Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Em outra situação mais normal e menos romântica eu teria percebido o desinteresse. A vida vale a pena ser vivida, ela me dá o que preciso, amor romântico não alimenta muito a minha felicidade, sou feliz na solidão.
Lá vai o meu eu superior falar da capacidade de amar. Simplesmente aprendi a agradecer o que tenho, ser grata a minha mãe, que é a pessoa mais legal que alguém pode conhecer, ser grata ao universo.
A relação não é abusiva, nunca foi, eu tenho medo de mudança drástica, porém acredito que respeito deve ser preservado sempre, não há nada menos sexy do que excesso de confiança e eu sou assim.
Tento me perdoar no dia a dia, encho as mãos de alegria para perceber que me sinto completada sem par. Tudo está dando errado, não tenho mais esperanças, só transo com quem namoro, então vou deixando pra lá, aliás esse deixar pra lá me completa e afronta o senso comum.
Quando estou com raiva, deixo claro, não sou do “tá tudo bem”, não vou agradar por medo de perder, me sinto igual a todo mundo. Por vezes destruí a autoestima dele, mas eu estou restabelecendo-a.
Troco tudo que não me faz bem, quando o medo me consome é o momento de avaliar se isso é uma fase ou se se tornou a dinâmica dominante do relacionamento.
Sou bastante amor, vivo essa epidemia, não é amor romântico, é amor concreto aquilo que prego sempre sem perder a coragem. Olho para dentro de mim sem pensar no altar.
Sou engraçada! Eu fingia que a reciproca era verdadeira, queria entender muita coisa, qualquer pessoa com quem você tenha um relacionamento íntimo te leva a querer compreendê-lo.
Não vendo o amor eterno, ele andava estranho ultimamente, eu me sentia um laboratório de sensações, eu estava perdendo todo mundo com minha rigidez, levaria algum tempo para que as coisas voltassem a parecer bem, demorei a perceber que precisava ser flexível.
Não estava procurando os porquês da rejeição, eu também o rejeitei, estava atrás de entender o que era dito em palavras, gestos e atos. Quero olhar o amor e entendê-lo como uma convivência não monótona.
Existem vagas para deficientes sendo utilizadas por pessoas não deficientes
Espalhe essa ideia, a vida já é tão dificultosa para eles e você ainda insiste em magoá-los, os seus “só cinco minutinhos” causam uma tremenda dor de cabeça. Você não pode querer atitudes iguais com desiguais.
Somos idênticos na essência, podemos até pensar devagar em alguns casos ou não estar com o sistema neurológico em ordem, mas por favor, não agrida nossos direitos.
O mundo não é de fachada, de nada adianta seu ativismo nas redes sociais, se na prática nada funciona. Procure tratar melhor cada pessoa que encontra, seja ela quem for, ninguém perde por dar amor e confiança.
O mundo não gravita em torno de si, o universo não é casa da sogra, não estou pedindo para você ter atitudes impecáveis, estou pedindo apenas para você começar a praticar a justiça.
Talvez a sua maturidade emocional só aconteça quando alguém da sua família for um portador de necessidades especiais, talvez você só consiga ser ativista em causa própria.
Além de todos os transtornos, alguns ainda sentem solidão, a solidão de poucos amigos, a solidão de não se encaixar nas calçadas livremente, ser barrado por portas estreitas, enfim...
Nada nos autoriza a escolher o caminho da passividade, nada justifica que sejamos peso para o outro, nada nos impede de colocar riso onde já brotou mágoa e sofrimento.
Vamos amar por primeiro, a gente perde quando não pratica a empatia, a gente precisa assumir esse compromisso com a vida, exercer a cidadania sem tropeços, sem altos e baixos.
Tem tão pouco a ver com a nossa personalidade, tem tão pouco a ver com ser tímido ou antissocial, ou medo de tocar e machucar, se esse medo existe, a gente pergunta.
A única certeza é aquela que damos a nós mesmos, então sem desculpas e com o lema do altruísmo a gente se compromete a ver com o olhar do outro, a sentir com o coração do outro e a amar com a nossa máxima capacidade.
Foi a primeira vez que me meti em encrenca por fazer uma pergunta
Fui criada podendo fazer todas as perguntas do mundo. Perguntar não ofende, diziam meus pais. Tive que caminhar um trecho considerável porque ele me deixou na beira da estrada. Sim, eu não podia discordar que as atitudes tomavam proporções inimagináveis.
Os agregados ficaram com pena de mim, eu me senti humilhada, parecia caso único, parecia que a tarde tinha virado noite de forma muito rápida. Fiquei irritada, confesso que mais comigo mesma por deixar chegar a esse ponto.
Eu não cheguei ao altar sozinha. O amor exige liberdade, se eu não puder dizer não sem que o outro queira me largar, então pode ser apenas ilusão de ter sempre o sim na mão.
Bebi ao ponto de não poder mais zelar pela própria segurança, eu vomitei e quase cheguei ao coma, eu precisava de pileque para entender que eu estava condicionada a respostas padronizadas de que homem é assim mesmo, tem seus repentes.
Eu me sentia tão justa no mundo dos injustos, tão boa no mundo mal. Antes de dormir dei uns berros, gritei e chorei sem me preocupar com os vizinhos. Nada na vida me impedia de surtar quando eu precisava. Era minha fonte de sanidade.
Depois de um dia, ele me toca quando passa, faz piadas e gracinhas, diz coisas fofas com a certeza que apagaria qualquer humilhação. Eu não era a vítima desprivilegiada, eu só o compreendia demais e estava sempre pronta a perdoar.
O mesmo problema me importuna por anos a fio, a vida dele se resume a família, as contradições entre me “amar” e não me respeitar. Desisti de expectativas. Muitas vezes respeitamos as normas mais por castigo que por convicção, nunca se mostrou disposto a conversar.
Não existe entrosamento, nada que justificasse eu estar disponível para me dedicar ao relacionamento, nosso maior bem, que seria o amor, não era concreto. O larguei sem jamais receber o devido reconhecimento. Fui ousada, destemida, estava desempregada, não tinha dinheiro nem para comprar escova de dente.
Quando a dor excede o amor, a relação se torna destrutiva e perde o sentido.
Harmonia entre quantidade e qualidade
Atitude para a posteridade é o equilíbrio. Atualmente os jovens não sabem lidar com suas limitações, a gente nota uma incapacidade emocional às suas vidas, experiências ruins e o ambiente social carregado de estupidez.
Conseguem controlar seus comportamentos muito bem, mas as suas mentes piram algumas vezes. Primeira vez de coração partido, já vira um momento complicadíssimo. Na minha época fiquei mal por não corresponder a um amor bonito.
Nunca têm a intenção de casar ou casam-se muito cedo, achando que a vida é diversão absoluta, sentem euforia e zero sentimento de culpa, sonham acordados, um constante tudo ou nada de emoções.
Alguns escolhem viver com drogas, querem se matar depois de um término, dormem pouco ou quase nada, são nocauteados pela internet, possuem fé inoperante e sem comprometimentos, são dispersos.
Os pais os amam de verdade, mas os protegem e o mal do protegido é o protetor. Em algumas fases, conselhos dos pais são somente abobrinhas. É tudo um exagero quando os pais percebem que algo está errado.
Um vínculo que resiste a tudo e a todos são nossos pais, correr da conversa não combina. Deixar seguir adiante, sabendo que a vida ensina é dolorido e às vezes necessário. Representa a própria maturidade.
Pressa em todos os campos, uma ordem mantida de ir para as redes sociais assim que abrem os olhos, vender tudo que não o agrada mais, doação é quase coisa do passado, a onda agora é brechó.
É cheio do passado que escrevo, a juventude mudou. Não existe mais aquele adolescente que conta estrelas, há uma dimensão fora dos limites do tempo e do espaço chamado juventude.
Quando alguém que a gente ama, morre dá vontade de morrer junto. A gente fica se lembrando das últimas vezes de tudo juntos. Somos da fase dos sem promessas e dos sem palavra.
Os hormônios não disfarçam aquela conferida básica que nos deixou excitados. Porém a força do equilíbrio é que não conseguimos ser compelidos a fazer algo que contrarie nossas convicções e a isso chamo de qualidade de vida.
Sou sensível
Telefono para meus amigos no aniversário deles, prefiro ouvir a voz, sentir a alma, olhar nos olhos, chorar junto e gargalhar das alegrias, sou poço preenchido, sou reações às injustiças.
Posso falar de mim, nessas besteiras que escrevo, posso priorizar a mim, nesse contexto de orgulho, não me julgue pelo que valorizo, sou insônia e sou medo, gosto de satisfazer minha curiosidade com energia, sou de encantos perdidos, não quero magoar ninguém.
Dou importância as frustrações, aos rancores e aos ressentimentos, preciso conhecer minha personalidade. Eu prometo me amar para o resto da vida, comer o que quiser, com absoluta impunidade.
Tenho os meus momentos de desprendimento, cinquenta porcento do tempo não sou assim, sou firme, mas não demonstro aos que me magoaram, não é uma capa, é só deixar passar.
Eu sou uma artista, tenho alma leve, brigo comigo mesma para que continue pluma, acreditava que seria assim para sempre. Mudei, virei autoritária e exigente. Muitas pessoas são infelizes apesar de terem muitos motivos para serem alegres, eu me exigia felicidade.
Se uma coisa aprendi com o Amor é que devo ser prática, dar importância ao que tem importância, a possibilidade de morrer deveria fazer brotar em nós o legado que queremos construir em cima da nossa imagem.
Eu me perco dentro da relação comigo mesma, reeducação alimentar é tortura ou castigo, zero empolgação, passou de uma semana fico a um passo da desistência, nunca me senti esperta nesse campo. Talvez a palavra certa seja inteligência ou talvez o fato de eu me amar de qualquer maneira me deixa desnivelada nesse aspecto.
Eu e a sensibilidade éramos almas gêmeas, tinha poucas horas para defender esta tese, por várias vezes me perdi por estar sensível, sou cortês e predisposta a ajudar, deixei de amar e não posso mais viver com alegria na tua presença, não sou de explicações, o que não me preenche, não me basta.
Manter tudo em perfeito equilíbrio, dizendo todos os dias: quero guardar, em primeiro lugar, o meu equilíbrio e o meu bom senso, pois, todo acontecimento é secundário, se assim o considerar. É o meu enfoque e valorização que darão intensidade ao que sinto ou que quero sentir. Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.
A amizade é um amor que nunca morre, se no início fizermos dela como uma semente que pode ser plantada em terra fértil, que se for regada, adubada e cultivada com todas as benesses necessárias, germinará, dará flores e frutos, de um jeito tão marcante, que nunca morrerá.
De nada vai adiantar falar em amizade, se queremos apenas ter amigos, e não ser amigos.
Ser amigo é estar juntos, ainda que separados fisicamente, é preocupar-se com o outro, é arrumar uma forma de se falarem, de se ajudarem e não emitir nenhuma cobrança por isso, mas fazer, pelo simples fato de saber quem é quem.
Na amizade verdadeira não há imposições, porque já se conhecem os limites do outro, não há julgamentos, porque já se sabe que ninguém é dono da verdade e acredita-se que depreciar um amigo pode causar danos irreparáveis, deixando cicatrizes profundas.
Na amizade verdadeira não existe egoísmo. Não se faz um amigo por puro interesse, para satisfação e realização de seus desejos e necessidades, pois seria uma estupidez querer colher frutos de uma árvore que não se plantou.
Na amizade verdadeira não se dá ênfase a conflitos e divergências. Quando existe diferença de valores, crenças e credos, não há discordância, pois não existem debates, não há persuasão, porque há o respeito e a tolerância e, sobretudo, sabe-se que amizade é para ser preservada e opinião respeitada.
A amizade se torna real e se eterniza quando consegue ultrapassar e superar todas as barreiras que o ser humano, imperfeito como é, consegue colocar.
É quando ela se expande e cria laços, deixando impresso no coração um do outro toda a reciprocidade que existe nessa relação, compreendendo que cada um é livre para percorrer seu caminho, sabendo que, na hora da necessidade, cada um saberá desempenhar o seu papel de amigo com toda a empatia, amor e benevolência.
Amizade verdadeira a gente reconhece, ela nos conecta ao coração, não importando as latitudes e as longitudes. O que importa são as atitudes generosas disponibilizadas para que esse relacionamento perpetue, estabilizando-se com o tempo.
A amizade verdadeira não exige que sejamos inseparáveis, mas que, quando separamos, continue tudo igual, e quando sentimos a dor da ausência do amigo distante, ele aparece e fica ao alcance de nossos braços e abraços nos fazendo sorrir, trazendo à tona toda a essência desse prodígio, ressaltando a grandeza dessa amizade envolvida na nobreza e sabedoria, nascida e cultivada na vivência do bem-querer e respeito mútuo, compartilhada vida fora.
Verdadeiras amizades devem ser cultuadas e celebradas a qualquer momento como uma raridade.
Valorize suas amizades e seus melhores amigos, faça disso um grande acontecimento, então ela será um amor que nunca morrerá.
Admiráveis são os meus pensamentos
Porque penso em você, e mesmo distante
Sinto-te na breve brisa dos ventos.
Até mesmo nos vendavais
Que levam o polén da minha flor
Nas ruas onde me prometias amor.
Por isso são admiráveis esses pensamentos meus
Olhando a distância da estrada pressinto suas mãos
Dizendo-me adeus!
Algumas pessoas são realmente muito difíceis de lidar. Elas são extremamente sensíveis e sempre que estamos ao seu redor sentimos como se pisássemos em ovos, com medo ofendê-las profundamente com nossas palavras ou atitudes.
Essas pessoas parecem não possuir a habilidade de enxergar a vida com humor, tudo para elas é um motivo de chateação ou de isolamento. Elas não sabem lidar com brincadeiras, mesmo quando vêm de pessoas que sabem que nunca fariam nada para magoá-las.
Elas estão constantemente se afastando dos seus amigos desnecessariamente. Se esquecemos de responder uma mensagem, acreditam que as ignoramos propositalmente. Se saímos com um outro grupo de amigos, acreditam que as deixamos de lado. Qualquer uma de nossas atitudes é sempre interpretada como alguma forma de descaso ou maldade e sempre encontram um motivo de insatisfação para tudo o que fazemos.
É complicado estar perto dessas pessoas, pois a todo momento temos que lidar com suas inconstâncias e nos esforçar para mostrar que são amadas e para recuperar sua amizade.
Existem algumas razões que fazem as pessoas desempenharem esses comportamentos. Elas podem ter uma autoestima prejudicada e por isso sentem-se inferiores a todos aqueles ao seu redor; podem exigir que as coisas sejam sempre feitas à sua maneira e querer que todos lhes deem atenção a todo momento; podem ter um emocional frágil e não saber lidar com o temperamento das outras pessoas ao seu redor, por isso encaram tudo como crítica ou ofensa.
De qualquer maneira, ninguém consegue permanecer muito tempo perto de uma pessoa que transforma qualquer palavra pronunciada em um completo absurdo.
Não devemos levar as coisas tão a sério, nem colocar amizades de anos em risco por algo que inventamos em nossas cabeças.
Ficar ofendido por tudo é um mecanismo de proteção injusto, pois, no final, nos deixa completamente sozinhos.
As pessoas não são obrigadas a agir como nós desejamos, cada um tem o seu jeito e precisamos aprender a entender e respeitar as escolhas de cada um, se quisermos criar relacionamentos saudáveis.
Nossos amigos de verdade nunca nos dirão algo com a intenção de nos ofender ou magoar. Precisamos aprender a relevar alguns comentários, senão não conseguiremos nos relacionar com ninguém.
Precisamos ser mais leves, buscar mais motivos para sorrir e menos razões para preocupações.
Só assim seremos capazes de nos relacionar de forma saudável com as pessoas ao nosso redor e criar vínculos sinceros.
Não seja a pessoa que sempre está se queixando, seja aquela que traz alegria e risadas por onde passar.
Por tanto AMOR, veres em mim…
Por tanto AMOR, veres em mim, QUERIDA;
Muito alegras com tal, meu pobre Ser;
Pois dar, é o que eu mais quero na vida;
Que tenho, neste viver pra morrer!
Que bom, é que em mim, TU tal AMAR vejas;
Neste viver tão breve que me resta;
Pois saber, que tanto ELE, em mim ensejas;
Torna o meu morrer, em algo que presta.
Ensejas, por tanto em teu Ser O teres;
Daí teres para O mesmo, tal ver;
Nesse teu tão maravilhoso olhar!...
Que por te dar tão gostar de O tal veres;
Com TANTO, hei-de fartar esse teu Ser;
Que irás até, por tal; vê-LO a dobrar.
Com o Carinho, DO que de mim mereces;
Um Livro não publicar...
Que eu publique um livro é teu gostar;
Bem sei de tal, minha querida AMADA;
Quem sabe, quando eu cá, não me encontrar;
A minha obra; seja em tal, publicada.
Mas para já, só quero publicar;
Meus dizeres, de forma digital;
Por ver a idade do livro a passar;
Como passa por nós; lindo pardal!
Passar; por ter um custo em seu, fazer;
Custo esse, tal que iria acarretar;
Outro custo, pra quem quisesse ver!...
O que eu cá tanto tenho, pra dizer;
A todo o olhar que queira apreciar;
Minha humilde maneira de escrever.
Com o sentir da [para mim] mais pura poesia;
Ver-TE passar, para outra dimensão…
Que bom, é fazer-TE por tal passar;
Ó minha LINDA AMADA, tão formosa;
Por ser ver-TE a voar, no imaginar;
Tão LINDO; que em TI tens, BONITA ROSA!
O pra mim ver tua ALMINHA a voar;
É do melhor que sinto em meu querer;
Por saber, que te estou a tão consolar;
Com minha humilde maneira de ser!
Que bom, pra mim, é esse teu sentir;
E estar à TUA beira, minha Amada;
A ver fluir, este meu; em Ti gostar!...
Por também tal, em Ti, ver tão fluir;
Por ficares, no poema inspirada;
Pra soltares; TEU tão BONITO AMAR.
Com o Carinho, que de mim MERECES;
"Um sorriso consegue disfarçar bem uma alma machucada"...
confesso que cheguei no meu limite e a cada dia que passa estou me afundando mais, mesmo que não aparento.
Parabéns John por resistir aos seus piores dias,
Você é mais forte do que pensa, você merece ser feliz e um dia você Será!
Às vezes, precisamos passar pela tristeza para valorizamos os sorrisos...
por mais que se olhe no espelho e se sinta um lixo,
existe uma versão sua no
futuro que está orgulhoso, por você estar enfrentando tanta coisa difícil sem
desistir... Aguenta firme, aguenta FIRME!
19/jun/2019
A primavera me trás uma lembrança da infância, onde meus primos saiam depois da chuva para caçar rã e quando eles chegavam em casa com aqueles animais escorregadios colocavam-nos em uma panela com água fria, depois ligavam um fogareiro de uma única boca e os anfíbios ficavam tranquilamente na panela, sendo levados do inverno ao seu ultimo verão, bendita capacidade de resiliência, em pouco tempo tínhamos um prato de rã provençal.
sem lutas... sem gritos... apenas o silencio da rendição.
Julho, Julino saindo de cena... e lá vem agosto...
Que neste mês eu receba a graça de perseverar na fé, rumo aos objetivos almejados.
Que o meu caminhar seja firme e próspero, nas terras brandas das conquistas em comunhão com as promessas do Senhor para mim. Que a cada degrau, Deus segure as minhas mãos e sussurre aos meus ouvidos: vai filha, vai! minha Obra é perfeita. Não temas, contigo eu estou. Creia que, em meu Colo de Pai, a minha paz e a minha luz serão os teus guardiões pelo poder do Espírito Santo. Amém!
Deixou Aberto o Olhar!
Quando o dia acordava.
A mente fantasiada, viajava.
O pensamento corria descalço.
Levando os sonhos na imaginação.
Abria bem aberto, abria os braços.
Nas asas do vento voava.
Viajando sem medo, sorria.
Suas pernas numa longa cauda, a flutuar.
Era como uma sereia no ar.
O vento acariciando a face.
Havia uma timidez flutuando.
Apreciando a beleza do mar.
Sua cauda deslizava.
Sentindo o salgar dos pés.
Entreamores da felicidade, sorria.
Vendo o azul celestial sob a cabeça.
Era o Olhar do Luzueiro a Iluminar.
Isabel, e agora Isabel? Onde está sua fé?
Sua sedução, sua doçura?
E agora?
Se você conseguisse gritar?
Mas seu grito já não ecoa mais.
E agora você? Você que é sem nome , quem zomba dos outros...
Seus planos, seus versos, você que ama e protesta?
Isabel e agora?
Já não pode beber.
Os remédios perderam o efeito
Deus foi embora.
E agora Isabel?
Com uma chave na mão quer abrir a porta, mas já não há porta, só restou a chave.
E você caminha, Isabel para onde?
( inspirado em Carlos Drummond).
Outro dia te vi na rua. Parecia feliz , realizado. Passei de cabeça baixa pra não precisar te olhar. Não é porque ainda existe sentimento, é que , é desagradável ficar de frente ao meu passado. Passado que , por sua vez, não foi nada agradável a minha vida emocional e amorosa. Quase não o vejo mais, isso me faz não lembrar sempre, lembro - me como vagas lembranças.
Mas quando o vejo, é quase que inevitavel. Lembro - me dos meus planos. Planos que nunca foram nosso, e sim só meu. Lembro como eu imaginava uma vida ao lado dessa pessoa, e como eu precisava de sua atenção. Não recebi nada em troca. Mas insisti , porque achava ser amor. Mas, que tipo de amor é esse, que uma pessoa ama por dois? Como amar uma pessoa que não liga pra você? Se te machuca, não é amor. Se é preciso implorar, não é amor de verdade. E foi assim, que eu vi a máscara que eu criei de tí cair bem na minha frente. A pessoa que eu achava que não iria me machucar, não existia. Confesso que no começo isso me machucou bastante. Mas vejo isso como um grande aprendizado. Com o tempo as feridas foram se curando. E olha eu aqui! Forte , realizada. Aprendi a superar isso tudo. Eu não imaginava que veria ele feliz com outra. Mas , sabe, torço pela felicidade. Não faz mais diferença pra mim. Mas as lembranças, ah, elas são inevitáveis. Outro dia te vi na rua. Arrisco a dizer que não somos mais aqueles adolescentes imaturos de antes. Quanta coisa mudou, não é mesmo?"
Dor tamanha.
Estou morrendo por dentro a tristeza a flora coração triste razão desconhecida, batimentos descompassados acelerados...
A dor e tamanha, busco e não encontro o motivo para tanta dor e para tanta tristeza...
Porque será? O sorriso se foi a luz se apagou...
As estrelas não brilham mais e o céu perdeu o azul intenso só as nuvens negras ficaram...
Oh dor! vai devolver o meu sorriso, o brilho as cores da vida...
A noite chegou e ainda vazia e sem cor do meu amor...
A vida vazia a escuridão tomou posse o amanhã não volta mais seguir adiante mudar história...
O mar está lá com as águas escuras, até ele está sem forças para abrigar sem ondas sem marolas está parado...
A natureza é sábia, sopra o vento para o futuro acalmara a dor devolver alegria de outrora...
O amanhã trará alegria a felicidade a sabedoria da vida lá fora... Licia Madeira
O amor que eu sempre quis?
Era um daqueles amores
Que quase sempre são indolores
Mas que por trás dos bastidores
Apertam o nosso coração
Sim, um daqueles amores
Que eu assistia nas novelas
E ao imaginar ser eu e ela
Perdia a respiração
Um beijo simples
Sentimento mútuo
Vontade de estar junto
Não ir sozinho o mundo afora
De vez em quando
A gente finge estar brigado
Mas de um jeito humorado
Eu não te deixo ir embora
Faz de conta
Que eu sou o teu melhor amigo
E eu vou caminhar contigo
Olhando cada passo teu
No fim das contas
Sei que sou o teu namorado
Sim, eu nunca fui obrigado
Mas decidi ser todo seu
O amor que eu sempre quis?
Aos poucos nasceu.
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