Textos de Jardim
Eu me sento em silêncio, observando o jardim silencioso da minha mente. Não há flores vibrantes nem um sol radiante hoje. A terra está seca, rachada pelo peso de pensamentos não ditos, de emoções enterradas. Um vento frio sopra entre as plantas murchas, sussurrando lembranças que eu tento esquecer.
Há uma pequena árvore no centro do jardim, retorcida e solitária. Suas folhas são lembranças de decepções passadas, cada uma carregando o peso de um erro, de uma palavra não dita, de um caminho não percorrido. Tento regá-la com a água da minha esperança, mas o solo parece absorver tudo sem deixar rastros.
No entanto, entre as ervas daninhas e as plantas murchas, encontro alguns brotos tenros, sinais de resiliência e crescimento. São pequenos, quase imperceptíveis, mas carregam a promessa de um futuro mais florido. São os pensamentos de gratidão, os momentos de paz, as pequenas alegrias que me lembram que mesmo em meio à escuridão, a vida continua a florescer.
Este jardim silencioso é meu. É um lugar onde posso me perder e me encontrar, onde posso enfrentar meus medos e celebrar minhas conquistas. E embora hoje ele pareça sombrio, sei que com paciência e cuidado, ele poderá novamente florescer em toda sua beleza.
Bom dia, Vanessa!
Flor mais bela do jardim, a estrela mais brilhante do céu, a música mais doce do meu coração. Você é a pessoa mais encantadora e inspiradora que eu já conheci, a dona do meu olhar. Eu te admiro mais do que você imagina. Você é o meu desejo de aventura, de romance. Eu te quero mais do que você sabe. Que o seu dia seja cheio de surpresas, emoções e oportunidades. Você tem tudo para brilhar, basta confiar em si mesma. Você é linda, talentosa, especial, única. Tenha um dia maravilhoso, Vanessa. A vontade de te ver, abraçar e beijar só aumenta a cada dia! 🥰😘
Minha nessinha,
Você é a luz que ilumina o meu dia
Você é a flor que perfuma o meu jardim
Você é a música que alegra o meu coração
Você é a estrela que guia o meu caminho
Você é a melhor coisa que me aconteceu
Você é o meu sonho que se tornou realidade
Você é a minha alma gêmea que me completa
Você é a minha parceira que me apoia
Você é a beleza que encanta os meus olhos
Você é o perfume que inebria os meus sentidos
Você é o sabor que delicia o meu paladar
Você é o toque que arrepia a minha pele
Você é o som que embala o meu ouvido
Você é a voz que acalma o meu espírito
Você é a canção que anima o meu ânimo
Você é o ritmo que sincroniza o meu coração
Você é a razão do meu sorriso
Você é a fonte do meu amor
Você é o destino do meu abraço
Você é a minha felicidade
Você é tudo para mim
Você é a minha nessinha
Você é o meu amor
Você é a minha paixão
REVENDO CONCEITOS:
Vou fazer uma faxina em meu jardim
Vou guardar com zelo a razão
Vou abrir sem métrica o coração
Hoje eu vou cuidar de mim!
Vou anular de vez a solidão
Quero ver chover em meu "cantim"
Eu vou regar o amor, enfim,
Vou sorrir viver com emoção.
Tô revendo meus valores
Minha vida, meus atores,
Hoje eu vou cuidar de mim!
Vou limpar a minha casa
Vou cortar as minhas asas
Vou podar o meu jardim.
CORA
Cora a flor
cora o jardim
borboletas e colibris
coração de coração
decoração de Cora
decora esse poema
com a cor da açucena,
Cora Cora Coralina,
a rima mais bela se faz no cotidiano
quando dizemos te amo
quando amamos o próximo
e o que está distante também
canto o trem do dia a dia,
nos vai e vem dessa vida
suporto essa agonia
com trovas e rimas
de Cora Coralina
ROSA
Rosa está tão só no jardim
Que ouço seu soluçar
E bater seu coração
Como se a rosa no espinho
Arranhasse a solidão
Que arranha suas pétalas
E espetá-las assim
Com rima de verso e prosa,
Com a brisa do verão
Que acalanta a roseira
Lacrimeja no olhar
E faz de Rosa a rosa
Dos delírios a quimera,
Da estação primavera,
Das flores a mais formosa
Provavelmente, ela vivia num jardim a contemplar as flores , a acariciá-las, e, entre um suspiro e outro, algumas confidências; isso mesmo, tinha certeza que lhe falaria do seu fascínio pelas luzes da manhã, aqueles primeiros raios que despontavam antes do corpo solar; que refletiam no espelho de um lago, na lâmina de um rio ou verdejavam sobre alguma floresta. Talvez caminhasse a beira de uma praia solitária como uma recém-nascida manhã pudesse; imaginando um conto, uma história bonita que contaria pra alguém com certa graça, acrescentando algum humor ou drama, uma pequena mentira que só embelezaria o que já fosse belo. Por certo era uma imaginação fértil e caminharia por um cemitério imaginando que todos que cruzassem consigo já tinham morrido e não olharia pra trás com medo de ter essa certeza. Talvez fosse assim, alguém eloquente a quem todos esperariam silenciosos afim de ouvir algo interessanre; e se calasse o suspense do silencio cairia todo sobre si mesmo. quiçá às madrugadas imaginasse sonetos trágicos de paixões insanas; essas loucuras do cotidiano que acabam nas manchetes dos programas policiais, ou luxurias inconfessáveis que passariam por sua cabeça nalgum desejo secreto que jamais revelaria.
Algum dia apareceria com os traços ordinários como os de qualquer ser vivente, uma timidez simplória dos seres limitados; voz pausada, própria dos que pensam muito, ou dos que não têm muita certeza do que vão dizer; e aquele ser divino interior em pura ebulição ali no peito, transpirava, sussurrava, suspirava e tinha as mesmas carências, os mesmos medos e inseguranças; aquele ser capaz de todas as loucuras, todos os pecados e todos os perdões por paixão e por amor deixaria de ser só uma miragem nos meus delírios...
Uma coruja pousa numa amendoeira numa sexta feira bonita, um beija-flor corteja as rosas do jardim, as borboletas chovem abundantes além do quadrado da minha janela; em que estação estamos se só nos delimitam duas estações; inverno e verão. Então o que será de primaveras e de outonos, o que será de nós poetas nordestinos divididos ao meio em nossas emoções. A natureza provavelmente se rebela e o que percebemos é essa moldura incrivelmente primaveril propícia ao amor. Percebo que depois de invernos muitas mulheres engravidam ou é uma falsa impressão; esse negócio de safra, entre seres humanos não funciona assim; é indiscreto imaginar o que fazem os casais nas noites frias e chuvosas, e se for o que imagino, não deixa de acontecer uma espécie de safra; então me lamento:" por que deixei lenira partir." Ela andava amuada, a cara sempre fechada, resmungona e murmurando sempre alguma insatisfação; numa tarde de quinta feira, dia de finados, pegou uma trouxa e disse que visitaria os país no cemitério, sabia que era uma despedida, que andava insatisfeita com a rotina e a monotonia do cotidiano, mas por pirraça, fiquei olhando seu perfil frágil, sua barriga proeminente tornando mais franzina sua silhueta num vestido de chambre estampado, perder-se na sinuosidade da estrada carroçal em contraste com a caatinga verdejante. Deveria estar tudo bem silencioso, mas da minha mente vem um flash com tilintares de copos, bateres de panelas e o ruído de seus passos pela cozinha, ajeitando e limpando sempre alguma coisa com a dedicação que lhe é peculiar; afora isso, na realidade tudo é tão silente que me perturbo com o sacolejar das palhas do coqueiro pelo vento e o esvoejar d'algum inseto na penumbra. Então às tardes, ponho-me à janela a observar a estrada, tentando contemplar sua volta, até que tudo vai desfocando, desfocando... com o final da tarde, e os vultos que chegam parecem fantasmas dos guerreiros que partiram pela manhã. Aquele mar de rosas que imaginei com sua ausência não existe, agora percebo certo encanto num canto qualquer, onde acontecia um riso raro e tímido, um olhar mais profundo, um charme qualquer; se tudo não era um mar de rosas, percebo agora que nada nada assim no nada... ficou esse vazio, esse ranço da sua ausência, uma dorzinha; e todos os detalhes dentro dos etcéteras que envolvem uma união entre duas pessoas; isso é ser sozinho, não é solidão. A coruja tem a sua amendoeira, o beija-flor tem o seu jardim... solidão é não ter onde pousar.
Amanhã pego a bike, um cravo, meia dúzia de tangerinas, um cacho de uvas... Lenira adora uvas...
Não me arrependo
Houve amor
Não me arrependo
Houve um jardim florido
Não me arrependo
Houve beleza
Não me arrependo
Houve cheiros doces
Não me arrependo
Houve lágrimas de emoção
Não me arrependo
Houve lágrimas de felicidade
Mas também houve dor
Houve dor e lágrimas de luto
Frágil
Você é frágil,
Tal qual as pétalas das flores mais lindas
De um jardim.
Assim como vasos pintados à mão,com as pinceladas mais suaves que qualquer amante da arte já viu.
Você é frágil,como o sentimento mais puro
De um coração jovem apaixonado.
Sua pureza assim como a de um anjo,no qual o céu se orgulha de tê-lo.
Você é angelical assim como a lua na penumbra da noite
Sua fragilidade é a coisa mais bela
Que um poeta poderia escrever,
Assim como mil poemas de amor
C.
Pétalas de rosas...
... A noite caiu, vejo flutuantes
Pétalas de rosas ...no meu jardim...
Perfume que se mistura ao leve
Frescor da brisa primaveril...
Fecho os olhos
Respiro... Sorvo este instante com uma paz infinita...
As Pétalas de rosas nos cobre plenas...Tu e eu abraçados olhando para o céu
Cheio de estrelas que faiscam à luz do luar...
Melodias distantes vindas de um violão
falam de um estado de emoção
Que nos envolve... E nesse êxtase estonteante
De amores que rasgam o coração de promessas...
Sinto minha alma cicatrizada das feridas íntimas...
Da vida!
E o vento... E o tempo...
Fazem-me esquecer da solidão que vivi...
Descubro em nossos olhos... Esperanças...
Nos nossos corpos... Em nossa pele
Um acariciar fecundo de pétalas de rosas
que nos perfumam...
E nós enamorados...
Fazemos do amor um deleite profundo!
Ouço passos no jardim.
Uma voz soa ao longo da estrada.
Ela clama lúgubre por mim,
Dizendo lamúrias sem entender nada.
Um sonho quase que real,
Invade a minha mente.
Procura respostas a minha busca eternal,
Do cavaleiro da noite a aparecer finalmente.
Acompanhe-me nessa estranha caminhada,
O desejo de conhecer-te a cada dia aumenta.
Procure escutar o som da pérfida cavalgada.
É ela, a morte que em embalo acalenta.
É triste o caminhar da humanidade.
É o cruel destino comprimindo os humanos,
De uma turba cega, covarde e sem moralidade,
Aguardando calmamente o fim dos anos.
Deite então meu corpo cansado
Nesse túmulo onde tu sabes encontrar.
E quando esse pesadelo terminar,
O cavaleiro da noite irá despertar!
No jardim da alma, o amor se faz flor,
Desabrochando em cores de um divino esplendor,
Canta o coração com doce fervor,
No compasso sagrado do eterno amor.
Nas matizes do céu, dançam os anjos,
Tece o destino em seus místicos banjos,
O amor é luz que nos guia enfim,
No firmamento, um brilho sem fim.
Oh, sublime amor, que vem e que vai,
Em cada estrela, em cada raio que cai
És o mistério que nos guia e nos faz sonhar,
Na jornada da vida, és o que nos faz amar.
Rios de paixão correm nas veias do ser,
Onde o coração, leve, começa a florescer,
Como a chama que não se apaga,
O amor é o caminho, o guia, a saga.
No silêncio profundo, na paz do entardecer,
O amor é o eco que nos faz compreender,
Que cada abraço, cada toque, cada olhar,
É a essência divina que nos ensina a amar.
E assim, no altar da nossa vida,
O amor é a luz, é a nossa lida,
Unidos em um cântico de pura verdade,
Vivemos o amor, a eterna divindade.
Deito no teu peito e adormeço.
Tranquila sonho e nos meus sonhos,
lá está você!
Há um jardim.
Um banco.
Um campo de girassóis posso avistar...
Corro por entre os girassóis, enquanto você tenta me pegar...
Parecemos duas crianças.
Risadas.
Sol no meio do céu.
Que felicidade!
Nesse lugar não enxergo tempestades.
Estou com você Meu Bem...
E os girassóis parecem nos sorrir também...
Você me alcança.
Não!
Não somos mais crianças...
E no teu peito, meu corpo repousa.
Quero que o tempo pare nesse momento.
Posso ouvir o canto do rouxinol.
Posso ver duas ou três borboletas voando por sobre os girassóis.
Posso sentir a brisa mansa meu rosto tocar, mas minha pele se arrepia é com o toque das suas mãos a me acariciar...
Suavemente.
Deliciosamente.
Fecho meus olhos e só desejo te amar.
Uma poesia está sendo escrita entre mim e ti...
Somos mãos, respiração.
Lábios. Corpos. Prazer. Emoção.
Somos inspiração. Risos. Alma. Coração.
Somos você e eu.
Num campo de girassóis.
Sol no meio do céu.
Com canto de um rouxinol.
E borboletas dançando no ar...
Encanto.
Encontro.
De fazer o amor mais bonito entre os girassóis acontecer entre mim e você...
Deitada no teu peito, desperto.
Estou em êxtase!
Meu corpo vibra, por você reacende o desejo de lhe ter...
Mais uma vez.
Não estamos num campo de girassóis...
Mas entre os lençóis, de olhos bem abertos, corpos descobertos...
O sol timidamente vai entrando, nos iluminando...
A vida é bonita né Meu Bem?
Mesmo que não seja como em nossos sonhos.
Mas é melhor, muito melhor viver a realidade.
Poder te sentir, rir com você á vontade.
Entrelaçar minhas mãos às suas e caminhar contigo pelas ruas...
Poder contemplar o céu azul.
Poder ouvir canto de passarinho.
Poder ver as borboletas voar.
E na simplicidade da vida, com essas pequenas alegrias, junto a você me encantar.
Não precisamos de dias de sol todos os dias.
Mas precisamos sonhar.
E acreditar.
E deixar o amor nos enlevar.
Para que á cada amanhecer Meu Bem, possamos juntos reacender a verdade, o sorriso, a poesia, a música que faz a gente estremecer de prazer...
Deitada no teu peito, sorrio.
Um sorriso de quem sabe que há dias nublados sim, mas que se permite ser sol num campo de girassóis enquanto a chuva não vem...
Meu Bem...
Entre nós o sol brilha, o amor é música e poesia.
A chuva é fresca.
O vento é brisa.
O mar é calmaria.
O café é sempre quente.
O beijo é ardente.
O desejo arrepia.
A alma vibra em sintonia.
Acender as estrelas para ti, é minha alegria!
Deitada no teu peito, sinto o cheiro mais gostoso.
Meu corpo se encaixa no teu, e numa manhã ensolarada, fazemos amor...
Há girassóis no vaso em cima da mesa.
Há café quentinho.
Há nós.
Há esperança de viver os sonhos meus com os teus.
Há vida!
Há paz.
Haverá sempre Deus!
Minh'alma
Minh' alma,
depósito de cores.
Muitas flores.
Jardim imenso,
intenso!
Minh'alma...
sofreu perdas,
chorou, sorriu,
renasceu, floresceu!
Minh'alma é eterna,
depósito de amor.
Amor que sinto
por mim,
por ti.
Amor que transborda a alma.
Traz calma.
Acolhe e acalma.
Ah, eu quero mais é viver!
Ao teu lado,
ver sempre
o sol despertar .
Deixar os raios
entrarem de mansinho
em nosso ninho,
em nossa pele
sentir o carinho.
Minh'alma...
Deseja sempre
contigo
Amanhecer.
Minh' alma,
depósito de cores.
Muitas flores.
Jardim imenso,intenso!
Minh'alma sofreu perdas,
chorou, sorriu, renasceu, floresceu! Em seu olhar,
minh' alma o amor reconheceu.
Minh'alma é eterna,
depósito de amor.
Amor que sinto
por mim, por ti.
Amor que transborda a alma.Acolhe e acalma.
Ah, eu quero mais é viver!
Ao teu lado despertar,
sentir o calor do sol e
deixar os raios
entrarem de mansinho
em nosso ninho,
em nossa pele
sentir o carinho.
Minh'alma sempre
contigo amanhecer.
O amor transcende,
a alma sente que
amar é um bem querer.
Eu quero te amar tanto e com tamanha sanha,
Pois sob a minha pele há um infinito jardim que
Te faço, no pedaço mais puro de mim que é flor...
Eu quero te amar como se ontem não houvesse
Como se amanhã jamais viesse e que eu vivesse
Unicamente senhora e escrava desse amor!
Eu quero te amar sob as colinas, além das alvuras,
Nessa paixão que em mim carrego e que te entrego,
Nos mais perfumosos versos das minhas ternuras.
Eu quero te amar sob luzes e escuridões
Sob tremores e mansidões
Que a tez que se desvele sob os docéis
Mais leves nos retire o peso das solidões.
Eu quero carregar-te em mim, nos poemas que faço
Ser teu espaço do sim, colher teu sim nos meus braços, dar-te
A primeira estrela do céu para que guie teus passos amorosos.
Eu quero te amar como a rosa mais meiga que te espera
Com a voracidade intrínseca da volúpia da fera
Porque o que é amar senão toda essa vontade que impera
Que suspira e o corpo extasia,
Que amortece o paladar
E aguça a fantasia.
Eu quero te amar na aurora da poesia
Quando o orvalho brota da pele da flor
No sublime instante encantado do amor.
A m o r D' a l m a...
Nossa alma
é um jardim,
que devemos
cuidar sempre
com paciência
e carinho.
Assim, florescerá amor.
Amor por mim.
Amor por ti.
Por nós.
Amor que
cultivado
com alegria,
como pétalas
se espalharão.
Por onde caminhar,
doce perfume
em nós permanecerá.
Meu coração será paz.
Por causa de ti
que faz - me sorrir.
Na balsa navegante dos sonhos, encontrei o jardim onde poderia colher as lindas rosas silvestres sem espinhos.
Pode ser ironia!
Más, sem espinhos!
Sem espinhos, a rosa eu arranquei e logo todas as pétalas caíram ao chão.
Aos prantos a roseira se derramou.
Hoje no vasto jardim de dores a roseira silvestre de espinhos eu encontrei.
A rosa não arranquei, o espinho se mostrou!
A linda rosa não chorou, abandonou meus sonhos, com gentileza desabrochou!
"Que forma carinhosa é essa de me acordar com flores catadas no jardim, sorriso de maçãs nos lábios, e aquele tom de voz que me estremecia, que me fazia ir ao seu encontro, mesmo estando tão longe. Ao certo, não sabia o que fazia a nossa história ser tão especial e tão tempestiva... Mas tinha uma certeza: seria a mais louca e apaixonante."
-Aline Lopes
