Textos de Lembranças

Cerca de 4027 textos de Lembranças

⁠Certo dia, ouvindo a música do Roberto Carlos, O careta, veio-me as lembranças da minha adolescência, no tempo em colegas meus, metidos a entendidos, chamando-me de careta por não experimentar drogas ilícitas. Curioso, não para mim, é que atualmente já tenho mais de quatro décadas de vida, enquanto alguns "entendidos" morreram. Resumo da ópera: o que é melhor, um careta vivo ou "entendido" morto?
Fica a mensagem para a meditação.

Inserida por joao_carlos_vozao

⁠Memória Maçônica - A lembrança fraterna

Maçom é paciente, é irmão, é singular, é tolerante sempre. Mas isso não é o ideal, visto que o ideal está no mundo das ideias. Isso é o justo e perfeito, é como a Ordem trabalha o maçom, é como ele deve trabalhar sua pedra.
Maçom não alfineta, não puxa briga; na verdade, ele resolve a situação da melhor forma possível.
Maçom não infla seu ego, ele trabalha cada vez mais na sua humildade e empatia.
Maçom não diz saber tudo, pois cada vez que ele estuda, mais vê que precisa estudar.
Maçom não cria problema, ele soluciona.
Seja como aprendiz, mestre ou inspetor, estamos constantemente nos esforçando para dar o nosso melhor, buscando a excelência em tudo o que fazemos. Mas é o que fazemos para o bem do próximo, do irmão, da fraternidade, da Ordem. Não buscamos medalhas, poder, honrarias ou metais. Buscamos o bem! E principalmente, o bem do próximo.

Inserida por escariao

⁠Guardo nas lembranças cada segundo com você
O primeiro olhar, o primeiro abraço, o primeiro beijo
Me senti como se ali estivesse te amando, mas me segurando por insegurança
Insegurança ou medo não sei
Insegurança de ter você tão perto e não saber o que fazer, e medo, de talvez você não sentir o mesmo por mim
Mas depois do teu olhar... percebi que eu também já estava ali, no mesmo lugar que você...
Dentro dos nossos corações....👻👻

Inserida por seripodnanref

⁠A FAVORITA DO SULTÃO
Marcial Salaverry

Falar em “Favorita do Sultão” vem logo à lembrança os famosos “Contos das Mil e Uma Noites”, em que Scheerezade entretia o sultão com seus contos, mantendo-o longe das demais odaliscas, para ser a “Favorita do Sultão”. Mas essa linda época em que os sultões podiam ter quantas mulheres quisesse ficou no passado, pois hoje as relações são baseadas no amor, e geralmente o amor exige uma certa monogamia, caso contrário não será o amor, serão os amores, e existe uma diferença fundamental entre ter um amor, ou viver muitos amores, principalmente, se esses muitos amores forem simultâneos.
Sempre será complicado administrar essa situação, exigindo-se um perfeito jogo de cintura, para não arranjar confusão, pois sempre haverá aquela ocasião que as coisas virão à tona. Naquela época em que tal situação era permitida, era o tempo em que havia sultões e odaliscas.
O chamado “Magnífico Sultão”, tinha quantas odaliscas pudesse em seu harém. Todas viviam em paz, aguardando o momento em que ele escolhesse uma para usufruir seus favores, e sempre havia uma que ele chamava com mais frequência, e que era chamada de sua favorita. Mas isso ficou no passado, e as mulheres modernas, principalmente as ocidentais são essencialmente monogâmicas, e não gostam de dividir seu amado com outras. E os homens também assim pensam, embora sempre haja algum que aja, ou pretende agir como um sultão...
Nessas condições, não é muito aconselhável manter romances extraconjugais. Mas, sempre existe quem tenha uma irresistível vocação para uma vida de aventuras, e não resiste à tentação de montar um harém particular, desde que tenha condições, ou financeiras ou carismáticas para tanto.
Contudo, as coisas mudaram muito, e se antigamente as odaliscas aceitavam numa boa e conviviam pacificamente entre si, apenas aguardando a chamada do amo e senhor, as “odaliscas” atuais não pensam assim, e não gostam muito de saber que o “sultão” divide a atenção e os carinhos com outras parceiras. E procuram sempre chegar à condição de “favorita”, para exigir a exclusividade no “sultanato”.
Muitas vezes ocorrem disputas até que se defina qual a preferência do sultão, deixando-o sempre em situação delicada, eis que sempre será complicada uma escolha, já que existe uma atração especial em cada uma delas. Fatalmente a favorita será aquela que melhor souber prende-lo em sua teia, com carinhos e atenções especiais. E o sultão acabará por render-se à sua eleita, e a tendência natural, será a dedicação ao amor verdadeiro.
Nessa fábula moderna, cabe uma análise, para definir o que vem ser o amor, ou os amores, e as vantagens e desvantagens dessa situação.
Quando se tem diversos amores, jamais haverá uma dedicação total, pois os sentimentos ficam divididos. O ideal é ter apenas um amor, fixo, definitivo, imexível, para vive-lo em sua plenitude.
Quando se tem muitos, ficará sempre difícil escolher, pois existe uma atração especial em cada um deles, e geralmente a tendência é ficar sem nenhum, principalmente se a escolha for muito demorada, pois a uma espera cansativa, seguir-se-á uma desistência.
A favorita então será aquela que melhor souber fazer-se amar. É preciso conquistar, e saber controlar a situação. Mais do que saber amar tem que saber fazer-se amada. Descobrir os chamados “pontos fracos” da estrutura do sultão, e conquista-lo. Mostrar que é importante que ele a ame.
Muitas pessoas pensam que o amor é a doação total, e assim, anulando-se para quem ama, irá prende-lo. Não é bem dessa maneira, pois uma entrega pura e simples, tira o gosto da conquista. E essa conquista tem que ser diária. O amor tem que ser compartilhado, para ser bem vivido.
A doação tem que ser mútua, pois o tempo de sultões e odaliscas ficou para trás. A vida moderna exige sempre sentimentos em reciprocidade, com perfeita divisão de direitos e obrigações, permitindo que haja um relacionamento duradouro entre o ex-sultão e sua favorita, para que assim tanto o sultão como sua eleita possam fazer de cada dia sempre UM LINDO DIA, a ser bem vivido em clima de luz, paz, amizade, amor durante toda a vida...

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠QUEM INVENTOU A SAUDADE?

Num cantinho da memória, entre suspiros e lembranças, lá está ela, a saudade, envolvida no fluxo do tempo como uma história antiga, um fio dourado que nos une ao passado e nos faz sentir a falta do que já foi vivido.
Mas quem teria sido o mestre de tão delicada e dolorosa invenção?

Ah, curiosidade, sente-se aqui comigo, deixe-me contar-lhe uma história que se mistura com a bruma do tempo, uma narrativa de encanto e melancolia, onde a saudade dança ao som das estrelas e se reflete nas águas serenas do rio da vida.

Havia uma vez, num tempo imemorial, um poeta errante que vagava pelas estradas poeirentas do mundo, com os olhos fitos no horizonte e o coração repleto de sonhos. Ele carregava consigo uma pena de ave rara e um frasco de lágrimas estelares, e com esses singelos instrumentos, ele tecia versos de amor e despedida, de esperança e saudade.

Certo dia, enquanto contemplava o crepúsculo tingindo o céu de tons dourados, o poeta sentiu uma dor aguda no peito, uma saudade tão profunda que parecia dilacerar-lhe a alma. E ali, sob a luz do sol moribundo, ele compreendeu que a saudade era mais do que uma simples ausência, era a presença invisível de tudo o que amamos e perdemos.

Com a sabedoria dos sábios e a sensibilidade dos artistas, o poeta decidiu dar forma àquela emoção indomável, transformando-a em palavras que pudessem ecoar através dos séculos. Ele entrelaçou a saudade com a ternura de um abraço perdido, com a doçura de um beijo nunca dado, e assim nasceu o mais belo dos sentimentos, tão doce quanto amargo, tão suave quanto cruel.

E quem teria sido esse poeta visionário, minha cara curiosidade? Alguns dizem que foi o próprio tempo, tecendo com paciência e cuidado cada fio de saudade que une os corações dos amantes separados pela distância. Outros afirmam que foi o destino, traçando com mãos invisíveis os caminhos tortuosos que nos levam de volta ao lar, onde a saudade se transforma em nostalgia e os sonhos se transformam em memórias.

Mas eu prefiro acreditar que a saudade é uma dádiva dos céus, um presente precioso que nos lembra da fragilidade da vida e da eternidade do amor. Pois só aqueles que amam verdadeiramente podem sentir saudades, só aqueles que se entregam de corpo e alma podem compreender a dor e a beleza desse sentimento tão humano e divino.

Então, minha querida curiosidade, da próxima vez que a saudade bater à sua porta, abra-a com um sorriso nos lábios e um brilho nos olhos, pois ela não é uma invenção da tristeza, mas sim uma manifestação sublime do amor que habita em cada um de nós. E enquanto houver saudade no mundo, haverá também a certeza de que o amor é eterno e imortal, capaz de transcender fronteiras, unindo para sempre aqueles que se amam de verdade.

Inserida por jacksondamata

⁠Lembranças de criança


Doces emoções do tempo de criança,

Das brincadeiras com os colegas e das aventuras em andanças,

Da escola primária, ao velho ginásio em novas alianças,

Das casas das avós, dos carinhos e comilanças,

Das viagens de férias sempre com as alegrias das cheganças,

Das chuvas de verão, ao frio dos invernos, sempre nascia a esperança,

Das flores dos jardins de primavera, em suas diferentes nuanças,

Dos aniversários de amigos e parentes, sempre aquelas festanças,

Das festas juninas e de suas danças,

Ah, quantas boas lembranças, sem conhecer a desesperança.


A. Cardoso

Inserida por ACardosoescritor1956

⁠Guardo na lembrança cada momento com você
Sinto tantas saudades dos beijos, dos abraços, dos carinhos
Minha razão pede para não te procurar
Mas meu coração reclama sua falta
Histórias de um passado vivido de forma única
Intensidade, paixão, amor, não sei dizer
Foram momentos únicos eu e você
Se te amo ou te odeio, não sei responder
Só sei que meu coração pede você, e minha razão me faz te esquecer
Entre amor e ódio... eu vivo você....

Inserida por seripodnanref

⁠DOR E AFETO

Me vem ligeiramente na mente,
uma nostálgica lembrança.
Tempo em que os pés viviam empoeirados.
Poucas atribuições, muita ciranda.

Avistava as andanças pela fresta do
portão .
As mesmas pessoas rotineiramente por ali passavam, enquanto eu, ansiosamente lhe esperava descer da condução.

Infância que dói, sentimento que constrói.
O semblante é nítido da pureza,
e com tantas pedras no caminho,
esqueceu-se da dor e voltou a brincar de vida.

Inserida por FabricioOliveira28

⁠NADA

Se penso em fazer voltar-te a rosa dada
Converto em dor os versos de lembrança
Sinto em mim uma sensação angustiada
Percebendo que já não mais é a aliança
Tua citação é mais nada, d’alma retirada
E, no meu cantar não mais a esperança
A outrora melodia, no meu peito, calada
Por ser mais nada, então, nada avança

Como eu posso devolver-te o mais nada
Se nada mais, tenho, nem nada a te dar
O meu versejar me serve como espada
Um escudo, a deter a lágrima a derramar
Pois, um dia se choradas, hoje enxugada
Rasurando os datados versos por te amar!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
05 março, 2024, 15’51” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Tributo ao Meu Pai: Lembranças de uma Rotina Perdida

Eu sinto falta do meu pai.
Sinto falta das manhãs descontraídas
Dos churrascos e almoços de domingo
Das conversas sobre geopolítica pós-aula
Dos momentos que passávamos juntos
Das viagens que me proporcionaram boas e velhas memórias
Do caloroso e forte abraço do Dia dos Pais
Das lições sábias que aprendia com o senhor
Do conhecimento que compartilhávamos juntos
Eu sinto falta da minha velha rotina
Da minha velha rotina que não volta mais!
Aquela rotina da qual eu costumava ser feliz
E que hoje só perdura na minha memória,
Nas profundezas do meu coração,
Em minhas vísceras,que alimentam o falso sentimento de que algum dia eu possa ser feliz de novo
Será que algum dia alguém poderá me amar e me cuidar do jeito que o senhor fazia?
Não sei!
Só sei que sinto sua falta!
E que estás marcado em cada lembrança que rege minha vida…

Inserida por sophiecarter

⁠V.I.N.H.O
Na taça, o vinho desliza suave,
Lembranças de você, a cada gole invade.
Sozinha, estranha sensação, sem sua presença,
Cada nota, um eco do que não vivemos, uma ausência.
Queria tanto partilhar deste néctar contigo,
Olhar nos teus olhos, mergulhar no teu abrigo.
Sentir teu toque, como uma doce harmonia,
Mas aqui estou, só, na melancolia.
O vinho me embriaga de saudade e desejo,
Sonhos te trazem à mente, num doce ensejo.
Sonhei contigo, noite adentro, timidamente,
Com medo de perder-te, abraçar-te, ardente.
Mas o despertar cruel me traz à realidade,
Sem teu calor, tua voz, tua intimidade.
Bebendo este vinho, cresce a ânsia de te ter,
Não só nos sonhos, mas na vida, em meu viver.
Quero sentir teu toque, olhar em teus olhos,
Com timidez confessar meus anseios, meus desejos.
Dizer, com o coração, que é bom te ver,
E juntos, neste vinho, nos embriagar de prazer.

Inserida por gabriela_ortegaa

⁠Memórias
Em cada lembrança nossa, sempre há aquela parte em que lembro o quanto fui feliz ao seu lado e o quanto te amei.
Hoje sou o que sou graças ao seu amor
Meu amante, meu amante da noite, foi a noite onde nossos beijos quentes aconteceram
E então nossos corpos se uniram e nossas almas se conectaram assim
Sentimos a energia um do outro, gostaria de saber se você ainda pensa em mim...

Inserida por Goretluceu

⁠Entre mágoas sombrias e lampejos de lembranças tristes
De desenlaces e do ouro fluido como um verso de amargura
Surge a moldura do amor recôndito, dentre frutos de risos, de loucuras de elementos unidos... de moléculas de vida
Do divino lugar, onde a saudade traz a lembrança da ausência, da fragância da transparência
A alma voa, o coração soluça na amplitude da distância...
Na constância da esperança, a saudade seja fluida e de lugar a tua voz macia no ouvido, trazendo a doçura da mudança
Da presença inteira, da paixão colorida, do amor correspondido, e a saudade? Ah apenas na lembrança!

Inserida por Ianasrc

⁠A mente a mil, agora na minha mente só se passa mil lembranças de nós, algo que eu amava e amo.
Não sei se é possível te esquecer você já não vive ao meu lado sei que estar num lugar melhor, mas as lembranças as maldita lembranças de nós, faz algo, aperta uma angústia sem fim.
Já não existe lágrimas para serem derramadas agora só existe dor, a falta que eu sinto de nós, algo que me sentia vivo. Espero que aí de cima você cuide de mim e sempre estarei te amando daqui ....

Inserida por Vitormiguel0

⁠"A identidade de um homem revela-se com peculiar ênfase nas suas lembranças, quando ele olha para trás e se vê nas próprias pegadas, as quais lhe dão a perspectiva do caminho percorrido. Este, por mais acidentado e permeado de mudanças que tenha sido, é uno, ou, noutras palavras, possui a unidade das coisas irrepetíveis, jazentes na memória.

Envelhecer bem é tornar-se capaz de contemplar a própria identidade. Infelizmente, isto não é para muitos, visto que, em todos os tempos, a maioria dos homens se afoga na superfície duma vida medíocre. Acresça-se o seguinte, ainda neste contexto: envelhecer bem é estar em paz com o passado, aceitando-lhe os sofrimentos e as alegrias, os erros e os acertos, as boas e as más escolhas, algo impossível para quem se recusa a vê-lo e, nele, ver-se.

Em contrapartida, envelhecer mal é estar em litígio com os vestígios do passado, sinal de que o medo ou a covardia de olhar para a própria história venceu. Trata-se duma vitória funestamente enganosa, com certeza, porque ninguém aborta um remorso, nem mesmo os covardes. Não adianta, pois, a pessoa mentir com a imaginação para apaziguar-se com lembranças falsas: a dor virá, e será tanto maior quanto mais adiada tiver sido.

Só dá testemunho da própria identidade quem amadurece, e só amadurece quem tem a coragem de amar. É a maturidade esse estado psíquico acidentalmente cronológico que dá sentido a uma vida humana.

Quem não se liberta na plenitude duma vocação realizada, conhece-se muito pouco, quase nada. Não consegue enxergar as suas impressões digitais anímicas, e, portanto, mal tem o vislumbre da própria identidade. Vive de saudades sabotadas, pois precisa inventar o passado para suportar o presente e, então, amoldar tudo a um futuro amesquinhado.

O passado renegado é uma herança maldita. Por isso, é livre quem aceita estes ossos lascados que pulsam de dor".

Inserida por CarlaGP

⁠Minhas lembranças me consomem aos dias eu guardo tudo por traz de uma mascara para que ninguém veja o quanto sinto sua falta e o quanto doí não ter você.
Mas a noite solitário em um quarto a dor, a saudade, a raiva, tudo vem e é nessa hora que deixo de ser forte e vem as lagrimas que me destroem ate o amanhecer do próximo dia.

Inserida por WJ47

⁠armazenando lembranças;

passou-se o momento
de colocar tudo que me lembra você
na caixa de sapatos do esquecimento
e enfia-lá no fundinho escuro
do meu guarda-roupas.

só por tempo suficiente
para eu esquecer
essas memórias.

quando decidir organizar
as minhas coisas,
abrirei a caixa,
reviver cada fragmento,
cada riso, cada dor.

decidir se te dou
ou se te jogo fora,
pois você não pode morar
aí pra sempre.
talvez, um dia, eu consiga
libertar essas lembranças
e deixar que o espaço
se encha de novas histórias.

Inserida por rodriguesnutshell

⁠⁠⁠A Morte Eterna

Nebulosa é a lembrança e temorosa sim,
Na insana utopia do pensamento fugaz.
Funesto é o esquecimento da memória assaz
Do antes e o depois – é o início e é o fim...

Faminta é a desilusão da natureza voraz
Na fantasia da alegria exuberante que externa
O excêntrico desejo conflitante da interna
Busca pela felicidade – é a guerra que jaz!

Jazida no âmago da deletéria matéria erudita
E suscitada no pranto da segura jornada infinita
– É a maior sorte esperançosa de um homem forte!

É a absoluta obscuridade fenomenal que acalma
Todo desespero da disputa infernal pela alma
Passada e futura– é a Eterna Morte!

Inserida por JeaziPinheiro

O Tom da Vida

⁠A melodia me leva
Para onde eu já estive
Cada nota é uma lembrança
De um tempo que não se revive

A música é um voo
Pelas memórias e além
Com cada acorde, eu vou
Para onde o coração mantém

Me sinto viva
Com cada tom, cada rima
É um renascer a cada vez
Num mundo de pura poesia

Me faz respirar e sair
Desse mundo onde os sentimentos
Ficaram rasos e vazios
Com a música, me reinvento

Sem a música eu não existiria
Ela é essência, meu ser
A cada acorde, eu me recrio
Num eterno renascer

Inserida por LeilaPacheco12

⁠ EM NOITE DE LUA CHEIA - João Nunes
Ventura-08/2024

Tenho a lembrança do retrato na moldura
Para matar as saudades da minha solidão,
Eu tenho o brilho da sua meiga formosura
Que bem guardado mora no meu coração.

Quando é noitinha desdobro a minha rede
Para ela cheirosa se sonolenta descansar,
E tenho água doce para saciar a sua sede
É lá na fonte onde os pássaros irão cantar.

E que tenho a viola e meus versos de amor
Em noite de lua cheia para com ela sonhar.

Inserida por joaonunesventura