Textos de Escritores Famosos
"..Conselhos são sugestões que poderão mudar a realidade se seguidos? Talvez. Dependerá de quem aconselha e de quem recebe o conselho. Da experiência de um e de outro, do tempo de um e de outro e assim dependerá também das experiências vividas por aqueles que aconselham.
Sim, conselho tem valor e muito. São infindas histórias que tomaram rumos melhores apoiadas em conselhos oportunos e responsáveis; sinceros e perseverantes. .."
Usando sua sincera percepção
com muito ou pouco conhecimento
para satisfazer por alguns momentos
a inquietação da sua mente,
transforma seus pensamentos,
sonhos, pessoas, sentimentos
e muitas outras coisas
em versos,histórias, lições
que emocionam, envolvem,
ensinam e provocam sensações
numa riqueza de pormenores
que podem conquistar gerações,
assim o fazem os estimados
escritores e escritoras
que se expressam com a arte
de organizar as palavras
que instigam mentes,
tocam corações
e alimentam almas.
" Na dinâmica natural da vida, se faz necessário conhecimento, reflexão, planejamento, mas, acima de tudo, ação. Se ficarmos só no planejamento da vida, certamente teremos decepções. Faz-se necessário e urgente, que, coloquemos nosso estudo, conhecimento, planejamento, reflexões, em gestos ou ações.
Também o nosso agir deve ser conforme tudo que defendemos em palavras. Nossa ação deve respeitar algo mais que cada um tem de mais importante, ou seja, aquilo que faz a diferença, que muitas vezes não vemos, mas percebemos e que está no interior de cada um .." ( in: Agindo)
Minha mente frutífera, se compara a uma grande e frondosa arvore. Em cada galho, em cada folha há mil historias.
Porem quando tento escrevê-las, tenho um repentino bloqueio, as ideias fogem se escondem pareço não ser capaz de escrever nem um simples haicai. Talvez tentar registrar minhas ideias seja como por um herbicida. Mas, sei que minha imaginação é imarcescível que não murcha e continua imperecível, bem guardada.
No Brasil, a categoria "ESCRITOR" pode ser explicada assim:
Os Clássicos: Criaram obras impactantes, contando eternas histórias;
Os Antigos: Inspirados pelos exemplos que tinham, nos encantaram com suas histórias;
Os Modernos: A essência libertária de suas obras proporciona uma constante renovação literária, e vibrantes novas histórias;
Os Desconhecidos: Lutam, escrevem, lutam, escrevem, nunca desistindo de seus sonhos de também poderem contar suas histórias;
Os Descondenados: Livre dos epítetos a frente de seus nomes, esses agora tentam usando uma literatura própria, transformar os maus em bons, e o bem no mal, reescrevendo suas nefastas e corruptas histórias.
Nesse dia especial, minha singela homenagem a todos aqueles que tentam expressar sentimentos, ideias, arte e conhecimento com palavras. Que dão a cara à tapa, sem medo de errar, de ousar, de serem ridicularizados, esnobados ou ignorados. Autores, compositores, editores, produtores, tradutores, todos artistas, todos escritores!
Parafraseio parodiando minha prima avó Clarice Lispector e a famosa frase de Samuel Bekcett, esculpida no braço do meu tenista favorito:
"Escreva, como eu escrevi. Mergulhe na escrita, como eu mergulhei. Preocupe-se em entender. Escrever facilita qualquer entendimento"
"Ever written! Ever failed! No matter. Write again! Fail Again! Write better!
Rasgo o peito para fazer da carne,
o papel, e do sangue, a tinta.
Mas não importa.
Esse é só mais um poema qualquer,
que escrevo por motivos quaisquer.
Amanhã talvez, mas hoje não.
Não importa, eu ainda não morri;
não completamente.
Tudo que eu sei,
se resume em quase nada.
Mas eu sei o suficiente para sentir
a dor e a alegria de existir.
Eu sei.
O poema só vive de verdade
depois que poeta morre literalmente.
Escrever é uma construção de pensamentos.
É escrever e reescrever a mesma coisa uma e outra vez até que faça sentido. É pensar e repensar até você mesmo(a) se entender.
É colocar no papel cada pequeno pensamento, não importa o quão louco ou ingênuo possa parecer, e de repente você percebe que escreveu uma página inteira, e que todas aquelas palavras nasceram em você, de um lugar que você nem sabia que existia.
Outono
Chegaste ao outono
Da vida.
Na primavera me mostraste
Os campos de
Teu perfume.
Abandonaste-me no inverno
E meu coração
Congelou.
Restou o mapa de sua nação
De nossas intenções
Tatuado
Maculado em meus seios.
Hoje sou lagarta
Sem verão
À procura de seu coração
Para
Fazer
Transformação.
Chegaste ao outono da vida
Mostraste-me a primavera
Nos campos de teu perfume
Abandonaste no inverno de incertezas
Meu coração, este inverno.
Inferno congelado
Não acha o verão.
Chegaste ao outono da vida
Mostraste-me
Na primavera
Os campos de seu perfume
Um território que eu desconhecia.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Se existe algo que eu posso afirmar e que jamais poderão dizer ou usar contra mim é que eu nunca julguei, nem jamais vou julgar um escritor pelo que ele escreve, o gênero literário que ele escreve, o tema que ele escreve. A não ser algo que desrespeite ou faça apologia ao desrespeito dos direitos humanos... Pois não dá para concordar com isso.
Cada um escreve o que quiser.
Meu escritor favorito, Ganymédes José, datilografava só com três dedos, o que não o impediu de deixar mais de 150 obras.
Eu digito com apenas dois dos meus dez dedos. A saber, com meus dois dedos médios, de preferência, que é com os quais eu mais tenho facilidade, e posso dizer, equilíbrio, para digitar, desde que aprendi e comecei a digitar.
Convivendo no meio literário, um dia eu topei com uma escritora que, quando tinha bloqueios criativos, costumava logo buscar um culpado e colocava a culpa de estar assim nas pessoas com quem convivia e conversava no momento. Fosse quem fosse. Desde amigos, novos ou velhos, inimigos e até familiares. Sem dó, nem piedade! Uma loucura! Até eu saí como culpada um dia!
O meio literário não é brincadeira, não; cruzamos com cada louco/a!... Mas também com gente muito "sã" e "sadia", de mente muito "sã" (mas que parece "sofrer" de síndrome de Münchausen, ao mesmo tempo em que parece esconder-se atrás das próprias doenças e usá-las, sempre se vitimizando no fim, sempre saindo e ficando como a vítima da história, para conseguir algo ou chegar a algum lugar!) que não aceita de boa vontade assumir os seus erros e sai culpando os próximos...
Espero sinceramente que aquela escritora com quem um dia topei tenha mudado esse jeito com o qual costumava agir!
CANETA-MANÍACOS: pessoas viciadas em canetas...
Não podem ver uma caneta "dando sopa" que "passam a mão". É um ato inconsciente, tipo: quando vê, já foi.
Os caneta-maníacos têm sempre mais de uma em suas bolsas/malas, mas bastou precisar assinar alguma coisa pra pedirem emprestado. E daí, "do nada", outra caneta aparece em suas coleções, que possuem os mais diversos modelos, inclusive as usadas até o talo e também aquelas de brindes com propagandas. Muitas nem foram ou são usadas, mas para os caneta-maníacos caneta nunca é de mais.
Os caneta-maníacos também compram e quando necessário pedem, mas preferem mesmo ganhar sem pedir, ou adotar aquela caneta em estado de solidão profunda.
Caneta Bic é o que não falta, e por essa razão os caneta-maníacos separam algumas no caso de alguém pedir emprestado, colocam papelzinho com nome no tubo pra garantir que ela será devolvida.
Quando um caneta-maníaco te emprestar uma caneta e disser: “pode levar”, saiba que ele gosta muito de você! E se for uma de suas preferidas então, tenha a certeza de que ele te ama!
Caneta-maníacos geralmente são escritores, e por isso são acometidos por outras manias, que são as de colecionar cadernos (agendas, bloquinhos, cadernetas), livros e revistas de palavras cruzadas. Na verdade uma mania acaba levando a outra.
Muito cuidado com os caneta-maníacos! Eles estão por toda parte... Já imaginou que você pode estar, neste exato momento, lendo um texto em que um caneta-maníaco rascunhou com sua caneta?
Obs: texto fictício.
(Antes que me julguem... Não tenho cleptomania e não estou afirmando que colecionadores a tenham, mesmo porque o transtorno não tem associação com a mania de colecionar e sim com a necessidade de um prazer momentâneo e não significativo).
SONETO á uma MUSA
Óóóó MUSA encantadora, teu sinônimo ativa meu sonhar
És a estrela mor de meu firmamento
És coadjuvante de meu viver
Contigo brilho, sem sou um ofusco apenado...
Te busco incessantemente ou pereço
Você energiza meu viver
Dedico a você o meu EU
Já polido pelo continuo esforço de ti buscar...
Com você sou vida
Sem me ofereço ao cortejo funesto,
Ao negro sombrio dos inválidos...
Sua recusa me ofende e ofendido me entrego
Por ti doaria meu corpo dilacerado a cova de faminto leões
Estou partindo, tão simplesmente, ADEUS...
Seja ridículo
Volte a ser criança, brinque rabisque faça coisas engraçadas.
Não tenha de ser medo de você
Seja como o Quasimodo, saia em um dia de folia, se mostre como você é, não tenha medo de ser o ridículo
Não tenha medo do ridículo, aliás quem te disse que você é ridículo?
Isso é apanas um rotulo, pra quem se preocupar com isso?
Rótulos saem com água e sabão, então esqueça
invente e se reinvente sempre!
Não imposta quem você é, sempre seja você , seja original
Seja como criança que faz coisas estranhas, esquisitas
Aprenda e reaprenda a ser feliz com suas imperfeições ou perfeição, pois tudo é uma questão de opinião, então pare com essa discutível Perfeição,
Quando nós mostramos como somos sem essa armadura forçada pela sociedade, aprendemos a viver aprendemos a correr riscos.
Aprende a sair em um dia de folia e se permitir a ganhar a coroa do ridículo, sabe porque?
Porque assim aprendemos a ser nós mesmo e não á coisa melhor que isso
E quem sabe quando passamos a ser nós mesmo talvez, só talvez nós inspiramos outros a serem eles mesmos
Seja ridículo o mundo precisa de mais pessoas assim!
Catador De Letrinhas
Dizem que sou poeta, mas acho que não, sou um catador de letrinhas, junto umas aqui, outras ali, também as que caíram no chão.
Nessa brincadeira, com elas todas juntinhas, vagueio entre os amores, as paixões, pinto sete, uno e separo corações.
Mergulho na alegria, me afogo na dor, no bailar das letrinhas, levo emoção, as vezes solidão, das lagrimas faço esperança, da tristeza canção.
Nessa magia louca, abro caminhos, fecho portas, escrevo por linhas tortas, sou catador de letrinhas, brincalhão, levo magia pra todos os lados, não esqueço do seu coração.
Seja lá onde for, sem elas, letrinhas danadas, nada faz sentido, é a menina sem laço de chita, o inverno sem cobertor, o poeta sem um amor.
Dizem que sou poeta, sou então, entre rimas, versos e prosas, deixo uma flor, no perfume, a paixão, no olhar da mulher amada, toda minha inspiração.
Autor
Ademir de O. Lima.
Renascer
No olhar a única verdade, foi lindo, abriu a porta, sorriu pra vida, dançou na chuva, colheu flores pelos caminhos, voou nos sonhos, acordou, seus braços se perderam no nada, acabou.
No peito, um profundo vazio, a noite trouxe o silêncio dos abismos, as lágrimas chegaram sem avisar, regaram sua dor, mostraram a outra face do amor, nem um adeus, se recolheu, o inverno chegou.
Buscou respostas, esperou, esperou, a vida, outros caminhos lhe mostrou, seguir era tudo que restou, insistiu, olhou pra trás, nada viu, elas voltaram, entre soluços, sua alma ferida lavou.
No renascer tão esperado, seu coração marcado, marcado pelas lembranças do passado, guarda as cicatrizes do desamor, quer apenas uma estrela lá do céu, o sorriso do sol e, um verdadeiro amor.
Voltará a dançar na chuva, colher flores pelos caminhos, voar nos sonhos e, a cada amanhecer renascer, ainda olhará pra trás, de mãos dadas, com as lembranças seguirá, o tempo nos ensina amar.
O seu querer, espera um coração aberto, um ninho pra lhe abrigar, caminhos com flores, chuva e aquela canção pra se dançar, no seu olhar, uma única verdade, o amor chegou pra lhe roubar.
Autor
Ademir De O. Lima
Tenho em mim
Todos os meus sonhos guardados
E fico aqui parada assim
À espera de os ver realizados?
Ou vou à luta
Caminhando por essa estrada fora
Tento gritar mas a voz não sai
Se calhar ainda não chegou a minha hora
De gritar liberdade
De ver os meus sonhos ganharem vida
E transformarem-se verdade!
O ALIENADO
O alienado se sente como um estranho, pois, submetido ao produto de sua própria criação, esquece da verdadeira importância do seu EU criador.
Toda vez que o ser humano se esquece de sua existência e do seu verdadeiro interior e passa agir de maneira despersonalizada, deixando de ser ele mesmo para ser tão somente o que os outros gostariam que ele fosse, está caracterizado o fenômeno da alienação.
O ser humano alienado vive do culto idolátrico a outras pessoas, um artista de TV, um jogador de futebol ou qualquer outra pessoa famosa, ou ainda na supervalorização de objetos materiais, dinheiro, condicionado a obedecer fatores exteriores a si próprio.
O ser humano alienado é aquele que perdeu a sua individualidade e mergulhou num mundo onde todas as suas atitudes são dirigidas segundo consenso da maioria. Sem nunca perguntar o porquê das determinações que lhe são impostas, obedecendo-as sempre, apenas com desejo de obter a aprovação dos demais. O ser alienado destrói a sua capacidade criadora e se acomoda a utilizar os mais diversos produtos, como, modas e objetos, já criados por outros, ou por influência de algum artista do momento.
A liberdade de decidir e optar, de ser diferente e pioneiro não existe no ser alienado. Ele quer apenas se sentir seguro, pensando e agindo como os outros. Ele deseja ficar preso a influencia de alguém, ele tem medo da liberdade, e preguiça de pensar, em ser diferente.
O ser alienado, por exemplo, não reflete sobre suas atitudes. Ele tanto pode aplaudir uma norma inclinando-se para um fanatismo, como discordar com tendências igualmente fanáticas. Ele, portanto, não é capaz de adotar uma visão critica moderadora.
O alienado ou permanece num passado que já não se enquadra a nova realidade ou sonha com mudanças futuras impraticáveis. O que ele nunca faz é olhar o presente com seus próprios olhos.
Ao contrario do alienado, o ser humano consciente de sua existência reflete sobre o sentido de sua existência, obedece às determinações gerais, mas sempre procura aprimorá-las.
Vanderlei Muniz
"Gean!
Acabei de assistir sua entrevista com Renata e li seu texto da moça que fugiu num motorhome. Estou encantada com você.
Sabe quando você diz que gosta mais da história da autora de Harry Potter do que dos livros dela? Pois então. Você também é
um “personagem” incrível, tem carisma, tem talento, tem garra. Eu não sou muito de opinar sobre os textos dos outros (ao menos
não atendendo a pedidos), mas saiba que achei a história lírica, uma história que na verdade é um lugar comum mas que você
conseguiu imprimir personalidade, deu seu toque autoral. Olha, não tenho previsão de ir a SC agora, ando bem louca de trabalho e
compromissos, mas um dia a gente vai se encontrar por aí, tenho certeza. Continua me seguindo no Insta e no Youtube! Foi
um prazer te conhecer. Sucesso para seus livros e para sua vida!
Beijão,
Martha"
Escritora Martha Medeiros em e-mail enviado à Gean Zanelato sobre crônica "A Duras Penas".
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