Textos de Filosofia
"Os leigos não entendem a importância de escolher os seus representantes políticos. Os desprovidos de dignidade estão satisfeitos na zona de conforto, no estado de ignorancia em berço esplêndido. Afinal, com entorpecentes, música e futebol nos fins de semana, não precisam de mais nada. Apopulação "ignorante" vive em plena prostituição de caráter como forma de lazer."
"Penso que, diante da Imensidão Cósmica Interestelar, da Incomensurabilidade da Vida e da Inefabilidade da Existência, há algo mais, sim. Mas, como é de fato esse 'algo mais', aí são 'outros quinhentos'. Com efeito, penso firmemente que para cada um poderá ser diferente, de acordo com o grau de compreensão da vida. Há quem diga que 'os espíritos só veem aquilo que querem ver'".
"Quem dentre os bilhões de animais pensantes, limitados, imperfeitos, problemáticos, que passam uma vida inteira numa guerra contra a própria mente, contra as coerções sociais, contra os sentimentos, medos, contra a moral (uma invencionice humana), pode dizer, com exatidão, o que será ou deixará de ser depois da morte, sobretudo, como funcionam 'as leis extrafísicas' no 'mundo extrafísico', no 'mundo além'? Penso que ninguém".
"Cabe à nós Espíritos das Letras, Livres e Realistas, autênticos Viajantes da Luz na Escuridão, seguir tentando, em meio ao caos, a violência e todo tipo de tragédia, resistir, evoluir, ser melhores ou pelo menos, menos piores, observando e combatendo pelo Esclarecimento, sem ilusões, sem falsas esperanças o mal, o vazio, o abismo e as trevas que circundam a luz da vida aqui e em todos os mundos possíveis".
Você pode acreditar que está vivendo, mas na verdade está apenas dormindo e agindo como um fantoche. Na realidade, você nunca saiu do seu "casulo" e da sua "caverna", nunca saiu da Matrix. A verdadeira vida está além das ilusões e das crenças limitantes que nos mantêm presos em uma existência superficial. É necessário despertar e sair da Matrix para ver a verdadeira realidade e alcançar a verdadeira liberdade.
Nós somos responsáveis por nossas atitudes e temos que arcar com as consequências de nossas decisões. Quando uma coisa que parece ruim acontece com você, ao invés de creditar este acontecimento ao seu destino, porque você não olha um pouco para trás e presta atenção em todos os seus atos?
Somos pessoas diferentes. O modo como eu lido com as minhas amizades, em que alguns momentos estou bem e em outros nem tanto, não quer dizer que não as ame com tamanha intensidade e força que necessite deles ao meu lado, mesmo que eu não demonstre isso. Por isso é tão importante cultivar nossas amizades, dedicando-nos, interessando-nos e envolvendo-nos. Isso leva tempo.
Temos livre arbítrio e escolhemos a amizade que queremos. Mas somos tão pobres em espíritos e tão moralmente insignificantes que não percebemos que a diferença de personalidade é o que nos faz crescer. É o que nos faz sermos melhores. É o que nos faz ter motivos para sermos liderados, influenciados, corrigidos e enraizar a nossa essência do amor.
Nos desafios, descobri minha resiliência. Na solitude, encontrei minha verdadeira essência. Na encruzilhada da existência, vislumbrei um universo de potenciais. Será que a vida será vivida com pesares, ciente de que não posso abraçar todas as alternativas? E que o desfecho do não escolhido permanecerá eternamente obscuro?
"As pessoas andam tão tragicomicamente carentes, depressivas, confusas, perdidas e inconformadas com a realidade da fatídica falta de sentido da vida humana diante da Incomensurabilidade Cósmica, que chegam quase implorar para que alguma coisa extraordinária, ainda que absurda ou sinistra, aconteça e dê um sentido às suas vidas perturbadoramente insossas. Aceitam qualquer coisa que tenha a aparência de verdade e Ciência. E é nessa hora que os estelionatários da vida surgem e aproveitam para encher os bolsos."
A maior esquisitice no evangelho moderno, está em presenciar depois do combate ao sincretismo religioso por décadas, ver pastores e cristãos abraçarem tão facilmente a ideologia de uma evolução mental, envolvendo o ciência, pareando a Palavra de Deus com psicologia e filosofia e suas ramificações; com ar de piedade e soluções para alma que não criaram;
O(s) deus(es) debatido por: céticos, agnósticos, cristãos, judeus, budistas, islâmicos, jainistas, xintoístas, hinduístas, deístas, panteístas, panenteístas, teístas, monoteístas, politeístas, asceticistas, monolatristas, henoteístas, catenoteístas, sabeístas, dodecateístas, espíritas, candomblecistas, umbandistas, quimbandistas, satanistas, luciferianistas, bruxos, magos, feiticeiros, benzedeiros, capetistas, religiosos nordísticos, apateístas, e por infinitas existências religiosas, é um modelo, uma imagética, uma criação para se debater sobre a natureza, as propriedades, as ações, atributos, etc; deste deus(es) elaborado por seres humanos para existir diálogos, conversas metafísicas.
Beethoven foi muito além de suas composições musicais, ele nos deixou um legado de superação, perseverança e paixão pela vida que ecoa através dos tempos. Sua música transcendeu as fronteiras da realidade, inspirando gerações de artistas e movimentos culturais, e provando que a arte pode transformar o mundo de maneiras inimagináveis.
Em algum momento percebemos que um dia nunca será exatamente igual ao outro; Que podemos criar oportunidades únicas; Que momentos simples e boas conversas podem ser as melhores experiências de nossas vidas. Que o hoje, no futuro será apenas uma história, uma lembrança, até enquanto nossa mente for capaz de lembrar.
A realidade é como a soma de todas as perspectivas, e a natureza do universo é uma dança cósmica de energia e matéria. Somente através da contemplação, da observação e da reflexão podemos começar a desvendar a sua essência, mas nunca compreenderemos completamente o todo, pois somos parte do universo que tentamos entender
A existência de Deus é um enigma que desafia a mente humana há séculos, pois não pode ser provada ou refutada por meio da razão ou da ciência. A fé e a intuição são as ferramentas que nos permitem acessar a dimensão divina, e cada indivíduo deve buscar a sua própria conexão com o divino para encontrar as respostas que procura.
A ética e a moralidade são como bússolas que nos guiam em direção ao que é correto e justo, mas a base da moralidade não está apenas em regras e normas, mas sim em valores que se enraízam na nossa humanidade. Viver de forma ética requer coragem, compaixão e honestidade, e é através da prática constante desses valores que podemos alcançar a plenitude da existência.
A relação entre a mente e o corpo é como a dança da alma e da carne, em que cada movimento é influenciado pelo outro. A consciência emerge do cérebro como um fenômeno complexo, resultado da interação entre a atividade neural e a subjetividade humana. Entender a natureza dessa relação é um passo crucial para compreendermos a nós mesmos e nossa relação com o mundo.
A verdade é como um horizonte inalcançável, que podemos apenas vislumbrar através da nossa percepção subjetiva da realidade. A objetividade no conhecimento humano é um ideal que buscamos constantemente, mas que nunca alcançamos plenamente, pois nossas crenças e experiências moldam nossa visão de mundo. A busca pela verdade deve ser uma jornada contínua, em que cada passo dado na direção da objetividade nos aproxima mais da compreensão da realidade.
A justiça é como um farol que ilumina o caminho da igualdade, mas a desigualdade social e econômica é um obstáculo constante que desafia nossa busca pela justiça. A justiça não é apenas uma questão de distribuição equitativa de recursos, mas também de respeito aos direitos e dignidade humana. Lidar com a desigualdade requer ação consciente e corajosa para desafiar as estruturas de poder que perpetuam a injustiça, e a busca incansável pela justiça é uma obrigação moral que devemos assumir como indivíduos e como sociedade.
