Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Maldita mentira.


Até quando esse jogo continuará?
Até quando me dará um falso amor?
Tanto diz que me ama,
mas pelas minhas costas age contra.
Tanto diz que sou seu orgulho,
mas nem atenção me dá.


Se falasse de fato a verdade,
se tivesse de fato honestidade,
se tivesse de fato amor por mim,
não teria feito o que fez.
Olharia para mim com ânimo e
não com irritação.


Como pode dizer que te abandonei
quando na verdade foi o contrário?
Eu ainda estou aqui
esperando por você,
eu ainda estou aqui
esperando pelo seu verdadeiro amor.

Vamos lá, vamos juntos.


Me dê a sua mão, deixe-me te reerguer na escuridão.
Deixe-me ser a sua salvação e não a sua perdição.
Deixe-me guiar-te pelo paraíso, te darei o meu abrigo.


Amor meu, aqui vou eu, o Romeu do seu eu.
Nossa história não terá fadas, será apenas fatos.
Um reflexo do passado, um amor enjaulado.

Nunca estive preparada para partidas ou despedidas inesperadas. Ninguém me ensinou que alguém pode ir embora antes do fim, ou decretar um fim no meio da estrada. Ninguém nunca me falou nada.
​Despedidas e separações são cortes profundos na alma, e eu nunca estarei preparada. Haverá lágrimas e haverá saudade, porque tudo o que sou é amor ao eterno. Mas finais felizes nem sempre serão um 'para sempre'.

Sim, eu sou a vilã, mas isso não me impede de ter um bom coração.
Assim como qualquer outra pessoa, eu erro, eu falho, eu fracasso, eu machuco. Se eu ganhasse uma moeda para cada vez que eu machucasse alguém com atitudes ou palavras, eu certamente poderia comprar o mundo!
Grandes são as minhas falhas, mas maiores são as minhas virtudes.
Se eu viver focando apenas nos meus erros, eu não crescerei, não reconhecerei os meus talentos. Posso sim ser a vilã, mas isso não quer dizer que eu não tenha coração, que eu não possa aprender com minhas falhas, que eu não posso melhorar. Eu posso. Mas vai depender de onde o meu foco estará.

Entre Luz e Sombras


Na vida...
às vezes sou mocinha.
Outras vezes... vilã.
E no silêncio entre um papel e outro,
me pergunto:
quem sou eu… afinal?


Nunca sei quem fui
nos olhos de quem me viu partir.
Nunca sei quem sou
no reflexo de quem insiste em me definir.


Se faço o bem...
me julgam mal
Se tropeço no mal...
alguém encontra em mim um bem que nem sei explicar.


Que lógica é essa
que me atravessa
e me desfaz?


Eu erro…
tentando desesperadamente acertar.
E acerto…
quando já não me preocupo mais em errar.


Ironia essa...
Como se a vida risse
da minha tentativa de controle.


Sou luz?
Ou sou escuridão?


E por mais que eu procure respostas,
a verdade me escapa…
como água entre os dedos.


Porque, no fundo,
quem diz quem somos
não somos nós.


É o olhar que nos acolhe,
ou o julgamento que nos corta.
É quem nos vê…
que nos inventa.


E eu?
Eu me desconheço.


Sou verdade?
Ou sou invenção de versões
que criaram de mim?


O que escondo…
até de mim mesma?


Há mistérios no meu peito
que nem minha coragem alcança.
Sentimentos que existem…
mas nunca tiveram permissão para nascer em palavras.


E assim eu sigo…
fragmentada…
contraditória…
humana.


Sendo mil em uma,
e ainda assim… incompleta.


Talvez…
a grande verdade
não seja descobrir quem somos.


Mas aceitar…
que somos feitos de perguntas.
E não de respostas.

A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.

Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.

Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.

A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.

Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.

Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.

Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.

Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.

O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.

Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.

Amores


O primeiro amor, é aquele da adolescência
Aquele amor que te deixa louca pra fugir de casa e viver só de amor
Como se isso fosse o suficiente, o meu primeiro amor foi exatamente assim
Lembro vagamente de querer sair de casa e ser a "mulher" de alguém, me tornar dona de casa, ser mãe de um garotinho de olhos azuis
Era o meu sonho casar, ter uma vida morna e sem fortes "emoções", ter alguém estável e previsível na minha vida
Mas, por algum motivo, não foi assim
Chorei por meses, pensei que iria morrer
Mal eu sabia, que os piores dias estavam por vir
E num belo dia de Dezembro de 2006, apareceu o cara com cara de anjo e um coração perverso
Que eu amei desde que os nossos olhos se encontraram
Se eu soubesse, como seria amar você
Eu deveria ter saído correndo, mas eu fui de encontro a você
E essa foi a minha ruína emocional e mental
Eu pude sentir Tudo, em tantos níveis de amor, de paixão e de tristeza
Com você sempre foi em escala global
Era sempre intenso, e essa nem é a palavra certa, foi muito mais que isso
Se eu tivesse como saber que te conhecer e amar você seria tão incrível
Mas, te perder foi a pior coisa que me aconteceu até hoje
Eu discordo daquele ditado, que diz que é melhor amar e perder do que nunca ter amado
Eu adoraria não ter te conhecido, não teria que passar pelo inferno ao te perder
E me descobrir sozinha sem você, foi e ainda é um grande desafio
Eu ainda não me encontrei longe de você, tem dias que ainda não sei quem sou sem você
A única coisa boa que ao perder você, eu encontrei a minha voz
Sou uma escritora muito melhor por causa de você
E sou grata a você por isso


27 de abril de 2026

⁠ "Entre o Espiritismo e outros sistemas filosóficos há esta diferença capital; que todos estes são obras de homens mais ou menos esclarecidos, ao passo que, naquele que me atribui (o Espiritismo), eu não tenho o mérito da invenção de um só princípio. Diz-se: a filosofia de Platão, de Descartes, de Leibnitz; nunca se poderá dizer: a doutrina de Allan Kardec; e isto, felizmente, pois que valor pode ter um nome em assunto de tamanha gravidade? O Espiritismo tem auxiliares de maior preponderância, ao lado dos quais somos simples átomos. "

Allan Kardec, O Que é o Espiritismo - Cap. I, 2° diálogo: 'Elementos de convicção'

" O Espiritismo não disse ainda a sua última palavra... "

⁠O Moinho de Vicq-sur-Nahon”, publicado na Revista Espírita 1867, mês de abril:

[…] estamos longe de conhecer todas as leis que regem o mundo invisível, todas as forças que este mundo encerra, todas as aplicações das leis que conhecemos. O Espiritismo não disse ainda a sua última palavra, muito longe disto, não mais sobre as coisas físicas do que sobre as coisas espirituais.

OS CORVOS E OS HUMANOS


Os humanos estão sendo mais parecidos com os corvos. Eles gostam muito de cadáveres.


Enquanto os corpos estão vivos, respiram, comunicam e sentem, os corvos mantêm-se distantes, não se aproximam.


Quando esses corpos morrem, se inicia o processo de cadaverização, quando a decomposição começa e o corpo se putrifica, o corvo aproxima-se.


A pequena diferença é que os corvos se aproximam do corpo com alegria porque vão se alimentar. Mas os humanos se aproximam com choros e lamento porque não verão mais.


Talvez seja o tempo de nos amar agora enquanto estamos vivos.


QUE NÃO SEJAMOS MAIS CORVOS DO QUE O PRÓPRIO CORVO.

⁠Eu tive um mundo de possibilidades
Escorregados pelas minhas mãos
E orações que ficaram sem respostas
Que eu não puderia entender
Há uma fé que move montanhas
Mas nunca deixei me mover
Eu confiava apenas nas coisas que eu podia ver
Tanta frustração em tentar sozinho
Tive a revelação que não posso fazer sozinho
No fundo do meu coração
No fundo da minha alma
Sempre houve algo que faltava
Agora que você tem minha atenção
Te dou a minha vida
Te entrego meu controle
Eu finalmente aprendi a ouvir Tua voz
Eu Te dou tudo, sim!

A arte de amar é viver cada dia como se fosse o último — e, ao mesmo tempo, como se fosse eterno.

Último, porque devemos amar intensamente todos os dias e ter coragem de fazer o que ainda não fizemos, sem adiar sentimentos ou atitudes.

E eterno, porque existe algo além desta vida, uma dimensão maior, que não pode ser comparada a tudo o que conhecemos aqui.

Rótulos.


Desde que me reconheço como ser humano, fui rotulada por pessoas que sempre quiseram me pressionar a me calar, a me deixar em um lugar que nunca foi e nem será meu. Recebi o rótulo de complicada demais, de difícil de lidar; daquela que fala mais do que deveria e que se cala quando poderia falar.
Hoje, sou grata por todas as vezes que me rotularam, que tentaram me fazer desistir da minha autenticidade humana. Só o fizeram porque temiam a mulher que sei que sou! Aprendi a respeitar todo mundo, mas não aceito o desrespeito de ninguém; este é o motivo de tantos rótulos pairando sobre mim.

“AMANHÃ EU FAÇO”


Às vezes deixamos para trás coisas simples,
coisas que não eram tão caras, nem tampouco difíceis para serem realizadas.
Mas a desculpa sempre foi falta de tempo.


Se resumíssemos tudo isso,
Poderíamos dizer que se eu tivesse feito, hoje estaria realizado.
E digo mais; inventar desculpas sempre foi mais cômodo para mim.


Eu nunca parei pra pensar que o que define nossa vida, nossas atitudes, nossos sentimentos,
É o simples ato de “FAZER”.
Eu poderia ter amado, mas odiei,
Eu poderia ter ajudado, mas ignorei,
Eu poderia ter perdoado, mas resolvi condenar.


Se eu tivesse feito, realizado, talvez eu teria sido mais útil para alguém.


O tempo é um juiz implacável, sem piedade.


As oportunidades não passam duas vezes na nossa vida, se não pegarmos no momento certo, elas se vão e, muitas vezes, nunca mais voltam.


O hoje é o fruto do ontem e a semente do amanhã,
Nada produzirá fruto diferente daquilo o que foi semeado.
Palavras amargas são frutos colhidos de árvores plantadas em locais sem preparação, nada se colhe de bom dali.


Se o sofrimento faz parte da história da vida que cada um vive, porque só alguns, “visivelmente” sofrem?


Eu fiz por merecer, eu plantei, eu colhi.
Mas eu me pergunto: se o resumo de tudo estava no “FAZER”, caso eu tivesse feito, seria diferente? Ou seria igual está hoje?


O problema é que eu deixei pra amanhã, e este amanhã é hoje, e o agora também é hoje, e o amanhã não existe mais.
SIMPLES ASSIM.


O deixar pra amanhã; o perdoar, o abraçar, o viajar, o vender, o comprar,
Os verbos que eu poderia ter usado não servem pra mais nada.
Sobrou somente “O PODERIA”.


Aqueles que me amaram, os que me odiaram estarão todos ali, todos juntos numa sala gelada, com ar condicionado.
É doloroso pensar que alguns nem irão me ver pela última vez, e eu não terei mais olhos para contemplar isso.


Mas enquanto penso em tudo isso, penso que se eu tivesse tempo HOJE,
Pensaria totalmente diferente.
Eu “FARIA” tudo de outra forma, não deixaria nada, simplesmente nada para amanhã.


Porque o amanhã com certeza pode ser hoje, assim como é.


Escrito em 03 de abril de 2026 para minha querida irmã que se foi HOJE, dia 10 de abril de 2026.
“Para minha querida irmã Neide, minha cúmplice, minha amiga, minha companheira de pescaria, que parou de sofrer após muito anos de luta contra uma doença e foi para um lugar especial”.
Que Deus te receba de braços abertos e te coloque em um lugar especial.


ADEUS.

Os Três Arquétipos de Liderança Cega:



- O líder cego - é aquele que não consegue enxergar o contexto das pessoas que trabalham com ele.


- O Líder Surdo - é aquele que não escuta.


- O Líder Autocentrado - é aquele que pensa somente em si mesmo.


A solução?


Heteroconhecimento!

Então vamos mudar o tom… sem peso, só luz:


Tem dias que a vida simplesmente sorri pra gente
no cheiro do café, numa música que encaixa perfeitamente, numa risada que vem solta, sem esforço.


A felicidade não é algo distante… ela já mora em você.


Tá no jeito que você recomeça, na sua energia, no brilho que você carrega até quando nem percebe.

A Arte de Colorir o Invisível 🎨


Existem fios invisíveis que nos conectam ao longo do dia, tecidos por gestos que a pressa insiste em apagar.


São os “pequenos milagres” silenciosos:
uma gentileza que não vira notícia,
um cuidado que não pede aplauso.


É o café servido com um carinho extra,
o olhar que acolhe quando você se sente perdido,
ou o silêncio respeitoso de quem percebe
que você só precisa de paz.


Esses gestos são curiosos:
eles não alteram a rota do seu destino,
não pagam suas contas, nem mudam
o cronograma da sua semana.


Mas, de alguma forma mágica, eles
mudam completamente a cor do seu dia.


É como se o mundo, antes cinza e automático,
ganhasse uma camada de luz.
A gentileza não resolve a vida,
mas torna a jornada muito mais
bonita de ser percorrida.


Dudu Amaral
27/04/2026

Por que é tão difícil ser amada?
Será que sou muito feia?
Será que minha alma está morta?
Será que me falta sabedoria?
Será que minha cara é torta?
Eu queria ser amada de verdade
por uma pessoa que me amasse sem motivo
que o amor fosse tão forte que se tornasse inexplicável.
estou realmente triste
porque o amor, para mim, é uma coisa inalcançável.

Do Silêncio Não Compreendido
Eis que o bom rapaz foi ao encontro da moça,
levando consigo não só um presente,
mas o que havia de mais sincero em seu peito.
Chamou ao portão.
E não foi ela quem surgiu,
mas outra presença,
silenciosa… e suficiente para que ele entendesse.
E então soube.
Não por palavras,
pois nenhuma lhe foi dada,
mas por aquela dor que fala sem voz.
Baixou a cabeça.
Recolheu o gesto.
Guardou o presente que já tinha destino.
E partiu.
Na praça, sentou-se em silêncio.
E, dentro de si, perguntou:
“Por que aquilo que é verdadeiro não encontra lugar?”
E o mundo… nada respondeu.
Os dias passaram,
e ainda assim seus olhares se cruzavam.
Mas onde antes havia leveza,
agora havia silêncio.
A moça, em sua própria confusão,
não entendia o que se passava.
E, sem saber, afastou o que não soube ver.
Perdeu… sem perceber.
E o rapaz, mesmo ferido, voltou.
Não por orgulho,
nem por certeza,
mas porque o amor ainda vivia nele.
Aproximou-se mais uma vez.
E encontrou… silêncio.
Então compreendeu.
Que o amor não se força.
Não se explica.
Não se pede.
Se não é visto, pesa.
Se não é sentido, se apaga.
E se não é recebido… se vai.
E assim, o rapaz partiu.
Não destruído,
mas mudado.
Pois há dores que não quebram ,
apenas mostram ao homem
o que ele não queria ver:
Que nem todo amor permanece.
E que, às vezes… amar
é saber ir embora.

Quando falei de saudade,
não era de um tempo qualquer,
nem de um instante perdido —
era de alguém especial.
A pessoa mais linda que já conheci,
não apenas no rosto,
mas na essência que não se explica:
alma pura,
coração iluminado,
luz que não se apaga.
Há em teu olhar
um brilho que me atravessa,
que derrete o meu eu,
desfaz minhas defesas
e me reconstrói em silêncio.
A saudade…
ah, essa companheira discreta,
é paciente como o amor.
Ela não grita — ela espera.
Espera como a finitude da vida
contrasta com a eternidade do espírito,
sabendo que o que é verdadeiro
não se perde no tempo.
Teu doce sorriso
preenche vazios antigos,
lugares em mim
que eu nem sabia que existiam.
E ainda assim,
a espera…
essa espera inquieta,
me faz sentir, a cada minuto,
a saudade crescer.
E eu sigo,
entre o agora e o porvir,
esperando por você —
como quem sabe
que o amor verdadeiro
sempre encontra o caminho de volta.
Atila Negri