Textos de Lembranças
Todos os dias quando acordo... Me pego a pensar em que me faz bem;
E me vem as lembranças de você... Acende uma vontade de um querer;
Ainda sim atravesso a tempestade que chega da cor de seus olhos, e enfim encontrar o amor;
Por ser tão experiente e tão jovem é que me certifico de que sou resiliênte ao meu caminho da vida!
Que estejamos nos pensamentos sinceros, bondosos e que as lembranças dos nossos sentimentos afetivos não seja apenas saudade de um apaixonado frustrado!
Que sejamos um amor eterno de quem nunca nos esqueceu
Ou de um doce sorriso que do amor nos prometeu
Então que sejamos esperança, amizade, vontade, amor de verdade para fazermos diferença!
Tenho motivos para sentir a sua falta
As lembranças são maravilhosas e tocam a minha alma
Mas de alguma forma algo se rompeu
Não havia mais sentimentos quando você enlouqueceu
Ousamos pela provocação
Quando arriscamos atenuar
Feito água de vulcão, quando queríamos nos amar
E a nossa convivência nunca foi para acusar
Sempre existiu carinho para nos apaixonar!
Depois de todo esse tempo, ainda há lembranças daquela época cheia de risos, descobertas e parceria. Passaram-se os anos, mas algumas memórias permanecem.
As coisas mudaram, é fato. Nem tinha como tudo permanecer igual, já que éramos praticamente crianças quando nos conhecemos pela primeira vez.
Mas por que algumas pessoas marcam tanto a gente? Por que algumas memórias permanecem intactas?
Faz muito tempo que a gente se viu pela primeira vez. Faz muito tempo que a gente se viu pela última vez. Não temos mais contato, eu não sei o que você está fazendo da vida, e você não sabe o que está acontecendo comigo.
Mesmo assim, é impossível te esquecer. Eu não sinto mais o mesmo amor e companheirismo, mas ao lembrar de tudo o que passamos juntos, me vem um sentimento de nostalgia, é algo bom e ruim ao mesmo tempo.
Bom, porque o que vivemos foi muito bom. Ruim, porque mesmo se eu quisesse reviver tudo aquilo, sei que jamais poderia.
É difícil aceitar que uma história não forte e intensa ficou no passado. Aliás, um passado distante. Isso é o mais assustador.
Cicatrizes são lembranças que você nunca perde
O passado nunca está longe
Você se perdeu em algum lugar por aí?
Você conseguiu ser uma estrela?
E não é triste saber que a vida
É mais do que quem somos
Você cresceu rápido demais
E agora não há nada em que acreditar
E as reprises se tornam nossa história
Uma música cansada continua tocando em um rádio cansado
E eu não vou contar a ninguém o seu nome
E eu não vou contar o seu nome para eles
Bom, para você saber o que falta para que sua jornada tenha êxito.
Se aprofunda nas lembranças da sua, e certifique-se que pediu perdão ou aceitou sem guardar mágoas ou rancores.
Estendeu as mãos para evitar a queda do próximo como fizeram para você.
Quero lembrar que o próximo não se espelha em nós e não devemos ser ou viver o reflexo deste em melhor condição.
Entenda que vivemos para evoluir e ser uma sombra apenas multiplica o próximo e você não caminha só.
Seja você mesmo, sempre!
Busque internamente , a boa conduta, o silêncio reparador, e liberte se do egoísmo, sinta-se humilde primeiro, para só depois produzir caminhos que possa compartilhar!
Perfume dela
Ela me deu um frasco,
mas não era só perfume.
Era ela.
Destilada em lembrança,
guardada em vidro pequeno,
mas com presença imensa.
Ela me deu seu cheiro
e com ele,
me deu um colo invisível,
um “tô aqui” sem palavras,
um toque onde faltava pele.
Agora, cada vez que respiro,
é como se ela me abraçasse
sem nem precisar estar.
E eu fecho os olhos,
me deixo ficar,
porque amar assim
é sentir com o ar.
A lembrança amarga não consertará o passado.
O desânimo não tem condições de prestar auxílio.
A revolta não lhe fará ver o caminho justo.
A crítica é fator de mais solidão.
A intolerância afasta a simpatia.
O ressentimento é veneno em você mesmo.
A condenação é treva que se espalha.
Nosso amor foi como a flor, guarda sempre lembranças coloridas de paixão. Calor comovente de um beijo, paz feliz de um abraço. Tudo isso pequenino, sonho que não morreu nem acabou, flor de eterno amor, pétalas que não secam nem desbotam. E hoje que completas mais uma primavera no jardim do nosso amor, quero lembrar-te dos nossos sonhos, agradecer a felicidade doada, rezar pela longevidade da vida e dizer-te ao ouvido que nossa flor seja sempre, para sempre amor.
Essa Noite Foi Maravilhosa Essa noite foi tão maravilhosa que até a lua veio pra nos brindar. Ela foi a testemunha de toda emoção que senti ao seu lado ao amanhecer com o Sol brilhando anunciando um novo dia. Foi realmente um momento muito marcante, te ver ainda de olhos fechados renovando suas energias. Cheguei a pensar que o tempo podia parar nessa hora e assim então vivermos felizes eternamente. Amar você é o complemento da minha vida, amar você é o grande motivo que tenho pra concluir toda minha jornada e conquistar novos horizontes. Estou feliz na certeza de que sempre estaremos juntos.
você é tudo.
Passado aquele...
O tão temido e arruinado passado
Tantas lembranças que tento apagar
Tantos atos que não ouso recordar
Quero apenas me livrar para não me arruinar
Não pensavas que me arrependerias tanto
De algo que fiz sem pensar
E lembrar agora me faz mudar
Quero novos rumos para tomar
Novas histórias para contar
Coisas novas para pensar
E quem sabe um dia essa dor aliviar
A culpa não vai passar
Mas não vou me condenar
Cada ato que fiz vai me melhorar
E me fazer pensar que tudo
Tudo um dia há de mudar
Inclusive as pessoas a me condenar
Aprenderes que todos um dia vão errar
E devem se perdoar por saber
Que a dor ensina a chorar
E que o tempo ensina a amar
Lembranças
Ainda lembro-me dos dias de sorrisos, assim como os de solidão, lembro do seu rosto e das batidas do seu coração, dos nossos segredos, dos erros e das brigas sem razão.
Lembro-me das promessas que já não existem mais, lembro das conversas, dos beijos e abraços que deixamos pra trás.
Sou mais fraco, eu confesso.. Deixei o medo me tomar, até em minhas próprias palavras deixei de acreditar e talvez não seja tão fácil quanto pensei, talvez não hajam asas pra voar tão alto quanto cegamente eu sonhei.
BEATLES FOREVER
I WANT TO HOLD YOUR HAND
Há uma doce lembrança de como tudo acontecia , e a ânsia que condimentava a existência, dando um sabor especial ao mais simplório dos sonhos, desejos e fantasias. O beijo no rosto, o toque na mão, um afago, um olhar mais constante com todas as palavras que não saberíamos falar; e a magia concentrava-se exatamente no que deixaríamos de dizer, porque tudo vinha `a tona muito facilmente. Não havia a necessidade de naufrágios; de submergir uma emoção, para não deixar transparecer um sentimento, por aquilo poder demonstrar uma nítida fragilidade, era gostoso poder mostrar esse lado humano, assim era fácil edificar uma paixão bem alicerçada, sem temores de síndromes.
I want to hold your hand parecia ingenuidade, porem, segurar a mão significava pactuar a alma; a irresponsabilidade que pudesse transparecer era mera ilusão. E desfrutávamos também da ilusão dos cabelos longos, calças bocas de sino e chinelos de dedo. A longa e tortuosa estrada,(the long and winding Road), era a cronologia que nos levaria a todas as épocas, transpirando poesia por todos os poros, com a lucidez de uma adolescência que não faleceria aos dezoito anos . Hoje falamos em saudade sem o flagrante de um sentimento de perda, falamos em lembrança sem as abstrações dolosas da nostalgia; porque as tolas canções de amor (silly Love songs), são como trilhas sonoras para o nosso dia a dia.
Paul tinha a virtuose com a guitarra, George alimentava essa virtuose e, Ringo na bateria ajudava a luzir. John era o pilar de tudo isso e tinha a ideologia da paz, e como ninguém consegue viver pra sempre num submarino amarelo,(yellow submarine) John assumiu sua postura., contrario aos ataques no Vietnan,
E toda postura ofensiva dos estados unidos ...
No começo help soava como uma brincadeira de alguém que pedia socorro para seus momentos de solidão; hoje help soa como a profecia da violência gratuita de Chapman que se avizinhava. Chapman provavelmente nunca entendeu( Lucy in the Sky with Diamonds), provavelmente nem (with a little help from my friends), com uma ajudinha dos amigos, aliás acho que ele nunca os teve. ( Imagine), Chapman não teve essa capacidade; de posse de um autografo e uma pistola tentou se livrar de todas as suas frustrações...
Hoje eu relembro um pacificador e seu sonho, (give peace a chance), suas crises existenciais que faziam fluir o sarcasmo de Paul, George e Ringo em (get back), mas não posso entender, como um pacificador é assassinado como se estivesse numa batalha
Ouço yesterday e sinto saudades. Relembro Cazuza e procuro; “ideologia, eu quero uma pra viver.”
Tadeu G Memoria.
ATÉ QUE AMANHEÇA
Embrulho a vida,
Momentos doces e amargos,
Lembranças pesadas ou leves passagens,
A suavidade de um beijo
Ou agruras quaisquer na viela do esquecimento
Empacoto o presente...
Ou os mais íntimos toques
Que eu não consigo reprimir
E vigio...
Vigio a melancolia didática,
Toda aspereza da mais simplória estrofe
Que eu escondo no fundo do arquivo
Contudo arranha-me a sensibilidade...
Vigio fantasmas que me empurram da escada
Ou penduram cordas nos caibros
Como um sinistro convite
Vigio a porta, que um forte vento teima em abrir
A campainha que nunca toca...
O telefone que nunca chama
Para confidencias durante a madrugada
Vigio a Remington num esquisito toque-toque
Como um estranho soneto de um enredo obsoleto...
O gotejar incessante de alguma torneira
No mais profundo silencio
Ou passos pelas dependências da minha ânsia
Vigio pilhas de livros sobre a minha ignorância
Vultos atrás da cortina
Sussurros no hall superior
E uma gargalhada estridente, efeito de aguardente
Que vem do corredor...
Vigio a madrugada com seus enigmas
Que conduz o seu perfil ao meu subconsciente
E me transporta a este estado de tensão e medo...
Até que amanheça e me autopsiem...
SENTINELA
A madrilenã é uma guerreira de pele tão branca
Que me passa lembrança de outros planetas,
De estações repletas de borboletas,
De memoráveis outonos em Florianópolis,
Vejo-a com a espada incandescente,
Cavalgando às savanas, destroçando dragões e alienígenas,
Galopa num puro sangue árabe,
Enfrentando espúrios e tiranos,
Que violaram leis e mancharam de rubro de sangue,
A honra dos espanhóis...
Voa no seu cavalo com a magia dos bruxos e o poder dos deuses,
Ela é a sentinela do sistema solar,
Vigia a via láctea, protege o brilho das estrelas,
Ela mergulha no mar com seu corcel,
Conversa com o polvo e com as baleias,
Canta com as sereias,
E renova o desejo e o encanto de amar
Pra se entregar nos bosques
Ao prazer e a magia delirante de ser mulher apaixonada e frágil...
LOBOS
Na única doce visão que eu trago na lembrança, ela caminha numa manhã ensolarada, entre rosas, acácias e gardênias, aquela ingenuidade e castidade me seduzira, todavia, isso, foi algo que ficou bem distante, muito longe, quase inalcançável como o horizonte. Caminho hoje sob neblinas frias, ou chuvas torrenciais, sentindo a fúria desta natureza implacável e insaciável, neste inverno que habita em mim; mas só essa lembrança, essa única lembrança, acalma os lobos. Procuro ainda entender o que eu sou nessa alcatéia, o que não se perde nessa vereda, nesse labirinto, o que pode persistir em mim depois das trevas; uivar é próprio dos lobos, dos solitários, mas isso não faz de mim um lupino. Eu sei que a lua me fascina, e lá no meu intimo, lá no côncavo do meu ego, eu sou um predador, nos meus delírios crescem dentes caninos proeminentes, pelos em abundancia e um pântano com árvores altas de copas espessas, mas é um delírio ou um pesadelo, aquele adolescente ainda procura no jardim, aquela candura, a castidade entre as flores; isso é um raio de luz num horizonte cinzento, espantando esta alcatéia, este lobo; o meu temor pelo desconhecido. A luz persiste á escuridão, aliás, há um elo entre ambas, um equilíbrio, e, este equilíbrio traz o alvorecer, trazendo as luzes e campos imensos, deixando o pântano pra trás, então percebo um rio caudaloso com águas cristalinas, ali está ela, à margem do rio, agora uma mulher feita, curvas generosas, adorno à uma natureza profícua e cheia de luz. Sabemos o que queremos, caminhamos juntos, sei que nos conhecemos de outros tempos... muito antes das tranças e das flores. O silencio é cúmplice de algum enigma. Na tarde , afora o barulho da correnteza das águas e seus movimentos graciosos na praia, tudo é muito silente. Ela caminha à margem do rio, altiva como uma princesa, soberana como uma diva, depois de uma manhã cheia de êxtases e prazeres quando ela se entregou como uma loba, na casinha de palha entre os coqueirais, nas proximidades do rio... mas, agora o silencio... e, o silencio é cúmplice de algum enigma. Ela caminha soberba pela praia, imagino um rastro de sangue a cada passada sua; ela não explicou aquela cova cheia de ossos no quintal da cabana. Vejo uma alcatéia ao seu redor; acho que deveria pegar a canoa e descer o rio, aproveitar o crepúsculo e fugir; mas, longe os lobos uivam, a lua se insinua com os primeiros raios, denunciando uma lua cheia; espero, impassível, lembrando momentos de prazer durante a tarde, esqueço fêmures e crânios que eu vi na cova, esqueço evidências incontestáveis; a lua cheia desponta no horizonte com promessas de sangue e muito prazer...
L
DOCES LEMBRANÇAS
O passado tem braços longos,
Tem mãos como tenazes,
Tem pernas compridas
Tem pés gigantescos
Que pisam na minha cabeça,
O passado é como uma tigresa
Dos dentes de sabre
Que tem minha cabeça
Entre suas presas...
Que tem meu coração
Pulsando na relva
E tem minhalma vagando sobre os lagos
Dançando as valsas
De madrigais inesquecíveis,
Doces lembranças que não se dissiparam...
REFERÊNCIAS
Depois de todas as lembranças tinha o sonho; o rio estava seco, a terra rachada como sua mãe contava; as carcaças dos animais em decomposição exalava um odor insuportável; uma mãe raquítica e maltrapilha conduzia sua criança por uma estrada sinuosa e poeirenta... jamais soubera explicar tal sonho. Ainda tinha as lembranças da mãe e conhecia as histórias tristes das secas mais duras, uma delas levara a sua mãe e fizera migrar o marido, que raramente mandava notícias. A estrada poeirenta dera lugar ao asfalto, que tornava o ato de migrar muito mais fácil, apesar de que, há alguns quilometros já se aproximava um sistema de irrigação. A terra ainda ardia, mas tinha anos com invernos rigorosos mudando totalmente a paisagem e o rio mostrava se caudaloso esverdeando os horizontes. Era motivo de júbilo e comemoraçãoes por todos do lugarejo e de uma forma geral por todos que dependiam do cultivo do solo ou da piscicultura, mas no fundo a aridez já estava em nossas almas, e o sonho não não mudava: o rio seco, a terra rachada, as cárcaças, a mãe maltrapilha e ráquítica conduzindo a criança.
um dia widelário apareceu, trazia uma mochila e muitas desilusões, surpresa pra si mesma foi a sua indiferença a ponto de não fazer nenhuma cobrança. Percebeu que somos como a terra, que precisamos de “chuvas” ou a gente seca. Esteve seca por muito tempo, árida como aquela terra estéril. Hoje os tempos são outros, tem chovido com frequência e sua filhinha Primavera já conta com um ano e alguns meses. Ainda sonha, outras paisagens ou antigas referências mais sonha... percebeu que não há vida sem sonhos.
Passa a manhã
passa a tarde
passa a noite
passa a morena
passam lembranças
passam saudades
passa a banda...
jumentos cabras cavalos num pasto...
cafezal, laranjal e canavial
passa o lago,
o gado,
a pipa a voar
passa a ponte,
passa o rio,
passa o pai e o filho
o campo, bola na rede
e comemoração
casa de taipa,
vereda, carroça, mula teimosa
casa de varanda,
Vila, quitanda
Igrejinha azul e amarela
mulher batendo roupa na beira da lagoa
crianças brincando à toa,
varal embandeirado delimitando a pobreza...
favela subindo o morro,
antenas e ”gatos” acessos indevidos,
passa o trem,
passamos nós
porque o comboio da vida segue seu destino...
FELINO
Subo no telhado as vezes
Só pra não esquecer que sou gato,
Mio lembranças
Só pra não esquecer que sou criança
Mio meus medos
Mas não conto meus segredos
Tomo banho de lua e de estrelas
Porque tê-las, porque contê-las
É a amplitude de um felino
Mas essa tristeza, essa perda,
Esse desatino é o meu destino
Alguma coisa entre nós aconteceu
Mesmo que não tenha acontecido coisa alguma
Alguma coisa se perdeu nessa lacuna
Reviro telhas, essa centelha ainda periga um incêndio
Não sei de tudo não sou compêndio
Sou só um bicho no teto olhando uma ave no castelo
Contemplando em silencio
O que não é bonito só por ser belo,
É ansioso não por ser aflito,
É sereno e suave não por ser passivo
É perene não por ser perpétuo
Mas por ser completo e extenso
Aonde iremos quando só lembranças festejarem os sentimentos
e o maior significado de viver se perde nos mínimos detalhes do passado?
poderei sonhar, sempre poderei sonhar perdido na imensidão das estrelas
e do mundo misterioso que elas nos intui. Suas belezas refratárias tornam profícua
a imaginação e mais que esse fascínio, só, e singularmente
a solitude deste vulto poético. Então antes que nossos olhares lânguidos
se percam nos labirintos do passado, vasculho um pretexto, qualquer desejo
que ficou implícito nos desvarios das emoções; a ordem das coisas muda, tudo muda de ordem mas a ordem dos fatores não altera o produto... haverá um momento... mesmo por alguns instantes, uma sensação de perda, um olhar...uma atitude que era uma mensagem mas não foi percebida e ficou perdida; então sob as estrelas, sob os signos e os mistérios, o magnetismo que harmoniza... parece que a noite e a capacidade de ver de novo é um paliativo... tudo torna-se mais brando e assimilamos os golpes mais duros, as acusações, os dedos em ristes, as palavras ásperas... então eu questiono: quando só lembranças festejarem os sentimentos e o maior significado de viver se perde nos mínimos detalhes do passado, aonde iremos? onde quer que formos teremos nossos corações sobre nossas cabeças, os sentimentos a fazer pulsá-los, o mistério e o cintilar das estrelas sobre o firmamento e a nossa única e grande certeza: a inabalável capacidade de recomeçar.
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