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Textos de grandes Pensadores

Cerca de 886 textos de grandes Pensadores

O amor não está na política ainda. Certamente estará um dia de repente. Que não seja preso aos conceitos nos quais estamos acorrentados. Mas vencerá e já venceu qualquer batalha ideológica e de poder. Creio que sim! Só o amor existe no amor para que a Terra seja um paraíso, o planeta evolua, e a sobrevivência da raça humana se torne possível. Só amor existe em todo ser crístico que desperta. Só o amor permite que a humanidade se torne consciente. A premissa básica já falamos aqui para que isso aconteça. Nos alicerces do respeito nas relações nasce o amor. A conversão de nos tornarmos no amor salvará a raça humana da extinção! Ou, não.

Inserida por Todeschi

Tive uma epifania e descobri que não existe razão, razão é conceito, e cada um tem um conceito diferente sobre coisas, cada ser humano idolatra sua própria ideologia. Claro, existem grupos que seguem se concordando e o nome disso é "tradição". Einstein disse que "A tradição é a personalidade dos imbecis." e eu concordo com ele, não existem padrões para a vida, vida é recliclagem, vida é informação, e informações mudam constantemente, tudo se revolui, tudo se aprimora... A vida é uma sequência de ações sem sentido algum. Se a luz é onda e partícula ao mesmo tempo. Por que eu não posso ser feliz, vivendo fora dos padrões impostos pela tradição?

Inserida por RICHARDVINCENT

⁠Sócrates foi condenado à morte por incitar a juventude contra o sistema de pensamento predominante; Jesus foi crucificado por ter pregado a igualdade entres os seres humanos; Galileu Galilei foi obrigado a se retratar da “crença” de que a Terra se move ao redor do Sol; Einstein foi menosprezado por seus pares e levou nove anos para conseguir um cargo acadêmico; Martin Luther King foi intimidado e ameaçado durante sua luta pelos direitos civis; Madre Teresa não foi aceita pela congregação religiosa à qual pertencia; Gustavo foi manicomizado por reinventar os ensinamentos de Jesus, dizendo amais mais ao próximo do que a si mesmo.

Inserida por gustavo_meano

⁠O "Deus de Spinoza" é uma metáfora para a maravilha do universo, um reconhecimento das leis naturais como algo digno de reverência, mas sem consciência ou intenção. Contrastando isso com o Deus pessoal dos teístas – que responde a preces, dita moralidades e tem um plano para a humanidade – o salto, como Hitchens aponta, é enorme.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠O próprio budismo: buda não é Deus. Apesar de algumas tradições budistas podem ter visões mais místicas, Buda não é uma figura para temer, e se submeter, e ter aprovação. Buda seria como o Albert Einstein: todo cientistas tem um imagem dele na parede, e isso não o idolatrar. Isso seria um referencial de ciência, mesmo que seja inalcançável para a maioria dos cientistas.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠Meu caminho é torto e sem volta, nada de comum e certo encontro no meu trajeto, mas, só quem sabe sou eu, dos obstáculos e escuridão que existiram e vão existir. É disto que tiro os meus pensamentos ocultos e solitários, para transcender para outra dimensão sem me preocupar em retonar, de forma platônica, vago em mundos onde enxergo um final decente para mim e todos do meu círculo

A maior crise vivida no Brasil não é a financeira,mas é a crise do saber. Dessa maneira, seguimos negligenciando o conhecimento - suas diversas faces e tudo que ele pode nos proporcionar- e vendados pela mentira,caminhamos pelo vale da ignorância, dopados pelas drogas das incertezas; imobilizados por falsas expectativas. Expansão da consciência já !

Inserida por NiltonSantana

"O mito da caverna é uma linguagem simbólica ou uma metáfora, pois o que sai da caverna é a nossa consciência e não o corpo físico, aliais o corpo físico permanece interagindo com os outros, mas como criar estratégicas para despertar os outros? Só com muita sabedoria - luz da razão."

Inserida por silvia_roldao_matos

Numa democracia, onde a liberdade de escolha é essencial para o exercício da cidadania, não se admite obrigatoriedade à aceitação de um direito. O voto obrigatório, por exemplo, é mais uma das anomalias que só em países como no Brasil, vigora, pelo fato do povo ser "idiotes" e sem formação educacional digna.

Inserida por SAMoises

⁠O conceito da palavra “ironia” configura-se em uma maneira de expressão com base em afirmações opostas àquilo que se almeja expressar, zombando, censurando, criticando, atacando ou denunciando algo ou alguém. Trata-se de um modus operandi amplamente utilizado e observável nos diálogos platônicos, segundo os quais a técnica de Sócrates, em diversas passagens, se baseava na simulação de certa ignorância sobre um determinado tema, com a formulação de questionamentos e a posterior aceitação das respostas proferidas pelos interlocutores, fazendo-os entrar em divergência (contradição) entre si próprios, desnudando os raciocínios obsoletos. O problema é quando a escuridão sequer permite ao interlocutor a diferenciação entre as comédias e as tragédias da vida.

Inserida por andrercostaoliveira

⁠O vulgo, invariavelmente, perpetua a sua inclinação em alardear a "morte" simbólica de heróis, buscando, equivocadamente, evitar a contemplação de sua própria mediocridade. Os apedeutas, mergulhados na carência espiritual, lançam-se mais uma vez em uma busca por um bode expiatório ou alguém que os eleve, ainda que ilusoriamente, à medida que elegem frequentemente figuras de maior estatura para este propósito.

Inserida por Oaj_Oluap

⁠Uma avaliação sutil para indivíduos com perspectivas restritas é mencionar que os textos de Sócrates foram registrados por Platão. A pergunta "Quem é o autor de Sócrates?" pode ser surpreendentemente desconcertante, destacando a falta de clareza sobre as contribuições individuais na história filosófica.

Inserida por evermondo

Assim, foi o primeiro filósofo a olhar impulsos e sentimentos a partir de dentro, e pelo resto da vida escreveu muito sobre as preocupações interiores: sexo, amor, morte, sonhos, sofrimento, religião, suicídio, relações com os outros, vaidade, auto-estima. Mais que qualquer outro filósofo, ele tratou daqueles impulsos sombrios que ficam lá no fundo, que não suportamos encarar e por isso precisamos reprimir.

Quer dizer anular completamente a vontade. Aceitar que nossa natureza mais íntima é uma luta implacável, que esse sofrimento está em nós desde o começo, e que somos condenados por nossa própria na tureza. Quer dizer que precisamos primeiro entender o nada essencial desse mundo de ilusão e depois procurar uma forma de negar a vontade. Schopenhauer fez evitando o mundo do desejo.

Todo mundo sabe que a vida é uma sucessão de perdas, mas poucos sabem que uma das piores perdas que nos aguardam nas décadas finais é dormir mal. Julius sabia muito bem disso. Suas noites consistiam num leve cochilo que quase nunca chegava a um profundo e abençoado sono em frequência delta, interrompido por tantos despertares que ele muitas vezes temia se deitar. Como tantos insones, acordava achando que tinha dormido menos horas do que dormiu, ou que passou a noite acordado. Em geral, só conseguia se convencer de que tinha dormido revendo o que pensou à noite e percebendo que, acordado, não pensaria coisas tão estranhas e irracionais.

Inserida por pandavonteese

Quanto mais ele ama, mais sofre com cada golpe dado pela mão que um dia amou. (...) você se distanciou de mim: sua desconfiança, as críticas que fez sobre minha vida, meus amigos, seu comportamento incoerente comigo, sua raiva das mulheres, seu descaso em querer me agradar, sua cobiça, tudo isso, e muito mais, faz com que você seja uma pessoa prejudicial para mim.

Inserida por pandavonteese

Nada mais consegue assustá-lo ou emocioná-lo. Ele cortou todos os milhares de fios da vontade que nos ligam ao mundo e nos puxam para a frente e para trás (cheios de ansiedade, carência, raiva e medo), num sofrimento constante. Sorri e olha calmamente para trás, para a ilusão do mundo, indiferente como um jogador de xadrez no final de uma partida.

Inserida por pandavonteese

“Pressuponho que seja inviável o homem alcançar a felicidade, sem anteriormente, ter vivenciado o mais autêntico e profundo estado de sofrimento humano; sem ter conhecido si próprio em sua verdadeira essência, e conseguinte, compreendido o sentido de sua existência. De fato, o sofrimento é um estado de auto-conhecimento do homem."

Inserida por DudaEskildsen

A filosofia niilista, visão Nieteszcheana, faz laços com a filosofia budista, quando falamos de transformação e desenvolvimento de cada pessoa. Veja, para Nietzsche, estamos caminhando em cima de um abismo, sob uma corda bamba. Se deixarmos o medo nos dominar e tentar voltarmos, não conseguiremos chegar a plenitude dos nossos seres. Se olhamos para baixo encontramos nossos demônios, e se cairmos iremos conviver com eles e, portanto, nos tornaremos nossos demônios. Porém se tivermos coragem para enfrentar o medo constante de cair (o medo dos nossos demônios), nos tornaremos a melhor versão de nós mesmos, seja lá qual for, no final da corda é preciso que o homem oscile junto à ignorância.

Inserida por damascoin

⁠Quanto mais se bebe das águas do conhecimento, mais insaciável se torna a sede — e mais deserto se faz o caminho. A filosofia, esse deleite sombrio que Nietzsche chamou de segundo prazer, não consola: fere. Pensar é filosofar, e filosofar é olhar o abismo até que ele revele, não verdades confortáveis, mas as ruínas da ilusão. A filosofia não oferece felicidade; ela é uma lâmina silenciosa que rasga o véu da ingenuidade humana, uma bomba lançada contra os alicerces da estupidez satisfeita. Quem pensa, sangra. E quem sangra por ver demais, aprende que há mais verdade na tristeza lúcida do que na alegria cega.

Inserida por Davi-Roballo