho pra contar.
Daquela que fazia caretas na hora das fotos
Que estava feliz a todo instante e em quanto pode esteve sempre ali pra ajudar.

sou privilegiada, por sempre está a recordar
Daquela que perguntava já almoçou
Ou quer alguma coisinha pra comer¿
Ela sempre estava disposta a nos cuidar.

Serva, mãe, avó, bisavó, tataravó, amiga, verdadeira matriarca,
e eu não estou triste mesmo com olhos cheios de lágrimas,
pois sei vó o quanto sou privilegiada.

E depois de tanto tempo tentando escrever,
Está aqui a minha primeira poesia
Inteira feita pela minha autoria
Que mostra o privilégio que eu tive entre parágrafos e linhas
De ser uma das muitas de suas netinhas.



Dedicatória para: Judith Aquino muito mais que uma vó

Inserida por Laisv09

⁠Porque tão ligeiro amigo tempo?

Madrugada de pensamentos constantes
Lembranças vagas de sinceras gargalhadas
e momentos contagiantes.

Reflexividade talvez Ou só decepção
O que me leva a constantes pensamentos sob tal comparação,
Como estou vendo o hoje?, será que foi em vão?

Para mim um alerta de que o tempo não espera
Inimigo de mim eu diria
Que a cada minuto um momento de mim ele leva.

Passando por mim ligeiramente
Sem sequer comprimentar
O que me causa conflitos na mente
Como devo me habituar?

Às vezes ansiosa, aí que demora
Às vezes confusa comigo
Por que tão rápido se passou
Será que é amigo ou inimigo

Não compreendo o porquê da pressa
Levando de mim singelos momentos
Não quero ser de ti inimigo
Devolve a mim lembranças levadas ao vento

Não me faz perder tudo q tenho
O que eu vivi faz parte de mim
Não faz isso comigo oh tempo
Faria para mim um favor
De passar por mim mais lento?

Inserida por Laisv09

⁠Lembranças de 1993
Uma bicicleta virada de rodas pra cima e um dínamo ligado a um pequeno rádio.

Era a música que fazia renascer em nós a esperança de que quando a guerra acabasse, voltaríamos de facto pra perto das nossas famílias e dar sequência a nossa adolescência roubada pela guerra.

As feridas provocadas pela fome, doíam no interior do estômago de cada guerreiro que embora pequeno, carregava nas veias a coragem para enfrentar a morte e vencer.

Os meninos bem como os adultos, precisam de esperança e Jacinto Tchipa, apontava o caminho que nos levava a sonhar com o colo das nossas mães que distantes, choravam as mortes de filhos vivos e esperavam por filhos que já não respeitavam.

Onde a fome cantava o soprano, contralto, tenor e baixo, Jacinto Tchipa cantava a esperança do regresso de um grande guerreiro à casa, sem muitas vezes saber que a sua mamãezinha já se não falava, não via, não respirava e muito menos podia ouvir Jacinto Tchipa cantar.

Inserida por NicoPinto

⁠Eu simplesmente não me lembro de lembranças afetivas em visões mentais.

É como um oceano de reflexões, sempre fixo. Imutável, só vai entender quem tem mente totalmente cega.

Logo todo dia é um novo recomeço. Sem pequenos apegos, apenas o que marca o coração, e o que é constante.

O que é sentimento verdadeiro morre em quanto tempo aí do seu lado?

Talvez seja como as coisas deveriam ser...

Tem sido uma jornada solitária, talvez isso fale muito...

E no fim, minha verdade só cabe a mim...

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠A percepção humana do tempo é relativa.

Uma mulher ou homem neurotipicos, acessam lembranças sa sua infância com clareza e projetam possibilidades baseados em suas profundezas com imagens mentais claras.

Uma mulher ou homem neurodiversos, com autismo e afantasia, não tem imagens episódicas de seu passado, não projetam imagens futuras nos olhos da mente, estão compulsoriamente em um momento presente solitário, aonde só existe o agora.

O tempo também é uma expectativa, é uma urgência, uma alegria ou uma decepção, uma oportunidade, uma oferta, o fim dos tempos e a nova era.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Como resignificar a dor de um trauma se não visualizo as lembranças dos eventos vividos?

Qual o peso da nossa história sobre as rugas da minha pele?

Quanto paga quem não vive de fantasia?

Encarar a própria dor é um abismo profundo, sem fundo, avesso à consciência do que é juízo.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Princesa da Bahia (Pojuca - Bahia) - Lembranças

Princesa da Bahia e salvaguardada no nordeste do Estado pela natureza e por seu formoso povo brasileiro, formando a nossa nobreza de renovação do passado, antes espaço desenhado por Deus e nomeado pelos povos originários.
Quem em ti chega, jamais esquece de fotografar em processo mental de lembranças mil.

Ano: 11.12.2018 -Ru Aisó

Inserida por ruaiso

Lembranças

Outra vez você volta a me assombrar,
Trazendo à tona, algo que me faz chorar,
Chega sempre me deixando sem jeito,
Como uma flecha alvejando meu peito,
Causando uma enorme e sufocante dor,
Por desprezar de vez um grande amor,
Tentei varias vezes tirar lhe da mente,
Confesso que muito tentei, infelizmente,
A dificuldade é tanta que não imaginava,
Pensei que fosse só paixão, mas eu o amava,
Tuas lembranças atingem a minha emoção,
Porque vagueiam pelos espaços do meu coração,
Foram muitas as tentativas em lhe esquecer,
Mas não havia motivos que pudessem me convencer,
Hoje aprendi a interpretar de forma diferente,
Pois nem sempre o que me faz sorrir me faz contente,
Às vezes fazemos muitas coisas somente por pirraça,
Na esperança de não se tornar um palhaço sem graça,
Vivendo simplesmente num mundo de pura ilusão,
Onde nada é real, é só e unicamente uma mera sensação,
Onde procuramos de certa forma mostrar a bondade,
Buscando uma maneira para alcançarmos a felicidade,
Hoje, porém muito feliz e totalmente satisfeito,
Pude enriquecer o meu viver imprimindo o modo perfeito,
Na certeza de que jamais poderá me envolver,
E com suas lembranças voltar a me entristecer.


Du’Art 04 / 06 / 2016

Inserida por DuPoeta

Querer Bem

Querer bem é guardar dentro do peito,
O que representa a lembrança de alguém,
Independente da condição ou do jeito,
Porque o que importa e se sentir bem.

É algo que jamais te ofende,
Pois sabe o encanto que tem,
Diante de tudo a defende,
Pelo valor desse alguém.

É uma crença desmedida,
É um grande nó na garganta,
É uma tese bem defendida,
É a devoção por uma santa.

É sempre poder perdoar,
É melodia que nos ares soa,
É na alma incorporar,
As notas que a voz entoa.


Du’Art 28 / 05 / 2016

Inserida por DuPoeta

Lembranças


Ainda sinto o sabor dos teus lábios,
E o carinho suave de tuas mãos,
Lembrando o conselho dos sábios,
Que nunca me foram em vãos.

Aprendi a esperar com calma,
E a controlar a minha emoção,
Que emerge de dentro da alma,
Desabrochando no meu coração.

Criando uma saudade intrigante,
De algo que se tornou passado,
Onde o tempo se fez distante,
Mas hoje me tem lembrado.

De menino a adolescência,
De muitas coisas posso lembrar,
Jamais subestime a inteligência,
Daqueles que sabem amar.

Tenho no peito guardado,
O dom do romantismo,
Que para alguns virou passado,
Para outros um grande abismo.

Ainda carrego em meu peito,
Uma formula muito essencial,
Aditivada com carinho e respeito,
Para um momento especial.

Quando me surgiu essa paixão,
Embriaguei-me na pureza,
Que abrigava em seu coração,
Refletindo em tua alma a beleza.



Du’Art 30 / 08 / 2016

Inserida por DuPoeta

Apenas Lembranças

Hoje me senti incomodado
Senti meu coração estranho,
Um tanto triste e acelerado,
Com a voz um tipo fanho,

Confesso não entender,
Tudo estava maravilhoso,
Isso me veio a acontecer,
Preferi um pouco de repouso,

Percebi algo complicando,
No peito uma dor irritante,
Sinal que estava fibrilando,
Por ser uma dor constante,

Confesso que senti tristeza,
Ao descobrir o motivo da dor,
Me causando uma forte incerteza,
Sem saber se foi amizade ou amor,

O tempo lentamente foi passando,
E essa dúvida pairando no ar,
Tendo a mente e o coração conflitando,
Com sua maneira de me encantar,

Como a lua vagando no horizonte,
Por uma constelação brilhante,
Fazendo de minha inspiração a fonte,
Lapidando o mais lindo diamante,

Cada vez mais me enfeitiçando,
Tirando a minha total concentração,
Parecia estar realmente me amando,
Mas percebi que era encenação,

Seus olhos brilhando como faróis,
Iluminando a escuridão da neblina,
Senti o momento de ficarmos a sóis,
Mas desapareceu de forma repentina,

Ainda permaneci a sua procura,
Encontrando tamanha dificuldade,
Talvez seja apenas uma loucura,
Desencadeada por sua saudade.

DuArt 16/ 12/ 2017

Inserida por DuPoeta

⁠A lembrança é semelhante
a uma janela que se abre
pra uma vistade um momemto agradável
preenchido de sentimentos verdadeiros e instantes de tranquilidade
e saímos daquela voando
com as asas da saudade pelos pensamentos relacionados
a um lugar exato no tempo,
enquanto isso, a porta da atual realidade,
na mente, fica fechada
até voltarmos com um avivamento
e ela seja destrancada.

Inserida por jefferson_freitas_1